quinta-feira, 15 de junho de 2017

CORA CORALINA


FAÇA ISSO E VIVERÁS

     Bem 

Esteja atento ao Bem que possa fazer e faça-o em todo lugar e a qualquer momento, visualizando o próximo. Melhore-se, entretanto, fiel a um Programa de Auto-Aprimoramento que não pode ser desconsiderado. 

O Espiritismo é qual educandário de bênção para todos, sendo, no entanto para o espírito a própria mensagem de vida, para todo instante, hoje, amanhã e sempre. 

Coloque os recursos da sua mente, das suas palavras e das suas mãos nas mãos do Trabalhador Infatigável e concluirá que o bem que você oferece aos outros é Bem que faz a você mesmo. 

Ofereça as mãos e doe suas possibilidades á beneficência e compreenderá que o mal não merece consideração, porque, fadados á luz e á verdade, sejam quais forem nossas limitações de hoje, o tempo e o trabalho em nome do amor de Deus nos conduzirão á felicidade verdadeira, onde morrem todas as aflições, praticando a Beneficência, que é também caridade.

Benfeitor é aquele que não se apercebe do bem que realiza. O homem de bem é sempre Bom. Favoreça o serviço alheio com a sua Bondade. O deserto árido abriga pequeninos animais que se nutrem com o ósculo da umidade da noite.

Aproveite, ainda hoje, a presença e a inspiração de seus Amigos Espirituais e esforce-se para acertar. Mesmo devotados, não se podem deter indefinidamente aguardando por você. E, quando esteja ao alcance de seu esforço,seja para com os Amigos de seu caminho essa mesma indulgência e bondade que são seus Amigos Espirituais em relação a você.

O caminho do êxito começa nas intenções. Todavia, a estrada a percorrer somente será vencida se você inicialmente buscar conhecer-se. Elevação é conquista adquirida nos degraus do sofrimento.

(Marco Prisco)


Fonte: Ditado pelo Espírito: Marco Prisco
Psicografia do Médium: Divaldo Pereira Franco
Centro Espírita Caminho da Redenção
Rua: Jayme Vieira Lima N. 1 – Pau da Lima – Salvador/BA. – 2. Edição
CEP: 41.235-000
Coordenador dos Textos: Sérgio Lourenço
Livraria Espírita Alvorada - Editora / 1998


FAÇA ISSO E VIVERÁS

Faça isso e Viverás


Bem- Aventurados 

Bem-Aventurados os pobres de espírito, porque deles é o Reino dos Céus.

Bem-Aventurados os mansos, porque possuirão a Terra.

Bem-Aventurados os que choram, porque serão consolados.

Bem-Aventurados os que têm fome e sede de justiça porque serão fartos.

Bem-Aventurados os misericordiosos, porque alcançarão misericórdia.

Bem-Aventurados os limpos de coração porque verão a Deus.

Bem-Aventurados os pacíficos, porque serão chamados filhos de Deus.

Bem-Aventurados os que padecem perseguição por amor da justiça por que deles é o Reino dos Céus.

Bem-Aventurados sois vós, quando vós injuriarem e perseguirem e por minha causa,mentindo disserem todo o mal contra vós.

(Mateus 5:3-11)



Fonte: Ditado pelo Espírito: Marco Prisco

Psicografia do Médium: Divaldo Pereira Franco
Centro Espírita Caminho da Redenção
Rua: Jayme Vieira Lima N. 1 – Pau da Lima – Salvador/BA. – 2. Edição
CEP: 41.235-000
Coordenador dos Textos: Sérgio Lourenço 
Livraria Espírita Alvorada - Editora / 1998

MEDITAR EM DEUS

Relação entre Vida e Sabedoria 

Vimos que a sabedoria tem o poder de colocar em ordem as coisas desordenadas. Surgimento de novos inventos, obras da engenharia que consistem em extrair minérios, forjá-los, cortar as chapas de metal em tamanhos adequados e construir máquinas — tudo isso é ação da sabedoria. Quanto mais a Vida se desenvolve, mais ordenada ela se torna, intensificando a ação de dispor as coisas de acordo com ordens estabelecidas. Até mesmo numa folha de árvore constatamos a sabedoria da Vida. A árvore não absorve indiscriminadamente os nutrientes do solo nem dispõe de maneira desordenada os elementos absorvidos. Com a sabedoria inerente à Vida, ela dispõe em perfeita ordem os nutrientes que absorveu. A ordem é manifestação da sabedoria e também da Vida. Onde existe Vida, necessariamente se estabelece ordem. Desaparecimento da ordem significa interrupção da ação da Vida. Existem pessoas que confundem a desordem com a liberdade. Mas onde não há ordem não pode existir a verdadeira liberdade. A liberdade é inerente à Vida; e a Vida, usando livremente a sua força, estabelece ordem em tudo.

Nosso corpo mantém-se vivo porque todos os seus componentes funcionam de maneira ordenada. As células se dispõem em perfeita ordem, e os órgãos internos — o coração, o fígado, o estômago, os rins etc. —, em seus devidos lugares, desempenham cada qual a sua função. Se as células se multiplicarem desordenadamente, surgirá um câncer; se o coração deixar de bater regularmente, a pessoa terá problemas tais como arritmia e taquicardia, ficará com a saúde comprometida e poderá morrer. Podemos dizer que onde está manifestada a Vida existe ordem; ou, em outras palavras, se existe ordem, é porque a Vida está atuando.

Relação entre Liberdade e Ordem

Como podemos perceber, ordem é muito importante. Hoje em dia, dá-se muita ênfase ao termo “liberdade”, e existe a tendência de considerar como violação da liberdade e dos direitos humanos qualquer medida para estabelecer ordem. Mas, para que algo funcione, é preciso que haja ordem. A Vida é uma força que domina o caos material e estabelece ordem. Os alimentos, ao chegarem no estômago depois de serem mastigados, continuam sendo elementos materiais em estado caótico. É preciso que a Vida coloque em ordem os componentes nutritivos, para que eles constituam o corpo sadio. A ordem e a organização estabelecidas pela Vida liberam a força vital e propiciam liberdade ao ser humano, em vez de restringi-lo.

Todos desejam a liberdade, mas existem pessoas que têm uma idéia equivocada a respeito de “ser livre”. Quando ouvem falar em direitos fundamentais e liberdade do ser humano, pensam que ser livre é fazer o que quiser como bem entender e agem de modo arbitrário, desmazelado e desorganizado, e justamente por isso acabam perdendo a liberdade. Podemos comparar tais pessoas a motoristas que dirigem de maneira arbitrária, sem respeitar as leis de trânsito, e acabam provocando um grande congestionamento, no qual eles próprios ficam presos e não conseguem prosseguir nem um metro. Existem muitas pessoas que não compreendem algo tão óbvio. Esse tipo de pessoa acha que seria uma maravilha se tudo fosse livre, se não existisse regras para nada. Mas, que seria deste mundo se todos fossem livres para agir como bem entendessem? Suponhamos que os professores digam aos alunos: “Não precisam acordar cedo para vir à escola; podem dormir quanto quiserem”, “Aqueles que preferem brincar podem continuar no pátio. Se não quiserem entrar na sala de aula, não precisam entrar”, “Quem quiser conversar ou cantar na sala de aula pode fazê-lo à vontade” etc., etc. É claro que, nessa circunstância, seria impossível ministrar aula. Parece ótimo poder fazer o que quiser da maneira que bem entender. Mas, se todos agissem desse modo, o mundo seria caótico, pois as pessoas imporiam a própria vontade umas às outras, e não haveria a verdadeira liberdade. Onde reina o caos, não existe a verdadeira liberdade e, portanto, não se manifesta a energia vital. Todo organismo precisa ser regido pela sabedoria.

