quinta-feira, 1 de setembro de 2011

EXPERIÊNCIA DE FÉ COM A PRÁTICA DO SONEN

EXPERIÊNCIA PRÁTICA DO SONEN (ÁFRICA)


Chamo-me Vanessa Carlos Cossa, tenho 21 anos de idade e dedico no Johrei Center Central (Moçambique - Maputo/África) 
Conheci a Igreja Messiânica Mundial de Moçambique no mês Abril de 2007, por intermédio da minha irmã Otilia Carlos Cossa, missionária da igreja. 
Quando cheguei pela primeira vez a Igreja, estava com dificuldades de saúde, financeira e com conflitos. Graças a Deus e ao Messias Meishu-Sama tudo ficou resolvido. 
Por isso gostaria de partilhar com os irmãos uma experiência relacionada com a Prática do Sonen, que fez com que eu acreditasse ainda mais na crença de Meishu-Sama como Salvador da humanidade. 
Eu era estudante do Curso noturno e como saia muito tarde, tinha muito medo porque algumas vezes, não tinha companhia, as ruas eram muito escuras e tinha medo de sofrer algum assalto. Para mudar o horário, tinha de pedir a Diretora Pedagógica da escola. No entanto, muitas pessoas tinham feito o pedido para permuta de turno, mas ao falar com ela, todos saiam muito tristes do seu gabinete. 

Certo dia, tomei coragem e fui formar a bicha para falar com ela, só que ainda na bicha perguntei porque é que todos saiam nervosos e desanimados da sala da Diretora. Eles responderam que a Diretora era muito chata e que não aceitava que ninguém mudasse de turno e assim desisti. No entanto, alguma coisa dizia para que eu fosse tentar falar com ela, mas ao chegar para formar a bicha eu desistia, porque muitos colegas saiam da sua sala nervosos, tristes e a dizer palavrões, dizendo que a Diretora zangava-se e berrava com eles todos. Fiz a oração Amatsu-Norito e a Prática do Sonen no altar, entregando tudo nas mãos de Deus e do Messias Meishu-Sama. 

Eu disse: Meishu-Sama, por favor, conceda-me a sua luz, força, proteção e orientação, pois hoje eu vou enfrentar a fera. E fui chegado à escola, num dia de muito trabalho para a Diretora, formei a bicha pacientemente, vi os meus colegas a saírem desanimados, mas eu decidi esperar. 
Nesse dia, ela estava de muito mau humor, pior do que outros dias. Todos os que entravam, olhavam para a cara dela, nem sequer falavam e preferiam voltar no outro dia. Os meus colegas disseram: Vanessa é melhor tu desistires, porque não vais conseguir. 

Eu respondi: colegas, desta vez eu venho com muita luz, eu vou conseguir e todos começaram a rir, dizendo: que coisa, ela deve estar maluca, todos nós tentamos e não conseguimos e ela diz que vai conseguir, quem ela pensa que é?Chegou a minha vez e entrei, sentei-me e cumprimentei a Diretora. Logo que me sentei, ela disse: Olha menina, eu já vou avisando que se o assunto é a mudança de horário a porta está aberta. Sai.
Não tive palavras, fiquei calada a olhar para ela, ao mesmo tempo em que fazia a Pratica do Sonen por dentro. De repente, do nada, ela soltou um sorriso e eu admirada, desmanchei a tristeza e também sorri. Perguntei a Diretora de que se ria, ao que respondeu que não sabia, mas que do nada sentira uma alegria que nunca havia sentido em sua vida. Em seguida, perguntou: que colar é esse no pescoço? Pelo que parece é muito comprido.Eu expliquei-a detalhadamente acerca da Igreja, falei-lhe do Johrei e do Messias Meishu-Sama e continuamos a conversar por mais tempo. No fim, ela perguntou o que eu queria, ao que respondi que pretendia mudar de turno. 

Ela pediu o meu nome completo, disse que era difícil mudar de turno, mas que abriria uma excepção para mim, porque conquistei o seu respeito e havia gostado de mim. Disse também que naquele dia eu era a única pessoa a colocar um sorriso nela. Com essas palavras dela, entendi que a vontade de Meishu-Sama era de salvar os Antepassados da minha Diretora que se manifestavam através daquela fúria, e que me tinha usado como instrumento. 

