sexta-feira, 15 de junho de 2012

O Dia do Nascimento do Paraíso na Terra


Significado do Culto do Paraíso Terrestre 


Na madrugada do Dia 15 de junho de 1931, Meishu-Sama escalou o Monte Nokoguiri, localizado na província de Chiba, Japão. Ao nascer do sol, junto com a comitiva de trinta pessoas que o acompanhavam, entoou a oração Amatsu-Norito e percebeu a revelação sobre a grande mudança que se iniciava, a partir daquele momento, no Mundo Espiritual. A esta mudança denominou Transição da Noite para o Dia.
O nome “Culto do Paraíso Terrestre”, entretanto, remonta ao Culto Comemorativo da Conclusão do Paraíso Terrestre de Hakone, a Terra Divina, realizado por Meishu-Sama, em 15 de junho de 1953. Sobre o significado da conclusão dessa obra, ele no deixou as seguintes palavras: “O fato de a Terra Divina ter ficado pronta significa que ficou pronto também o primeiro modelo do Paraíso Terrestre. Este modelo se ampliará gradualmente e, quando alcançar o âmbito mundial, o Paraíso Terrestre se concretizará” e ainda”, como a conclusão do Paraíso Terrestre da Terra Divina simboliza o próprio nascimento do Paraíso na Terra, creio que , por se tratar de um dos eventos mais auspiciosos ocorridos desde o início dos tempos, este dia será comemorado mundialmente por toda a eternidade.

Por “isso, é provável que, futuramente, o Dia 15 de junho venha a se tornar o Dia do Culto de nascimento do Paraíso Terrestre”. Portanto, esta é a origem do nome do Culto do Paraíso Terrestre. Neste dia, além da Revelação Divina sobre a transição da Noite para o Dia, podemos comemorar o nascimento do Paraíso na Terra, que apesar de pequenino, traz em si a missão de servir como modelo a partir do qual o Paraíso se estenderá ao mundo todo. Neste dia, agradecemos ainda a permissão de participar da divina obra de construção do Paraíso Terrestre, buscando tornar-nos um modelo de ser humano paradisíaco e empenhando-nos na concretização e na ampliação dos modelos do Paraíso Terrestre.  

Fatos importantes para a Obra Divina ocorridos no Dia 15 de Junho 

1931 – Revelação sobre a Transição da Era da Noite para a Era do Dia no Mundo Espiritual.
1950 – Meishu-Sama alcança o Estado de União com Deus.
1951 – Durante a cerimônia de inauguração das ampliações do Nikkoden, em Hakone, Meishu-Sama comemorou, pela primeira vez, 15 de Junho, pois da parte de Deus, havia uma razão especial para isso: Daquela data em diante, o “Dia” estava começando a raiar no Mundo Material também.
1952 – Abertura do Museu de Arte de Hakone, que representou a conclusão da 1. Etapa do Protótipo do Paraíso Terrestre da Terra Divina.
1953 – Culto Comemorativo da Conclusão do Paraíso Terrestre de Hakone, a Terra Divina.
1954 – Cerimônia de Comemoração Provisória da Vinda do Messias, em Atami.


Extraído: Livro Luz do Oriente – (Biografia de Meishu-Sama)






Fonte: Revista Izunome
N.53/Maio/2012/ São Paulo/SP.
Igreja Messiânica Mundial do Brasil
Site: www.messianica.org.br


segunda-feira, 4 de junho de 2012

Tatuagens Indiana de Henna


Tatuagem Indiana de Henna

A Índia é um país com uma cultura rica em detalhes, e torna-se um desafio ou até mesmo uma pretensão caracterizar alguns rituais indianos em um pequeno texto. A moda indiana entrou com tudo no nosso dia a dia e trouxe várias formas de representações, sendo que a tatuagem de henna é uma delas.
A tatuagem indiana em sua maioria é feita no corpo feminino para que traga sorte e saúde aos casamentos indianos. Este ritual já acontece a mais de mil anos nos países ocidentais e está associado diretamente à transcendência e a transformação das mulheres.
Em geral, as noivas na Índia têm sua pele pintada pelas amigas e membros da família que passam horas juntas e aproveitam para conversar sobre os preparativos do casamento e é claro sobre a lua-de-mel. Este que leva o nome de Mehendi pode durar várias horas ou até mesmo dias.

A Henna, como já citado a cima, também pode ser usada para rituais de beleza como: colorir, dar brilho e vigor aos cabelos. Os indianos, por exemplo, possuem uma explicação bem romântica para a origem da henna, um pigmento vermelho extraído da Lawsonia inermis que surgiu no Oriente e no norte da África. Segundo eles, o deus Shiva não olhava mais para as mulheres depois de ter ficado viúvo. No entanto, uma mulher chamada Parva se apaixonou-se por ele e fez de tudo para chamar sua atenção e um dos seus artifícios foi aplicar tatuagens de henna nas mãos. Assim, esse ritual passou a ser um ato sensual para os olhares masculinos tornando assim um símbolo de conquista feminina. Seu esforço para conquistar o coração do poderoso deus valeu a pena, e ela não demorou a se casar com ele.
Para quem está assistindo a novela da Globo “ Caminho das Índias “ pode perceber e ver ricamente esse tipo sânscrito, ritual obrigatório em celebrações religiosas da Índia.E o grande segredo e tradição dessa famosa pintura é que enquanto ela durar a noiva é proibido de fazer qualquer serviço dentro de casa. 
A tatuagem também está relacionada à perda da virgindade e é tida como um poderoso elemento de sedução. Os grafismos ainda aparecem como adorno corporal em outros momentos importantes da vida da comunidade, como batizados e enterros, e são aplicados sempre nos pés, nas mãos ou na ponta dos dedos. Em muitas ocasiões, o pó de henna cobre totalmente essas partes do corpo como proteção contra os maus espíritos. A Henna é um arbusto que só nasce em regiões quentes.
Podemos dizer que o hábito de se pintar com henna desembarcaram aqui no Brasil há cerca de dois anos e agora se tornou a grande novidade em relação à beleza feminina. Está sendo usada como tinta de cabelo e pode ser encontrada em várias nuances. Serve também para moldar sobrancelhas e cobrir imperfeições deixando os rostos das mulheres mais bonitos e perfeitos.
A tatuagem de henna tem sido muito utilizada porque não é dolorosa e nem mesmo definitiva. É um produto orgânico natural e não afeta o meio ambiente. A sua aplicação é fácil e rápida e pode durar até um mês dependendo do lugar aplicado. 
Deve ser por estas características que os indianos usam essa técnica até hoje e ainda pretendem usá-la por muito tempo. Veja algumas fotos tiradas de mãos e pés de mulheres indianas e perceba a riqueza dos detalhes e nas cores e a perfeição em que os desenhos são feitos.







  


                                                                                                            
                                                                                                





Fonte: www.portaisdamoda.com.br/noticiaInt~id~18779~n~tatuagens+india...


Mantras


Mantras: O SOM DA DIVINDADE 

Os mantras em geral são muito curtos, um breve verso comportando algumas sílabas e com sentido bem claro. Mas eles também podem consistir numa extensa combinação de sílabas aparentemente desprovidas de sentido. Os "sons-semente", formados de uma única sílaba e que terminam quase sempre por uma nasal, como o m ou n, constituem mantras ainda mais complexos e enigmáticos. Dentro desta categoria, o mantra mais conhecido é OM (AUM), palavra  que se diz contém a chave do universo. OM corresponde  às três principais divindades - Brahma-Vishnu- Shiva.

Brahma-Vishnu-Shiva

Os mantras são compostos de diferentes formas, eles podem ser o produto de uma inspiração comunicada diretamente pelo Cosmos ou podem resultar também de uma meditação, e  nesse caso, ser uma emanação do espírito inconsciente de um iogue. Alguns são recolhidos diretamente no akasha, o éter cósmico ou memória universal, por adeptos de altíssimo grau, outros mantras são obras de poetas, cantores ou de místicos. Muitos mantras, considerados dentre os mais eficazes, foram compostos através de um dos vários métodos usados para reduzir a uma curta fórmula hermética toda uma obra importante, este procedimento é, às vezes, utilizado em proporções inimagináveis, é desta forma, por exemplo, que um livro sagrado contendo milhares e milhares de versos podem ser resumidos num só capítulo. Este capítulo pode, em seguida, ser reduzido a um só parágrafo, depois a um verso e, finalmente, a uma única sílaba. Esta sílaba última tem um poder tão grande que de forma análoga a um micro ponto da moderna computação, encerra a essência de todo o tratado. O domínio desse mantra conferirá imediatamente ao discípulo uma compreensão intuitiva do conjunto do texto. Além de OM, existem outros mantras do tipo "som-semente", tais com krim, hrim, vam, gam, ram, shrim, etc ..., cujas vibrações são inicialmente concentradas , e depois projetadas seja para o interior de si mesmo, seja para o exterior, na forma de invocações , ordens, bênçãos com o propósito de agir como instrumento de proteção, de poderes curativos e armas de defesa. 
Os mantras "internos" são dirigidos para uma parte do corpo, tal como a cabeça, o espaço entre as sobrancelhas, o plexo solar ou os órgãos  sexuais, onde produzem vibrações de energias precisas. Dessa forma, os mantras orientais dirigidos para o crânio provocam ressonância nos alvéolos do cérebro, criando um tipo de iluminação mística. Afirma-se mesmo, no mantra ioga, que certos mantras efetuam uma viagem circular no corpo humano, e que suas reverberações provocam o desaparecimento de tecidos usados e gastos, substituindo-os por tecidos novos. Os mantras podem ser dirigidos para uma parte específica do corpo que tenha necessidade de ser revigorada ou curada. Acredita-se que existe um mantra para todos os estados e todas as doenças e melhor ainda, para todos os problemas, de qualquer natureza. Todos podem ser resolvidos com a entoação dos sons convenientes e apropriados, porque cada mantra é um som, e as vibrações sonoras constituem a própria base do universo. As doutrinas orientais atribuem enorme importância ao conhecimento e uso dos mantras.
É comum admitir que os efeitos de um mantra sejam reforçados com a repetição do mesmo: a entoação sem fim da fórmula aumenta o efeito de seus benefícios. O mantra age sobre o espírito, permitindo gradualmente ao praticante compreender seu significado profundo. Sua constante repetição, sobretudo quando combinada com os pranayamas, ou técnicas respiratórias, contribui para suscitar um estado de transe e provocar uma iluminação mística. O mantra penetra nos reinos sobrenaturais, e  de certa forma, compele os deuses a responder às preces que lhes são feitas. Se uma pessoa repete (com correção) cem mil vezes certas mantra que objetiva poder, homens e mulheres lhe obedecerão implicitamente; se essa pessoa o repete duzentas mil vezes, ela poderá dominar todos os fenômenos naturais; com um milhão de vezes, conseguirá a faculdade de viajar através de todo o universo. Utilizam-se rosários especiais para controlar o número de repetições. São feitos geralmente de grãos secos, enfiados num cordão. Por meio de um único mantra pronunciado em voz alta, ou murmurado, ou repetido mentalmente, pode obter aquilo que procura, pois todas as coisas são formas de manifestação do som. E o próprio Brahma é o Som do qual se nutre o universo.