Suponhamos que alguém diga para o próprio coração: “Não precisa funcionar com tanta exatidão, batendo 72 vezes por minuto. Pode relaxar um pouco, batendo, às vezes, somente cinco vezes por minuto, ou até mesmo ficar parado durante um dia. Mas, se estiver com muita vontade de trabalhar, pode bater 150 vezes por minuto”. O que aconteceria, se o coração aceitar essa sugestão e deixar de bater com regularidade? A pessoa morreria e, com ela, o coração também. Então, o espírito dessa pessoa lamentará: “Eu lhe dei liberdade total, eliminando todo e qualquer controle, mas você acabou morrendo. Pela ausência total de controle, você acabou perdendo a liberdade, pois parou de funcionar definitivamente”.


Do livro:  Você é Dono de Potencialidade Infinita,


pp. 63-65 / 26/01/2009
Fonte: Seicho-no-ie do Brasil/ Meditar em Deus-fazer o bem leitura 

MOMENTO DE REFLEXÃO / MENSAGENS

Chegou Raio de Sol 


Como uma Brisa bem de mansinho 

Você Chegou!

Chegou, para trazer felicidade e iluminar uma Família.

Trazendo na sua Alma a sua missão.

Raio de Sol! 

Raio de Luz!

Brilha no Céu!

Serena Luz!

Envolvida, chegou às mãos do Senhor

Trazendo renovação.

És como um Raio de luz, a clarear os caminhos.

Encanta-nos com todo teu carinho

Você é uma criança, uma menina que vai crescer um dia.

É a promessa que vai se realizar.

É a Esperança, e a Inocência.

Um Presente do Céu!

Você trouxe Luz que ilumina todo o Universo.

Anjo de Paz!

Anjo de Luz!

Autora: Mensageira da Luz

31/10/2008 - Salvador/BA.





Esquece o Futuro. Ele não te Pertence. (Um dos mais Belos e 
Reflexivos Poemas de Montaigne) 


O escritor, filósofo e humanista francês, Michel Eyquem de Montaigne, disse que quando queria lidar com o medo da morte recorria a Sêneca. Não por acaso. Ninguém se deteve de forma tão profunda e brilhante sobre a maior das aflições humanas: o medo da morte. Sêneca, numa carta a um discípulo, escreveu uma frase célebre: “E por mais que te espantes aprender a viver não é mais que aprender a morrer”. No poema “Esquece o futuro”, Montaigne se vale desse medo da morte para vivenciar o presente com urgência, beleza e muita vontade. 

“Esquece o futuro… ele não te pertence! 

O presente te basta! 

Mas é preciso ser rápido, quando ele é mau presente 

E andar devagar quando se trata de saboreá-lo 

Expressões como: “passar o tempo” espelham bem a maneira 

de viver dessa prudente…. que imagina não haver coisa melhor 

pra fazer da vida. 

Deixam passar o presente, esquivam-se, ignoram o presente… 

Como se estar vivo fosse uma coisa desprezível… 

Porque a natureza nos deu a vida em condições tão favoráveis… 

que só mesmo por nossa culpa ela poderia se tornar pesada e inútil”. 


(Montaigne) 




PARA LER E PENSAR

MULHER DA VIDA

Minha irmã.

De todos os tempos.

De todos os povos.

De todas as latitudes.

Ela vem do fundo imemorial das idades

e carrega a carga pesada

dos mais torpes sinônimos,

apelidos e ápodos:

Mulher da zona,

Mulher da rua,


que davam sono.

Antiguidades...

Até os nomes, que não se percam:

D. Aninha com Seu Quinquim.

D. Milécia, sempre às voltas Mulher perdida,

Mulher à toa.

Mulher da vida,

Minha irmã.’

(Poemas de Goiás e Estórias Mais, p.201, 1996)

ANTIGUIDADES

Quando eu era menina

bem pequena,

em nossa casa,

certos dias da semana

se fazia um bolo,

assado na panela

com um testo de borralho em cima.

Era um bolo econômico,

como tudo, antigamente.

Pesado, grosso, pastoso.

(Por sinal que muito ruim.)

Eu era menina em crescimento.

Gulosa,

abria os olhos para aquele bolo

que me parecia tão bom

e tão gostoso.

A gente mandona lá de casa

cortava aquele bolo

com importância.

Com atenção. Seriamente.

Eu presente.

Com vontade de comer o bolo todo.

Era só olhos e boca e desejo

daquele bolo inteiro.

Minha irmã mais velha

governava. Regrava.

Me dava uma fatia,

tão fina, tão delgada...

E fatias iguais às outras manas.

E que ninguém pedisse mais !

E o bolo inteiro,

quase intangível,

se guardava bem guardado,

com cuidado,

num armário, alto, fechado,

impossível.

Era aquilo, uma coisa de respeito.

Não pra ser comido

assim, sem mais nem menos.

Destinava-se às visitas da noite,

certas ou imprevistas.

Detestadas da meninada.

Criança, no meu tempo de criança,

não valia mesmo nada.

A gente grande da casa

usava e abusava

de pretensos direitos

de educação.

Por dá-cá-aquela-palha,

ralhos e beliscão.

Palmatória e chineladas

não faltavam.

Quando não,

sentada no canto de castigo

fazendo trancinhas,

amarrando abrolhos.

"Tomando propósito".

Expressão muito corrente e pedagógica.

Aquela gente antiga,

passadiça, era assim:

severa, ralhadeira.

Não poupava as crianças.

Mas, as visitas...

- Valha-me Deus !...

As visitas...

Como eram queridas,

recebidas, estimadas,

conceituadas, agradadas !

Era gente superenjoada.

Solene, empertigada.

De velhas conversas

com receitas de bolo, assuntos

de licores e pudins.

D. Benedita com sua filha Lili.

D. Benedita - alta, magrinha.

Lili - baixota, gordinha.

Puxava de uma perna e fazia crochê.

E, diziam dela línguas viperinas:

"- Lili é a bengala de D. Benedita".

Mestre Quina, D. Luisalves,

Saninha de Bili, Sá Mônica.

Gente do Cônego, Padre Pio.

D. Joaquina Amâncio...

Dessa então me lembro bem.

Era amiga do peito de minha bisavó.

