sábado, 22 de novembro de 2014

MENSAGENS DE AUTO-AJUDA




O Que Pensam de mim 

Praticamente todos nós, em alguma fase de nossa vida, nos preocupamos com o quê as pessoas pensam a nosso respeito. Isso tem origem na forma em que fomos criados e na importância que é dada ao fato. A maioria não sabe que julgar cria Karma. A maioria se preocupa, portanto, com o quê os outros pensam acerca de suas atitudes.

É inegável, porém, que para muito isso possa até ser um “freio” em determinados sentidos. Mas também é verdade que isso inibe qualquer nova atitude a nosso favor. Quanto mais inovadora for a pessoa, quanto mais criativa e espontânea, mais alvo de criticas ela se tornará. Para os acomodados o NOVO incomoda. Felizmente para mim, num dia, muitos anos atrás, conversando com Lair Ribeiro, lhe confessavam meu desconforto com relação a uma determinada atitude que teria de tomar… E o que as pessoas estariam pensando sobre isso. Ele me disse em alto e bom som: Saul, sobre o que as pessoas pensam a seu respeito o problema é delas. Você é que deve se preocupar em saber o que pensa de si próprio. Achei que tinha aprendido a lição…

Não, ainda não havia aprendido TODA a lição. Somente cinqüenta por cento dela. Tentava aplicar o que o Lair me disse sempre que a situação se repetia. Mas continuava refém do problema. Muito me incomodava este fato. Alguns anos atrás novamente me depararam com o assunto. Nesta fase já tinha conhecido meu mestre… numa conversa muito valiosa, ele me disse: Saul, se continuar pensando assim V. irá estragar a sua saúde. Não acho que você deva dar tanta importância ao que pensam a seu respeito. Principalmente estas pessoas. Recomendo que você analise se quem está tecendo comentários a seu respeito, é bem-sucedido. E, para uma pessoa ser bem-sucedida, em primeiro vem o campo sentimental. Depois precisa ser bem sucedido profissionalmente e, por fim, financeiramente. A pessoa em questão é bem-sucedida? Não, respondi. Então não desça ao nível dela… Mas, quando você encontrar uma pessoa bem-sucedida, sente ao seu lado e preste atenção no que ela fala.

Depois disso cheguei à conclusão de que havia efetivamente aprendido os outros cinqüenta por cento e que de fato não há razão para nos preocuparmos com o que os outros pensam de nós. Em primeiro lugar, porque não se deve julgar ninguém; todos estão em processo terreno de aprendizado. Segundo, porque quem julga o faz de acordo com seus valores. Terceiro, porque julgar cria karma. Fiquei muito mais LEVE depois de perceber que sei o que sei. Acho que você, se ainda for refém do que os outros pensam a seu respeito, pode começar ainda em Agosto, a viver ao seu Gosto.

Sei que nos veremos mais ao nosso gosto. Beijo na Alma

Saul Brandalise Jr. é colaborador do Site, autor do livro: O Despertar da Consciência da editora Theus, onde mostra através das narrativas de suas experiências como extrair lições de vida e entusiasmo de cada obstáculo que se encontra ao longo de uma vida.

Site: www:portalangels.com/artigos/categora/licoes-de-vida



Olhar e Ver, Escutar e Ouvir 

O processo de ver e ouvir, depois de olhar e escutar, faz com que seja efetivamente possível observar e interpretar nossa vida. Não há como crescermos e evoluirmos se somente olhamos e escutamos. Todo ser humano fanático, crente em excesso, só olha e escuta. Não consegue avaliar a expressiva diferença que existe entre Olhar e VER. Escutar e OUVIR. Só se vê com a Essência, ou Alma, se preferir. Só se olha com os olhos e para o supérfluo. Olha-se, uma marca, um carro, uma bolsa, uma gravata e até mesmo, no limite, uma paisagem. Vê-se comportamento humano, inteligência, evolução e sabedoria. Vê-se o caminho que nos serve. Olha-se o que nos é indicado. Vê-se, interpreta-se uma atitude, um gesto e assim consegue-se identificar, por exemplo, a diferença entre um necessitado e um pedinte profissional. A diferença entre olhar e ver é a mesma que existe entre escutar e ouvir. Escuta-se uma música, ouve-se uma canção, uma composição. Vê-se um comportamento, olha-se uma roupa, uma marca. Ao se olhar da nossa janela uma paisagem que contempla um poste, fios e pássaros, achamos até normal. Mas, pode-se ver muito mais do que isso… 