Ao sair da sua sala, todos os meus colegas que estavam à espera na bicha perguntaram: Como é que ela não te despachou como fez conosco e como se não bastasse, conseguiste mudar de horário. Eu respondi que havia entregue tudo nas mãos de Deus e do Messias Meishu-Sama com muita fé. Todos disseram: precisa ser feiticeira para conseguir convencer a fera. No dia seguinte, vim a Igreja, agradeci e comprei uma flor para ela, que ao ver-me na fila mandou-me entrar. Os meus colegas que estavam na fila, começaram a pedir: Vanessa, por favor fala com ela por nós, ao que respondi que iria tentar. Entrei na sala dela, ofereci-lhe uma flor de luz e fiz o pedido pelos meus colegas, ao que respondeu que só aceitava porque o pedido era meu.

Mandou-me levar os nomes dos meus colegas todos e resolveu o assunto de todos os meus colegas, que agradeceram muito. Com essa experiência, aprendi que os antepassados se manifestam por diversas formas, cabe a nós encaminhar ao Messias Meishu-Sama, a fim serem purificados, salvos e ressuscitados, e desde que agradeçamos as coisas boas ou más, como vontade de Deus, o quadro vai mudar
Assim pude transformar o meu aparente sofrimento em milagre, apenas com a Pratica do Sonen da Gratidão. Como compromisso desejo empenhar-me na participação dos 100 mil membros convictos, formando o maior número de membros convictos por mês, praticar a horta caseira, participar da marcha da flor de luz dirigida em casa dos freqüentadores, e fazer o meu dízimo. Já me cadastrei, cadastrei e encaminhei uma pessoa. 

Agradeço a Deus e ao Messias Meishu-Sama por me encaminhar a salvação. 
Aos ministros, missionários, membros e freqüentadores o meu sincero agradecimento. 

Vanessa Carlos Cossa 
03/2010 
Johrei Center: Igreja Messiânica Mundial de Moçambique 
África





                   EXPERIÊNCIA DE FÉ PRÁTICA DO SONEN (BRASIL)

Conheci a Igreja Messiânica Mundial por intermédio de um amigo. Tornei-me membro em 2002. Contudo, nessa época, ainda não entendia direito o motivo e o modo como as dedicações poderiam me ajudar. Apesar de ter passado por várias purificações, principalmente com relação à saúde, pois tinha depressão e síndrome do pânico, minha maior dificuldade era o relacionamento com meu namorado João, com quem eu morava há três anos. Ele já era messiânico, porém as brigas eram constantes, acompanhadas de gritos, de palavras de baixo calão, e até mesmo, de agressão física. Nosso convívio sempre fora difícil e inconstante. Os conflitos eram amenizados, mas não eram de fato resolvidos. Meu companheiro e eu passávamos dias sem nos falar para não gerar mais desavenças. Separamo-nos por três vezes e sempre reatávamos. Em 2005, tivemos uma filha que passou por várias purificações de doença. Nessas horas, eu e o João uníamos nossas forças e fé, e conseguíamos superar todas as purificações apenas com Johrei e oração, criando um ambiente de harmonia. Era como se as purificações viessem para nos unir. Porém, após cada purificação passar, parecia que o encanto desaparecia, e os conflitos sempre retornavam ao nosso lar. Em fevereiro de 2009, engravidei novamente. 