Aparecia em nossa casa

quando o relógio dos frades

tinha já marcado 9 horas

e a corneta do quartel, tocado silêncio.

E só se ia quando o galo cantava.

O pessoal da casa,

como era de bom-tom,

se revezava fazendo sala.

Rendidos de sono, davam o fora.

No fim, só ficava mesmo, firme,

minha bisavó.

D. Joaquina era uma velha

grossa, rombuda, aparatosa.

Esquisita.

Demorona.

Cega de um olho.

Gostava de flores e de vestido novo.

Tinha seu dinheiro de contado.

Grossas contas de ouro

no pescoço.

Anéis pelos dedos.

Bichas nas orelhas.

Pitava na palha.

Cheirava rapé.

E era de Paracatu.

O sobrinho que a acompanhava,

enquanto a tia conversava

contando "causos" infindáveis,

dormia estirado

no banco da varanda.

Eu fazia força de ficar acordada

esperando a descida certa

do bolo

encerrado no armário alto.

E quando este aparecia,

vencida pelo sono já dormia.

E sonhava com o imenso armário

cheio de grandes bolos

ao meu alcance.

De manhã cedo

quando acordava,

estremunhada,

com a boca amarga,

- ai de mim -

via com tristeza,

sobre a mesa:

xícaras sujas de café,

pontas queimadas de cigarro.

O prato vazio, onde esteve o bolo,

e um cheiro enjoado de rapé.

(Cora Coralina)

TEXTOS MOTIVACIONAIS

Acredite se Quiser


Sempre num lugar por onde passavam muitas pessoas, um mendigo sentava-se na calçada e ao lado colocava uma placa com os dizeres: “Vejam como sou feliz! Sou um homem próspero, tenho um bom trabalho, sei que sou bonito, sou muito importante, tenho uma bela residência, vivo confortavelmente, sou um sucesso, sou saudável e bem humorado”

Alguns passantes o olhavam intrigado, outros o achavam doido e outros até davam-lhe dinheiro.

Todos os dias, antes de dormir, ele contava o dinheiro e notava que a cada dia a quantia era maior.

Numa bela manhã, um importante e arrojado executivo, que já o observava há algum tempo, aproximou-se e lhe disse:

– Você é muito criativo! Não gostaria de colaborar numa campanha da empresa?

– Vamos lá. Só tenho a ganhar! – respondeu o mendigo.

Após um caprichado banho e com roupas novas, foi levado para a empresa.

Daí para frente sua vida foi uma seqüência de sucessos e a certo tempo ele tornou-se um dos sócios majoritários.

Numa entrevista coletiva à imprensa, ele esclareceu de como conseguira sair da mendicância para tão alta posição. Contou ele:

– Bem, houve época em que eu costumava me sentar nas calçadas com uma placa ao lado, que dizia: “Sou um nada neste mundo! Ninguém me ajuda! Não tenho onde morar! Sou um homem fracassado e maltratado pela vida! Não consigo um mísero emprego que me renda alguns trocados! Mal consigo sobreviver!”. As coisas iam de mal a pior quando, certa noite achou um livro e nele atentei para um trecho que dizia: “Tudo que você fala a seu respeito vai se reforçando. Por pior que esteja a sua vida, diga que tudo vai bem. Por mais que você não goste de sua aparência, afirme-se bonito. Por mais pobre que seja você, diga a si mesmo e aos outros que você é próspero.” Aquilo me tocou profundamente e, como nada tinha a perder, decidi trocar os dizeres da placa para: “Vejam como sou feliz! Sou um homem próspero, sei que sou bonito, sou muito importante, tenho uma bela residência, vivo confortavelmente, sou um sucesso, sou saudável e bem humorado”. E a partir desse dia tudo começou a mudar, a vida me trouxe a pessoa certa para tudo que eu precisava, até que cheguei onde estou hoje. Tive apenas que entender o Poder das Palavras. O Universo sempre apoiará tudo o que dissermos, escrevermos ou pensarmos a nosso respeito e isso acabará se manifestando em nossa vida como realidade. Enquanto afirmarmos que tudo vai mal, que nossa aparência é horrível, que nossos bens materiais são ínfimos, a tendência é que as coisas fiquem piores ainda, pois o Universo as reforçará. Ele materializa em nossa vida todas as nossas crenças.

Uma repórter, ironicamente, questionou:

– O senhor está querendo dizer que algumas palavras escritas numa simples placa modificaram a sua vida e o levaram ao sucesso?

Respondeu o homem, cheio de bom humor: – Claro que não, minha ingênua amiga! Primeiro eu tive que acreditar nelas!

Fonte: Textos Motivacionais
Site: sucesso. powerminas.com/texto-motivacional-projetos-da-vida/






Descobrindo a Própria Força


Rachel tinha apenas 16 anos quando, certa noite, recolheu-se ao leito, no dormitório da escola. Acordou, seis meses depois, numa cama de hospital, na cidade de Nova Iorque.
Ela sofreu um forte sangramento intestinal que a fez mergulhar num longo estado de coma.
Era o fim de sua vida como uma pessoa saudável e o início de uma vida como pessoa portadora de doença crônica.
Foi nessa época que Rachel se recorda de ter verdadeiramente conhecido sua mãe.
Até então ela era a profissional que passava longas horas trabalhando. Rachel a via quando chegava em casa, tarde da noite, para lhe dar banho, ler uma história, dar-lhe um beijo de boa noite.
As lembranças de sua mãe, até então, eram de uma figura passageira que tinha um perfume gostoso e tomava conta dela nos finais de semana.
Durante os seis meses de seu coma seus pais se tomaram de temores. Ela era a única filha de pais mais velhos e super-protetores.
O prognóstico médico era sombrio. Se saísse do coma, viveria como uma inválida, limitada por uma doença que os médicos não compreendiam, nem controlavam.
Teria que se submeter a uma série de cirurgias importantes. Não deveria viver além dos 40 anos. Sem chance de retornar aos estudos.
Mas Rachel desejava ser médica. Ali, deitada na cama, ouvindo seu pai lhe dizer tudo isso, ela ficou zangada.
Não importava o que diziam os médicos, ela iria voltar aos estudos, à faculdade. Queria ser médica. Nada a impediria.
“Ah”, disse o pai, “uma coisa a impedirá, sim. Não pagarei os seus estudos.”
Foi então que a mãe de Rachel, sem alteração na voz, afirmou: “Eu pago a faculdade.”
“E onde você vai arranjar o dinheiro?” – perguntou ele.
Ela continuou a falar, dirigindo-se à filha, como se não o tivesse ouvido: “tenho uma conta no banco há muitos anos. É toda sua, Rachel.”
Vinte e quatro horas depois, ela assinou um termo de responsabilidade e retirou a filha do hospital, contra a recomendação médica.
Tomou um pequeno avião e levou Rachel de volta à faculdade.
Nos seis meses seguintes levou a filha para as salas de aulas, muitas vezes empurrando a cadeira de rodas, porque ela não conseguia andar.
Então, quando percebeu que Rachel poderia cuidar de si mesma, a deixou, mas telefonava todos os dias para saber notícias.
Os dois anos seguintes foram de muitas lutas. Rachel não conseguia comer direito e tomava medicamentos fortes para controlar os sintomas.
Ela se sentia doente, tinha a aparência alterada e estava doze ou catorze quilos abaixo do seu peso normal.
Mas foi descobrindo uma força que desconhecia. Encontrou uma maneira de viver essa nova vida e seguir em frente.

