segunda-feira, 4 de junho de 2012

O Supremo Deus é a essência que se encontra no centro de todos os seres

O Supremo Deus é a essência que se encontra no centro de todos os seres 


Com imenso e profundo respeito, digo-lhes que o único e Supremo Deus está vertendo dentro de nós e de todas as criaturas o sopro da sua eterna vida. Se, neste momento, temos um corpo físico e estamos respirando, é porque, no Paraíso – nosso mundo original recebeu este sopro, que é o espírito de Deus. Meishu-Sama explicou que os seres humanos são considerados filhos ou templos de Deus porque possuem uma partícula Divina, a qual recebeu os desígnios do Criador. 

Fomos agraciados com a permissão de nos tornarmos “templos”, ou melhor, “filhos de Deus”, que têm plena consciência de que o Criador vive em nós, mora dentro de nós. Acredito que o propósito Divino chamado “Paraíso Terrestre” é o estabelecimento do Paraíso Eterno, eixo do nosso ser. Em outras palavras, é o nosso renascimento, promovido por Deus, como Seus filhos. Deus impregnou Seu propósito na palavra “Messias” e com ela deu início a toda Criação. Não seria por isso que todas as existências estão unidas a esta palavra? 

Correspondendo à vontade Divina, Meishu-Sama renasceu como Messias, um verdadeiro filho de Deus. Neste dia em que celebramos o início da primavera, o risshun, gostaria de, juntamente com todos os senhores, elevar a Deus nossa mais sincera gratidão, pois sabemos que Ele está nos preparando para renascer, unindo-nos (a humanidade, os ancestrais e antepassados e todas as criaturas) a Meishu-Sama. Agradeço de coração a todos os messiânicos, que, cultivando diariamente o amor altruísta e o sentimento de gratidão, e imbuídos do desejo de se tornarem “pioneiros da salvação”, se dedicam diligentemente à prática e à difusão do Johrei, da Agricultura e Alimentação Natural e da Arte – as três formas de salvação – para que o maior número de pessoas possível seja salvo por Meishu-Sama. 

Quando leio os relatos de experiências de fé enviados pelos senhores, o que mais sinto é que, de fato, estamos todos nas mãos de Meishu-Sama, sendo utilizados, criados e educados por ele dentro do nosso cotidiano para desenvolvermos o sentimento de servir e agradecer a Deus enquanto vamos recebendo e vivenciando graças, milagres, provações, alegrias e preocupações. Emociona-me saber que os senhores vêm se empenhando em aceitar os problemas com os quais se deparam no cotidiano como um treinamento concedido por Deus. Fico emocionado também ao ouvir que, conforme os senhores vão consolidando, passo a passo, as práticas da fé, estão percebendo que o Sonen – a atitude mental que viemos utilizando até agora como se fosse nossa na verdade, existe para que Deus se manifeste nele e, cientes disto, estão se empenhando em servir com este sentimento. 

As obras de ampliação da Vila Primavera-Outono – o Shunju-an –, no Solo Sagrado de Kyoto (com a construção, inclusive, de uma sala para cerimônia de chá), e as de restauração do Palácio de Cristal, no Solo Sagrado de Atami, estão chegando ao seu fim. Ganhamos a permissão de aprender ainda mais sobre o sentimento de Meishu-Sama com relação à construção de protótipos do Paraíso Terrestre. Agradeço, portanto, do fundo do coração, os messiânicos por estarem se devotando com todo amor a esta sagrada dedicação, tornando-se herdeiros da Divina obra de construção do Paraíso Terrestre. 

Desejo que todos recebam o infinito amor e a poderosa orientação de Meishu-Sama durante o ano que acaba de se iniciar. Deus é o Senhor e Criador, a Fonte de toda vida. É para conhecê-Lo que estamos vivos. É para conhecê-Lo que Ele está nos criando e educando. Meishu-Sama escreveu os seguintes poemas: Quando a prática do bem, seja ela qual for, é realizada por pessoas que desconhecem Deus, na maioria das vezes, visam a benefícios próprios. O makoto das pessoas que não conhecem Deus é mera forma. Só aqueles que o conhecem, possuem verdadeiro makoto. Por meio deles, Meishu-Sama está nos ensinando a importância de conhecermos a Deus. Tenho a impressão de que, quando eu falava em Deus, imaginava um Deus que simplesmente correspondia ou não à minha vontade. Não dava o devido valor ao fato de que Ele é a própria vida e que esta se encontra presente em todos os seres humanos, em todos os antepassados, em todas as existências, enfim, em tudo o que acontece. Será que o maior desejo de Meishu-Sama não seria que, antes de tudo, reconhecêssemos a existência de Deus, que é a fonte da vida? 

Creio que, quando brotar em nosso coração o sentimento de alegria e admiração por compreender que a vida que existe em nós é o próprio Deus, conseguiremos afirmar que este é o Seu presente para todas as criaturas; ou seja, esta é a verdadeira graça, o maior milagre a ser compartilhado com todos. Por intermédio de Meishu-Sama, o Supremo Deus transmitiu-nos Seu sentimento em forma de palavras. Em 1935, quando instituiu nossa Igreja, Meishu-Sama proferiu uma palestra intitulada “A Construção do Mundo da Grandiosa Luz”, na qual anunciou a chegada de uma extraordinária Luz, isto é, o surgimento do “Sol”. 

Este “novo Sol” já raiou e está brilhando intensamente dentro de nós. Meishu-Sama trouxe, portanto, a Luz da verdade, que torna evidente o brilho da nossa vida. Confiando nele e aceitando as palavras que vêm da Fonte, nossa vida poderá se tornar radiante. O Supremo Deus é a essência que se encontra no cerne de todos os seres, assim como nos mostra a palavra su representada, por Meishu-Sama, por meio de um círculo com um ponto no centro (.). Ao mesmo tempo, Sua aura, que brilha imensa e infinitamente, envolve tudo o que existe. Sendo assim, por mais que existam trevas, se formos envolvidos pela radiante aura de Deus, elas se dissiparão e tudo se transformará num Mundo de Luz. Concordam? 

Vivemos até hoje priorizando o sentimento humano e fazendo pouco caso de Deus. Mesmo assim, fomos perdoados, salvos e recebidos no Paraíso – que é o mundo no qual tudo é realizado tendo Deus como centro –, e obtivemos, assim, a permissão de ter nosso sentimento e consciência totalmente reestruturados. Por isso, a expressão “Transição da Noite para o Dia”, empregada por Meishu-Sama, não ensina que o Mundo da Noite chegará ao fim para, em seguida, começar a se transformar em Mundo do Dia; mas sim, que, justamente por termos sido envolvido pela Luz do Mundo do Dia, o Mundo da Noite chegará ao seu fim. Não seria exatamente por já estarmos sendo criados e educados por Deus dentro do ritmo do Mundo do Dia que conseguimos reconhecer as doenças do corpo e do espírito, bem como todo tipo de dor e sofrimento como uma bênção chamada “processo de purifi cação”? Não seria, por este mesmo motivo, que temos a permissão de desenvolver diversas práticas, a começar pelas três formas de salvação: Johrei, Agricultura e Alimentação Natural e Arte? Meishu-Sama escreveu os seguintes poemas: Pobres aqueles que ainda não despertaram, sem perceberem que a noite chegou ao fim. Pobre ovelha perdida! Não se deu conta de que a longa noite se acabou. Por meio destes textos, Meishu-Sama nos diz o quanto é triste o fato de haver pessoas que ainda não têm consciência de que já adentramos o novo Mundo do Dia. 

Por outro lado, utilizando-nos, procura salvá-las. O fato de sentirmos dor e sofrimento não seria porque, para salvar as pessoas que ainda se encontram perdidas devido à ignorância, Deus está unindo o sentimento delas ao nosso? Deste modo, Ele olha por todos e nos faz perceber a escuridão e a incompletude que existem em nós, nas pessoas e nos ancestrais e antepassados, para que cada um consiga pôr um ponto final no Mundo da Noite. Isto porque, Ele deseja que tenhamos um novo começo. Sendo assim, quando nos depararmos com um problema, é melhor não sofrer nem ficar tristes e desesperados. O ideal seria dirigir-nos a Deus: “Senhor, neste momento, estais enviando Vossa Luz a todas as pessoas que estão em sofrimento e ligadas a mim, não é mesmo? Estais nos salvando, criando e educando-nos, não é? Isto é uma graça maravilhosa! Juntamente com toda a humanidade e todos os seres, recebo esta graça com muita gratidão. Senhores, por favor, utilizem-me na concretização da Vossa vontade! 

Por intermédio de Meishu-Sama, entrego-me em Vossas mãos, para que o meu ser e todas as pessoas ligadas a mim sejam perdoados, salvos e recebidos no Paraíso. Senhor, que as Vossas bênçãos recaiam sobre todos os seres! Responder desta maneira à Vontade de Deus, que percebemos por meio da insegurança e da dor que sentimos, é uma maneira de encerrar o Mundo da Noite e, ao mesmo tempo, manifestar nosso desejo de servir numa nova etapa. 