Hoje em dia, o uso de expressões védicas em assuntos místicos, esotéricos, ocultismo é tão comum que fazem algumas palavras começarem a ter o seu sentido deturpado, às vezes, vulgarizado.

Palavras que têm sua origem no sânscrito, a Língua Mãe, tais como: guru, karma, dharma, samsara, maya, budha, yoga, nirvana, tantra, mantra; são usadas, muitas vezes, em sentido completamente corrompido, por pessoas inescrupulosas ou mal informado. 
Entre as palavras supracitadas, o mantra, circunstancialmente vem sendo confundido com palavras mágicas, orações, fórmula milagrosa, feitiçaria ou mera superstição; completamente distante de seu sentido real e científico. 
O mantra não é uma oração porque nelas o devoto escolhe as suas próprias palavras. 
O mantra não é mágico por que não deve ser usado para interferir no curso dos fenômenos naturais e nem se trata de fórmula milagrosa por que é uma regra, uma lei e não um fato isolado sem explicação. 
Os mantras são tecnicamente estudados no Tantra Shastra (escritura védica apropriadas para a era atual, Kali-yuga). 

Os mantras são representações sonoras das Divindades, assim como as imagens são Suas representações formais. O nosso mundo é constituído de nomes e formas (namarupa).

No princípio era o Verbo (OM), e o Verbo estava com Deus (Brahman), e o Verbo era Deus... Todas as coisas foram feitas por intermédio Dele, e sem Ele nada do que foi feito se fez. (João 1.1-3)

Nas escrituras védicas aprendemos que o mantra original é o OM, formado pelas três letras A,U,M;.significando : Brahma, Vishnu, Shiva - o princípio da criação, manutenção e dissolução (ou  absorção) do Universo.

Do OM saem todos os demais mantras, conforme ensina a ciência do Mantravidya, que podem ser constituídos por algumas das 50 letras do alfabeto sânscrito chamadas de matrikas (matrizes, ou mãezinhas). Os mantras monossilábicos são chamados de bijas (semente) e são vocábulos inetimológicos. O OM é o bija que dá origem aos demais bijas tântricos.

É ensinado que o Mantra é formado por um conjunto ordenado de letras em certa e determinada seqüência sonora. Para que produza os efeitos específicos é necessária entonação apropriada com relação ao som e ritmo. Se o mantra for traduzido, ele perde a sua potência  como tal (shakti), tornando-se mera palavra ou frase.
Nota: O mantra deve ser pronunciado somente na língua sânscrito. 

O Mantra precisa ser despertado (prabuddha) do mesmo modo que qualquer forma de energia (shakti) para se obter o resultado esperado. O conhecimento do seu significado é uma condição necessária, mas não suficiente para produzir bons frutos. De igual modo uma devoção ignorante não é uma condição ideal. O princípio é a união do som com a idéia através do conhecimento do mantra e seu significado. Em Yoga se ensina que o homem se identifica com o objeto de sua meditação, ou seja, se unifica com o objeto em que concentra a sua mente.
                                                                    (Vishnu)
O Mantra no qual a Deidade se revelou, pode revelá-la para o devoto iluminado ou para iluminá-lo. O Mantra é a Divindade em forma de vibração sonora. Mediante a recitação (japa) constante do Mantra se atinge o Mantrasiddhi (perfeição) que é quando o devoto alcança a unidade com o seu objeto de culto, a Divindade do seu Mantra. Nesta unidade o sádhaka (devoto) torna-se um mantrasiddha. A japa é feita em estado de recolhimento e meditação, absorção no mantra para, no final, ser absorvido na Divindade. Não tem nada haver com a crítica que Jesus fez as vãs repetições, ele se referia exatamente as vãs repetições e não às práticas mantricas em estado meditativo.

Esta é a prática (sadhana) recomendado pelo Tantra Shastra e confirmado por diversos Avatares para esta nossa era (yuga). Ela não é um processo de repetição mecânica, pois de nada adiantaria. Diz-se que a prática da japa é como o homem que sacode o outro para acordá-lo, despertá-lo. Os Tântricos ensinam-nos que os lábios do devoto ao se movimentarem para pronunciarem o mantra são como Shiva e Shakti em maithuna (relação sexual) que finalmente concebem a Deidade adorável do devoto. Deidade esta que é uma expansão do Absoluto (Brahmam), que, por amor aos Seus devotos, manifesta-se neste mundo de formas e nomes. Nesta ocasião o iniciado diz: Eu e o Pai somos um só. Eu Sou.

(Shiva-Shravan)
Alguns Mantras:

OM MANI PADME HUM (mantra para harmonizar os chakras e iluminação)

OM MANE PADME HUM HRI

OM BABAGI AH HUM (mantra para iluminação, sabedoria, amor e desapego)

OM YAMANTAKA HUM PHAT - (mantra dque elimina os padrões mentais negativos)

OM HRIM GAURYAI NAMAH (mantra para desenvolvimento em todas as áreas)

OM SRI GOVINDAYA NAMAH (mantra para felicidade e riqueza)

OM AH RA PA TSA NA DHI

OM TARE TUTTARE TURE SVAHA

OM VAJRASATTVA HUM

OM AH HUM (mantra para iniciação a ioga)

OM DHUPE AH HUM (mantra para oferecer incensso)

OM KALI AH HUM (mantra saudação á Divindade)


Site: (www.eusouluz.iet.pro.br/mantras.htm)




Visões de Felicidades sob a ótica de grandes Personalidades


A Síndrome da Felicidade 
O que é pior: Ser infeliz ou estar convencido disso? 
                                                            (Mestre de Rose)


A teoria da síndrome da Felicidade baseia-se no fato de que o ser humano é um animal em transição evolutiva e que, dos seus milhões de anos de evolução, somente há uns míseros vinte mil anos começou a construir aquilo que viria a ser a civilização. E experimentou o gosto amargo das restrições impostas como tributo dessa aventura. Como animais, temos nossos instintos de luta, os quais compreendem dispositivos de incentivos e recompensa pela sensação emocional, e mesmo fisiológica, de satisfação cada vez que vencemos,quer pela luta, quer pela fuga (a fuga também é uma forma de vitória, já que o animal conseguiu vencer na corrida ou na estratégia de fuga; e seu predador foi derrotado, uma vez que não conseguiu alcançá-lo).
Numa situação de perigo, o instinto ordena lutar ou fugir. Quando acatamos essa necessidade psico-orgânica, o resultado na maior parte das vezes é a saúde e a satisfação que se instala no estágio posterior. Se não é possível fugir nem lutar, desencadeiam-se estados de stress que conduzem a um leque de distúrbios fisiológicos diversos. Isto tudo já foi exaustivamente estudado em laboratório e divulgado noutras obras. O que introduzimos na teoria da Síndrome da felicidade é a descoberta de um fenômeno quase inverso ao que foi descrito e que os pesquisadores ainda não situaram a contento. Trata-se daquela circunstância mais ou menos duradoura na qual não há necessidade de lutar nem de fugir porque está tudo bem. 
Bem demais, por tempo demais. Isso geralmente acontece com maior incidência nos países de grande segurança social e numa proporção assustadora nas famílias mais abastadas. O dispositivo de premiação com a sensação de vitória, sua conseqüente euforia e auto valorização por ter vencido na luta ou na fuga, tal dispositivo em algumas pessoas não é acionado com a freqüência necessária. Como conseqüência o animal sente falta afinal é um mecanismo que existe para ser usado, mas não o está sendo e, então, ele cai em depressão. Se quisermos considerar o lado fisiológico do fenômeno, podemos atribuir a depressão á falta de um harmônio, ainda não descoberto cientificamente, que denominei endo estimulina, e que o organismo pára de segregar se não precisa lutar nem fugir por um período mais ou menos longo, variável de uma pessoa para outra.
O cão doméstico entra em depressão, mas não sabe por quê. A Dona do cãozinho também não sabe a causa da sua própria depressão, já que o processo é inconsciente, porém seu cérebro, mais sofisticado que o do cão racionaliza, isto é, elabora uma justificativa e atribui sua profunda insatisfação a causas irrelevantes. Não adiantará satisfazer uma suposta carência, imaginariamente responsável pela insatisfação ou depressão: outra surgirá em seguida para lhe ocupar o lugar e permitir a continuidade da falsa justificativa. O exemplo acima poderia ser com pessoas de ambos os sexos e todas as idades, mas para ocorrer, é preciso que a pessoa seja feliz.
Resumindo, quando o ser humano está tendo que lutar por alguma coisa, não há espaço em sua mente para se senti infeliz. Se ele não pode lutar e nem fugir, primeiro sobrevêm reações violentas; depois a apatia e a somatização de várias doenças. Mas se está tudo bem, demais, por tempo demais, o indivíduo começa a sentir infelicidade por falta do estímulo de perigo-luta e recompensa. Como isso ocorre no inconsciente, a pessoa tenta justificar sua infelicidade, atribuindo-a a coisas que não teriam o mínimo efeito depressivo em alguém que estivesse lutando contra a adversidade. 