Concluiu a faculdade e passou a clinicar.
Anos depois, conversando com sua mãe, lhe perguntou porque a deixara sozinha em momento tão difícil. Afinal, ela era a sua única filha.
Por que não ficou ao seu lado, protegendo-a e mimando-a? Ela não ficou com medo do que pudesse acontecer?
“Eu temia por você” – disse-lhe a mãe. “Mas temia ainda mais pelos seus sonhos. Se eles morressem, essa doença dominaria a sua vida. Há muitas formas de morrer, Rachel. A pior delas, é permitir que outras pessoas escolham o tipo de vida que você deve levar.
A pior morte é permitir que sejam sepultados os próprios sonhos.”

Amparar a vida, por vezes, é algo muito completo. Há momentos em que o melhor é oferecer a nossa força e a nossa proteção.
No entanto, acreditar numa pessoa num momento em que ela não consegue acreditar em si mesma, tem uma importância toda especial.
É a nossa crença nessa pessoa que vai se tornar o seu barco salva-vidas.

Site: sucesso. powerminas.com/texto-motivacional-projetos-da-vida/
















MENSAGENS DE APRIMORAMENTO


Mude 


Mude, mas comece devagar,porque a direção é mais importante que a velocidade. Sente-se em outra cadeira,no outro lado da mesa. Mais tarde, mude de mesa. Quando sair,procure andar pelo outro lado da rua. Depois, mude de caminho, ande por outras ruas, calmamente, observando com atenção os lugares por onde você passa. Tome outros ônibus. Mude por uns tempos o estilo das roupas. Dê os teus sapatos velhos. Procure andar descalço alguns dias. Tire uma tarde inteira para passear livremente na praia, ou no parque,e ouvir o canto dos passarinhos.Veja o mundo de outras perspectivas. 

Abra e feche as gavetase portas com a mão esquerda. Durma no outro lado da cama.depois, procure dormir em outras camas. Assista a outros programas de tv,compre outros jornais. leia outros livros, Viva outros romances. Não faça do hábito um estilo de vida. Ame a novidade. Durma mais tarde. Durma mais cedo. Aprenda uma palavra nova por dia numa outra língua. 

Corrija a postura. Coma um pouco menos,escolha comidas diferentes,novos temperos, novas cores,novas delícias.Tente o novo todo dia.o novo lado, o novo método,o novo sabor,o novo jeito,o novo prazer, o novo amor. a nova vida. Tente.

Busque novos amigos.Tente novos amores. Faça novas relações.Almoce em outros locais,vá a outros restaurantes,tome outro tipo de bebida compre pão em outra padaria. Almoce mais cedo,jante mais tarde ou vice-versa.Escolha outro mercado.outra marca de sabonete,outro creme dental.tome banho em novos horários.Use canetas de outras cores.Vá passear em outros lugares. 

Ame muito ,cada vez mais,de modos diferentes.Troque de bolsa,de carteira,de malas,

troque de carro,

compre novos óculos, 

escreva outras poesias. 

Jogue os velhos relógios, 

quebre delicadamente

esses horrorosos despertadores.

Vá a outros cinemas,

outros cabeleireiros,

outros teatros,

visite novos museus.

Se você não encontrar razões para ser livre,

invente-as. 

Seja criativo.

E aproveite para fazer uma viagem 

despretensiosa,

longa, se possível sem destino.

Experimente coisas novas.

Troque novamente.

Mude, de novo.

Experimente outra vez. 

Você certamente conhecerá coisas melhores

e coisas piores do que as já conhecidas,

mas não é isso o que importa.

O mais importante é a mudança, 

o movimento,

o dinamismo,

a energia.

Só o que está morto não muda !

Repito por pura alegria de viver:

a salvação é pelo risco, sem o qual a vida não 

vale a pena!!


Autor: Poema de Clarice, com algumas mudanças de Kallen Chen





É Importante Sabermos Isto: "Somos Espíritos" 


Como Espíritos, somos imortais. Fomos criados iguais, simples e sem conhecimento. E, a partir de então, temos evoluído através de encarnações sucessivas. Em cada existência, na Terra ou em outros mundos, encontramos as condições mais propícias ao nosso progresso espiritual, com corpos diferentes, nomes diferentes e em diferentes condições sociais. Por que é importante sabermos isto? Para que não nos olhemos como simples matéria, como produtos de uma união de células e das influências do meio social.

Viemos de um passado distante, trazemos vivências e bagagens espirituais, e todo esse aprendizado intelectual e moral nos levarão à perfeição e à felicidade. Se não acreditamos na dimensão espiritual de nossas vidas, somos materialistas. Para o materialista, só a matéria importa, especialmente, o dinheiro e tudo o que ele possa comprar. Ele não se preocupa com o semelhante, porque não vê razão para tal. Na sociedade materialista, prevalece a lei do mais forte.

Mas se nos vemos como Espíritos e sabemos que temos valores espirituais a realizar, tudo muda de figura. No Espiritismo, descobrimos que somos Espíritos, com as mesmas necessidades e anseios que o mais humilde de nossos irmãos. Que, se temos mais qualidades ou defeitos que ele, é por estarmos mais adiantados ou mais atrasados na nossa caminhada evolutiva.Não é por que fomos criados melhores ou piores. Assim, aprendemos que a finalidade principal de se estar na Terra não é o poder e o conforto que a riqueza material proporciona. No "vai-e-vem" das reencarnações, hoje somos ricos, amanhã, pobres. 

Tudo é Passageiro! As verdadeiras conquistas do Espírito, que são permanentes, que jamais se perdem, são as conquistas da inteligência e do sentimento. 


Do livro "Um Pouco por Dia", de Rita Foelker


ESPIRITUALIDADE/ MENSAGENS

Seara do Bem 



“Andai enquanto tendes a Luz para que as trevas não vos apanhem”

No desassossego ora dominante em todos os quadrantes da terra, derivado das sombrias ameaças da guerra de extermínio total não obstante a vigência de inúmeras batalhas travadas em diversas partes do planeta, destruindo povos que se entregam inermes, ás facções beligerantes é forçada a reconhecer que uma grande noite se abate sobre o mundo, parecendo instalar o período da treva irreversível.

Embora destaquemos as grandes e valiosas conquistas do conhecimento que fomenta o progresso, e a presença de homens e mulheres abnegados que abrem clareiras de amor na inclemente decadência moral destes dias, convidando á paz e á fraternidade, predominam a violência e o desespero promovendo a extinção da cultura e o aniquilamento da civilização. 