Desta forma, podemos dizer que o fato de conseguirmos elevar a Deus nossas orações e gratidão por intermédio de Meishu-Sama, que se encontra dentro de nós, se deve às suas orações e à relação contínua de reciprocidade que ele mantém com Deus. Mesmo que nossas preces e nossa gratidão não sejam suficientemente maduras, creio que Meishu-Sama as corrige, complementa-as e faz com que cheguem a Deus. No seguinte poema, Meishu-Sama diz: Como ser humano, desprovido de forças, não tem escolha senão entregar-me à Vontade de Deus. Precisamos compreender que não somos capazes de fazer nada com nossa própria força. O Supremo Deus, com Seu amor imparcial, uniu todos nós a Meishu-Sama. Somos o que somos, porque Meishu-Sama vive dentro de nós. Portanto, acredito que, se tivermos gravado bem firme, e o coração o desejo de servir junto com ele, dia e noite, em qualquer lugar, corresponderemos à Vontade de Deus, que realizou essa união. Durante este ano, gostaria de, juntamente com todos os senhores, servir à Obra Divina com muita alegria, leveza e amor. Contem comigo. 

Encerro minhas palavras orando para que tenhamos a permissão de devolver ao Supremo Deus, por intermédio de Meishu-Sama, o brilho e a força da vida presentes em toda a humanidade e em todas as existências. Que Deus seja louvado para todo o sempre! 


Muito Obrigado! 



Culto do Início da Primavera
Orientação de Kyoshu-Sama
04 de fevereiro de 2012
Templo Messiânico Solo Sagrado de Atami (Japão)
Fonte: Revista Izunome
N.51 / Março /2012 – São Paulo/SP.
Igreja Messiânica Mundial do Brasil
www.messianica.org.br


Reflexologia


REFLEXOLOGIA 

Segundo o método original de Eunice Ingham, a Reflexologia é uma técnica específica de massagem aplicada a determinadas áreas dos pés que permite a recuperação gradativa do bem-estar. Com este método pode-se aliviar os mais variados sintomas, desde aqueles como dores musculares, enxaquecas, problemas digestivos, alérgicos, sexuais, relativos à menopausa, até aqueles de ordem emocional como as depressões, ansiedades, etc. 

Como é aplicada? 

De modo muito simples: o cliente se recosta confortavelmente e a terapeuta aplica com suas próprias mãos (sem a utilização de qualquer instrumento) a massagem terapêutica em seus pés. 

Mas qual a relação entre os pés e a sua saúde? 

Nos pés encontram-se áreas que refletem todos os órgãos e glândulas do seu corpo. Cada pessoa é um Ser Especial e possui seus próprios problemas... Portanto para cada pessoa, segundo o seu problema, é feita uma seleção das áreas reflexas que devem ser manipuladas. 

Atenção 

*A Reflexologia deve ser utilizada como tratamento de apoio. Seus resultados com freqüência são surpreendentes, mas nunca substitua o seu médico por Ela, a não ser que ele (o seu próprio médico) assim a aconselhe. 

A massagem reflexa lógica ativa o mecanismo de cura que existe no interior de cada um de nós; o seu efeito é cumulativo, ou seja, a cada nova sessão reforça-se a sensação de bem-estar físico e de paz interior, comprovando assim a sua eficácia. 

*Em caso de dúvidas, entre em contato. Será um prazer atendê-lo. 

Reflexologia dos Pés 
Já se sabe que, há milênios, povos como o do Antigo Egito utilizava a massagem nos pés com o objetivo de recuperar a saúde, como também os chineses, índios americanos e outros mais. 

Com o passar do tempo, a eficácia desta prática serviu de estímulo a vários pesquisadores em compreender a Reflexologia sob um ponto de vista Ocidental. 

No Ocidente, ainda no início do século, o Dr. William Fitzgerald, médico em Londres, descobriu que o corpo possui 10 zonas de energia (meridianos) que partem da coroa da cabeça e vão até as extremidades dos dedos dos pés e das mãos, sistematizando dez zonas energéticas e considerando, inclusive, os respectivos órgãos contidos nestas zonas. Mais tarde, a massagista Eunice Inghan (1930), Nova York, desenvolveu um tipo de massagem com pressões puntiformes sobre os pés. De acordo com o princípio de que a parte contém o todo, ao observar os pés (planta, dorso e 10 cm sobre o tornozelo) e suas zonas energéticas, foi possível projetar de modo análogo, sobre eles, todo o corpo e determinar assim a área reflexa de cada órgão, glândula etc. 

Através do exame visual e do tátil do pé é possível identificar as áreas onde se produz um processo energético alterado, ou melhor, onde há indícios de excesso ou deficiência de energia e definir desta maneira o procedimento terapêutico que deverá estimular o organismo a utilizar a sua força curativa de modo adequado. 

Esta terapia possui também um caráter preventivo, já que se pode detectar no pés, por considerá-lo um lugar de alarme, um desequilíbrio energético antes de que surjam os primeiros sintomas de uma determinada enfermidade. 

Muitas moléstias resultam da tensão emocional vivida pelo homem de hoje e a seus hábitos prejudiciais, à alimentação insana, à pressão sofrida pelo meio em que vive, aos acontecimentos traumáticos e até mesmo a seus sapatos (verdadeiras caixas demasiadamente ajustadas que impossibilitam o movimento livre dos pés pressionando áreas reflexas, inadequadamente) etc. 

O estado de tensão duradouro ou súbito e intenso (como a perda de um ser querido, por exemplo) pode resultar em novas pautas de comportamento na tentativa do indivíduo de adaptar-se às novas circunstâncias. Quando estas experiências não são intimamente superadas, o que poderia ser um desequilíbrio energético momentâneo pode tornar-se crônico ao longo de alguns meses ou anos e resultar desta maneira em diversas enfermidades. Ataques intensivos de medo, por exemplo, segundo Avi Grinberg, fundador do Centro de Estudos Alternativos de Haifa, Israel, pode criar um desequilíbrio tal que, com o tempo, poderá interferir no corpo físico, neste caso, no pâncreas e, mais tarde, favorecer ao surgimento da diabetes. Alguns reflexologistas, como por exemplo, Josefina Miralles, Espanha, acrescenta ainda a importância de que o enfermo se submeta, sob a orientação do seu médico, a uma nova análise de sangue ao término da segunda ou terceira sessão de Reflexologia, a fim de que se comprove uma sensível melhora. 

Além das mãos do terapeuta que são as suas mais importantes ferramentas de trabalho pois massageará metodicamente os pés do seu paciente, gosto de acrescentar que a comunicação entre paciente-terapeuta enriquece as sessões de maneira incomensurável já que podem "intercambiar" informações muito importantes para o tratamento. É importante frisar que esta terapia trata do indivíduo em sua totalidade (corpo e mente) e que, conseqüentemente, conquista o alívio de sintomas diversos como dores em geral, problemas alérgicos, circulatórios, digestivos, sexuais, os de ordem emocional (ansiedade, stress, depressão, por exemplo), os relacionados à menopausa e outros. Para os atletas, a Reflexologia permite o alívio da ansiedade, resultando em maior força física e melhor equilíbrio, (fatores estes muito importantes nas práticas competitivas), auxilia o corpo a recuperar-se dos desgastes musculares, além de aliviar a tensão acumulada ao final de cada conquista. No que se refere à pele, sob o ponto de vista estético, observa-se ao término de cada sessão um alívio das olheiras e bolsas abaixo dos olhos, o desaparecimento dos sinais de cansaço e das rugas de expressão, diminuição da queda de cabelo e o resplandecer da pele e, com a continuidade do tratamento, contribui à diminuição da celulite e à perda de peso. 

Dos muitos pesquisadores envolvidos com a Reflexologia, o Dr. Pavlov, célebre fisiólogo russo, foi o primeiro a introduzir o conceito de "reação global do organismo" diante da resposta a determinados estímulos externos ou internos através do Sistema Nervoso Central. 

Outros médicos, a medida que pesquisavam, também concluíram que as relações entre a superfície e o interior do organismo se produziam em ambas as direções, quer dizer, do exterior ao interior e vice-versa. O inglês Dr. Head e o médico canadense Dr. Mackenzie observaram também que, com freqüência, se produziam reações em zonas vizinhas ao correspondente segmento, e explicavam o fato com a participação do Sistema Nervoso Vegetativo através de suas fibras nervosas na transmissão de estímulos cuti-viscerais. Apesar da não comprovação destes efeitos por parte da Medicina Tradicional, no que se refere a Reflexologia, os efeitos podem ser observados por aqueles que se submetem à esta terapia. 

Segundo Frederic Viñas, médico e pioneiro da Reflexologia na Espanha, é o sistema nervoso, como órgão de comunicação, coordenação e regularização das diferentes estruturas e funções do organismo, que permite a aparição de múltiplas reações reflexas em nosso corpo. 

Ou seja, poderíamos comparar o Sistema Nervoso à rede elétrica de uma casa já que o seu bom estado é fundamental a um perfeito funcionamento de todo o corpo. 