Contudo sofri um aborto espontâneo e, mais uma vez, estávamos à beira de uma separação. Foi quando o ministro, após ouvir minhas lamentações por horas, me disse: - Você realmente tem obediência em relação às dedicações, porém não consegue praticá-las colocando amor! Precisa expandir seu amor, precisa aprender a fazer isso. Essas palavras nunca saíram de minha cabeça. Por outro lado, eu não sabia de fato o que aquilo queria dizer, pois achava que já fazia muito por nós dois e já dedicava tanto! O ministro me dizia isso embasado na orientação do Quarto Líder Espiritual, Kyoshu-Sama, sobre as práticas altruístas. João também recebeu orientação do ministro sobre a prática do amor altruísta e começou a fazer meu chá todos os dias, embora eu achasse isso muito bom, pensava: “Ele não faz mais do que a obrigação, pois eu trabalho muito mais do que ele e ainda cuido da casa e da nossa filha tenho jornada dupla, ele tem mesmo é que me agradar!” Eu gostava de receber o chá todos os dias, porém nem agradecia. Até que um dia, lendo as experiências de fé sobre práticas altruístas da revista Izunome no fim do ano passado, fiquei muito emocionada e decidi mudar: só não sabia o quê exatamente. 

Contei ao meu companheiro que iria aproveitar o pedido de nossa empregada doméstica de ir embora por motivos pessoais e assumir todas as tarefas domésticas diariamente. Mudei meus horários, diminuí minha jornada de trabalho e mudei nossa filha de período escolar para poder ficar mais tempo com ela. Sempre acreditei que era boa dona de casa. Afinal, sempre que possível, cozinhava para a família e deixava tudo arrumado. Entretanto, aos poucos, percebi que era meu sentimento que deveria mudar, meu amor deveria realmente se expandir. Eu não podia mais encarar os afazeres domésticos como um fardo, uma obrigação, uma perda de tempo, mas vê-los como uma oportunidade para harmonizar meu lar e minha família. E lá fui eu, orientada para, enquanto limpava a casa, agradecer a purificação de conflito e fazer, diariamente, a prática do sonen de encaminhamento dos nossos antepassados ao Messias Meishu-Sama a fim de que fossem purificados e salvos, e que meu companheiro e nossa filha se sentissem felizes no nosso lar. Mesmo muito cansada do trabalho, comecei a cozinhar diariamente, a lavar e passar a roupa e não lamuriar. Sentia-me bem e estava feliz. Às vezes, até chorava emocionada, agradecida. Percebi que João começou a me ajudar mais como, por exemplo, a dobrar carinhosamente toda a roupa lavada por mim, a guardar toda a louça da pia, a levar todos os dias nossa filha pra escola, pois antes brigávamos para definir quem a levaria porque queríamos ficar descansando um pouco mais antes de ir ao trabalho. Ele também passou a ministrar Johrei todos os dias em mim, pois normalmente eu é que ministrava nele e ele sempre dormia me deixando chateada. 

Com a constância das práticas altruístas e com a mudança de sentimentos, parei de vez com as cobranças que fazia e ele foi também se modificando. Com 11 anos de casamento não formalizado e conflito diário, além de vir de uma família em que meus pais não eram casados oficialmente, nunca tive vontade de adotar o sobrenome de meu companheiro.Dois meses atrás, João me pediu em casamento, e foi aí que percebi que eu tinha realmente mudado meu sentimento, pois aceitei na hora seu pedido de formalizar nossa relação no civil e no religioso e me senti honrada em acrescentar seu sobrenome. Não só honrada, mas também muito feliz e realizada. A cerimônia será no próximo mês de maio, mês das noivas. Acredito que todas essas mudanças geraram a permissão de, no próximo mês de junho, entronizar o altar do lar em nossa casa. 

Finalmente, o Paraíso estabeleceu em minha família e em meu coração. Uma felicidade completa embasada na saúde, prosperidade e harmonia nunca experimentada antes por mim. Hoje estou realmente emocionada por estar neste Altar do Solo Sagrado e poder dizer a todos que, graças ao Messias Meishu-Sama, aos seus ensinamentos da verdade e às orientações recebidas sobre a Prática do Sonen que se completa com as pequenas ações altruístas, é possível sim, ser muito feliz e mudar o destino de nossas vidas e da humanidade. Agradeço a Deus, ao Messias Meishu-Sama, aos meus Antepassados, aos meus orientadores e ao meu futuro marido por sua paciência e amor. 

Muito Obrigada!

Cristina de Souza Jorge Leite
Johrei Center Guanabara, Campinas, interior de São Paulo.
Abril/2010 – São Paulo /SP

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