A ganância e a imprevidência dos promotores do próprio progresso respondem pela desarmonia ecológica, com todos os danos praticados contra a Natureza, resultando, neste momento, no surgimento do “efeito estufa” que se vem manifestando sobre imensas faixas de terras, em florestas e matas, assinaladas pela destruição decorrente de tal fenômeno.

No entanto, o Senhor vem conclamando, há dois milênios, que o homem ande com segurança “enquanto há luz”, espalhando-a com os seus atos e palavras onde quer que esteja. Este é o momento de ampliar as fronteiras da Seara do Bem, antes que as sombras se abatam de uma vez e a loucura domine irrefreável.

Supervisionando a tarefa de divulgação espírita do médium de quem nos utilizamos, convidamos diversos Amigos espirituais a integrarem a Caravana de Servidores do Evangelho, na ação doutrinária do espiritismo, durante a viagem que este realizou entre os dias 6 de Outubro e 14 de Novembro do ano da graça de 1983, a diversas cidades do continente europeu.

Após as conferências proferidas e sempre que as circunstâncias e permitiram esses abnegados instrutores, pela psicografia, transmitiram suas impressões, conceitos e comentários sobre temas variados, públicos ou particularmente, que ora resolvemos enfeixar no presente volume, objetivando mais ampla difusão dos seus ensinos, ampliando a Seara de Luz que deverá enfrentar a grande sombra e vencê-la.

A ignorância da realidade espiritual, sistemática e perseverante, constitui um motivo de grande porte, influenciando o comportamento dos cultores do conhecimento e das massas que se desgarram, sem o apoio da fé racional capaz de enfrentar as conveniências e os condicionamentos utilitaristas transitório, aos quais atribuem finalismos dominantes.

Respigam nas páginas que se irão ler apontamentos e sugestões, diretrizes e propostas espíritas de atualidade, que podem contribuir eficazmente para a mudança radical do estado que se generaliza, favorecendo o gigantesco trabalho de libertação espiritual, iniciado por Allan Kardec, desde a segunda metade do século passado. Confiando no Divino auxílio que nunca nos falta, esperamos estar contribuindo de alguma forma, em favor da transformação moral do homem, quando surgirá a nova Humanidade, em cujo meio o sofrimento e a infelicidade sejam episódios do passado, totalmente esquecidos por desnecessários.

Salvador, 16 de Janeiro de 1984

                  (Joanna de Angelis)

Fonte: Livro: Seara do Bem
Autor: Divaldo P. Franco por Diversos Espíritos 
Livraria: Espírita Alvorada/Editora: 1984/ 2. Edição
Rua: Jayme Vieira lima,N.104 - Pau da Lima - Salvador/BA.
CEP: 41.235-000 - Telefax: (71) 3409-8312/13
e-mail: vendaexternaleal@mansaodocaminho.com.br
Homepage: www.mansaodocaminho.com.br








O Amor e a Alma 


O Amor é o adubo e a Alma é a vida. Dessa união floresce o lírio do bem a perfumar a Humanidade. O Senhor, o Jardineiro Divino, encarrega-se de sustentar a união entre o amor e alma, de modo que o aroma a espraiar-se seja a luz da caridade, que esbate as trevas da ignorância e do sofrimento, modificando a paisagem aflitiva do mundo. 

Quando o amor e a alma se entrelaçam em perfeita comunhão, o domínio da esperança faz-se realidade que pacifica,impedindo que a violência gerasse a guerra e multiplique o extermínio de vidas. Somente o amor é pão nutriente para a alma, desde que todo e qualquer alimento que se não sustente no combustível divino,deteriora e intoxica,contribuindo para a desordem e a loucura. Por isso, a alma ama, e esse amor é fogo purificador que santifica, liberando das mazelas que deformam o caráter e impedem que a limpidez, a transparência dos sentimentos reflita a presença do Amor não amado. 

Enquanto a alma não ama, desdobra os recursos da vida sem lograr viver. A vida não se consubstancia sem o amor Divino de Deus e como a alma é manifestação do Pai por amor, alma e amor são substâncias geradas na fonte excelsa do bem para a glória a que estão destinados a vida, que é a alma, e o amor, que representa o combustível que a sustenta. 

Lisieux, França, 31/10/1983 

      (Teresa de Jesus) 

Nota: Por informação de Divaldo, a Mensagem de Teresa de Jesus foi psicografada de forma muito especial. Quando o médium baiano visitava a cripta da insigne cristã, em 31.10.1983, Joanna de Angelis informou que aquele nobre Espírito desejava mandar uma mensagem, sugerindo a Divaldo que se concentrasse, ali mesmo, no recinto da igreja. 

Considerando-se a evolução da Entidade Veneranda, esta transmitiu o seu pensamento e Joanna de Angelis captou-o, transferindo-o ao medianeiro. Joanna de Angelis foi assim a médium para Teresa de Jesus, como Divaldo o foi para a Instrutora num caráter especial.




Fonte: Livro: Seara do Bem
Autor: Divaldo P. Franco por Diversos Espíritos 
Livraria: Espírita Alvorada/Editora: 1984/ 2. Edição
Rua: Jayme Vieira lima,N.104 - Pau da Lima - Salvador/BA.
CEP: 41.235-000 - Telefax: (71) 3409-8312/13
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LENÇOL REMEDADO VÁRIAS VEZES




Lençol Remendado Várias Vezes

Meishu-Sama gostava de deixar sempre junto de si uma bandeja onde colocava objetos de uso pessoal diário como: lenços de papel, cortador de unhas, tesoura, etc. Certo dia, joguei fora um palito usado que se encontrava na bandeja. Então, Meishu-Sama mandou chamar-me e advertiu-me, dizendo: “Porque você jogou fora o palito sem a minha permissão?” Naquela ocasião soube, pela primeira vez, que ele usava o palito diversas vezes, apontando-o com uma faquinha. 

Foi por isso que recebi aquela advertência. Meishu-Sama tratava essas pequeninas coisas, quase imperceptíveis, com muito cuidado. Mesmo um lençol, ele usava até ficar fino e ser remendado muitas vezes por sua tia. Quando me lhe perguntavam se já não era melhor tirá-lo de uso, dizia: “não. Ainda está bom”. Assim, não o substituía com facilidade.


(Um Servidor) – Pág. (36)

Fonte: Reminiscências sobre Meishu-Sama
Edição Fundação Mokiti Okada – M.O.A
São Paulo/SP. Agosto – 1986 – 1. Edição – vol.5
Igreja Messiânica Mundial do Brasil 




Punho Costurado Diversas Vezes 

Acho que as pessoas em geral pensam que Meishu-Sama, só usava artigos de primeira qualidade. Como eu servia cuidando de suas roupas, afirmo que ele escolhia realmente bons artigos, mas usava-os até ficarem bem surrados, mandando remendar e cerzir várias vezes. 