Exemplos: 

Na Escandinávia, onde a população contra com uma das melhores estruturas de conforto, paz social, segurança pessoal e estabilidade econômica, é onde se verifica um dos maiores índices de depressão e suicídio no mundo. Durante a guerra do Vietnã, onde as pessoas teriam boas razões para abdicar da vida, o índice de suicídio foi quase nulo.
Os países mais civilizados, que não teriam motivos para passeatas e agitações populares, pois nada há a reclamar dos seus governos, com alguma freqüência realizam as mesmas passeatas, mas agora com outros pretextos, tais como a ecologia, o pacifismo ou a defesa dos direitos humanos na America do Sul. O movimento em defesa dos direitos da mulher surgiu justamente no país onde as mulheres tinham mais direitas e eram mesmo mais poderosos que os homens: Os Estados Unidos. Lá onde tradicionalmente se reconhece a imagem de superioridade da esposa com o rolo de massa dando o marido que tenta se explicar, justo lá foi onde as mulheres reclamaram contra sua falta de liberdade e igualdade. Já na Itália, Espanha, Portugal, América Latina, Ásia, países muçulmanos e outros onde a mulher poderia ter motivos na época para reclamar, em nenhum deles ela se sentiram tão violentamente prejudicada nos seus direitos quanto nos Estados Unidos.     
Assim, sempre que alguém começa a chorar suas mágoas, explico-lhe minha teoria da Síndrome da felicidade e concluo dizendo:
Se você se sente infeliz sem razão, ou o atribui a essas razões tão pequenas, talvez seja por que você é feliz demais e não está conseguindo metabolizar sua felicidade. Algo como indigestão por excesso de felicidade. Pense nisso e pare de reclamar da vida.

Obs: Mestre de Rose: É Presidente da Confederação Nacional e da União Internacional de Yôga. Foi o introdutor do Curso de Formação de Instrutores de Yôga nas Universidades Federais e Católicas de praticamente todos os Estados do Brasil e na Universidade Nacional da Argentina. Fundador da Primeira Universidade de Yôga do Brasil e da Universidade Internacional de Yôga, em Portugal, Mestre de Rose é um dos mais respeitados estudiosos e instrutores do Brasil.


Fonte: Revista Sexto Sentido
(A Revista do Novo Milênio)
Junho/2000- N.12 – São Paulo/SP.
Site: www.mythoseditora.com.br 
Pág.(20/21)



Visões de Felicidade sob a ótica de grandes Personalidades
Busca pela Felicidade e Alegria na Vida -  Osho

 
O que podemos esperar da vida além de ter alegria e felicidade? É tão importante alcançar objetivos pessoais e profissionais para ser feliz? Precisa mostrar ao mundo todos os seus feitos para seguir no caminho da busca pela felicidade? Estas são algumas das perguntas que Osho no seu estilo sempre Zen, tenta responder no seu livro “Alegria” (joy).   

Segundo Osho – As pessoas devem concentrar-se no seu interior. A verdadeira alegria está presente no interior de cada um. As pessoas estão continuamente á procura de encontrar a felicidade de fora de si mesmo, mas a felicidade e a alegria estão dentro de nós, à felicidade é o que nós somos está onde nos estamos. A busca pela felicidade fora de nós é algo temporário, uma vez que quando conseguir alguma coisa, você vai esquecê-la e começar a procurar outra coisa. Este processo é repetido e continuará para sempre, mesmo quando tenha tudo o que se pode imaginar.
Então qual é a solução para alcançar a felicidade? Osho com as suas frases zens e empolgantes, tenta responder a estas questões.

1* Não pense em problemas futuros 

A diferença entre os seres humanos e os outros animais é a sua capacidade de pensar racionalmente. Isto é bom e mau. A parte má primeira, os seres humanos estão sempre a pensar no futuro, algumas boas perspectivas e todos os possíveis problemas do mundo. “Eu não posso fazer isso”. Isto não vai funcionar. Estas são algumas projeções da mente para o futuro. Quando pensa que não vai conseguir fazer alguma coisa. Você está criando miséria na sua vida, está a criar infelicidade interior sem se perceber. O problema foi criado para você. A miséria foi criada por você. O problema ainda não existe.
Todos nós devemos começar a concentrarmos no presente, no que estamos a fazer agora. Eu estou a escrever este artigo e só estou a pensar na melhor maneira de transmitir-lhe a mensagem que desejo enviar, nada a mais. Eu poderia pensar que este artigo não é útil, que talvez eu não seja capaz de escrever isto. Se eu pensar desta maneira, eu nunca iria terminar o artigo, iria criar miséria no meu interior. A mensagem de Osho é clara. Concentre-se no presente, aprecie o que está a fazer agora, o livro que está a ler, no sorriso que outra pessoa esta a receber, na árvore onde passa todos os dias quando vai para o trabalho até mesmo as pequenas coisas são maravilhosas quando olha para elas com contemplação.

2* Controlem o seu Ego

O ego é parte de nós. Não é algo que se possa eliminar, faz parte de nós tal como um braço ou uma perna. O ego pode ser inimigo da alegria e da felicidade. Ele pode contro-lá-lo a si. O segredo para controlar o ego (ou ignorar) é a sua capacidade de negociar com ele. Ele é um negociador difícil. Quando ele quer alguma coisa, não é fácil dizer-lhe para ir embora, dizer-lhe para ir dar uma volta. Quando o ego começa a comandar, ela começa a controlar a forma como comunica com o mundo. Quando o ego controla sua vida, ele cria miséria na sua vida. Quando ele quer alguma coisa, está coisa não será suficiente para alimentá-lo para agradá-lo ele quer mais. Então qual é a solução? É controlar o ego. Osho dá pistas sobre possíveis caminhos de busca interior para consegui-lo.

3*Controlar a miséria quando alcançar a Felicidade

Outro assunto mencionado no livro é a relação entre a miséria e a felicidade. Uma sensação de felicidade irá conduzir a sua situação similar ao lado negativo da mesma moeda. Quando nós temos a melhor sensação do mundo, sabemos automaticamente que irá sentir o sentimento oposto no futuro. Esta é a forma do ego trabalhar. A melhor forma é receber a sensação negativa, lidar com ela da melhor forma, controlada. Não está a dizer que não se devem ter sensações positivas só para não ter as negativas. O importante é saber lidar com as duas de forma correta. Estes e outros temas interessantes são discutidos no livro.

Fonte: Livro/ Buy Joy Book from Amazon.
Autor: Osho

OBS: Segundo Osho – A alegria está dentro de nós. Ninguém a traz de fora. Ela não vem de fora, ela é a sua natureza, ela é você. Ela está escondida dentro, ela é a sua Alma. Se for jogado fora esse lixo que veio de fora e que tem sido acumulado, então a alma interna começará a expandir, começará a crescer. Você começa a ver a sua luz e a ouvir a sua dança, você começa a mergulhar na música mais interna.
Mais isso só acontece se você liberar o lixo de modo que o céu interior possa se estabelecer, algum espaço criado. Então aquele espaço que está escondido dentro pode expandir-se. A dor deve ser expressada para que aquela alegria possa expandir-se internamente. E quando a alegria começa a expandir-se, é necessário compreender também a segunda coisa. 
Se você reprimir a dor, ela cresce. Se a dor é reprimida ela cresce, se você a expressar, ela diminui. Com a alegria ocorre totalmente o oposto: Se você reprimir a alegria, ela diminui; se você a expressar ela aumenta. Assim, a primeira coisa é isso: que você tem que jogar fora a dor, porque ela diminui sendo expressa. Não a reprimia, pois ela cresce com a repressão. E quando você tiver a primeira visão da alegria que vem de dentro, então a expresse, porque quanto mais você expressar a alegria, mais ela aumenta internamente e camadas frescas começam a crescer.  
Isso é exatamente igual, quando você fica tirando água de um poço: nova água de fontes frescas encherá o poço. A fonte da alegria está dentro, assim não tenha medo de que ela irá diminuir por você expressá-la. A dor fica reduzida ao expressá-la, porque a sua fonte não está dentro. Ela dói trazida de fora, assim se você a expressar, ela ficará reduzida. Se você quiser enganchar-se na dor, então tenha isso em sua mente: nunca jogue- a fora. Se você quiser aumentar o seu sofrimento e isso é o que você está fazendo e parece que muitas pessoas estão fazendo então nunca expresse seu sofrimento, nunca o manifeste. 
Se lágrimas estiverem jorrando, então as engula, se você sentir raiva, reprima isso. Se qualquer problema estiver brotando internamente, reprima isso. Ele irá aumentar. Você se tornará um grande inferno. Se você quiser reduzir a dor, então a deixe acontecer; se você quiser aumentar a alegria então a deixe acontecer porque a alegria está dentro e novas camadas continuarão se revelando. E na medida em que você segue deixando a alegria acontecer você começará ter mais e mais vislumbres de pura alegria.
A alegria aumenta ao ser compartilhado. Somente então acontecerá aquilo para o que eu chamei aqui, e aquela jornada na qual eu gostaria que você fosse bem suavemente. Um pouco de coragem é requerida, e então os tesouros de alegria não estarão longe. Um pouco de coragem é requerida e você poderá abandonar o seu inferno exatamente como um homem que se sujou na rua e volta para casa para tomar um banho e a sujeira é lavada. Da mesma maneira meditação é o banho e a dor é a sujeira. Assim como depois do banho a sujeira foi lavada e você se sente fresco, da mesma forma você terá um vislumbre, sentindo dentro de si a felicidade e a alegria que é a sua natureza.