Jarbas Agnelli, em seu “Birds on the Wires”, (Pássaros nos fios) mostra corretamente a diferença que existe entre olhar e VER. Lendo um jornal pela manhã, ele deparou-se com uma foto de pássaros pousados em fios e VIU uma partitura. Os pássaros ali pousados tornaram-se as suas notas musicais. Nasceu uma linda composição. Não sei se Jarbas sabe o que fez, nesta vida atual, mas em sua vida passada ele sabia, certamente. Tudo é uma questão de registro mental, que fica gravado. Nossa intuição sempre mostra isso. A expressiva maioria das pessoas, ao lerem o jornal, olha uma fotografia de postes, fios e pássaros. Ele viu uma pauta musical. A maioria das pessoas vive num processo automático. Não se preocupa em entender o que são e por que são. Simplesmente acorda escova os dentes, come, trabalham e esperam o momento acontecer. Em outras palavras: segue alguém. Acumular riqueza material é, na maioria dos casos, o alvo que se busca. A riqueza interior fica esquecida. Desta forma, adoecemos facilmente porque não sabemos cuidar de nós mesmos. 

Não entendemos que somos o efeito de nossas ações e causas passadas. Vestir esta ou aquela grife é o que importa. Ter esta ou aquela marca e modelo de carro é que faz a diferença. E, motivados pelo bolso, pensamos que sabemos. Há um enorme caminho a ser percorrido entre o entender uma vida e saber -e aceitar- a enorme diferença que existe entre religião, espiritualidade e filosofia de vida. Para mim, este é o processo para se crescer. Como e quanto eu olhava e não via nesta vida atual! Como eu não conseguia entender a diferença correta que existe entre saber ver -e interpretar- e simplesmente olhar. Também não conseguia aceitar que apenas escutava, mas não ouvia. Faltavam-me padrões e valores pelos quais pudesse efetivamente entender o que sou. Ainda não cheguei onde pretendo, mas já consigo ouvir mais do que escutar. Ver mais do que simplesmente olhar. Confesso que o caminho é árduo, porque exige muita observação, concentração, estudo e prática. Mas, onde encontramos o início do novo processo de se entender, interpretar o que se olha e se escuta? 

Primeiro na disciplina da ME+DITA+AÇÃO. No começo pode ser complicado, principalmente, para quem tem a mente tagarela, aquela que pensa mil coisas ao mesmo tempo. Várias pessoas confessam que não conseguem meditar… Começa desta maneira: deite-se no chão, use uma almofada para a cabeça, coloque os braços ao lado do corpo. Una polegar com indicador e deixe a palma das mãos para cima. Se possível direcione os pés para o leste. Feche os olhos. Acalme-se. Respire fundo algumas vezes. Esqueça os ruídos à sua volta. Comece a contar regressivamente de 30 a zero. Entre um número e outro respire fundo. Tranque o ar. Sinta o seu coração e sua respiração. NÃO PENSE EM NADA. Só no próximo número. Solte o ar devagar. Acalme-se. Se perder a contagem no decorrer do exercício, recomece. Terá que vencer o seu hábito de pensar em várias coisas ao mesmo tempo. Agora é SÓ UM NÚMERO DE CADA VEZ… só pense no próximo. Comande a sua mente. Conforme achar conveniente, depois de vários dias de exercício, aumente os números começando em 50, 75, 100, 125 ou o que você achar adequado. Não existe regra. Você cria a sua. Tem o Livre-Arbítrio para isso. Mas é importante sempre seguir o próximo número. Caso se perca na contagem, reinicie do número que escolheu para fazer o exercício. Com o tempo, não irá mais precisar da ajuda dos números… tudo entrará no processo de eliminar os pensamentos desnecessários da mente… é só você consigo mesmo. V. irá ver como sua saúde ficará melhor… perceberá que come para viver e não vive para comer… perceberá que era um robô e que agora vive. O processo de meditar é vencer a si próprio… o seu maior inimigo… Portanto, a chave para se olhar e VER, escutar e OUVIR, é a meditação. Contudo, o equilíbrio que se busca é o “binóculo” para que nossas escutas e contemplações sejam efetivamente usadas em nosso benefício. Deixe de seguir, aprenda a ver e ouvir a seu favor. 

Sei que nos veremos! 

Beijo na Alma!

Saul Brandalise Jr. é colaborador do Site, autor do livro: O Despertar da Consciência da editora Theus, onde mostra através das narrativas de suas experiências como extrair lições de vida e entusiasmo de cada obstáculo que se encontra ao longo de uma vida. Email: sbj@tvbv.com.br
Site: www:portalangels.com/artigos/categora/licoes-de-vida

PRECISÃO CRONOMÉTRICA

Precisão Cronométrica 

Meishu-Sama cumpria rigorosamente seus compromissos de horário, não se atrasando um minuto sequer. Por exemplo: se marcava uma visita para as treze horas, aparecia exatamente a essa hora, com uma precisão cronométrica. Caso o visitante se atrasasse por algum motivo, ainda que fossem cinco ou dez minutos, jamais o recebia naquele dia; marcava outra data para a visita.