Os punhos do quimono ficavam completamente gastos a ponto de se pensar que da próxima vez não haveria mais jeito de consertá-los. Eles estragavam novamente com o suor e eram de novo lavados e costurados. Depois de prontos, quase não se percebia o remendo. Meishu-Sama era, portanto, uma pessoa bastante simples e procurava não desperdiçar as coisas. 

(Uma Costureira) – Pág. (37)

Fonte: Reminiscências sobre Meishu-Sama
Edição Fundação Mokiti Okada – M.O.A
São Paulo/SP. Agosto – 1986 – 1. Edição – vol.5
Igreja Messiânica Mundial do Brasil 








EXPERIÊNCIA DE FÉ COM A PRÁTICA DO SONEN

EXPERIÊNCIA DE FÉ PRÁTICA DO SONEN(BRASIL)


Bom dia a Todos!

Tenho 25 anos, sou messiânica há um ano e dois meses, tenho duas filhas e dedico no Johrei Center Pinhalzinho, ligado à Igreja Bragança Paulista – SP como responsável de Jovens.Hoje, tendo a permissão de participar do culto especial dedicado aos jovens, gostaria de compartilhar com toda a felicidade de ter confirmado que as práticas básicas da fé são um importante caminho para alinhar a nossa vida.No primeiro dia do ano de 2016, purifiquei intensamente. O meu relacionamento de anos havia chegado ao fim e juntamente o rompimento de algumas amizades.

Passei três dias sem comer, sem dormir, muito agitada, chorando o tempo todo, pois naquele momento a minha tristeza, angústia e desespero, estavam muito intensos.Com isso, passei a ter dificuldades financeiras, pois não conseguia trabalhar e meu comportamento de impaciência com minha mãe e minhas filhas predominava. Não tinha sentimento de gratidão por nada.

Minha tia havia me falado da Igreja messiânica, mas eu era adolescente na época e não me interessei. Contudo minha mãe se tornou messiânica e sempre me convidava para receber Johrei e ir a Igreja. Porém, eu só dava desculpas e me esquivava.Entretanto, devido a todos os compromissos que precisava honrar, no quarto dia, levantei-me para trabalhar, mas retornei para casa, pois estava com muita fraqueza física e espiritual. Nesse momento resolvi ceder e, pedi então, para que minha mãe me levasse ao Johrei Center. Fui recebida pela ministra responsável que me acolheu, ministrou Johrei e pediu que abrisse meu coração e contasse tudo o que estava sentindo. Ouviu-me pacientemente por horas.Logo após orientou-me a receber 30 dias de Johrei e fazer a leitura de Ensinamentos todos os dias, pois assim ganharia força espiritual para superar essas purificações. E disse-me que me acompanharia diariamente. Como me senti muito bem, resolvi buscar seguir fielmente a orientação recebida.

Logo nos primeiros dias, já comecei a sentir melhoras e ter o desejo de ser útil e não ficar apenas recebendo Johrei. Num dos encontros, manifestei minha vontade de servir e ela me disse que, o que mais agrada a Deus é o encaminhamento de pessoas. Assim, me deu a tarefa de fazer mini banas (pequeno arranjo floral) e distribuí-las para pessoas da sociedade com o objetivo de apresentar a igreja e o Johrei.

Não perdi tempo. Imediatamente coloquei a orientação em prática, confeccionando todos os dias os arranjos e oferecia aos conhecidos e desconhecidos. Através do servir, passei a sentir a emoção de receber a gratidão das pessoas. Essa alegria foi transformando o meu ser e, então pensei: “que religião é essa, que está transformando a minha vida, afinal já voltei a me alimentar normalmente e conseguir dormir.Relatei o que estava sentindo a ministra e a mesma foi me inserindo passo a passo, nas práticas básicas. Explicou-me a importância de participar dos cultos matinais e vesperais e, da preparação através da dedicação de limpeza no Johrei Center. E ressaltou que com essas práticas eu estaria recebendo a Luz de Meishu-Sama juntamente com meus antepassados.A cada dia, a minha gratidão por Meishu-Sama aumentava. Então perguntei a ministra: “Como posso agradecer tudo que estou recebendo?”Ela respondeu-me: “Que bom! Chegou o momento de você aprender a prática do donativo de gratidão, para agradecer tudo que está recebendo. ”

Em menos de 30 dias, a minha vida foi se transformando e despertei para fazer as aulas de primeiras noções messiânicas. Através da minha nova postura de gratidão, consegui reencaminhar o meu tio e minha tia, que estavam enfraquecidos na fé. Como eu estava me preparando, tive a permissão de receber a medalha da Luz Divina (Ohikari) no final do mês de fevereiro de 2016. Logo que ingressei na fé, a ministra me convidou para dedicar no servir das reuniões de ministros da Igreja Bragança Paulista. Também, coloquei-me a disposição para oferecer um bolo em todas as reuniões para agradecer e demonstrar o meu amor a Meishu-Sama. Dessa dedicação me surgiu a idéia de começar a fazer bolos caseiros para vender nas ruas de minha cidade. Comecei a produzir os bolos, que passaram a ser um sucesso. A cada bolo produzido, ministrava Johrei e também oferecia uma mini bana para cada cliente com o objetivo de gerar felicidade para aquela família. Cada bolo que vendia, separava a minha gratidão e ia de frente ao altar oferecer meu donativo pela permissão daquela venda.

As vendas dos bolos prosperavam, mas havia o desgaste de produzir e percorrer as ruas com o isopor nas costas, sendo que o lucro não cobria todas as minhas despesas e de minhas filhas. Entretanto, não desistia e me esforçava ao máximo para vender.Então, inesperadamente ganhei uma causa trabalhista, tendo a permissão de fazer um donativo expressivo no Culto Especial do Paraíso Terrestre e também quitar os aluguéis atrasados.

Com quatro meses dedicando, recebi a missão de responsável de Jovens e no mês de julho e pude participar de um aprimoramento no Solo Sagrado de Guarapiranga, onde recebemos a orientação com o Presidente da Igreja, Reverendo Marco Antonio Baptista Resende. Nessa oportunidade, um ponto muito forte que ele transmitiu foi o de que precisávamos nos tornar líderes da Obra Divina, fazendo a diferença na vida de outros jovens.

Ao retornar desse aprimoramento, criei a firme decisão de fortalecer o grupo de Jovens do Johrei Center. Já tive permissão de encaminhar e acompanhar quatro amigos que se tornaram messiânicos e, junto com o grupo jovem, estamos conseguindo mensalmente conduzir pessoas a Obra Divina.

Graças as dedicações, em dezembro de 2016, durante a preparação para o Natalício de Meishu-Sama, quem ganhou o presente fui eu. Fui chamada para um emprego no setor de vendas na cidade de Bragança Paulista, o que vem possibilitando-me sustentar minha família com dignidade.Fiquei imensamente feliz por ter alcançado essa graça e ter a permissão de todos os dias, participar do Culto Matinal na Igreja Bragança Paulista. Hoje, neste dia especial, onde muitos jovens estão aqui nesse Paraíso, não tenho palavras para expressar minha gratidão ao Messias Meishu-Sama, aos meus antepassados, pela permissão de compartilhar a transformação ocorrida em tão pouco tempo na minha vida.