Fonte: Tradução: Sw. Bodhi Champak
Revista Osho Times – Nov./ 1995


Musicoterapia

     MUSICOTERAPIA 


A musicoterapia é uma forma de tratamento que utiliza a música para ajudar no tratamento de problemas, tanto de ordem física quanto de ordem emocional ou mental.
A musicoterapia como disciplina teve início no século 20, após as duas guerras mundiais, quando músicos amadores e profissionais passaram a tocar nos hospitais de vários países da Europa e Estados Unidos, para os soldados veteranos. Logo os médicos e enfermeiros puderam notar melhoras no bem-estar dos pacientes.
De lá para cá, a música vem sendo cada vez mais incorporada às práticas alternativas e terapêuticas. Em 1972, foi criado o primeiro curso de graduação no Conservatório Brasileiro de Música, do Rio de Janeiro. Hoje, no mundo, existem mais de 127 cursos, que vão da graduação ao doutorado.


Como atua o musico terapeuta?

O musico terapeuta pode utilizar apenas um som, recorrer a apenas um ritmo, escolher uma música conhecida e até mesmo fazer com que o paciente a crie sua própria música. Tudo depende da disponibilidade e da vontade do paciente e dos objetivos do musico terapeuta. A música ajuda porque é um elemento com que todo mundo tem contato. Através dos tempos, cada um de nós já teve, e ainda tem a música em sua vida.
A música trabalha os hemisférios cerebrais, promovendo o equilíbrio entre o pensar e o sentir, resgatando a "afinação" do indivíduo, de maneira coerente com seu diapasão interno. A melodia trabalha o emocional, a harmonia, o racional e a inteligência. A força organizadora do ritmo provoca respostas motoras, que, através da pulsação dá suporte para a improvisação de movimentos, para a expressão corporal.
O profissional é preparado para atuar na área terapêutica, tendo a música como matéria-prima de seu trabalho. São oferecidos ao aluno conhecimentos musicais específicos, voltados para a aplicação terapêutica, e conhecimentos de áreas da saúde e das ciências humanas. São oferecidas também vivências na área de sensibilização, em relação aos efeitos do som e da música no próprio corpo.
Indicações da musicoterapia.
Sendo inerente ao ser humano, a música é capaz de estimular e despertar emoções, reações, sensações e sentimentos. Qualquer pessoa é susceptível de ser tratada com musicoterapia. Ela tanto pode ajudar crianças com deficiência mentais, quanto pacientes com problemas motores, aqueles que tenham tido derrame, os portadores de doenças mentais, como o psicótico, ou ainda pessoas com depressão, estressadas ou tensas. Tem servido também para cuidar de aidéticos e indivíduos com câncer. Não há restrição de idade: desde bebês com menos de um ano até pessoas bem idosas, todos podem ser beneficiados.
Particularmente são indicados no autismo e na esquizofrenia, onde a musicoterapia pode ser a primeira técnica de aproximação. A musicoterapia é aplicável ainda em outras situações clínicas, pois atua fundamentalmente como técnica psicológica, ou seja, reside na modificação dos problemas emocionais, atitudes, energia dinâmica psíquica, que será o esforço para modificar qualquer patologia física ou psíquica. Pode ser também coadjuvante de outras técnicas terapêuticas, abrindo canais de comunicação para que estas possam atuar eficazmente.
Que música é a mais indicada?

Músicas com ritmo muito marcante, não servem para o relaxamento, como por exemplo, o rock. O ritmo do rock é constante, ao passo que no relaxamento, a tendência é diminuir o pulso e o ritmo da respiração. Cada ritmo musical produz um trabalho e um resultado diferente no corpo. Assim há músicas que provocam nostalgia, outras alegria, outras, tristeza, outras melancolia, etc.
Alguns tipos de música podem servir de guia para as necessidades de cada pessoa. Bach, por exemplo, pode ajudar muito no aprendizado e na memória, Rossini, com Guilherme Tell e Wagner, com as Walkirias, ajudam especialmente no tratamento de pacientes com depressão. As valsas de Strauss podem contribuir e muito, para os momentos em que se necessita um maior relaxamento, estando bem indicadas para salas de parto. As marchas são um tipo de música que transmite energia, tão importante e escassa em áreas hospitalares de pacientes em convalescença.

Um bom exemplo disso tem sido o uso da musicoterapia, no auxílio do tratamento da doença de Alzheimer. Doença de caráter progressivo e degenerativo tem, entre seus primeiros sinais, o esquecimento, a dificuldade de estabelecer diálogos, as mudanças de atitude e a diminuição da concentração e da atenção. A musicoterapia ajuda a estimular a memória, a atenção e a concentração, o contato com a realidade e o esforço da identidade. Trabalha-se ainda a estimulação sensorial, a auto-estima e a expressão dos sentimentos e emoções. A melhor ajuda que o tratamento dos pacientes, utilizando a música, pode proporcionar, é que ela, como terapia, torna os obstáculos da doença mais amenos e mais fáceis de serem ultrapassados.


Fonte Bibliomed
E-mail: bibliomed@corp.bibliomed.com.br
Pág. Institucional: http://about.bibliomed.com.br







Biombos Japonês 



O biombo, chamado pelos japoneses de biobu, é feito de molduras de madeira, e sobre essas molduras são esticados papéis ou seda que, por sua vez, são pintados de forma decorativa. Originalmente, é uma mobília para se proteger do vento, para divisão da sala e, além disso, devido às suas pinturas e enfeites diversificados transformou-se em objeto de decoração da sala. 

Na Antiguidade, ele era usado principalmente como divisório ou para cerimonial, entretanto, a partir da Idade Média até a Idade Moderna passou a ser utilizado como objeto de decoração e de contemplação. A partir da Era Edo (1600-1867), o biobu passou a ser usado também na classe popular. O biobu no Japão, de um modo geral, considera uma moldura com papel ou tecido colado como uma unidade. Assim, esse móvel pode ter de 2 a 10 unidades ligadas e feitas de forma dobrável.



SUDARÊ

Usado para dividir a sala ou para protegê-la do sol, o sudarê é uma espécie de esteira feita através do entrelaçamento de bambu ou cana alinhado com pequenos vãos. Também são utilizados shino (bambu pequeno), kaya (eulália), suge (junca), komo (palha de arroz), etc.
O sudarê era utilizado no Japão desde os tempos antigos. Deixa passar a claridade e o vento e, ao mesmo tempo, não permite que se veja a parte interna do cômodo. De manuseio fácil foi utilizado amplamente como um acessório para divisória de custo baixo.



Fonte: Fundação Japão
Decoração: Sudarê e Biombos Japoneses
www.tadaimacuritiba.com.br/decoracao-sudare-e-biombos-japoneses/


Massoterapia

                                                  Massoterapia 

Do Michaelis: 

“sf (massoterapia) Med (Tratamento por massagens).” 

No Brasil a massoterapia é praticada pelo profissional conhecido como massoterapeuta e envolve diversas técnicas de massagens ocidentais e orientais, trabalha fatores físicos e mentais do paciente proporcionando resultados como: alívio do stress, diminuição de dores musculares, melhora da circulação sanguínea, da flexibilidade, sensação de bem estar e melhora da qualidade de vida do paciente. 

O curso de massoterapia qualifica o profissional para trabalhar em empresas públicas como privadas como por exemplo: clínicas de estética, de reabilitação, spas, clubes esportivos, centros estéticos entre outros locais aplicando um conjunto de técnicas de relaxamento, estética e até terapêutica. 

O massoterapeuta é o profissional responsável por selecionar a melhor técnica que será utilizada em cada paciente. Ele tem profundo conhecimento sobre a anatomia humana, fisiologia, articulações e músculos. 
A massoterapia utiliza um conjunto de técnicas orientais e ocidentais, com aplicações terapêuticas, de estética e relaxamento para trabalhar os tecidos musculares externos e internos auxiliando no combate a dores e tensões musculares, proporciona o relaxamento muscular e uma sensação de bem estar. 

Determinadas técnicas de massagens orientais como ocidentais, trabalham a parte física como por exemplo aumentar a flexibilidade, reduzir dores musculares enquanto outras são mais indicadas para diminuir o stress e proporcionar o relaxamento da musculatura. Outras técnicas de massagens, podem ser utilizadas para melhorar o sistema linfático, muscular e circulatório. 
O profissional que realiza o curso de massoterapia está preparado para criar um plano de ação com um conjunto de técnicas de massagens à partir da necessidade de cada cliente. O massoterapeuta, escolhe o conjunto de técnicas terapêuticas, de relaxamento e estética que será utilizada para o problema reportado pelo(a) paciente. 

O stress causado no dia-a-dia ocasiona fatores negativos para o corpo e mente do ser humano, geralmente identificados como: mudança de comportamento, tristezas, ansiedade, irritabilidade, nervosismo, dores musculares, insônia, cansaço, fadiga entre outros sintomas. Massoterapia, é um "tratamento" realizado através de técnicas de massagens, quando o conjunto de técnicas é aplicada de forma correta consegue diminuir consideravelmente os fatores negativos citados anteriormente melhorando a qualidade de vida dos pacientes. 

Vários benefícios físicos e mentais podem ser alcançados através da terapia através da massagem como: redução significativa do stress, sensação de relaxamento e bem estar, diminuição da pressão sanguínea, melhoria da circulação sanguínea, diminuição de dores musculares entre outros. 

Através do curso de massoterapia o aluno será treinado para aplicar um conjunto de técnicas de massagens: orientais, ocidentais, terapêuticas, estéticas e de relaxamento. 

Algumas Técnicas que fazem parte da Massoterapia:



Massagem Relaxante 

É realizada aplicando movimentos firmes e suaves sobre os tecidos do corpo proporcionando principalmente o relaxamento muscular e sensação de bem estar. 


Massagem Tradicional Chinesa 


Durante milhares de anos a China desenvolveu e melhorou as técnicas de massagens que são utilizadas como um tratamento completar para os mais variados problemas de saúde. 


Drenagem Linfática 


Técnica de massagem que tem o objetivo de trabalhar o sistema linfático e retirar os líquidos que ficam acumulados entre as células do nosso corpo.

Shiatsu 

É uma das técnicas de massagens da massoterapia, executada com movimentos de pressão em determinados pontos de energia do corpo conhecidos como meridianos ou pontos de acupuntura. Pode proporcionar, melhorias no sistema digestivo, nervoso, respiratório, circulação sanguínea. 