Nessas situações advertia: Causa tanta perturbação a pouca importância que os japoneses dão ao horário, Eu não sou ocioso; um minuto que seja para mim é muito importante. A existência de números tão grande de japoneses mentirosos deve-se a pequenas coisas como essa.

(Um Servidor) - Pág.(45) 

Os Compromissos devem ser religiosamente cumpridos 

Diversas coisas me impressionaram nas oportunidades em que tive contato com Meishu-Sama. Sobretudo sua pontualidade. Acho que ele era mais pontual que o próprio relógio. Não desperdiçava um segundo sequer. Além do mais, nunca deixava de cumprir um compromisso. Fosse qual fosse a situação cumpria-o religiosamente. Nunca mentia, também. A primeira visita, isso pode parecer facilmente praticável, mas na realidade requer um esforço sobre humano.

(Um Barbeiro) – Pág. (46)


Fonte: Reminiscências sobre Meishu-Sama
Tradução (Igreja Messiânica Mundial do Brasil)
Edição da Fundação Mokiti Okada – M.O. A 
2. Edição/Julho/1986 – vol.III – São Paulo/SP.

UM MINUTO QUE SEJA É IMPORTANTE PARA MIM

Um minuto que seja, é importante para mim 

Meishu-Sama era extremamente rigoroso no que se referia ao horário das entrevistas realizadas em sua casa. Um minuto de atraso era motivo de severa repreensão. Numa dessas oportunidades, eu não percebia que meu relógio estava atrasado. Assim, quando lá cheguei e uma servidora me perguntou a que horas era a entrevista respondeu-lhe: Não se preocupe, ainda faltam cinco minutos. Na hora exata fui conduzido á presença de Meishu-Sama.

Posteriormente, chegou ao meu conhecimento que a servidora fora repreendida. Como Meishu-Sama não me repreendera no momento, fiquei sem compreender sua atitude. Hoje, entretanto, creio que ele deve ter pensado: Você devia ter confiado no relógio da casa. Se a pessoa lhe falou que ainda faltavam cinco minutos, porque não lhe disse que na verdade só faltavam dois ou três? Depois desse fato, ainda voltei a me atrasar, certo dia em que pedi uma entrevista junto com um fiel. Eis o que Meishu-Sama disse nessa oportunidade: Como é que uma pessoa que tem a missão de orientar pode atrasar-se para um compromisso? Não acha que é falta de consideração com a pessoa que chegou no horário combinado? Eu também tive de ficar esperando para iniciar a conversa. Ensinou-me também: Uma pessoa de sua posição sempre deve comparecer aos compromissos antes da hora marcada.

A respeito de horário, ele ainda me ensinou em outra ocasião: As minhas tarefas diárias estão distribuídas por horas. Portanto, qualquer atraso desequilibra-as totalmente. Um minuto que seja é importante para mim.

Shibutyo – (Um Dirigente do Templo Filial) – Pág.(42 a 43)

Se a Pessoa vem a mim com Sinceridade

Por volta de 1954, o Proprietário de uma Loja de Utensílios, embora houvesse calculado o tempo necessário, chegou atrasado a um compromisso com Meishu-Sama. Devido á demora do trem. Ele veio correndo, quase sem fôlego, mas atrasou-se cinco minutos. Meishu-Sama, sempre adiantava seu relógio cinco minutos.

Além disso, começava a preparar-se com mais cinco minutos de antecedência. Como a pessoa houvesse chegado atrasada não quis recebê-la de forma alguma, mesmo tomado conhecimento do motivo do atraso. Disse o seguinte: Se a pessoa, ciente do quanto sou atarefado vem a mim com sinceridade não digo nada caso ela atrase cinco ou dez minutos. Mas quem é verdadeiramente sincero, sai de casa prevendo um possível atraso de dez minutos ou até mais. Por isso, vamos marcar novo encontro. Nesse dia, aquele senhor fez umas três tentativas para ser recebido: nada conseguindo, teve de ir embora.

(Um Servidor)

Fonte: Reminiscências sobre Meishu-Sama
Tradução (Igreja Messiânica Mundial do Brasil)
Edição da Fundação Mokiti Okada – M.O. A 
2. Edição/Julho/1986 – vol.III – São Paulo/SP.