Tenho certeza que foi graças a ter conhecido os ensinamentos de Meishu-Sama e as práticas que ele nos deixou, que hoje posso afirmar com muita firmeza e gratidão que Meishu-Sama é o meu salvador.

Agradeço a Deus, Meishu-Sama, a minha mãe que sempre teve o desejo de me encaminhar e a ministra do Johrei Center que com muito amor e paciência, foi inserindo-me nas práticas básicas messiânicas que possibilitou a transformação em minha vida.

Meu compromisso e continuar firme na fé, seguindo os passos de Meishu-Sama e dedicando incansavelmente na salvação de outras pessoas.

Muito Obrigada!

Samantha Pires de Lima 

Culto Mensal de Agradecimento
Solo Sagrado De Guarapiranga
02 de Abril de 2017





EXPERIÊNCIA DE FÉ PRÁTICA DO SONEN(BRASIL)


Bom-dia a Todos! 

Sou membro da Igreja Messiânica há quase seis anos e dedico no Johrei Center Sarandi, ligado à Igreja Londrina – Paraná. Hoje, gostaria de compartilhar a transformação ocorrida em minha profissão como professora do Estado e, conseqüentemente, em minha vida, através do empenho em buscar respostas nos ensinamentos de Meishu-Sama e colocá-los em prática. 

Um ano após meu ingresso na fé, vivia insatisfeita com a falta de recursos para desempenhar meu papel como professor. Passei a reclamar freqüentemente do salário, da falta de recursos, da minha relação conturbada com os alunos, ou seja, de tudo. Além disso, tinha problemas com os pais, que me deixavam cada vez mais entristecida e, neste clima, tudo piorava. Então, no segundo semestre de 2012, pedi um afastamento remunerado a que tinha direito, para descansar e refletir sobre minha missão no campo profissional. 

Voltei a me dedicar à leitura dos ensinamentos de Meishu-Sama, especificamente sobre as três colunas de salvação da fé messiânica, que são o Johrei, a Agricultura e a Alimentação Natural e o Belo. Foi quando recebi a proposta de cobrir as férias de uma professora em uma escola muito conceituada e, visando ao lado material, aceitei o convite.
Ao chegar à escola, fiquei admirada, pois nunca tinha visto tantos recursos disponíveis para que pudesse exercer minha função. No entanto, não conseguia desempenhar meu trabalho como queria. 

Os alunos me desafiavam o tempo todo. Sentia-me desrespeitada por eles, principalmente quando se colocavam em uma posição financeira superior à minha, como se eu nada tivesse para contribuir na formação deles. Comparando as duas escolas, achava que o problema estava na condição social dos alunos. 

Apesar de ficar aborrecida com a situação, continuei lendo os ensinamentos de Meishu-Sama e buscando neles as respostas. Coloquei-me à disposição de Deus para que eu pudesse aprender e crescer com essas experiências. À medida que me aprofundava na leitura dos ensinamentos, fui compreendendo que não adiantava ficar aguardando que as coisas mudassem e entendi que era eu quem precisava mudar em primeiro lugar, ou seja, a transformação maior deveria partir de dentro de mim. 

Dessa maneira, reconheci a falta de gratidão que vinha tendo por esta permissão concedida por Deus, que é ser professora, e entendi a importância de minha missão, que é servir a Deus através do meu trabalho. Não perdi tempo e me esforcei para mudar minha postura perante os alunos. Passei a vê-los com outro olhar, a valorizar cada atitude e a agradecer pelo que estava vivendo e aprendendo com as oportunidades que surgiam. Com isso, as aulas passaram a transcorrer num clima bem diferente. Os alunos já não me desafiavam como antes. Chegando o último dia de aula com aqueles alunos e, como forma de agradecimento, preparei pequenos arranjos florais para oferecer a eles, como forma de materializar minha gratidão. 

No dia seguinte, quinze minutos antes de terminar a aula, distribuí os arranjos e agradeci por eles terem sido meus alunos, mesmo que por somente três meses. Para minha surpresa, eles ficaram encantados com as flores, perguntaram como poderiam cuidar delas e por que eu lhes tinha dado um presente já que eles constantemente me desrespeitaram. Eu respondi que o comportamento deles me ajudou a refletir sobre minha missão como professora, por isso era muito grata. Foi quando a aula terminou e deixei a sala, pela primeira vez, em silêncio. 

No outro dia, fui chamada pela pedagoga da escola, que queria saber o que eu fizera na sala, pois depois que saí, alguns alunos a procuraram chorando muito e querendo pedir perdão pelas atitudes que tiveram. Ela queria saber que método eu aplicara, pois a turma tinha dado trabalho o ano inteiro aos outros professores. Respondi que coloquei em prática aquilo que venho aprendendo em minha Igreja, ou seja, reconhecer que as circunstâncias são criadas por Deus para nos lapidar e nos polir. E que graças a essa oportunidade que tivera, minha vida se transformou em todos os sentidos. 

Ela agradeceu e me convidou para fazer parte do corpo docente. Expliquei que tinha um compromisso com outra escola e agradeci. Concluí que, se não reconhecermos a importância da nossa vocação e o valor de cada aluno em nossas vidas, não encontraremos o motivo de nossa verdadeira missão como educadores. No início do ano letivo, retomei as aulas na minha escola de origem. Meu sentimento já no primeiro dia era outro. Sentia uma alegria ao olhar para cada aluno e agradecia a cada um. Já não enxergava mais a falta de recursos e iniciava meu dia com motivação. 

Inscrevi-me para participar de novos projetos. Convidei o missionário responsável pela horta do Johrei Center para proferir uma palestra na escola, e logo tivemos a oportunidade de começar a fazer uma horta na escola.Fui escolhida para participar de um programa oferecido pelo Governo do Estado, muito concorrido, com duração de dois anos e, graças a isso, tive a permissão de voltar para a universidade, aprimorando meus conhecimentos de magistério. 

Atualmente, já aplico o aprendizado que obtive na universidade em um projeto em que se aborda o espírito da palavra e, em especial, a importância do servir nas atitudes e do respeito para com o próximo com base os ensinamentos de Meishu-Sama. 

Com essa experiência, ganhei a plena convicção de que a situação vivenciada inicialmente foi o ponto de partida para minha transformação, tanto no âmbito profissional, pessoal e, principalmente, dentro da fé. 

Agradeço a Deus e a Meishu-Sama a permissão de compartilhar com vocês essa experiência e desejo que, através dela, todos possam valorizar o trabalho que desenvolvem e, principalmente, o façam com espírito de dedicação e servir a Deus. 



Muito Obrigada! 