Reflexologia Podal 


A reflexologia podal é executada com movimentos de pressão em canais de energia localizados em nossos pés, o conceito dessa técnica é que em nossos pés existem ligações diretas ou indiretas com órgãos vitais de nosso corpo. 

Shantala 

Originária da índia consiste na aplicação da massagem em bebês e proporciona: benefícios para saúde e melhorias na comunicação e interação entre pais e filhos.


Quick Massage 


A quick massage é indicada para pessoas que procuram o alivio de dores, fadiga, stress, dores musculares, aumento da concentração porém precisam de um atendimento rápido e não podem esperar. 


Alguns benefícios da massoterapia: 


* Alívio da tensão e dores musculares; 
* Diminuição considerável do stress, ansiedade, irritabilidade, fadiga; 
* Auxilia na remoção de toxinas através da corrente sanguínea e posteriormente pela urina e fezes; 
* Auxilia no fortalecimento do sistema imunológico; 
* Melhora a circulação sanguínea; 



Somente inicie uma sessão de massoterapia após consultar seu médico, e realizar uma avaliação para verificar quais são as indicações e contra-indicações das técnicas de massagens selecionadas para seu tratamento. 



Fonte: massoterapia.massagemrelaxantesp.com.br/

O Supremo Deus é a essência que se encontra no centro de todos os seres

O Supremo Deus é a essência que se encontra no centro de todos os seres 


Com imenso e profundo respeito, digo-lhes que o único e Supremo Deus está vertendo dentro de nós e de todas as criaturas o sopro da sua eterna vida. Se, neste momento, temos um corpo físico e estamos respirando, é porque, no Paraíso – nosso mundo original recebeu este sopro, que é o espírito de Deus. Meishu-Sama explicou que os seres humanos são considerados filhos ou templos de Deus porque possuem uma partícula Divina, a qual recebeu os desígnios do Criador. 

Fomos agraciados com a permissão de nos tornarmos “templos”, ou melhor, “filhos de Deus”, que têm plena consciência de que o Criador vive em nós, mora dentro de nós. Acredito que o propósito Divino chamado “Paraíso Terrestre” é o estabelecimento do Paraíso Eterno, eixo do nosso ser. Em outras palavras, é o nosso renascimento, promovido por Deus, como Seus filhos. Deus impregnou Seu propósito na palavra “Messias” e com ela deu início a toda Criação. Não seria por isso que todas as existências estão unidas a esta palavra? 

Correspondendo à vontade Divina, Meishu-Sama renasceu como Messias, um verdadeiro filho de Deus. Neste dia em que celebramos o início da primavera, o risshun, gostaria de, juntamente com todos os senhores, elevar a Deus nossa mais sincera gratidão, pois sabemos que Ele está nos preparando para renascer, unindo-nos (a humanidade, os ancestrais e antepassados e todas as criaturas) a Meishu-Sama. Agradeço de coração a todos os messiânicos, que, cultivando diariamente o amor altruísta e o sentimento de gratidão, e imbuídos do desejo de se tornarem “pioneiros da salvação”, se dedicam diligentemente à prática e à difusão do Johrei, da Agricultura e Alimentação Natural e da Arte – as três formas de salvação – para que o maior número de pessoas possível seja salvo por Meishu-Sama. 

Quando leio os relatos de experiências de fé enviados pelos senhores, o que mais sinto é que, de fato, estamos todos nas mãos de Meishu-Sama, sendo utilizados, criados e educados por ele dentro do nosso cotidiano para desenvolvermos o sentimento de servir e agradecer a Deus enquanto vamos recebendo e vivenciando graças, milagres, provações, alegrias e preocupações. Emociona-me saber que os senhores vêm se empenhando em aceitar os problemas com os quais se deparam no cotidiano como um treinamento concedido por Deus. Fico emocionado também ao ouvir que, conforme os senhores vão consolidando, passo a passo, as práticas da fé, estão percebendo que o Sonen – a atitude mental que viemos utilizando até agora como se fosse nossa na verdade, existe para que Deus se manifeste nele e, cientes disto, estão se empenhando em servir com este sentimento. 

As obras de ampliação da Vila Primavera-Outono – o Shunju-an –, no Solo Sagrado de Kyoto (com a construção, inclusive, de uma sala para cerimônia de chá), e as de restauração do Palácio de Cristal, no Solo Sagrado de Atami, estão chegando ao seu fim. Ganhamos a permissão de aprender ainda mais sobre o sentimento de Meishu-Sama com relação à construção de protótipos do Paraíso Terrestre. Agradeço, portanto, do fundo do coração, os messiânicos por estarem se devotando com todo amor a esta sagrada dedicação, tornando-se herdeiros da Divina obra de construção do Paraíso Terrestre. 

Desejo que todos recebam o infinito amor e a poderosa orientação de Meishu-Sama durante o ano que acaba de se iniciar. Deus é o Senhor e Criador, a Fonte de toda vida. É para conhecê-Lo que estamos vivos. É para conhecê-Lo que Ele está nos criando e educando. Meishu-Sama escreveu os seguintes poemas: Quando a prática do bem, seja ela qual for, é realizada por pessoas que desconhecem Deus, na maioria das vezes, visam a benefícios próprios. O makoto das pessoas que não conhecem Deus é mera forma. Só aqueles que o conhecem, possuem verdadeiro makoto. Por meio deles, Meishu-Sama está nos ensinando a importância de conhecermos a Deus. Tenho a impressão de que, quando eu falava em Deus, imaginava um Deus que simplesmente correspondia ou não à minha vontade. Não dava o devido valor ao fato de que Ele é a própria vida e que esta se encontra presente em todos os seres humanos, em todos os antepassados, em todas as existências, enfim, em tudo o que acontece. Será que o maior desejo de Meishu-Sama não seria que, antes de tudo, reconhecêssemos a existência de Deus, que é a fonte da vida? 

Creio que, quando brotar em nosso coração o sentimento de alegria e admiração por compreender que a vida que existe em nós é o próprio Deus, conseguiremos afirmar que este é o Seu presente para todas as criaturas; ou seja, esta é a verdadeira graça, o maior milagre a ser compartilhado com todos. Por intermédio de Meishu-Sama, o Supremo Deus transmitiu-nos Seu sentimento em forma de palavras. Em 1935, quando instituiu nossa Igreja, Meishu-Sama proferiu uma palestra intitulada “A Construção do Mundo da Grandiosa Luz”, na qual anunciou a chegada de uma extraordinária Luz, isto é, o surgimento do “Sol”. 

Este “novo Sol” já raiou e está brilhando intensamente dentro de nós. Meishu-Sama trouxe, portanto, a Luz da verdade, que torna evidente o brilho da nossa vida. Confiando nele e aceitando as palavras que vêm da Fonte, nossa vida poderá se tornar radiante. O Supremo Deus é a essência que se encontra no cerne de todos os seres, assim como nos mostra a palavra su representada, por Meishu-Sama, por meio de um círculo com um ponto no centro (.). Ao mesmo tempo, Sua aura, que brilha imensa e infinitamente, envolve tudo o que existe. Sendo assim, por mais que existam trevas, se formos envolvidos pela radiante aura de Deus, elas se dissiparão e tudo se transformará num Mundo de Luz. Concordam? 

Vivemos até hoje priorizando o sentimento humano e fazendo pouco caso de Deus. Mesmo assim, fomos perdoados, salvos e recebidos no Paraíso – que é o mundo no qual tudo é realizado tendo Deus como centro –, e obtivemos, assim, a permissão de ter nosso sentimento e consciência totalmente reestruturados. Por isso, a expressão “Transição da Noite para o Dia”, empregada por Meishu-Sama, não ensina que o Mundo da Noite chegará ao fim para, em seguida, começar a se transformar em Mundo do Dia; mas sim, que, justamente por termos sido envolvido pela Luz do Mundo do Dia, o Mundo da Noite chegará ao seu fim. Não seria exatamente por já estarmos sendo criados e educados por Deus dentro do ritmo do Mundo do Dia que conseguimos reconhecer as doenças do corpo e do espírito, bem como todo tipo de dor e sofrimento como uma bênção chamada “processo de purifi cação”? Não seria, por este mesmo motivo, que temos a permissão de desenvolver diversas práticas, a começar pelas três formas de salvação: Johrei, Agricultura e Alimentação Natural e Arte? Meishu-Sama escreveu os seguintes poemas: Pobres aqueles que ainda não despertaram, sem perceberem que a noite chegou ao fim. Pobre ovelha perdida! Não se deu conta de que a longa noite se acabou. Por meio destes textos, Meishu-Sama nos diz o quanto é triste o fato de haver pessoas que ainda não têm consciência de que já adentramos o novo Mundo do Dia. 

Por outro lado, utilizando-nos, procura salvá-las. O fato de sentirmos dor e sofrimento não seria porque, para salvar as pessoas que ainda se encontram perdidas devido à ignorância, Deus está unindo o sentimento delas ao nosso? Deste modo, Ele olha por todos e nos faz perceber a escuridão e a incompletude que existem em nós, nas pessoas e nos ancestrais e antepassados, para que cada um consiga pôr um ponto final no Mundo da Noite. Isto porque, Ele deseja que tenhamos um novo começo. Sendo assim, quando nos depararmos com um problema, é melhor não sofrer nem ficar tristes e desesperados. O ideal seria dirigir-nos a Deus: “Senhor, neste momento, estais enviando Vossa Luz a todas as pessoas que estão em sofrimento e ligadas a mim, não é mesmo? Estais nos salvando, criando e educando-nos, não é? Isto é uma graça maravilhosa! Juntamente com toda a humanidade e todos os seres, recebo esta graça com muita gratidão. Senhores, por favor, utilizem-me na concretização da Vossa vontade! 

Por intermédio de Meishu-Sama, entrego-me em Vossas mãos, para que o meu ser e todas as pessoas ligadas a mim sejam perdoados, salvos e recebidos no Paraíso. Senhor, que as Vossas bênçãos recaiam sobre todos os seres! Responder desta maneira à Vontade de Deus, que percebemos por meio da insegurança e da dor que sentimos, é uma maneira de encerrar o Mundo da Noite e, ao mesmo tempo, manifestar nosso desejo de servir numa nova etapa. 