A Reflexologia dos Pés pode provocar, com o estímulo das áreas que indicam um desequilíbrio energético, entre outras, reações com sintomas típicos, como um indicativo de que o organismo utiliza sua energia vital para resistir e livrar-se dos seus padecimentos. Estas respostas desejáveis podem servir-se de vários órgãos na tentativa do organismo de eliminar toxinas. Com freqüência ocorrem as seguintes reações: processos de eliminação, cansaço relaxante, sono reparador, suor mais intenso, etc. Estas reações são passageiras e significam que o processo de melhoria da saúde já foi iniciado, ou seja, que o organismo responde aos estímulos e começa a combater a enfermidade. 

Como é possível observar, podemos encontrar na Reflexologia um tratamento simples, confortável, eficaz e 100% natural de reconquistar, gradativamente, o bem-estar físico e mental há muito tempo esquecido. 

Leila L.S.C.Carneiro
Fonte: www.via-rs.net 


Reflexologia

A Reflexologia baseia-se no principio de que existem áreas, ou pontos reflexos nos pés e nas mãos que correspondem a cada órgão, glândula e estrutura no corpo. Ao trabalhar nesses reflexos, reduzimos a tensão em todo o corpo. A energia está sempre fluindo através de canais ou zonas no corpo, que terminam formando os pontos reflexos nos pés e mãos. 

Quando esse fluxo de energia flui desimpedido, permanecemos saudáveis, e quando está bloqueado por tensão ou congestão, ocorre a doença.. Mediante o tratamento dos reflexos, os bloqueios são desfeitos, e a harmonia é restaurada a todos os sistemas. Tratando um pé de cada vez, trabalhamos nos reflexos da sola, os lados e peito do pé, usando as técnicas digitais apropriadas. 

O principal benefício da reflexologia é o relaxamento. Ao reduzir a tensão, também melhora a irrigação sanguínea, faz aflorar um funcionamento nervoso desimpedido, restabelece a harmonia entre todas as funções do corpo e combate o seu estresse. 

Como os pés representam um microcosmo do corpo, todos os órgãos, glândulas e outras partes do corpo estão dispostas em arranjo similar nos pés. 

A representação microssísmica de partes do corpo em diferentes áreas do organismo também se manifesta na íris do olho, na orelha e nas mãos. Todavia, as zonas reflexas dos pés são mais fáceis de localizar porque cobrem uma área maior e são mais específicas, tornando mais fácil trabalhar com elas. 

A pressão é aplicada nas áreas reflexas com os dedos das mãos e usando técnicas específicas, provocando mudanças fisiológicas no corpo, na medida em que o próprio potencial de cura do organismo é estimulado. Dessa maneira, os pés podem desempenhar um papel importante para conquistar e manter uma saúde melhor. 

A técnica do tratamento reflexológico é simples, não requerendo anos de treinamento para ser aplicada eficazmente. Nesta forma de terapia, útil no tratamento de doenças e eficaz para manter a saúde e prevenir o aparecimento de doenças, é muito importante o relacionamento entre o terapeuta e o beneficiário no processo de cura. O terapeuta atual como um mediador para ativar o potencial de cura do paciente. 


Fonte: www.sensiart.com

Formando combatentes a serviço de Deus



FORMANDO COMBATENTES A SERVIÇO DE DEUS 

A partir de primeiro de outubro de 1943, fixei-me numa pensão situada no bairro de Ikeda, na cidade de Nagoia. Era o meu primeiro passo na Difusão da Fé Messiânica. Como estavam proibidas as atividades religiosas naquela época, encaminhávamos as pessoas á Luz de Deus, desenvolvendo as atividades de johrei, disfarçados sob o nome de “Cura pela Digitopuntura”. Em Nagoya, não havia ninguém que tivesse ingressado nesse caminho; portanto, era como tatear na escuridão total. 

Tinha somente dez cartões de visita trazidos de Tóquio, que me recomendavam a umas tantas pessoas. De qualquer maneira, sempre permanecia na pensão das oito às nove da manhã e o resto do tempo, além de sair para visitas, guiado por tias cartões, descansava pelos jardins, esperando surgir alguém com quem pudesse conversar. Quando passava uma velhinha pajeando seu neto, entregava-lhe meu cartão, dizendo: Deve ficar cansada, não é? Venha até este endereço que eu a tratarei e massageava-lhe um pouco as costas. Ela ficou contente, mas se viria ou não até á pensão, onde instalei o meu consultório de tratamentos, era realmente incerto. Os dias iam se passando, mas ninguém vinha visitar-me. No décimo dia, porém, surgiu uma pessoa. 

Onde está o rapaz que se chama Watanabe? Era um fabricante de tofu e tinha aparência de ser um grande curioso, ao conduzi-lo ao segundo andar, perguntou-me de supetão: Por quanto alugou tudo isso? Todo o segundo andar da pensão, mais as três refeições diárias, por cinqüenta ienes. Mas por que está me perguntando? Por pura curiosidade. Bem, qual o motivo de sua visita? Perguntei-lhe. É porque o meu estômago não funciona bem, parece que fica enrijecido. Aí ouvi falar do seu tratamento. Então, recomendei virem todos os dias. Ele se sentiu melhor com aquela única vez, e passou a vir todas as manhãs. Durante o tempo em que durava o tratamento, e minhas mãos o tocavam, dormia, roncando ruidosamente. Quando deixava de tocá-lo, dizia que as dores continuavam. No terceiro dia, comentou: Se fosse o segundo andar de minha casa, lá é muito mais amplo, sabe? Falou-me como se estivesse interessado em alugar a sua própria moradia. 

Na semana seguinte, disse-me: Professor estou me sentindo muito exausto em vir até aqui me tratar. O senhor mão poderia ir até minha casa? Eu preciso cuidar de um grande número de pessoas. Portanto, não posso sair só para atender o senhor respondi-lhe, apesar de não vir mais ninguém além desse homem. Pareceu-me que ficara um tanto insatisfeito com a minha recusa, mas ele veio no dia seguinte e no outro também. E, a partir daí, não apareceu mais. Quinze dias depois, as pessoas que compareciam ao meu consultório, chegavam ao número de dez. Como não conseguia tratá-las em apenas uma hora, na parte da manhã, elas chegavam a aguardar o tratamento desde as sete horas. Num certo dia, de repente, o tal homem da dor de estômago voltou. Eram passadas nove horas, e eu me aprontava para sair. 

Professor quer pedir de novo o seu tratamento. Puxa, estou de saída agora, venha amanhã. Não pode ser hoje? Se não puder vir mais cedo, não dá. Realmente não tinha local certo para ir, o que queria dizer que eu tinha tempo de sobra. Sabia que ele tinha recebido o tratamento por mais de uma semana, mas não se esforçava em captar o real sentido da coisa. Não tinha em suma espírito de busca da salvação. Se agirmos somente de acordo com as conveniências daquele que não possui espírito de busca, não será possível criá-lo nessa pessoa. E também não poderemos salvá-la verdadeiramente. O homem, na verdade, só achava que ia receber simples massagem. E, além disso, como o que eu fazia era uma dedicação e ele não necessitava despender um centavo sequer, encontrava-se numa situação muito egoísta. 

Algumas pessoas perguntavam-me claramente após o tratamento: Quanto lhe devo? Se tiver esse sentimento de agradecer, ensine a outras pessoas a respeito desse tratamento. Traga aqui quem está aflito, respondia-lhes. Desejava que, desta maneira, viessem mais e mais pessoas. Queria saber e essa era a minha tarefa, quantos pessoas dentre as que trataram se interessariam verdadeiramente pelo caminho, que não se amparariam em remédios, em tratamentos médicos. Eu as encaminharia a Tóquio para que elas também fizessem parte da Associação (isto é, a fim de que se convertessem á religião). Eu não era doente e, mesmo assim, soube da importância do tratamento, através da constatação de fatos indescritíveis surgidos pela imposição das mãos. E, portanto, abandonei os negócios nos quais me esforçava até então, e, desejoso de fazer com que os outros também experimentassem aquelas sensações maravilhosos que eu vivenciara, deixei a minha família na minha terra natal e parti para as atividades de difusão. Deveria transmitir a todos que poderiam obter aquele poder de cura através do johrei, mesmo que não conhecessem nada sobre medicina, mas que possuíssem um bom coração para poderem sentir a alegria do próximo como a sua própria, e que desejassem praticar o bem. Falava sobre isso durante os tratamentos. Porém, a grande maioria das pessoas dizia: o senhor, professor, deve ser especial. E ninguém queria acreditar naquilo que eu lhes falava. Achavam que estavam sofrendo porque os remédios não faziam efeito, os médicos eram incompetentes, sem reconhecerem a sua falta de inteligência e falhas. 