QUEM NÃO CUMPRE SEUS COMPROMISSOS DE HORÁRIO NÃO MERECE ATENÇÃO




Quem não cumpre seus compromissos de horário não merece atenção

Nos seus últimos anos de vida, Meishu-Sama mostrava-se muito intransigente com relação a horário. Aliás, ele era assim desde jovem. Por isso, se uma pessoa não cumprisse seus compromissos, Meishu-Sama dizia: Essa pessoa não serve: Quem não cumpre seus compromissos é refugo de gente. É melhor não ter relacionamento muito profundo com esse tipo de pessoa.

(Uma pessoa da Família) – Pág.(40)

Observar Rigorosamente o Horário Combinado 

Era na época em que Meishu-Sama morava no distrito de Tamagawa, Tóquio. Uma vez por mês ele convidava a mim, meu marido e até as crianças para jantar no Hotel Imperial. Geralmente no dia 21 ou 22 nos encontrávamos com ele naquele Hotel. Meishu-Sama ia sempre acompanhado por Nidai-Sama. O encontro era ás cinco e meia da tarde e eles nunca se atrasaram um minuto sequer. 

Certa vez, atrasei-me cinco minutos; Meishu-Sama e Nidai-Sama já haviam chegado. Ao tentar desculpar-me dizendo: Desculpe-nos o atraso. Estávamos com visita, ele falou sorrindo: A questão do horário é muito importante. Até hoje essas palavras permanecem gravadas nitidamente em meu coração.


(Um Ministro) – Pág.(41)

Fonte: Reminiscências sobre Meishu-Sama
Tradução (Igreja Messiânica Mundial do Brasil)
Edição da Fundação Mokiti Okada – M.O. A
2. Edição/Julho/1986 – vol.III – São Paulo/SP.

EXPERIÊNCIA DE FÉ COM A PRÁTICA DO SONEN

EXPERIÊNCIA DE FÉ PRÁTICA DO SONEN (BRASIL)



Bom-dia a Todos!

Meu nome é Josie Soares Maciel Krauss, sou messiânica há 12 anos e pertenço ao Johrei Center Vista Alegre, Área Vila da Penha, Rio de Janeiro.Hoje, desejo compartilhar com todos a experiência que me fez nascer de novo, através das purificações que vivenciei.

Aos 26 anos de idade, tinha dificuldades em acreditar que era possível construir uma família feliz. Isto porque presenciei conflitos e agressões entre meus pais e avós. O cenário era de total desunião, traições e agressividade. Além disso, vivi no meu último relacionamento todos esses problemas.

Assim, acabei me afastando da Igreja. Não queria mais me relacionar com ninguém e só pensava aproveitar a vida em noitadas, bebidas etc. Em outras palavras, eu levava uma vida vazia que eu julgava ser a ideal. Dessa forma, contraí dívidas e passei a ter conflitos no meu lar.

Além de esse estilo de vida prejudicar minha saúde, pois quase não dormia e não me alimentava adequadamente, acentuaram-se outros problemas já existentes, como: fibromialgia, endometriose, labirintite, anemia crônica e nódulo na tireoide.

Sentia dores insuportáveis nas articulações, músculos e tendões. Muitas vezes, ficava impossibilitada de me movimentar. Tonturas, náuseas, vômitos, zumbido nos ouvidos e frequentes desmaios ocorriam constantemente.

A cada dia, os sintomas se agravavam. O uso de medicamentos fortes amenizava as dores, as quais retornavam mais intensamente.

Mesmo passando por tudo isso, continuei a beber e a fumar, pois me sentia fraca e incapaz de enxergar outra saída. Não me importava se continuaria a viver ou morrer. Às vezes, pensava que morrer seria um grande alívio para meu sofrimento.

Neste momento, uma amiga missionária que se tornara ministra, me visitou e disse com firmeza: “Você tem missão, vamos voltar a dedicar para servir a Deus.”

Decidi voltar a frequentar a Igreja Messiânica, mas continuava com os mesmos sentimentos e atitudes destrutivas. Até que um dia, o ministro responsável da Área e a ministra me levaram para visitar uma senhora de 56 anos de idade, com aparência de 90. Muito doente, estava debilitada e dependia dos familiares. Tudo isso em consequência de uma vida desregrada. Ao lado de sua cama, pude ver sua foto, jovem e bonita.

Quando vi o sofrimento daquela mulher, tomei um choque de realidade. Nesse momento, o ministro disse-me: “Se você continuar levando a vida do seu jeito, é assim que você acabará”. Refleti sobre meus atos e arrependi-me de minhas atitudes e da mágoa que causara a todas as pessoas, por levar a vida de forma tão fútil e desequilibrada.Pedi perdão a Deus e a Meishu-Sama e comprometi-me a servir em qualquer circunstância. Assim sendo, passei a me empenhar na prática do Johrei.