Desta forma, podemos dizer que o fato de conseguirmos elevar a Deus nossas orações e gratidão por intermédio de Meishu-Sama, que se encontra dentro de nós, se deve às suas orações e à relação contínua de reciprocidade que ele mantém com Deus. Mesmo que nossas preces e nossa gratidão não sejam suficientemente maduras, creio que Meishu-Sama as corrige, complementa-as e faz com que cheguem a Deus. No seguinte poema, Meishu-Sama diz: Como ser humano, desprovido de forças, não tem escolha senão entregar-me à Vontade de Deus. Precisamos compreender que não somos capazes de fazer nada com nossa própria força. O Supremo Deus, com Seu amor imparcial, uniu todos nós a Meishu-Sama. Somos o que somos, porque Meishu-Sama vive dentro de nós. Portanto, acredito que, se tivermos gravado bem firme, e o coração o desejo de servir junto com ele, dia e noite, em qualquer lugar, corresponderemos à Vontade de Deus, que realizou essa união. Durante este ano, gostaria de, juntamente com todos os senhores, servir à Obra Divina com muita alegria, leveza e amor. Contem comigo. 

Encerro minhas palavras orando para que tenhamos a permissão de devolver ao Supremo Deus, por intermédio de Meishu-Sama, o brilho e a força da vida presentes em toda a humanidade e em todas as existências. Que Deus seja louvado para todo o sempre! 


Muito Obrigado! 



Culto do Início da Primavera
Orientação de Kyoshu-Sama
04 de fevereiro de 2012
Templo Messiânico Solo Sagrado de Atami (Japão)
Fonte: Revista Izunome
N.51 / Março /2012 – São Paulo/SP.
Igreja Messiânica Mundial do Brasil
www.messianica.org.br


Reflexologia


REFLEXOLOGIA 

Segundo o método original de Eunice Ingham, a Reflexologia é uma técnica específica de massagem aplicada a determinadas áreas dos pés que permite a recuperação gradativa do bem-estar. Com este método pode-se aliviar os mais variados sintomas, desde aqueles como dores musculares, enxaquecas, problemas digestivos, alérgicos, sexuais, relativos à menopausa, até aqueles de ordem emocional como as depressões, ansiedades, etc. 

Como é aplicada? 

De modo muito simples: o cliente se recosta confortavelmente e a terapeuta aplica com suas próprias mãos (sem a utilização de qualquer instrumento) a massagem terapêutica em seus pés. 

Mas qual a relação entre os pés e a sua saúde? 

Nos pés encontram-se áreas que refletem todos os órgãos e glândulas do seu corpo. Cada pessoa é um Ser Especial e possui seus próprios problemas... Portanto para cada pessoa, segundo o seu problema, é feita uma seleção das áreas reflexas que devem ser manipuladas. 

Atenção 

*A Reflexologia deve ser utilizada como tratamento de apoio. Seus resultados com freqüência são surpreendentes, mas nunca substitua o seu médico por Ela, a não ser que ele (o seu próprio médico) assim a aconselhe. 

A massagem reflexa lógica ativa o mecanismo de cura que existe no interior de cada um de nós; o seu efeito é cumulativo, ou seja, a cada nova sessão reforça-se a sensação de bem-estar físico e de paz interior, comprovando assim a sua eficácia. 

*Em caso de dúvidas, entre em contato. Será um prazer atendê-lo. 

Reflexologia dos Pés 
Já se sabe que, há milênios, povos como o do Antigo Egito utilizava a massagem nos pés com o objetivo de recuperar a saúde, como também os chineses, índios americanos e outros mais. 

Com o passar do tempo, a eficácia desta prática serviu de estímulo a vários pesquisadores em compreender a Reflexologia sob um ponto de vista Ocidental. 

No Ocidente, ainda no início do século, o Dr. William Fitzgerald, médico em Londres, descobriu que o corpo possui 10 zonas de energia (meridianos) que partem da coroa da cabeça e vão até as extremidades dos dedos dos pés e das mãos, sistematizando dez zonas energéticas e considerando, inclusive, os respectivos órgãos contidos nestas zonas. Mais tarde, a massagista Eunice Inghan (1930), Nova York, desenvolveu um tipo de massagem com pressões puntiformes sobre os pés. De acordo com o princípio de que a parte contém o todo, ao observar os pés (planta, dorso e 10 cm sobre o tornozelo) e suas zonas energéticas, foi possível projetar de modo análogo, sobre eles, todo o corpo e determinar assim a área reflexa de cada órgão, glândula etc. 

Através do exame visual e do tátil do pé é possível identificar as áreas onde se produz um processo energético alterado, ou melhor, onde há indícios de excesso ou deficiência de energia e definir desta maneira o procedimento terapêutico que deverá estimular o organismo a utilizar a sua força curativa de modo adequado. 

Esta terapia possui também um caráter preventivo, já que se pode detectar no pés, por considerá-lo um lugar de alarme, um desequilíbrio energético antes de que surjam os primeiros sintomas de uma determinada enfermidade. 

Muitas moléstias resultam da tensão emocional vivida pelo homem de hoje e a seus hábitos prejudiciais, à alimentação insana, à pressão sofrida pelo meio em que vive, aos acontecimentos traumáticos e até mesmo a seus sapatos (verdadeiras caixas demasiadamente ajustadas que impossibilitam o movimento livre dos pés pressionando áreas reflexas, inadequadamente) etc. 

O estado de tensão duradouro ou súbito e intenso (como a perda de um ser querido, por exemplo) pode resultar em novas pautas de comportamento na tentativa do indivíduo de adaptar-se às novas circunstâncias. Quando estas experiências não são intimamente superadas, o que poderia ser um desequilíbrio energético momentâneo pode tornar-se crônico ao longo de alguns meses ou anos e resultar desta maneira em diversas enfermidades. Ataques intensivos de medo, por exemplo, segundo Avi Grinberg, fundador do Centro de Estudos Alternativos de Haifa, Israel, pode criar um desequilíbrio tal que, com o tempo, poderá interferir no corpo físico, neste caso, no pâncreas e, mais tarde, favorecer ao surgimento da diabetes. Alguns reflexologistas, como por exemplo, Josefina Miralles, Espanha, acrescenta ainda a importância de que o enfermo se submeta, sob a orientação do seu médico, a uma nova análise de sangue ao término da segunda ou terceira sessão de Reflexologia, a fim de que se comprove uma sensível melhora. 

Além das mãos do terapeuta que são as suas mais importantes ferramentas de trabalho pois massageará metodicamente os pés do seu paciente, gosto de acrescentar que a comunicação entre paciente-terapeuta enriquece as sessões de maneira incomensurável já que podem "intercambiar" informações muito importantes para o tratamento. É importante frisar que esta terapia trata do indivíduo em sua totalidade (corpo e mente) e que, conseqüentemente, conquista o alívio de sintomas diversos como dores em geral, problemas alérgicos, circulatórios, digestivos, sexuais, os de ordem emocional (ansiedade, stress, depressão, por exemplo), os relacionados à menopausa e outros. Para os atletas, a Reflexologia permite o alívio da ansiedade, resultando em maior força física e melhor equilíbrio, (fatores estes muito importantes nas práticas competitivas), auxilia o corpo a recuperar-se dos desgastes musculares, além de aliviar a tensão acumulada ao final de cada conquista. No que se refere à pele, sob o ponto de vista estético, observa-se ao término de cada sessão um alívio das olheiras e bolsas abaixo dos olhos, o desaparecimento dos sinais de cansaço e das rugas de expressão, diminuição da queda de cabelo e o resplandecer da pele e, com a continuidade do tratamento, contribui à diminuição da celulite e à perda de peso. 

Dos muitos pesquisadores envolvidos com a Reflexologia, o Dr. Pavlov, célebre fisiólogo russo, foi o primeiro a introduzir o conceito de "reação global do organismo" diante da resposta a determinados estímulos externos ou internos através do Sistema Nervoso Central. 

Outros médicos, a medida que pesquisavam, também concluíram que as relações entre a superfície e o interior do organismo se produziam em ambas as direções, quer dizer, do exterior ao interior e vice-versa. O inglês Dr. Head e o médico canadense Dr. Mackenzie observaram também que, com freqüência, se produziam reações em zonas vizinhas ao correspondente segmento, e explicavam o fato com a participação do Sistema Nervoso Vegetativo através de suas fibras nervosas na transmissão de estímulos cuti-viscerais. Apesar da não comprovação destes efeitos por parte da Medicina Tradicional, no que se refere a Reflexologia, os efeitos podem ser observados por aqueles que se submetem à esta terapia. 

Segundo Frederic Viñas, médico e pioneiro da Reflexologia na Espanha, é o sistema nervoso, como órgão de comunicação, coordenação e regularização das diferentes estruturas e funções do organismo, que permite a aparição de múltiplas reações reflexas em nosso corpo. 

Ou seja, poderíamos comparar o Sistema Nervoso à rede elétrica de uma casa já que o seu bom estado é fundamental a um perfeito funcionamento de todo o corpo. 

A Reflexologia dos Pés pode provocar, com o estímulo das áreas que indicam um desequilíbrio energético, entre outras, reações com sintomas típicos, como um indicativo de que o organismo utiliza sua energia vital para resistir e livrar-se dos seus padecimentos. Estas respostas desejáveis podem servir-se de vários órgãos na tentativa do organismo de eliminar toxinas. Com freqüência ocorrem as seguintes reações: processos de eliminação, cansaço relaxante, sono reparador, suor mais intenso, etc. Estas reações são passageiras e significam que o processo de melhoria da saúde já foi iniciado, ou seja, que o organismo responde aos estímulos e começa a combater a enfermidade. 

Como é possível observar, podemos encontrar na Reflexologia um tratamento simples, confortável, eficaz e 100% natural de reconquistar, gradativamente, o bem-estar físico e mental há muito tempo esquecido. 