Em outras palavras, significava que se supervalorizavam, sem perceberem as suas próprias deficiências, transferindo a responsabilidade aos outros quando as coisas não iam como esperavam. Sofri muito para encaminhar e educar pessoas dessa natureza. Portanto, mesmo desejando fortemente praticar a cortesia, sempre cuidei para que isso não se tornasse inoportuno. Desejava criar “um combatente a favor de Deus” dentro daquelas pessoas que a cada dia vinham ao meu consultório. Cogitei também em como fazer para captar o sentimento dos que me procuravam. Todos que vinham ali tinham o desejo de se salvar, livrando-se dos seus sofrimentos. Não possuíam muita vontade de auxiliar o próximo, praticando o altruísmo. Não seria bom que eu pedisse a essas pessoas, indiretamente que fizessem trabalhos para a Obra de Deus? Aí, agindo mais com os jovens,pedia-lhes que se movessem, arranjando-lhes tarefas propositalmente. Por favor, pode ir comprar cigarros? (Apesar de eu ter cigarros estocados). Poderia me trazer um copo d’água? (Mesmo que não estivesse absolutamente com sede). Será que você poderia acender o fogo da lareira? Apague o fogo, sim? Pode abrir a janela, por favor? Feche a janela; por gentileza, sim? Mesmo sendo pequenas tarefas, fazia com que todos pudessem realizá-las, por mais insignificantes que fossem. Assim , ao pedir que me auxiliassem, foi aumentando a familiaridade entre nós e, com isso, os assuntos começaram a se tornar variados. Em todas as conversas, fiz com que tivessem um ponto de vista mais claro e alegre. Os doentes tendem a voltar os olhos somente para si e, sem exceção, sofrem psicologicamente. Na análise dos fatos, sempre buscam a responsabilidade nos outros e se queixam que neles está a causa de todo o mal. 

É realmente importante fazê-los voltar-se á esperança compreendendo-os e direcionando-os á claridade. Fiz com que cada pessoa que vinha receber johrei trabalhasse numa tarefa adequada a cada uma, sem onerá-la, e que com isso fosse entendendo o sentimento de Meishu-Sama, que pregava a construção do Paraíso Terrestre. Assim, fui procurando, uma a uma pessoas que desejavam aprofundar no Caminho de Deus. O Mestre, em seus Ensinamentos, diz: “Até mesmo Deus salva os homens através dos homens. O homem é representante de Deus”. Meishu-Sama nos ensina que o homem deve estar sempre atento ao desenvolvimento do seu espírito bom, isto é do seu sentimento Divino e, á medida que aumentar o número de homens misericordiosos, o Paraíso Terrestre se tornará mais próximo e, portanto, nós temos esta responsabilidade. 

Chego até a pensar que Deus é um tanto rígido no uso das pessoas. Suponhamos que as pessoas conheçam essa utilização por parte de Deus através de eu pedir-lhes pequenas tarefas; a postura delas em caminhar de um passo a dois, de dois a três, se ligará á iniciativa da salvação do próximo. O ponto vital está na mudança do sentimento de “me fizeram trabalhar” para “foi-me permitido trabalhar”; e quando essa pessoa atinge esse ponto, estará transformando também, qualitativamente, sua posição de ser salva para a de salvar seus semelhantes. Aí sim, se abrirá o caminho para servir a Deus e á humanidade. Mesmo sendo uma tarefa para Deus, quando peço através da minha pessoa, eu sempre agradeço de gratidão dizendo: Muito obrigado. Cansou? É indispensável essa palavra de gratidão. Pelas minhas experiências de pobreza e dos tempos de aprendiz, pude sentir a importância dessas palavras de conforto e agradecimento. 

Quando se as recebem, o sentimento das pessoas se torna sincero. E para trabalhar para Deus, é importante ter espírito sincero e honesto. Criar soldados a serviço de Deus significa agir sinceramente para com ele, fazer experimentar esta desconhecida expansão, da força do johrei e se transformar em pessoa que passe da posição de ser salva para a de salvar os outros. E assim, transformar em guerreiros de Deus, isto é um Discípulo Divino acredito ser um trabalho para todo o resto de minha vida. 




Fonte: Livro/ “Cem Estórias da minha Fé”
(Fundação Mokiti Okada – M.O. A) – São Paulo/SP.
1.Edição – Julho/1987 – Vol. II
Igreja Messiânica Mundial do Brasil
Autor: Revmo. Katsuiti Watanabe (Pai do Revmo. Tetsuo Watanabe)
Pág.(26 a 32) 






Como infundir Confiança

Não é estritamente necessário ter sido salva para se tornar uma pessoa que salva. Por outro lado, nem sempre que foi salvo se tornará imediatamente, alguém que salva, cheio de confiança. Existem pessoas que, até mesmo sendo salvas, não movem um dedo para salvar o próximo. Quando se consegue fazer adquirir a convicção que “eu também posso salvar”, dá-se o primeiro passo para a formação de pessoa que salva pessoas. 

Este episódio ocorreu quando ainda nem se completara um ano após eu começar as atividades de difusão, isto é, lá pelos idos de 1944, quando o johrei era praticado sob a forma de massagem. Na igreja, diariamente, vinha cerca de cem pessoas desejosas de receber johrei. Só em atendê-las, eu já me sentia exausto. Nem sempre aquele que tinha se curado através do johrei se tornava pessoa que salvavam os outros. Sempre me acompanhava a dificuldade de fazê-los compreender verdadeiramente que eles também podiam fazer o mesmo que eu fazia. Para realizar a salvação, não há outro caminho senão fazer cada qual experimentar e ir adquirindo convicção. 

Era início do verão. Estava sentado, vestindo uma camisa curta de linho e calças largas, dando continuidade aos tratamentos. Aí, apareceu um homem que se dizia conhecido de outro, por vias comerciais, de quem trazia uma carta de apresentação. Chamava-se Senhor O. E tinha uma loja de roupas na cidade de Shizaki, na península Tita. Minha mulher já está acamada há mais de quatro anos e meio devido à osteomielite. Nesse período, já fizera várias operações sem resultado. Agora, se encontra imobilizada, sofrendo com cinco travesseiros calçados pelo corpo. Por favor, haveria possibilidade de o senhor vir até minha casa para tratá-la? Entendo perfeitamente o seu sentimento, mas, para ir até lá gastaria o dia inteiro e, como o senhor vê, inúmeras pessoas vêm ao meu consultório para o tratamento. Não posso largar tudo para me dirigir somente á sua casa respondi-lhe. Tenho por norma não estender a mão facilmente àqueles que têm fraco sentimento de procura, especialmente em relação ás coisas de Deus. Não só por isso, mas, além dos interessados de verdade havia muitas pessoas, que ouvindo em barbearias, banhos públicos ou em conduções, procuravam no intuito de apenas experimentar o tratamento. 

Pessoas assim não passavam de meros curiosos e a maioria não vinha mais que uma vez. A continuidade de uma semana ou uma quinzena de recebimento de johrei é que proporcionava a sua apreciação e não uma única vez. E, mesmo vindo durante vários dias, ao aparecer o resultado do tratamento, diziam que “O remédio ingerido tempos atrás fizera efeito agora” ou “acho que é coincidência, pois o tempo de curar-me já havia chegado”. E muitos acabavam por isso mesmo, sem buscar mais seriamente a verdade. Portanto, mesmo recusando ajuda, aqueles que tinham espíritos de busca, vinham com seriedade ainda maior, reforçando o desejo de receber johrei. No dia seguinte, o Senhor O. Veio me pedir a visita. Neguei novamente. Ele veio um terceiro dia, e, com lágrimas nos olhos, solicitou novamente a minha presença. 

Já expliquei anteriormente o fato porque eu não posso aceitar o seu pedido. Porém, se o senhor achar que um representante meu seja suficiente, poderei pedir a ele que vá á sua casa respondi-lhe. Sim, não me importa que seja seu substituto. Por favor. Chamei o Sr. Taki, que se tornara membro há dois meses e ainda não possuía experiência em fazer o tratamento a terceiros. Por favor, vá como meu representante. Não se preocupe com absolutamente nada. Proceda como eu digo e tudo correrá bem. Chegando lá, vá a cabeceira da doente e faça o tratamento por cerca de uma hora, com muita atenção, desde a cabeça até a ponta dos pés. Descanse e jante; beba, no máximo, um cálice de saquê, se quiser. Após descansar, recomece por mais uma hora e, se possível, mais trinta minutos antes de se deitar. No dia seguinte, ministre johrei por uma hora após o café da manhã e aí regresse. 

Nesse intervalo do tempo, observe atentamente, como à doente vai se modificando e, ao voltar, me comunique instruiu. Ao sair, ele mostrava um semblante duro, como querendo disfarçar a preocupação; ao regressar, porém sua fisionomia estava totalmente clareada. Reverendo, eu me assustei. Cada vez que ministrava johrei, a cor do rosto dela ia melhorando. Hoje pela manhã, ela conseguiu subir ao segundo andar, onde me encontrava, para receber o johrei foram as suas palavras. Recebi o relatório, e disse-lhe para ir observando atentamente para ver como ela iria ficar dali para frente. Foi muita surpresa quando ela própria veio no dia seguinte á igreja, em Nagoya, ajudada pelo marido, andando pela primeira vez depois de quatro anos e meio durante os quais mal podia se movimentar. 