Em todos os lugares aonde fosse, no banco, na condução, nas ruas, e mesmo com dores, colocava-me à disposição de Meishu-Sama para ser utilizada através do Johrei.

Fui-me informar sobre meus antepassados e descobri que muitos de meus sentimentos e sintomas eram iguais aos deles. Assim, passei a fazer a prática do sonen, várias vezes por dia, encaminhando a Meishu-Sama a insegurança, o apego, os vícios e, principalmente, a dificuldade em acreditar em um bom relacionamento familiar.

Não estava sendo fácil deixar de ser quem eu era. Essa transformação chegava a doer dentro de mim. Todos os dias, saía do trabalho, ia à Igreja para ministrar e receber Johrei e ganhar forças para continuar. Passei a oferecer o dinheiro que eu gastava com futilidades, como donativo diário. Mesmo com todo o esforço, ouvia uma voz dentro de mim que dizia: “Não vá! Não dedique! Isso é perda de tempo!”

Nesse momento, mentalizava meus antepassados, comunicando que somente chegaríamos ao paraíso, se tivéssemos sentimento de gratidão.Assim, eu me ligava a Meishu-Sama, agradecia a Deus e encaminhava tudo o que estava sentindo.Adquiri novos hábitos, mudei minha alimentação e comecei a consumir produtos da Agricultura Natural. Tomei também a decisão de suspender todas as medicações. Curvei-me definitivamente diante de Meishu-Sama.

Recebi a tarefa de cuidar de pessoas e, em dois meses, já estava responsável por acompanhar um grupo de 50 pessoas. Esforçava-me para dar assistência por intermédio do Johrei e da minibana (pequeno arranjo de flor).

Muitos casos tinham a ver com os mesmos problemas que havia enfrentado no passado. Ajudando as pessoas, com o tempo, despertou em mim o desejo de ter um relacionamento afetivo sério e a sonhar que seria possível construir uma família feliz.

Comecei a namorar e, após um tempo, descobri que estava grávida, embora tendo sido informada pelos médicos que não poderia engravidar devido à endometriose.

Compreendi que nada está fora do alcance de Deus e que podemos mudar nosso destino. Não tenho mais vontade de beber e fumar; não sinto dores, tonturas, e todos os sentimentos que me faziam querer desistir de lutar pela vida, desapareceram.Os problemas de saúde anteriores foram solucionados e, para minha maior tranquilidade, os conflitos familiares foram resolvidos.

Estou reconstruindo uma nova vida: meu namorado recebeu o Ohikari (Medalha da Luz Divina), nós nos casamos na Igreja Messiânica este ano e nosso filho nasceu no mês de agosto. Pretendemos em breve merecer entronizar o Altar de Deus em nosso lar.

Hoje, neste culto especial, quero agradecer a Deus, a Meishu-Sama e aos meus queridos antepassados por estarmos vivendo uma nova vida.

Graças ao que passei, tive a oportunidade de evoluir.A felicidade que sinto é plena, mudei minha história e a de meus antepassados quando ampliei meu amor e segui Meishu-Sama como exemplo.

Sinto que não existe outro caminho para ser feliz, a não ser nascermos de novo como verdadeiros filhos de Deus retornando às nossas origens.


Muito Obrigada

Josie Soares Maciel Krauss

Culto ás Almas dos Antepassados
Solo Sagrado de Guarapiranga/SP.
02/11/2014




EXPERIÊNCIA DE FÉ PRÁTICA DO SONEN (BRASIL)



Bom-dia a Todos. 

Meu nome é Thainá Cristine de Carvalho, tenho 24 anos e sou messiânica há seis. Dedico no Johrei Center Asa Norte, Área Brasília. Hoje, gostaria de compartilhar com todos minha experiência como pioneira da salvação por meio da pratica da horta caseira. 

Embora eu houvesse recebido uma grande graça por meio do Johrei, eu sentia uma dificuldade enorme no encaminhamento de pessoas à Obra Divina e, até o começo deste ano, não havia encaminhado ninguém. Essa insegurança, também se refletia em minha vida profissional, pois trabalho com vendas. 

Estava tendo resultados muito insatisfatórios em relação às minhas metas, o que me levou a ter problemas financeiros: não conseguia mais pagar meu carro, que precisou ser devolvido ao banco, e precisei pedir dinheiro emprestado a meu irmão para saldar dívidas de cartão de crédito. 

Não vislumbrava uma solução, já que a possibilidade de me tornar diretora de vendas e de aumentar meus ganhos se tornou impossível. Desse modo, fui me desmotivando e passei a apresentar sintomas de tristeza profunda: vontade de dormir o dia inteiro, falta de apetite e perda de peso. Apesar disso, como dedicava no servir, acabava indo toda semana ao centro de aprimoramento. Um dia, ao realizar minha dedicação, o ministro percebeu meu sofrimento e me chamou para conversar. 