Leila L.S.C.Carneiro
Fonte: www.via-rs.net 


Reflexologia

A Reflexologia baseia-se no principio de que existem áreas, ou pontos reflexos nos pés e nas mãos que correspondem a cada órgão, glândula e estrutura no corpo. Ao trabalhar nesses reflexos, reduzimos a tensão em todo o corpo. A energia está sempre fluindo através de canais ou zonas no corpo, que terminam formando os pontos reflexos nos pés e mãos. 

Quando esse fluxo de energia flui desimpedido, permanecemos saudáveis, e quando está bloqueado por tensão ou congestão, ocorre a doença.. Mediante o tratamento dos reflexos, os bloqueios são desfeitos, e a harmonia é restaurada a todos os sistemas. Tratando um pé de cada vez, trabalhamos nos reflexos da sola, os lados e peito do pé, usando as técnicas digitais apropriadas. 

O principal benefício da reflexologia é o relaxamento. Ao reduzir a tensão, também melhora a irrigação sanguínea, faz aflorar um funcionamento nervoso desimpedido, restabelece a harmonia entre todas as funções do corpo e combate o seu estresse. 

Como os pés representam um microcosmo do corpo, todos os órgãos, glândulas e outras partes do corpo estão dispostas em arranjo similar nos pés. 

A representação microssísmica de partes do corpo em diferentes áreas do organismo também se manifesta na íris do olho, na orelha e nas mãos. Todavia, as zonas reflexas dos pés são mais fáceis de localizar porque cobrem uma área maior e são mais específicas, tornando mais fácil trabalhar com elas. 

A pressão é aplicada nas áreas reflexas com os dedos das mãos e usando técnicas específicas, provocando mudanças fisiológicas no corpo, na medida em que o próprio potencial de cura do organismo é estimulado. Dessa maneira, os pés podem desempenhar um papel importante para conquistar e manter uma saúde melhor. 

A técnica do tratamento reflexológico é simples, não requerendo anos de treinamento para ser aplicada eficazmente. Nesta forma de terapia, útil no tratamento de doenças e eficaz para manter a saúde e prevenir o aparecimento de doenças, é muito importante o relacionamento entre o terapeuta e o beneficiário no processo de cura. O terapeuta atual como um mediador para ativar o potencial de cura do paciente. 


Fonte: www.sensiart.com

Formando combatentes a serviço de Deus



FORMANDO COMBATENTES A SERVIÇO DE DEUS 

A partir de primeiro de outubro de 1943, fixei-me numa pensão situada no bairro de Ikeda, na cidade de Nagoia. Era o meu primeiro passo na Difusão da Fé Messiânica. Como estavam proibidas as atividades religiosas naquela época, encaminhávamos as pessoas á Luz de Deus, desenvolvendo as atividades de johrei, disfarçados sob o nome de “Cura pela Digitopuntura”. Em Nagoya, não havia ninguém que tivesse ingressado nesse caminho; portanto, era como tatear na escuridão total. 

Tinha somente dez cartões de visita trazidos de Tóquio, que me recomendavam a umas tantas pessoas. De qualquer maneira, sempre permanecia na pensão das oito às nove da manhã e o resto do tempo, além de sair para visitas, guiado por tias cartões, descansava pelos jardins, esperando surgir alguém com quem pudesse conversar. Quando passava uma velhinha pajeando seu neto, entregava-lhe meu cartão, dizendo: Deve ficar cansada, não é? Venha até este endereço que eu a tratarei e massageava-lhe um pouco as costas. Ela ficou contente, mas se viria ou não até á pensão, onde instalei o meu consultório de tratamentos, era realmente incerto. Os dias iam se passando, mas ninguém vinha visitar-me. No décimo dia, porém, surgiu uma pessoa. 

Onde está o rapaz que se chama Watanabe? Era um fabricante de tofu e tinha aparência de ser um grande curioso, ao conduzi-lo ao segundo andar, perguntou-me de supetão: Por quanto alugou tudo isso? Todo o segundo andar da pensão, mais as três refeições diárias, por cinqüenta ienes. Mas por que está me perguntando? Por pura curiosidade. Bem, qual o motivo de sua visita? Perguntei-lhe. É porque o meu estômago não funciona bem, parece que fica enrijecido. Aí ouvi falar do seu tratamento. Então, recomendei virem todos os dias. Ele se sentiu melhor com aquela única vez, e passou a vir todas as manhãs. Durante o tempo em que durava o tratamento, e minhas mãos o tocavam, dormia, roncando ruidosamente. Quando deixava de tocá-lo, dizia que as dores continuavam. No terceiro dia, comentou: Se fosse o segundo andar de minha casa, lá é muito mais amplo, sabe? Falou-me como se estivesse interessado em alugar a sua própria moradia. 

Na semana seguinte, disse-me: Professor estou me sentindo muito exausto em vir até aqui me tratar. O senhor mão poderia ir até minha casa? Eu preciso cuidar de um grande número de pessoas. Portanto, não posso sair só para atender o senhor respondi-lhe, apesar de não vir mais ninguém além desse homem. Pareceu-me que ficara um tanto insatisfeito com a minha recusa, mas ele veio no dia seguinte e no outro também. E, a partir daí, não apareceu mais. Quinze dias depois, as pessoas que compareciam ao meu consultório, chegavam ao número de dez. Como não conseguia tratá-las em apenas uma hora, na parte da manhã, elas chegavam a aguardar o tratamento desde as sete horas. Num certo dia, de repente, o tal homem da dor de estômago voltou. Eram passadas nove horas, e eu me aprontava para sair. 

Professor quer pedir de novo o seu tratamento. Puxa, estou de saída agora, venha amanhã. Não pode ser hoje? Se não puder vir mais cedo, não dá. Realmente não tinha local certo para ir, o que queria dizer que eu tinha tempo de sobra. Sabia que ele tinha recebido o tratamento por mais de uma semana, mas não se esforçava em captar o real sentido da coisa. Não tinha em suma espírito de busca da salvação. Se agirmos somente de acordo com as conveniências daquele que não possui espírito de busca, não será possível criá-lo nessa pessoa. E também não poderemos salvá-la verdadeiramente. O homem, na verdade, só achava que ia receber simples massagem. E, além disso, como o que eu fazia era uma dedicação e ele não necessitava despender um centavo sequer, encontrava-se numa situação muito egoísta. 

Algumas pessoas perguntavam-me claramente após o tratamento: Quanto lhe devo? Se tiver esse sentimento de agradecer, ensine a outras pessoas a respeito desse tratamento. Traga aqui quem está aflito, respondia-lhes. Desejava que, desta maneira, viessem mais e mais pessoas. Queria saber e essa era a minha tarefa, quantos pessoas dentre as que trataram se interessariam verdadeiramente pelo caminho, que não se amparariam em remédios, em tratamentos médicos. Eu as encaminharia a Tóquio para que elas também fizessem parte da Associação (isto é, a fim de que se convertessem á religião). Eu não era doente e, mesmo assim, soube da importância do tratamento, através da constatação de fatos indescritíveis surgidos pela imposição das mãos. E, portanto, abandonei os negócios nos quais me esforçava até então, e, desejoso de fazer com que os outros também experimentassem aquelas sensações maravilhosos que eu vivenciara, deixei a minha família na minha terra natal e parti para as atividades de difusão. Deveria transmitir a todos que poderiam obter aquele poder de cura através do johrei, mesmo que não conhecessem nada sobre medicina, mas que possuíssem um bom coração para poderem sentir a alegria do próximo como a sua própria, e que desejassem praticar o bem. Falava sobre isso durante os tratamentos. Porém, a grande maioria das pessoas dizia: o senhor, professor, deve ser especial. E ninguém queria acreditar naquilo que eu lhes falava. Achavam que estavam sofrendo porque os remédios não faziam efeito, os médicos eram incompetentes, sem reconhecerem a sua falta de inteligência e falhas. 

Em outras palavras, significava que se supervalorizavam, sem perceberem as suas próprias deficiências, transferindo a responsabilidade aos outros quando as coisas não iam como esperavam. Sofri muito para encaminhar e educar pessoas dessa natureza. Portanto, mesmo desejando fortemente praticar a cortesia, sempre cuidei para que isso não se tornasse inoportuno. Desejava criar “um combatente a favor de Deus” dentro daquelas pessoas que a cada dia vinham ao meu consultório. Cogitei também em como fazer para captar o sentimento dos que me procuravam. Todos que vinham ali tinham o desejo de se salvar, livrando-se dos seus sofrimentos. Não possuíam muita vontade de auxiliar o próximo, praticando o altruísmo. Não seria bom que eu pedisse a essas pessoas, indiretamente que fizessem trabalhos para a Obra de Deus? Aí, agindo mais com os jovens,pedia-lhes que se movessem, arranjando-lhes tarefas propositalmente. Por favor, pode ir comprar cigarros? (Apesar de eu ter cigarros estocados). Poderia me trazer um copo d’água? (Mesmo que não estivesse absolutamente com sede). Será que você poderia acender o fogo da lareira? Apague o fogo, sim? Pode abrir a janela, por favor? Feche a janela; por gentileza, sim? Mesmo sendo pequenas tarefas, fazia com que todos pudessem realizá-las, por mais insignificantes que fossem. Assim , ao pedir que me auxiliassem, foi aumentando a familiaridade entre nós e, com isso, os assuntos começaram a se tornar variados. Em todas as conversas, fiz com que tivessem um ponto de vista mais claro e alegre. Os doentes tendem a voltar os olhos somente para si e, sem exceção, sofrem psicologicamente. Na análise dos fatos, sempre buscam a responsabilidade nos outros e se queixam que neles está a causa de todo o mal. 

É realmente importante fazê-los voltar-se á esperança compreendendo-os e direcionando-os á claridade. Fiz com que cada pessoa que vinha receber johrei trabalhasse numa tarefa adequada a cada uma, sem onerá-la, e que com isso fosse entendendo o sentimento de Meishu-Sama, que pregava a construção do Paraíso Terrestre. Assim, fui procurando, uma a uma pessoas que desejavam aprofundar no Caminho de Deus. O Mestre, em seus Ensinamentos, diz: “Até mesmo Deus salva os homens através dos homens. O homem é representante de Deus”. Meishu-Sama nos ensina que o homem deve estar sempre atento ao desenvolvimento do seu espírito bom, isto é do seu sentimento Divino e, á medida que aumentar o número de homens misericordiosos, o Paraíso Terrestre se tornará mais próximo e, portanto, nós temos esta responsabilidade. 