Veja que consegui essa melhora com o seu representante. Com o senhor, que é Mestre, acredito que deverá ser ainda mais maravilhoso, e, portanto, viemos. Vamos ficar em casa de parentes e vir receber johrei aqui disse, assim que me cumprimentou. Perdoe-me pela pergunta inusitada, mas por quanto tempo deverei vir? Indagou-me em voz alta; porém, após breve reflexão, ela mesma respondeu: Bem, eu passava os dias pensando que seria hoje ou amanhã o dia da minha partida; então ouvir o senhor dizer que devo freqüentar durante dois anos significa que poderei viver, no mínimo, mas esse tempo, não é? O Senhor Taki, por outro lado, presenciava estes aspectos do comportamento e da mudança física daquela senhora, e foi adquirindo uma grande convicção no tratamento. Ela veio em julho; continuou em agosto, e já em setembro, apresentava uma recuperação tão surpreendente que não parecia ser a mulher que passara quatro anos e meio enterrada numa cama. Neste ínterim, o casal a empregada, e outros parentes, em número de cinco, se tornaram membro. Em setembro, devido á guerra, o Senhor O. Foi convocado na frente de batalha, e sua esposa teve de voltar ao lar em Shizaki. Na despedida, disse-lhes: Se vocês fizerem o tratamento entre si, a doença da senhora não apresentará problemas. Caso aumente o número de amigos que façam o tratamento, eu também um dia poderei visitá-los. Portanto, quero que se esforcem incentivei-os. Dei a entender que transformassem a alegria de serem salvos em alegria de salvar. 

E, assim, num recanto da Península Tita, foi plantada a semente da atividade de difusão, tendo essa senhora como figura central. (Esta semente, na época, se desenvolveu até tornar-se igreja- filial Wako e, posteriormente, foi se transformando em igreja filial Nagoia-Zuiho). Passado algum tempo, a empregada daquela senhora veio nervosa, correndo. Minha patroa esta sofrendo muito e nós mesmos não sabemos o que fazer disse-me, buscando ajuda. Pelo que me contou, estava claro que a Senhora O. se encontrava em estado de repurificação. Bastava que continuasse com o tratamento e tudo se resolveria. Para isso eu não precisava ir até lá. Era suficiente que a empregada ministrasse o tratamento. Mas como não possuía experiência, simplesmente se apavorava. Muito bem, vou ministrar johrei em você. Eu lhe darei forças para que o ministre em meu lugar. Você será meu corpo para transmitir a Luz Divina á sua patroa. 

Chegando a casa, ministre-lhe com esse sentimento incentivei-a, e fiz dela minha representante. Assim, além da empregada, ela também adquiriu confiança no johrei. E foi essa convicção que se tornou a força motriz para as atividades posteriores na cidade de Shizaki. 



Fonte: Livro/ “Cem Estórias da minha Fé"
(Fundação Mokiti Okada – M.O. A) – São Paulo/SP.
1.Edição-Julho/1987 –Vol.II
Igreja Messiânica Mundial do Brasil
Autor: Revmo. Katsuiti Watanabe
Pág.(55 a 60)







Gemoterapia / Cristaloterapia


GEMOTERAPIA OU CRISTALOTERPIA 


A Gemoterapia ou Cristaloterapia trabalha com cristais, gemas e pedras semipreciosas. Normalmente é usada em conjunto com outras terapias para potenciar os seus efeitos. Isoladamente, os cristais podem ser utilizados para equilibrar ou reativar os chakras e limpar a aura, favorecendo o equilíbrio natural do corpo e das emoções. Neste artigo abordamos a Cristaloterapia, cada vez com mais adeptos no nosso país, principais utilizações e suas interligações com os sete chakras principais. 

A CRISTALOTERAPIA OU GEMOTERAPIA 




A base principal da gemoterapia está na teoria de que tudo no universo é energia em estados diferentes de condensação e vibração, inclusivamente a matéria. Tudo no universo está interligado e em interação. Os cristais, segundo esta concepção, são condensações de energia telúrica pura, armazenada no seio da terra ao longo de milhões de anos, sob a forma de gemas e de pedras semipreciosas. Por serem energia pura vibram em alta freqüência, absorvendo com facilidade energias de padrão elevado. 

Quando os cristais são usados no trabalho terapêutico com o paciente, elevam as suas vibrações corporais e mentais a níveis superiores de percepção e harmonia, removendo bloqueios que impeçam os chakras de captar as energias superiores. A energia condensada e captada pelo corpo dos cristais é projetada pelas suas extremidades, podendo ser estimulada pelo calor do corpo, pelo sol, pelo
contacto com outros cristais e também por programação mental.
Os cristais são minerais com estrutura regular e configuração cristalina. As suas formas geométricas são variadas: triangular, isométrica, tetragonal, hexagonal, etc. 

O cristal de quartzo, por exemplo, tem seis faces, que simbolizam os seis chakras principais do corpo humano. A ponta simboliza o sétimo chakra, da coroa, o mais elevado, que capta a energia divina. A base do seu corpo liga-se à energia da Terra e a sua extremidade ao céu, funcionando como amplificadores de energia nos processos terapêuticos. Os cristais de quartzo também são ótimos condutores naturais de energia eletromagnéticas, sendo industrialmente utilizados em computadores, instrumentos de precisão e equipamento de telecomunicações. 

ALGUNS CRISTAIS/GEMAS MAIS UTILIZADOS 

RUBI 

A sua cor vermelha deve-se ao óxido de crómio. Fortalece a intuição e a iniciativa de pensamento. Confere energia, coragem, paixão e espírito vitorioso. Acalma as dores e combate a preguiça e a melancolia. Signo de Carneiro. 

AMETISTA 

As cores púrpura são produzidas por vestígios de ferro, manganésio e titânio. É a pedra do pensamento criativo, da purificação e da evolução espiritual. Age contra a dispersão da mente, dá clareza, humildade e sentimentos filantrópicos. Protege contra as alucinações, o medo e o pânico. Atenua o ódio, o desgosto e a saudade. Signo de Peixes. 

QUARTZO ROSA 

O quartzo rosa é um cristal colorido pelo manganésio. É uma pedra suave, de cor delicada. Incentiva a maleabilidade, inspira a beleza e o apreço pelas artes em geral. Estimula a imaginação e a criação. Fortalece o amor próprio e suaviza mágoas e ressentimentos. Pedra dos signos de Touro e Balança. 

LÁPIS LAZÚLI 

É uma pedra sagrada. Os Egípcios chamavam-lhe «pedra dos céus». Fortalece a vontade, desperta a gentileza e o altruísmo. Promove o trabalho social em geral. Amplia a capacidade de amar, sendo em algumas regiões uma pedra dedicada a Vénus. Em tempos antigos, foi usada como adorno para o peitoral do sumo sacerdote de Israel e do Egito. Considerada sagrada também pelos Assírios. Pedra de Leão e de Sagitário. 

CITRINO 

O citrino é um quartzo amarelo a que os comerciantes de cristais chamam «topázio dourado». Inclina aquele que o usa a adotar atitudes neutras, favorecendo o controlo emocional. Torna os pensamentos claros e ativos a circulação energética. Signo de Gêmeos. 

PEDRA-DA-LUA 

Também chamada de opala-água, olho-de-peixe ou olho-de-lobo, muda de acordo com as fases da Lua, e daí o seu nome. Encontra-se principalmente em regiões rochosas do Sri Lanka. Na Índia é considerada sagrada. É a pedra dos artistas, dos filósofos, dos escritores e dos Poetas. Dá inspiração e sucesso no amor, encoraja as ligações pessoais, dignifica a vida emocional, revela inimigos e proporciona proteção. Signo de Sagitário e Peixes. 

GRANADA 

A sua coloração vermelha deve-se ao ferro e, por vezes, ao manganésio. Também há granadas de outras cores: verde, amarela, cor-de-laranja, cor-de-rosa, púrpura e negra. A granada dá energia, coragem e intrepidez. Promove a perseverança e a agressividade. Ativa a clarividência e a sexualidade. Signo de Escorpião. 

ESMERALDA 

É encontrada em diferentes tonalidades de verde, desde o mais pálido e luminoso até ao mais escuro e profundo. Protege contra as tentações e a sedução. Fortalece os laços matrimoniais, além de manter o viço da juventude e proteger a visão. Fortalece o intelecto e a memória e facilita o sono. Signo de Touro e Balança. 


ENERGIZAÇÃO DOS CHAKRAS PELA GEMOTERAPIA 

Para reativar ou equilibrar os chakras, coloca-se a pedra correspondente sobre o chakra em questão, deixando-a atuar por um período de 10 a 20 minutos, ao mesmo tempo em que se procura manter a mente tranquila. 

CHAKRA BÁSICO
Pedras vermelhas
Rubi, coral, jaspe sanguíneo, granada, magnetite.

CHAKRA UMBILICAL (SACRO)
Pedras cor-de-laranja
Cornalina, ágata alaranjada, âmbar.

CHAKRA DO PLEXO SOLAR
Pedras amarelas
Topázio, quartzo rutilado, citrino, calcite amarela, fluorite amarela.

CHAKRA CARDÍACO
Pedras verdes ou cor-de-rosa
Turmalina verde, amazonite, quartzo verde, malaquite, esmeralda, jade, quartzo rosa.

CHAKRA LARÍNGEO
Pedras azuis
Água-marinha, turquesa, sodalite.

CHAKRA FRONTAL
Pedras de cor anil
Safira anil, lápis-lazúli, azurite.

CHAKRA CORONÁRIO
Pedras brancas ou violeta
Diamante, pedra-da-lua, quartzo branco, ametista. 