Ele me ouviu atentamente e me orientou a dedicar na implementação do Programa Horta em Casa e Vida Saudável, com o sentimento de que cada muda representasse um foco por onde a luz entraria na casa e no coração das pessoas. Ao mesmo tempo, eu deveria pedir a Deus a permissão de ser útil em sua Obra. 

Ele disse que, a partir do momento em que eu estivesse comprometida em levar luz às pessoas por meio do cultivo e consumo do alimento natural, sendo paciente e obediente nesta dedicação, agradecendo a purificação pela qual estava passando, tudo ao meu redor iria mudar. 

A primeira tarefa foi que eu plantasse cebolinhas para o meu cultivo, colocando todo o meu sentimento de gratidão por aquela terra, bem como minha vontade de mudar e de encaminhar pessoas à Obra Divina. 

O ministro sugeriu que eu convidasse meus antepassados para dedicar comigo e que orasse a Deus e a Meishu-Sama para que purificassem meus sentimentos de insegurança, frustração e meus pensamentos negativos. Assim que terminei de plantar, o alívio foi imediato, senti uma paz e uma tranquilidade que há muito não experimentara. Chegando a casa, neste mesmo dia, três amigas entraram em contato comigo, via rede social, cada qual com um conflito. 

Depois de ler suas mensagens, só conseguia pensar no quanto elas estavam sofrendo enquanto eu, envolvida em meus próprios problemas, não havia percebido a purificação delas. 

Comuniquei ao ministro a situação, e ele me apontou para a oportunidade que estava surgindo de eu ser útil em suas vidas. Ele me orientou a convidá-las para me ajudarem na distribuição de mudas que ocorreria no próximo culto de gratidão do mês de abril. Imediatamente comentei com elas que iríamos distribuir Luz para as pessoas por meio das mudas, e, surpreendentemente, aceitaram o convite. 

Neste dia, as três compareceram ao Centro de Aprimoramento, mas só duas puderam ficar para ajudar a distribuir as mais de duas mil mudas. Os membros receberam as mudas com muita satisfação e gratidão e saíram de lá bastante empolgados com a facilidade de plantar e levar mais sentimento e energia vital a sua alimentação. 

Essas duas amigas relataram que ficaram bastante felizes, sentiram-se úteis, e uma delas me disse que não conseguia nem se lembrar do motivo de seu sofrimento, tamanha a gratidão que ela recebia das pessoas ao entregar as mudas. Depois dessa atividade, elas manifestaram a vontade de conhecer melhor a igreja e os ensinamentos de Meishu-Sama. 

Passaram a frequentar o Johrei Center e, com o recebimento constante de Johrei e acompanhamento, assistiram às aulas de primeiras noções messiânicas e receberam o Ohikari (Medalha da Luz Divina) no mês seguinte! A terceira amiga, que não pôde ficar conosco, levou duas mudas. Cuidando das mesmas com paciência ficou encantada com os resultados da horta, que não precisara de esterco e fertilizantes. Ela já praticava a horta caseira, mas não conhecia os fundamentos da Agricultura Natural. 

Maravilhada com os resultados alcançados, foi buscar informações no Johrei Center. Hoje, tornou-se messiânica, dedica como multiplicadora da horta no Johrei Center e também está empenhada em levar essa prática a todos os seus amigos! 

No mês seguinte, nós organizamos uma horta demonstrativa, que se tornou um grande atrativo na frente da Igreja. Esta horta está fazendo o maior sucesso não só entre os membros, mas principalmente entre os frequentadores e até mesmo para quem passa na porta do Centro de Aprimoramento. 

Aproveitamos vários materiais que iriam para a reciclagem, como suportes construídos com restos de madeira inutilizada, revisteiros, isopores, dando várias ideias para que pudessem ser utilizados nas residências para o plantio. Muitos membros, nos dão um retorno quanto às mudas plantadas no mês anterior, e a grande maioria deles obteve sucesso e se mostravam ainda mais entusiasmados. 

Com a prática da distribuição e propagação da horta, fui-me sentindo cada vez mais segura, motivada, e consegui voltar a trabalhar, a atender minhas clientes e a ter bons resultados com as vendas. Comecei a trabalhar com o objetivo de me tornar diretora, mas não acreditava ser possível, pois havia perdido muito tempo e as metas tornaram-se praticamente impossíveis. Mesmo assim, continuei trabalhando! 