Regiane Aparecida de Souza Bortolassi 

Culto Mensal de Agradecimento
Solo Sagrado de Guarapiranga 
01 de maio de 2017 





quarta-feira, 3 de maio de 2017

AJUDA DO ALTO / MENSAGEM


DEUS ABENÇOE A SUA VIDA!


site: www.ajudadoalto.com.br

MENSAGENS DE PSICOLOGIA E COMPORTAMENTO

O Fechamento de um ciclo é sempre uma oportunidade de renascimento interior


A vida é a nossa grande mestra. Tudo o que nos acontece está de algum modo nos favorecendo, seja para nos melhorarmos, seja pra nos despertarmos da nossa zona de conforto, ou mesmo para adquirirmos alguma habilidade ou mudarmos algum aspecto. O propósito ・ sempre o aprimoramento”

Geralmente nos sentimos propensos ou motivados a realizar mudanças significativas em nossas vidas quando estamos insatisfeitos, quando as condições em que vivemos não correspondem mais as nossas expectativas.Não há necessidade de datas para nos renovarmos

Há certos momentos na vida que por si mesmos são verdadeiros marcadores que sinalizam o fechamento de um ciclo, quer aceitemos ou não. Precisamos desenvolver nossa “escuta interior” e através da nossa capacidade de compreensão, termos lucidez e sensibilidade para aceitarmos que algo já se deteriorou. A partir dessa percepção, é possível nos reposicionarmos e nos readaptarmos para darmos boas vindas ao “novo”, com suas infinitas possibilidades.

Muitas vezes, a vida não convida, mas intima a atualizações necessárias para nosso próprio progresso, enviando-nos sinais que muitas vezes recusamos admitir e que tem um propósito maior: passar para uma etapa seguinte. Não estamos atentos a estas leituras ambientais ou simplesmente as ignoramos, pois não nos interessa sair de nossa comodidade, da nossa zona de conforto, mesmo que deteriorada. Estamos ali, agarrados a qualquer custo. Precisamos nos desvencilhar do que se deteriorou, seguir adiante e confiar na generosidade da vida.

Quando a vida nos sinaliza que um ciclo está se fechando, aceite o fato e aproveite para renovar suas esperanças, oportunizando-se a gestar novos propósitos e projetos de vida. Uma readaptação nem sempre é um processo fácil, visto que dispensemos muita energia emocional na reorganização do “caos” interno. Por outro lado, esse é também um momento rico para iniciarmos o precioso movimento de auto avaliação e para revalidar o lugar que ocupamos ou que desejamos ocupar no mundo. Quando um ciclo se fecha, é porque necessitamos realizar algum aprendizado naquele contexto, para passarmos para a etapa seguinte. Os processos transitórios da vida não são exatamente efêmeros, mas são etapas potencialmente criativas.

Vida é fluxo

É movimento, é a negação da estagnação das nossas crenças e percepções arcaicas como verdades absolutas que caíram por terra. Nada é definitivo, muito menos de nossa propriedade. Acreditamos que coisas e pessoas são nossas. Na vida não existem garantias, nem datas de validade.

Com o advento de uma nova fase, Iniciam-se novas oportunidades. Em contato com contingências que proporcionam agora o florescer de uma nova consciência, nos será permitida uma maior lucidez dos fatos. Tudo isso nos oportunizará criar a realidade que tanto desejamos e que somos diretamente responsáveis. Este movimento criativo nos permite reflexões verdadeiras e profundas que nos levam a dar novos significados a nossa existência, se abrirmos mão do que se foi e darmos as boas vindas as novas possibilidades.

A nossa vida hoje é consequência de atitudes, ações, palavras e pensamentos do passado

Sendo assim, façamos valer uma realidade diferente hoje através de uma postura diferente agora. Precisamos eliminar aspectos, coisas e posturas que não nos proporcionam crescimento, que nada nos adiciona e que podem até nos criar empecilhos.

Necessário é reciclar o nosso lixo emocional, transmutar sentimentos negativos e aprender a lidar melhor com nossas inquietações e limitações para entrarmos mais leves em um novo ciclo de vida. Para que haja renovação verdadeira, de dentro para fora, é indispensável reavaliar a nossa percepção dos fatos, mas o principal de tudo para qualquer primeiro passo é nos aceitarmos como somos, momento este de “insights” para toda mudança verdadeira, pois a partir da auto aceitação, poderemos promover as mudanças que forem necessárias. Portanto, desnude-se interiormente, retire suas mascaras, se olhe de frente.

Nada estará de todo perdido

As vezes precisamos mudar rotas e trajetórias provenientes das nossas reavaliações daquilo que já não nos serve mais. Mas nada foi perdido de todo: tornamo-nos mais vividos, mais capazes e aprimorados.

Em cada etapa da vida apostamos naquela realidade e investimos o melhor que podemos nela. Quando nos deparamos com algumas circunstâncias, vislumbramos o quanto agora tudo o que foi vivido não faz mais sentido: neste momento nos damos conta que estamos em uma nova etapa de vida. A nossa maior conquista é transmutar a própria vida em constante processo de evolução e recriação de nós mesmos, colocando em pratica os valores que precisamos alimentar, nos aprimorando em todas as perspectivas e principalmente aprendendo com os erros do passado.

Somos seres itinerantes na trajetória da vida e estamos aqui para aprender, para evoluir

Só poderemos renascer para uma nova realidade se tivermos a capacidade simbólica de nos despojarmos do passado, aceitar as mortes simbólicas dos ciclos que é a própria sabedoria da vida. Recriar-se. Renascer. reinventar-se. Superar-se.

Nós, indivíduos eternos do devir, estamos sempre em processo de reflexão acerca das nossas vivências para obter a sabedoria que precisamos e que neste mundo nunca basta. As reflexões devem ser contínuas como meio preventivo para não nos depararmos com crises que poderiam ser evitadas, quando tentamos de alguma forma nos agarrar a algo que já se foi. O fechamento de um ciclo nos oportuniza revisar, ressignificar e dar um novo sentido à própria vida, colocando em pratica um novo projeto de acordo com a nossa realidade e necessidades.

Permanecer em um ciclo que já se fechou é altamente desgastante, além de se pagar um alto preço por isto. Estar aberto, disponível e receptivo para novas oportunidades e experiências é o que a vida nos propõe ao fim de cada etapa.

Muitas vezes não estamos vivendo, mas vivenciando uma sobrevida, e não é isto o que queremos. Queremos ter uma vida plena e de qualidade, portanto deixar ir o que já está carcomido não é sinal de covardia, e sim de coragem. Coragem para dar um novo passo. Coragem para continuar a ter fé na vida, apesar de tudo.

Para Refletir:

Que possamos olhar os problemas como desafios, a dor como meio de aprendizado, as mudanças como oportunidade de transformação, a insatisfação como eterna busca. Todo processo pode ser fácil ou difícil, penoso ou desafiador, de possibilidades e aprimoramentos. Depende de como você percebe cada acontecimento. E com o fechamento de ciclos não é diferente, pois ele nos oportuniza uma nova vida.

Bem-Vindos á Renovação!


Autora: Soraya Rodrigues de Aragão