Fonte: Portal Portugal Místico 
(portugalmístico.com / terapias-cat/49) 










Os Seres Humanos são a Casa de Deus


Os Seres Humanos são a Casa de Deus 


Com imenso e profundo respeito, digo-lhes que o único e Supremo Deus – que é a vida eterna – outorgou a vida a todos os seres criados por Ele. Deus é o Pai das nossas vidas. Seguindo Seu propósito, juntamente com tudo o que existe no universo, é nutrido por suas bênçãos e energia e fomos unidos a Meishu-Sama, que renasceu como Messias – verdadeiro fi lho de Deus – para que também possamos nascer novamente. Agradecendo profundamente por isso, expresso minha mais sincera saudação pelo ano-novo. 

Já se passaram 10 meses desde o grande terremoto que ocorreu no nordeste do Japão. Caminhamos para a recuperação desta região, mas ainda existem muitas pessoas que vivem seu dia a dia repleto de dificuldades e insegurança. Além disso, tivemos muitas calamidades em todo o mundo, como as grandes enchentes na Tailândia. Dentro desta situação, fiquei extremamente emocionado com a postura de todos os messiânicos que, acreditando em Meishu-Sama e não perdendo o sentimento de gratidão, mantiveram-se firmes, esforçaram-se para seguir em frente com alegria, ajudando e incentivando uns aos outros. Essa postura levou paz e esperança àqueles que estavam ao seu redor. 

Em qualquer circunstância, Meishu-Sama está sempre junto dos senhores, protegendo-os e apoiando-os. Meishu-Sama é quem mais os conhece. Ele está dentro do coração de cada um dos senhores, confortando-os e encorajando-os. Precisamos, pois, acreditar em seu grandioso amor, recebendo-o plenamente para que possamos compartilhá-lo com muitas pessoas. Meishu-Sama afirmou que Deus é Luz. Em 1935, quando instituiu nossa Igreja, ele fez uma palestra intitulada “A Construção do Mundo da Grandiosa Luz”. Por meio de expressões como “Mundo da Grandiosa Luz”, ele anunciou o surgimento da “Grande Luz”, em outras palavras, o aparecimento da “luz espiritual do Sol”. Ele afirmou também que “as pessoas que escutarem estas palavras e abrirem docilmente suas portas, serão imediatamente banhadas pela Luz e salvas”. E completou: “Basta abrir as janelas do coração”. 

No princípio, estávamos no Paraíso radiante da grandiosa Luz e brilhávamos intensamente. Além disso, servíamos nele com Meishu-Sama. Essa Luz, juntamente com Meishu-Sama, continua presente até hoje dentro de nós, preenchendo toda nossa consciência, que mistura o Bem e o Mal. Ela ilumina e clareia nossos sentimentos mais sombrios e perturbados que se nos alojam mais obscuros recônditos de nossos corações, como a preocupação e a lamúria. Deus a tudo observa e está nos perdoando, nos purificando e nos recebendo no Mundo da Luz. Onde quer que estejamos esta Luz e Meishu-Sama continuarão brilhando dentro de nós. Não será por este motivo que, mesmo estando aqui na Terra, os senhores conseguem servir em consonância com o Paraíso?Agora é o momento de retornarmos à nossa origem, o Paraíso, de abrirmos bem as janelas dos nossos corações e, no centro dele, recebermos Meishu-Sama. E ainda, considerando esta luz como a Luz da Salvação, vamos ser úteis à divina obra de transmiti-la a muitas pessoas. Neste ano, serão concluídas as obras de restauração do Palácio de Cristal, no Solo Sagrado de Atami, e de ampliação da Vila Primavera-Outono (Shunju-an), no Solo Sagrado de Kyoto, que incluiu uma sala para cerimônia de chá. 

Meishu-Sama construiu os Solos Sagrados para que pessoas do mundo todo neles pudessem se reunir, viver momentos alegres, descansar e, ao mesmo tempo, voltar seus sentimentos e sua mente para o Paraíso invisível aos nossos olhos. Ele desejava que as pessoas se elevassem a ponto de seus corações se comunicarem com Deus. Para corresponder a este desejo de Meishu - Sama, os senhores vêm se dedicando com toda sinceridade para manter e ampliar a beleza os Solos Sagrados, edificando, inclusive, novas construções. Acredito que Meishu-Sama deve estar muito feliz com tudo isso. E para que essa alegria de Meishu-Sama se torne a nossa alegria e a de muitas pessoas, vamos continuar servindo cada vez mais na Obra Divina de construção de Solos Sagrados. 

Todo Solo Sagrado possui em seu centro um templo, ou seja, uma “casa de Deus”. Meishu-Sama afirmou que os seres humanos são a casa de Deus. Dessa maneira, recebemos d’Ele a vida para O servirmos como Sua própria morada. Sendo assim, vamos agradecer a permissão de estarmos sendo vivificados como modelos de Paraíso no qual, por intermédio de Meishu-Sama, receberemos Deus na “casa” construída em nosso coração. Que, assim como as ondas concêntricas formadas pela pedrinha que cai no lago, possamos servir com sentimento renovado à expansão da divina obra de salvação, que conduz muitas pessoas de volta ao Paraíso. Encerro esta saudação orando para que, durante todo este ano, as bênçãos e a Luz do Supremo Deus – que se encontra junto a Meishu-Sama – possam ser compartilhadas com a humanidade e todos os demais seres por intermédio dos senhores. 


Muito Obrigado 



“Todo Solo Sagrado possui em seu centro um Templo, ou seja, uma “Casa de Deus”. 
Meishu-Sama afirmou que os seres humanos são a Casa de Deus. Dessa maneira, 
Recebemos “dele a vida para O servirmos como sua própria morada.” 



Saudação de Ano-Novo Líder Espiritual da IMM - Kyoshu-Sama - 1º de janeiro de 2012 
Orientação / Yoiti Okada- Líder Espiritual da Igreja Messiânica Mundial. 

Fonte: Revista Izunome
N.49 - Janeiro /2012 – São Paulo/SP.
Igreja Messiânica Mundial do Brasil
www.messianica.org.br


Experiência de Fé com a Prática do Sonen

EXPERIÊNCIA DE FÉ COM A PRÁTICA DO SONEN(JAPÃO)


Bom Dia a todos!

Me chamo Marilucia Letiere sou membro da Igreja Messiânica há 17 anos. Atualmente dedico como missionária do Johrei Center Eikoh Hamamatsu.

O que tenho a relatar aos senhores hoje, é com relação a uma filha minha que está no Brasil. Para a surpresa da nossa família, ela ficou grávida no início deste ano. Quando estava no quarto mês de gestação, começou a purificar com sangramentos, o que a obrigou a ficar em repouso. 

Quando já estava no sexto mês de gravidez, ela começou a ter problemas de pressão alta. Até que um dia teve que ser levada de ambulância para o Hospital, pois sua pressão havia subido muito. Segundo os médicos, minha filha e seu bebê corriam risco de vida.

Eu não sabia de nada até o momento em que, minha filha que mora comigo aqui no Japão, antes de ir trabalhar, ligou o computador e viu que havia uma mensagem pedindo para ligar urgente para o Brasil.

No mesmo instante eu telefonei e falei com minha cunhada. Durante nossa conversa, ela me contou o que estava acontecendo e pediu para que eu voltasse urgente para o Brasil, pois estava muito preocupada com o estado de saúde da minha filha. Os médicos estavam dizendo que era muito grave.

Desliguei o telefone e, ainda muito preocupada, tive que sair para um compromisso que já estava marcado. Comecei, ao mesmo tempo, a ligar para os membros da Igreja e contar o que estava acontecendo com minha filha e meu neto lá no Brasil.

Depois, fui à Igreja e conversei com o Ministro, que me disse: “Dona Lucia, sei que para a senhora que é mãe não está sendo fácil, mas agradece essa purificação e entrega ao Messias Meishu-Sama. Agradeça!”

Conversei com ele durante trinta minutos. Já estavam aliviados e calmos, então, fomos à frente ao Altar e fizemos oração de entrega a Deus. 

Antes de eu ir embora, o Ministro me passou vários telefones dos Johrei Centers das regiões vizinhas da casa onde minha filha morava.

No mesmo dia, a noite, liguei de novo para a minha cunhada e, fiquei sabendo o nome do Hospital e o número do quarto onde estava internada minha filha. 

Telefonei então para dois Johrei Center no Brasil. O Johrei Center Tatuapé e o Johrei Center Belém. Conversei com o Ministro de lá e ele me tranquilizou dizendo que eu não me preocupasse, pois eles iriam cuidar da minha filha.

Naquele mesmo dia o Ministro e mais outros membros foram ao hospital, mas infelizmente não puderam entrar, pois minha filha estava na U. T. I. Dois dias depois, devido a gravidade e risco de vida que corriam, os médicos decidiram retirar o bebê, fazendo um parto induzido.

O parto foi realizado no dia 18 de julho. Minha filha estava com seis meses e meio de gestação e o bebê nasceu com apenas 500 gramas. Por isso, teria que ficar na UTI Durante quatro meses, recebendo cuidados especiais até que ganhasse o peso necessário. Porém, os médicos não davam muita esperança de que o bebê sobreviveria.
Continuei todos os dias dedicando e fazendo as práticas orientadas com obediência.
Após o bebê nascer, a pressão da minha filha voltou ao normal e com apenas três dias de internação ela teve alta do hospital e já conseguia andar normalmente.