Chego até a pensar que Deus é um tanto rígido no uso das pessoas. Suponhamos que as pessoas conheçam essa utilização por parte de Deus através de eu pedir-lhes pequenas tarefas; a postura delas em caminhar de um passo a dois, de dois a três, se ligará á iniciativa da salvação do próximo. O ponto vital está na mudança do sentimento de “me fizeram trabalhar” para “foi-me permitido trabalhar”; e quando essa pessoa atinge esse ponto, estará transformando também, qualitativamente, sua posição de ser salva para a de salvar seus semelhantes. Aí sim, se abrirá o caminho para servir a Deus e á humanidade. Mesmo sendo uma tarefa para Deus, quando peço através da minha pessoa, eu sempre agradeço de gratidão dizendo: Muito obrigado. Cansou? É indispensável essa palavra de gratidão. Pelas minhas experiências de pobreza e dos tempos de aprendiz, pude sentir a importância dessas palavras de conforto e agradecimento. 

Quando se as recebem, o sentimento das pessoas se torna sincero. E para trabalhar para Deus, é importante ter espírito sincero e honesto. Criar soldados a serviço de Deus significa agir sinceramente para com ele, fazer experimentar esta desconhecida expansão, da força do johrei e se transformar em pessoa que passe da posição de ser salva para a de salvar os outros. E assim, transformar em guerreiros de Deus, isto é um Discípulo Divino acredito ser um trabalho para todo o resto de minha vida. 




Fonte: Livro/ “Cem Estórias da minha Fé”
(Fundação Mokiti Okada – M.O. A) – São Paulo/SP.
1.Edição – Julho/1987 – Vol. II
Igreja Messiânica Mundial do Brasil
Autor: Revmo. Katsuiti Watanabe (Pai do Revmo. Tetsuo Watanabe)
Pág.(26 a 32) 






Como infundir Confiança

Não é estritamente necessário ter sido salva para se tornar uma pessoa que salva. Por outro lado, nem sempre que foi salvo se tornará imediatamente, alguém que salva, cheio de confiança. Existem pessoas que, até mesmo sendo salvas, não movem um dedo para salvar o próximo. Quando se consegue fazer adquirir a convicção que “eu também posso salvar”, dá-se o primeiro passo para a formação de pessoa que salva pessoas. 

Este episódio ocorreu quando ainda nem se completara um ano após eu começar as atividades de difusão, isto é, lá pelos idos de 1944, quando o johrei era praticado sob a forma de massagem. Na igreja, diariamente, vinha cerca de cem pessoas desejosas de receber johrei. Só em atendê-las, eu já me sentia exausto. Nem sempre aquele que tinha se curado através do johrei se tornava pessoa que salvavam os outros. Sempre me acompanhava a dificuldade de fazê-los compreender verdadeiramente que eles também podiam fazer o mesmo que eu fazia. Para realizar a salvação, não há outro caminho senão fazer cada qual experimentar e ir adquirindo convicção. 

Era início do verão. Estava sentado, vestindo uma camisa curta de linho e calças largas, dando continuidade aos tratamentos. Aí, apareceu um homem que se dizia conhecido de outro, por vias comerciais, de quem trazia uma carta de apresentação. Chamava-se Senhor O. E tinha uma loja de roupas na cidade de Shizaki, na península Tita. Minha mulher já está acamada há mais de quatro anos e meio devido à osteomielite. Nesse período, já fizera várias operações sem resultado. Agora, se encontra imobilizada, sofrendo com cinco travesseiros calçados pelo corpo. Por favor, haveria possibilidade de o senhor vir até minha casa para tratá-la? Entendo perfeitamente o seu sentimento, mas, para ir até lá gastaria o dia inteiro e, como o senhor vê, inúmeras pessoas vêm ao meu consultório para o tratamento. Não posso largar tudo para me dirigir somente á sua casa respondi-lhe. Tenho por norma não estender a mão facilmente àqueles que têm fraco sentimento de procura, especialmente em relação ás coisas de Deus. Não só por isso, mas, além dos interessados de verdade havia muitas pessoas, que ouvindo em barbearias, banhos públicos ou em conduções, procuravam no intuito de apenas experimentar o tratamento. 

Pessoas assim não passavam de meros curiosos e a maioria não vinha mais que uma vez. A continuidade de uma semana ou uma quinzena de recebimento de johrei é que proporcionava a sua apreciação e não uma única vez. E, mesmo vindo durante vários dias, ao aparecer o resultado do tratamento, diziam que “O remédio ingerido tempos atrás fizera efeito agora” ou “acho que é coincidência, pois o tempo de curar-me já havia chegado”. E muitos acabavam por isso mesmo, sem buscar mais seriamente a verdade. Portanto, mesmo recusando ajuda, aqueles que tinham espíritos de busca, vinham com seriedade ainda maior, reforçando o desejo de receber johrei. No dia seguinte, o Senhor O. Veio me pedir a visita. Neguei novamente. Ele veio um terceiro dia, e, com lágrimas nos olhos, solicitou novamente a minha presença. 

Já expliquei anteriormente o fato porque eu não posso aceitar o seu pedido. Porém, se o senhor achar que um representante meu seja suficiente, poderei pedir a ele que vá á sua casa respondi-lhe. Sim, não me importa que seja seu substituto. Por favor. Chamei o Sr. Taki, que se tornara membro há dois meses e ainda não possuía experiência em fazer o tratamento a terceiros. Por favor, vá como meu representante. Não se preocupe com absolutamente nada. Proceda como eu digo e tudo correrá bem. Chegando lá, vá a cabeceira da doente e faça o tratamento por cerca de uma hora, com muita atenção, desde a cabeça até a ponta dos pés. Descanse e jante; beba, no máximo, um cálice de saquê, se quiser. Após descansar, recomece por mais uma hora e, se possível, mais trinta minutos antes de se deitar. No dia seguinte, ministre johrei por uma hora após o café da manhã e aí regresse. 

Nesse intervalo do tempo, observe atentamente, como à doente vai se modificando e, ao voltar, me comunique instruiu. Ao sair, ele mostrava um semblante duro, como querendo disfarçar a preocupação; ao regressar, porém sua fisionomia estava totalmente clareada. Reverendo, eu me assustei. Cada vez que ministrava johrei, a cor do rosto dela ia melhorando. Hoje pela manhã, ela conseguiu subir ao segundo andar, onde me encontrava, para receber o johrei foram as suas palavras. Recebi o relatório, e disse-lhe para ir observando atentamente para ver como ela iria ficar dali para frente. Foi muita surpresa quando ela própria veio no dia seguinte á igreja, em Nagoya, ajudada pelo marido, andando pela primeira vez depois de quatro anos e meio durante os quais mal podia se movimentar. 

Veja que consegui essa melhora com o seu representante. Com o senhor, que é Mestre, acredito que deverá ser ainda mais maravilhoso, e, portanto, viemos. Vamos ficar em casa de parentes e vir receber johrei aqui disse, assim que me cumprimentou. Perdoe-me pela pergunta inusitada, mas por quanto tempo deverei vir? Indagou-me em voz alta; porém, após breve reflexão, ela mesma respondeu: Bem, eu passava os dias pensando que seria hoje ou amanhã o dia da minha partida; então ouvir o senhor dizer que devo freqüentar durante dois anos significa que poderei viver, no mínimo, mas esse tempo, não é? O Senhor Taki, por outro lado, presenciava estes aspectos do comportamento e da mudança física daquela senhora, e foi adquirindo uma grande convicção no tratamento. Ela veio em julho; continuou em agosto, e já em setembro, apresentava uma recuperação tão surpreendente que não parecia ser a mulher que passara quatro anos e meio enterrada numa cama. Neste ínterim, o casal a empregada, e outros parentes, em número de cinco, se tornaram membro. Em setembro, devido á guerra, o Senhor O. Foi convocado na frente de batalha, e sua esposa teve de voltar ao lar em Shizaki. Na despedida, disse-lhes: Se vocês fizerem o tratamento entre si, a doença da senhora não apresentará problemas. Caso aumente o número de amigos que façam o tratamento, eu também um dia poderei visitá-los. Portanto, quero que se esforcem incentivei-os. Dei a entender que transformassem a alegria de serem salvos em alegria de salvar. 

E, assim, num recanto da Península Tita, foi plantada a semente da atividade de difusão, tendo essa senhora como figura central. (Esta semente, na época, se desenvolveu até tornar-se igreja- filial Wako e, posteriormente, foi se transformando em igreja filial Nagoia-Zuiho). Passado algum tempo, a empregada daquela senhora veio nervosa, correndo. Minha patroa esta sofrendo muito e nós mesmos não sabemos o que fazer disse-me, buscando ajuda. Pelo que me contou, estava claro que a Senhora O. se encontrava em estado de repurificação. Bastava que continuasse com o tratamento e tudo se resolveria. Para isso eu não precisava ir até lá. Era suficiente que a empregada ministrasse o tratamento. Mas como não possuía experiência, simplesmente se apavorava. Muito bem, vou ministrar johrei em você. Eu lhe darei forças para que o ministre em meu lugar. Você será meu corpo para transmitir a Luz Divina á sua patroa. 

Chegando a casa, ministre-lhe com esse sentimento incentivei-a, e fiz dela minha representante. Assim, além da empregada, ela também adquiriu confiança no johrei. E foi essa convicção que se tornou a força motriz para as atividades posteriores na cidade de Shizaki. 



Fonte: Livro/ “Cem Estórias da minha Fé"
(Fundação Mokiti Okada – M.O. A) – São Paulo/SP.
1.Edição-Julho/1987 –Vol.II
Igreja Messiânica Mundial do Brasil
Autor: Revmo. Katsuiti Watanabe
Pág.(55 a 60)