Foi tamanha a minha surpresa quando, ao final do período, as metas foram cumpridas e, assim, eu tive a permissão de assumir o cargo de diretora! Fiquei muito grata e emocionada, comuniquei ao ministro e, juntos, fizemos oração e um donativo especial de gratidão. 

Ele me lembrou a importância de manter as práticas em equilíbrio. Neste mesmo dia, surgiu uma oportunidade maravilhosa de adquirir um carro e, com o salário fixo de diretora, pude assumir esse compromisso. Minha gratidão só aumenta, a cada dia! Em meio a tanta felicidade, fui ainda orientada a compartilhar aquela primeira cebolinha que eu plantara, com meus vizinhos. 

Dos seis apartamentos que visitei, todos me receberam de bom grado. Eu, que sentia tanta dificuldade em encaminhar pessoas, foi por meio da cebolinha que consegui levar a Luz do Johrei de Meishu-Sama aos meus vizinhos. No último em que estive, a vizinha me relatou que se sentiu muito mais leve e quis saber mais a respeito da Igreja. Com todas estas experiências, aprendi que a horta caseira tem um significado muito mais profundo do que imaginamos. As pessoas são como a terra: precisamos cuidar delas com atenção, amor, paciência e humildade deixando de lado os próprios sofrimentos. 

Fiquei muito feliz por vivenciar todos esses encaminhamentos por meio da Agricultura Natural. Entendi que ela é capaz de despertar as pessoas para sua natureza divina e, assim, alcançar a verdadeira felicidade. 

Se estivermos comprometidos a levar esta boa-nova a todos a nossa volta, tenho certeza de que poderemos ser, naturalmente, pioneiros da salvação de muitas e muitas pessoas, as quais se tornarão úteis e, pelo nosso exemplo, despertarão para fazer os outros felizes! 

Atualmente, estou participando do Programa de Formação para Assistente de Família e pretendo, por meio da minha dedicação, motivar a todos aqueles a quem acompanho, a praticarem a horta caseira e, assim como eu, terem a oportunidade de transformarem suas vidas e se sentirem uteis ao próximo. 

Muito Obrigada a todos e Feliz Culto de Agradecimento pela Agricultura Natural 

Thainá Cristine de Carvalho

Solo Sagrado de Guarapiranga/SP.
Culto Mensal de Agradecimento
03/08/2014


quarta-feira, 1 de outubro de 2014

PEIXES JAPONESES






























Fonte: Carpas e peixes Japoneses/Aido Bonsai 
Site: aidobonsai.com/category/carpas-e-peixes-japoneses/

MOMENTO DE REFLEXÃO/MENSAGENS

Sozinho

Logo após acabar o curso na Universidade de Atlanta, nos Estados Unidos, em 1990, o jovem Christopher McCandless tomou uma decisão que iria mudar significativamente o curso de sua vida. Doou os 24 mil dólares que tinha no saldo bancário a instituições de caridade, e desapareceu sem avisar a família. Já não era a primeira vez que Chris decidia fazer uma viagem pelos vários Estados americanos, sozinho, dependendo da natureza e do que encontrava no caminho. 

Mas, daquela vez foi diferente. A sua raiva quanto à civilização em que vivia, quanto aos pais e às mentalidades e materialismo da época, foi fundamental para a sua tomada de decisão. A partir daquele dia não mais regressaria à sua casa. Viveu assim, por muito tempo, desbravando o país, andando a pé, ou contando com caronas de estranhos para se locomover. Trabalhava aqui e acolá. Ganhava um pouco de dinheiro, comprava suprimentos e continuava sua caminhada, livre, em busca de uma felicidade há tanto sonhado. 

Sua história ficou conhecida através de escritos que deixou por vários cantos, sob um pseudônimo, e que depois foram colecionados pelo escritor Jon Krakauer. Num desses escritos encontrou-se as seguintes palavras: Sem jamais ter de voltar a ser envenenado pela civilização, foge e caminha sozinho pela Terra, para se perder na floresta. O solitário andarilho, então, foi ao encontro daquela que seria a maior de todas as suas aventuras, e que simbolizaria seu rompimento com a sociedade civilizada. 

Embrenhou-se no Alasca, com poucos recursos e condições, buscando sobreviver apenas do que a natureza lhe daria. Meses e mais meses se passaram. Através de um diário que mantinha, na contracapa de alguns livros, o jovem ia descrevendo seus dias e seus pensamentos. Seu corpo foi encontrado em decomposição no ano de 1992, dentro de um saco de dormir, no interior de um pequeno ônibus abandonado na floresta. Calculou-se que já havia falecido há cerca de duas semanas. A causa oficial da sua morte foi inanição - morreu de fome. 