Durante todo o tempo em que minha filha esteve internada, e que meu neto estava na UTI eles receberam Johrei. Às vezes os membros tinham que ministrar do lado de fora do quarto, pois não podiam entrar e, mesmo assim eles continuavam indo ministrar Johrei.

Depois que teve alta, minha filha ia ao hospital todos os dias visitar o filho e, assim, continuou a receber Johrei diariamente.

Eu, aqui, fazendo muita Prática do Sonen e oração, junto com os membros para quem havia relatado o sobre essa purificação. Eu sempre orava a Deus, agradecendo pela permissão que eu, minha filha e nossa família estávamos tendo de receber essa purificação e, entregava a Deus e a Meishu-Sama, colocando em Suas mãos. 

Materializava também minha gratidão todos os dias através do donativo.

Hoje, Graças a Deus e Meishu-Sama, meu neto que se chama Pedro Henrique já está em casa e está muito bem de saúde, pesando 2.300 gramas.

Agradeço em primeiro lugar a Deus e ao Messias Meishu-Sama por ter recebido essa graça, ao Ministro daqui e também do Brasil e, a todos os membros pela assistência recebida e por todas as orações.

Muito Obrigada! 


Culto aos Antepassados
Centro de Aprimoramento de Iwata/Japão
Johrei Center de Iwata
Johrei Center Eikoh Hamamatsu
31/10/2010









                                                             




EXPERIÊNCIA DE FÉ PRÁTICA DO SONEN (JAPÃO)


Bom Dia a todos!

Meu nome é Paulo Santos. Dedico no Eikoh Fukuroi Center (Japão)

Ainda em decorrência do estouro da economia americana, as vendas japonesas para o exterior caíram muito, era outubro de 2008, estava desempregado, através de Deus e do Messias Meishu-Sama, entrei na empresa Y. E o curioso, exatamente na época em que dezenas de funcionários desta empresa foram ou estavam sendo despedidos.

Os conhecidos que encontrei, logo no primeiro dia, me perguntavam: Como você conseguiu entrar?...Estão despedindo todo mundo. Mais adiante encontrava outro conhecido: Ué? Como você entrou aqui? Acho que foram umas seis pessoas que fizeram a mesma pergunta no mesmo dia: Como você entrou aqui?

Eu pensava: Puxa vida! Recebi um grande milagre ao conseguir entrar aqui. Meishu Sama está sempre atento. 

Fui trabalhar numa sessão que era fora da área produtiva. Havia seis janelas duplas, a três metros de altura, cheias de teias de aranha, o chão era sujo e cheio de óleo, as escadas que davam acesso ao andar de baixo estavam impregnadas de sujeira e óleo, as paredes com grades cheias de pó, as portas de aço de três metros de alturas estavam também com poeira de muitos anos, as portas automáticas de plásticos estavam escuras de tão sujas. 

Levei meses limpando o local com o sentimento de mitamamigaki. A fim de que o Ga, não se apoderasse, todas essas limpezas foram feitas como uma dedicação oculta. Ou seja, foram iniciadas e terminadas sem a presença de outras pessoas e nem foi comunicado a chefia. 

Iniciei também a limpeza diária das pias de alumínio, não bem uma pia, mas uma espécie de lavatório de uns três metros de comprimento com umas cinco torneiras, tremendamente sujo, usado para escovar os dentes, lavar as mãos, fazer gargarejos, etc., que ficavam logo na entrada e no fundo do galpão, onde trabalhavam na sua maioria estrangeira, agora reduzida pelos constantes cortes a cerca de 100 pessoas.

Dia após dia, mês após mês, limpava aquelas pias, com o sentimento de que todos tivessem a permissão de serem felizes. Eram para mim uma espécie de treinamento de altruísmo, pois a medida que praticava percebia que meus pensamentos estavam lá longe, pensando no preço da paquinha, no serviço que ia fazer, então procurava me concentrar na tarefa de esfregar a pia e desejar que todas as pessoas que utilizassem este lugar tivessem a permissão de serem felizes. Dia após dia, treinando, corrigindo, sem falhar um dia.

Há um ano, em outubro do ano passado, nos avisaram que o setor iria ser fechado, que ali seria instalado uma sessão da filial Makinohara. A maioria dos estrangeiros que foram poupados das últimas degolas, trabalhavam há muitos anos naquela empresa, 5, 7, 10, 15, 18 anos, eram os chamados veteranos, não conseguiam acreditar no que estavam ouvindo. Entraram ali com 30 anos de idade e agora com 48, 50 anos estavam prestes a perder o lugar que era a continuação de suas casas há mais de 18 anos, era demais, não conseguiam disfarçar por muito tempo e logo ficavam tristes olhando um horizonte que não existia.

Neste ínterim aconteceram uns fatos interessantes:

Era responsável de pegar as peças, de 400 kilos cada, deixadas pelo caminhoneiro na entrada do galpão e colocá-las nas máquinas, de acordo com o número fixado na peça. Como o espaço na entrada do galpão era pequeno, tinha de voltar rapidão para pegar a próxima peça que o motorista já tinha trazido. Ao pegar a primeira das 15 remessas e partir imediatamente em direção a máquina numerada na peça, me deparei com um colega japonês descarregando um daisha grandão, que ocupava mais da metade do corredor e que impedia que eu passasse com a empilhadeira. E agora? Teoricamente a prioridade é minha. Sexta-feira á tarde, dia de descarregar as peças para os operadores trabalharem no final de semana. Pensei:- esse é o cara que o meu cotae brigou, de gritar um com outro, de empurrar um o outro com a barriga e que até hoje não se conversam. E agora? Eu, ali parado, e ele descarregando os papelões dele, fazendo de conta que eu não estava ali. E agora? Ele tá sério.

Aí eu gritei: Sumimasen.Com licença...não dá para passar...ele então puxou o daisha uns 15 cms e fazendo umas quatro manobras consegui passar. Antes de levar as bobinas para máquina, olhei para ele, sorri e disse: Arigatou Gozaimasu. E saí em disparada para a máquina pois já estava vendo o caminhoneiro trazendo outras duas bobinas. Quando voltei vazio, ao passar pelo japonês, vi que ele tinha puxado o daisha quase um metro para fora do corredor o que possibilitou passar sem manobrar.

Passei devagarzinho e sorrindo disse ¨Arigatou Gozaimasu. Foi uma grande ajuda¨. E acelerei para continuar o trabalho. Ao terminar de descarregar tudo, passei por ele, inclinei 30º em sinal de reverência e agradeci novamente, Arigatou gozaimashita.

Na outra sexta, lá estava ele preparando para descarregar os papelões bem no horário que o caminhoneiro já estava trazendo as 2 primeiras bobinas. 
Aí eu disse: - O senhor vai começar o trabalho agora, né? 
Então eu vou guardar as bobinas depois para não atrapalhar o senhor, ok? 

Então ele disse: Não, você pode guardar as bobinas, vou ao escritório terminar um serviço e depois eu volto. Guardou o daisha e se foi. 

Agradeci novamente, Arigatou Gozaimasu.

Caramba!!! Pensei: resolveu-se o que seria uma grande briga com um monte de arigatos. Sugooooi!!!

Houve uma série de capítulos até a degola final.

Como a lei exigia, fomos transferidos de funcionários da empreiteira, para funcionários da empresa num sistema denominado funcionário da empresa por contrato¨ ou ¨keyaku shain¨. Havia uma cláusula que assinalava que eu seria demitido no fim do contrato de 6 meses, ou seja tinha data marcada para acabar, era 20 de outubro.

Uns poucos foram transferidos para outras sessões que por estarem lotadas, adaptação a estas novas sessões não estava sendo fácil, outros ficavam a espera do fim do contrato, gerando um clima pesado, de dúvidas, lamentações, mas apesar de tudo havia o sorriso , a alegria, um cumprimento matinal cordial. Naturalmente um indicava para o outro onde havia vagas, e aos poucos todos foram se encaixando em outras empresas, em outras profissões e até em outras cidades. Acho que a maioria da pessoas não perceberam mas foi incrível, todo mundo se encaixando na vida nova.

Parecia que o desejo de que todos sejam felizes, materializado na limpeza diária das pias, estava se realizando. Até o vencimento do meu contrato a imensa maioria estava reempregada em outras empresas, em outras cidades. Não falhei um dia sequer.

Passei a agradecer a Deus, a Meishu- Sama e a empresa em que trabalhava, por esses dois anos de labuta, cujo dinheiro possibilitou cuidar adequadamente da minha família, agradecia a Deus pela empresa. 

Estava chegando as últimas duas semanas de trabalho, as perguntas dos que ficaram eram as mesmas: Até quando vai seu contrato? Seu contrato vai ser renovado? Vai ser transferido para qual sessão? Já arrumou emprego? O fulano de tal faltou para procurar emprego? Houve uma mudança no seguro desemprego, você está sabendo? Quando vão entregar os papéis para levar no Hello Work?(no caso a agência do seguro desemprego). 

Então me lembrei. 
Uma vez muito tempo atrás, o Ministro me disse: Se você está servindo e cuidando das coisas de Deus, não se preocupe, ele vai cuidar das suas, faça o seu melhor e deixe que Meishu Sama cuide de tudo. Estava ajudando no plantão de quarta-feira, ajudava ministrando aulas para novos membros, etc.

Limpei minha mente daquele turbilhão de informações e me esforçava para passar tranqüilidade para todos.

De repente como num passe de mágica as coisas começaram a acontecer, minha esposa voltou, depois de um ano no Brasil, cuidando do pai bastante enfermo, ela voltou. Estávamos somente eu e minha filha no Japão. Ela voltou, puxa vida, que legal, que alegria.

Uns dias antes dela voltar fui convidado para trabalhar no JICE, uma irmã da JICA, do Ministério da Educação e do Bem Estar Social.

Assinei o contrato na mesa do Centro Internacional de Prefeitura de K., emocionado. O contrato ia vencer dia 20 e assinei o novo emprego dia 19 de outubro. Meishu Sama cuidou direitinho de tudo, do jeito que o Ministro disse. Sugooooi!!! Arigatou Meishu Sama.

Fui até o Johrei Center agradecer e comunicar Meishu Sama que tudo estava perfeito, comuniquei imediatamente também o Ministro. 

Passados 10 dias, estou contratado para trabalhar á distância, recebi um keitai, um computador e semana que vem chega os cartões de apresentação.

Há tempos, desde que me tornei messiânico tenho buscado meios de aprender a como estar sintonizado com essa fabulosa força que orienta tudo que existe.
Estou muito impressionado, que através das Pequenas Práticas Altruístas possamos acionar um milagre dessa magnitude.

Meishu-Sama existe e ele realmente cuida bem de todos nós. 

Estou profundamente grato a Deus e Meishu Sama, pois a família esta reunida e jantamos juntos todos os dias. Fazemos nossas orações juntos. Temos feito a oração matinal, a Amatsu Norito e o Donativo Diário juntos.


Muito Arigatou Meishu-Sama. 


Centro de Aprimoramento de Iwata
Johrei Center de Iwata /Japão
Johrei Center Eikoh Fukuroi
Dezembro/2010






Experiência de Fé com a Prática do Sonen


EXPERIÊNCIA DE FÉ COM A PRÁTICA DO SONEN(JAPÃO)




Bom Dia a todos!

Meu nome é Sebastiana C.S. Sasaki, sou membro há um ano e dedico na confecção de Shorinka no Johrei Center de Fukuroi. 

Gostaria de relatar a Experiência de Fé que vivi com a Prática do Sonen.

Meus pais moram em Assis (SP) e ambos estão com a idade avançada e a saúde debilitada. Meu pai tem 92 anos e há cinco anos apresenta câncer de próstata, além da perda de memória freqüente. Minha mãe com 82 anos tem hipertensão, problemas cardíacos e depressão e nos últimos meses ela tem se mostrado mais fraca.

Toda semana telefono para falar com ela e no mês passado quando liguei, fiz junto a Prática do Sonen e logo senti que ela estava melhor e conseguimos conversar por uma hora.

Procurei um membro de Fukuroi e solicitei ajuda para que alguém no Brasil pudesse dar assistência aos meus pais. Esse membro entrou em contato com o Ministro da área e lhe passou o endereço da minha mãe; que disse prontamente em atender ao meu pedido.
Continuei daqui fazendo a Prática do Sonen e a Prática do “Muito Obrigado”, mesmo durante o meu trabalho, mas não sentia nenhum resultado.

Ligava para minha mãe e perguntava da visita do Ministro e ela dizia que ninguém fora procurá-la.

Voltei a procurar o membro que havia me ajudado e novamente ele ligou ao Ministro no Brasil. Ele disse não ter encontrado a casa da minha mãe, nem as outras pessoas que o Ministro solicitou ajuda, conseguiram encontrá-la.

Mesmo assim, não parei com a minha dedicação na confecção de Shorinka. 

E num dia voltando do serviço, fui até a Igreja agradecer a Meishu-Sama pelo meu dia de trabalho e pedir para ele mostrar a casa da minha mãe ao Ministro.

Após fazer o pedido, fiquei uma semana sem me comunicar com a minha mãe, mas na semana seguinte, liguei e ao falar com ela fiquei muito feliz, pois ela me contou que o Ministro esteve lá, ministrou Johrei nela, no meu pai e em todos da família.

Com apenas 4 Johrei, todos se sentiram melhor. Minha mãe já não sentia tanto cansaço, nem fraqueza, meu pai estava conseguindo dormir a noite toda, pois ele também apresentava problemas de insônia, mas a falta de memória ainda persistia.

Agradeço primeiramente a Deus e ao Messias Meishu-Sama, ao Ministro e aos membros que me ajudaram nessa missão. 

Muito Obrigada! 


Postado por Johrei Center Eikoh Hamamatsu
Experiência de Fé. J.C.Eikoh Fukuroi / Japão
Dezembro/2010










EXPERIÊNCIA DE FÉ PRÁTICA DO SONEN(JAPÃO)


Bom Dia a todos!

Meu nome é Jessica Yoshitaki Harada, tenho treze anos e estudo no segundo ano do ensino médio, aqui no Japão.

Tive a permissão de receber o Ohikari aos nove anos de idade, pois, naquela época eu disse ao Ministro que eu queria receber o Ohikari para ajudar as pessoas.

Desde que eu me tornei membro da Igreja Messiânica, passei a ministrar Johrei na minha familia.

Durante esse período, tive a permissão de viver vários milagres ministrando o Johrei. Por isso, eu acredito em Deus, Meishu-Sama e no Johrei.

Hoje, eu gostaria de contar aos senhores um milagre que estou vivendo atualmente, com relação à Salvação dos Antepassados e a prática de amor altruísta que o Presidente Watanabe nos orientou.

Há cerca de um mês, estou ministrando Johrei numa amiga da minha mãe que estava sofrendo com inchaços e fortes dores nos pés, o que a obrigava a tomar inúmeras injeções para aliviar as dores. É um problema que afeta o Tendão de Aquilis e que, segundo os médicos, se o caso dela se agravar mais, ela não conseguiria mais andar.

Quando comecei a ministrar o Johrei a essa senhora, ela disse que sentiu calma e paz. E, isso me deixou muito feliz. Hoje, ela já consegue andar normalmente.

No inicio, as dores que ela sentia se intensificaram. Primeiro, doía o pé direito, depois começou a doer o pé esquerdo e, em seguida começou a melhorar os dois.

Hoje, passado um pouco mais de um mês, recebendo o Johrei, ela passou a andar normalmente.

Há mais ou menos duas semanas, enquanto eu lhe ministrava o Johrei, ela começou a passar mal e pediu para se deitar. Eu disse que tudo bem e continuei a ministrar o Johrei.

De repente, ela começou a falar em Japonês e a perguntar o meu nome. Eu não entendi o que estava acontecendo e ela continuava a perguntar o meu nome falando em Japonês. Achando isso estranho, chamei a sogra dessa senhora e, quando ela veio, percebeu que a nora estava tendo uma manifestação de um antepassado que estava incorporado.

Eu nunca tinha vivido uma experiência assim, por isso não sabia que a senhora estava tendo uma incorporação.

Então, o espírito que estava incorporado começou a dizer para a sogra da senhora que eu era muito boazinha. Ela disse que era uma avó antiga e que era messiânica antes de falecer, mas, assim que faleceram, seus filhos se afastaram da Igreja Messiânica. Ela disse também o seu nome e disse que morava em São Paulo no Brasil. Disse também que a Luz que estava recebendo era maravilhosa e quente. Ela dizia: Que Luz maravilhosa, que Luz maravilhosa!

Quando ministrei Johrei nela era uma sexta-feira que antecedia o Culto Mensal de Gratidão do Johrei Center Eikoh Hamamatsu.

Relatei o ocorrido ao meu pai que, imediatamente tomou nota do seu nome.

No domingo, ao término do Culto Mensal, seguindo a orientação do Ministro, meu pai preencheu o formulário de elevação aos antepassados com o nome daquele espírito e orou no Altar da Igreja encaminhando-o para a Salvação.

Quando fui ministrar Johrei, na segunda-feira após o Culto, esse antepassado incorporou novamente e começou a dizer que estava muito bem e que tinha visto Meishu-Sama no dia anterior e que viu uma luz Muito bonita. Disse que viu também seu marido, os filhos e o avô. Falou que estava alegre, que estava muito feliz!

Continuei ministrando Johrei diariamente, sem apego, desejando apenas que a nossa amiga fosse feliz e, após quatro dias, o antepassado veio novamente e disse que, desta vez, veio só para agradecer, pois agora estava bem, que finalmente estava vivendo dentro da Luz e estava muito feliz. Agradeceu e despediu-se dizendo que não viria mais e que eu continuasse me esforçando, pois estou no caminho certo.

Eu estou muito feliz por ter tido a permissão de vivenciar essa experiência. Até chorei de emoção e alegria! 

Muito Obrigado a todos! 

C.A.Iwata - Culto pela Elevação das Almas dos Antepassados.
Dia 26/09/2010 / Japão / Johrei Center de Iwata
Johrei Center Eikoh Hamamatsu