O autor do livro, que conta a história dramática do jovem, relata que uma das frases mais significativas encontradas em suas anotações dos últimos dias de vida, foi a seguinte: A felicidade... Só é verdadeira... Quando partilhada. 

Não nascemos para vivermos sós. Somos seres sociais por natureza, a ponto de nosso isolamento em excesso se fazer prejudicial ao corpo, à mente e ao Espírito. Somos individualidades, é certo - seres completos buscando desenvolvimento intelecto-moral através das eras. Porém tal desenvolvimento, principalmente no que diz respeito ao aspecto moral, só poderá ser realizado na vida social, isto é, no contato com outros seres. Desta forma, toda fuga da vida em sociedade, toda tentativa de escapar da dor, dos desconfortos dos relacionamentos, será sempre frustrada. Nenhum homem possui todos os conhecimentos. Pelas relações sociais é que se completam uns aos outros para assegurar seu bem estar e progredir. É por isso que, tendo necessidade uns dos outros, são feitos para viver em sociedade e não isolados.


Redação do Momento Espírita, com pensamento final do item 768, de O livro dos Espíritos, de Allan Kardec, ed. Feb.




A Fascinação dos Números


O inesquecível personagem de Saint-Exupéry, o Pequeno Príncipe, trouxe inúmeros pensamentos sábios ao mundo. Uma de suas constatações nos diz que as pessoas grandes adoram números. "Quando a gente fala de um novo amigo, elas nunca se interessam em saber como ele realmente é." º afirma ele. "Não perguntam: Qual é o som da sua voz? Quais são seus brinquedos preferidos? Ele coleciona borboletas? Mas sempre perguntam: Qual é a sua idade? Quantos irmãos ele tem? Quanto pesa?Quanto o pai dele ganha?

Só então elas acham “que o conhecem.” º termina ele por dizer. Exupéry nos convida a redescobrimos o que há de bom na infância, a redescobrir a pureza, a essência das coisas e da vida. E quando nos fala, de forma até inocente, sobre as pessoas e os números, nos alerta para algo muito grave: viciamo-nos em números. Associamos o tempo sempre a números. 

Esquecemos que os numerais atribuídos à medição do tempo são convenções, e nos escravizamos a elas. Muito tempo; pouco tempo; não vai dar tempo; tempo de sobra. 60 segundos; 60 minutos; 24 horas; 365 dias º são números que parecem nos perseguir. Vivem em nossos sonhos, pesadelos e em nossas urgências maiores. Esquecemos que o tempo é oportunidade, é sucessão de experiências e de fatos, e que deve ser aproveitado ao máximo, tendo em vista nosso crescimento espiritual. 

15 anos de vida; 30 anos; quarentões; sessentões; terceira idade º são todos rótulos que criamos no mundo, e que, na verdade, não correspondem à idade verdadeira, à idade da alma. A idade da alma está associada não ao tempo dos números, mas à disposição, ao humor, ao ânimo, à coragem. Encantamo-nos ao ver relatos de pessoas que depois dos 90 anos vão aprender a ler, e dizem-se realizadas, sentindo-se mais jovens do que nunca! Não é força de expressão! Elas são jovens mesmo. A idade do corpo pode ser disfarçada, maquiada. A da alma, nunca. 

Como avaliar, julgar alguém, pelo número de dígitos em sua folha de pagamento? Pelas roupas que pode comprar; pelas viagens que pode fazer; pelo ano de seu automóvel? Dizendo assim, parece absurdo, exagero, mas é a forma de muitos procederem no que diz respeito aos números e aos julgamentos que fazemos. Muitos têm números como objetivos: números na balança; números das loterias; número de clientes; números de metas de vendas, etc. Ainda não descobriram que o mundo verdadeiro não é feito de numerais, que os objetivos maiores da vida, as aquisições de maior valor, nunca poderão ser mensurados desta forma. 

É tempo de conhecer os outros e a nós mesmos pelo que somos, e não por tudo aquilo que os números podem contar. Números nunca poderão medir felicidade. Números nunca poderão mensurar alegria. Nunca poderão ponderar o amor. 

Mas se neste mundo ainda não pudermos escapar dos números, pensemos nestes: Quantos sorrisos dão ao dia? 

Há quanto tempo não dizemos que amamos alguém? Não este "Eu te amo" de novela, mas aquele dito e sentido por todas as partes da alma. Quantos segundos duram seu abraço? Qual a data que você escolheu para abandonar um vício, para se libertar de algo que o escraviza? Quantos dias faltam para você começar a ser feliz? 

Texto da Redação do Momento Espírita com base em citação da obra O pequeno príncipe, do livro Felicidade, amor e amizade - a sabedoria de Antoine de Saint-Exupéry, ed. Sextante