sábado, 22 de julho de 2017

TEXTOS MOTIVACIONAIS



Consertando o Homem


Um cientista vivia preocupado com os problemas do mundo e estava resolvido a encontrar meios de minorá-los. Passava dias em seu laboratório em busca de respostas para suas dúvidas.

Certo dia, seu filho de sete anos invadiu o seu santuário decidido a ajudá-lo a trabalhar. O cientista nervoso pela interrupção tentou que o filho fosse brincar em outro lugar. Vendo que seria impossível demovê-lo, o pai procurou algo que pudesse ser oferecido ao filho com o objetivo de distrair sua atenção.

De repente deparou-se com o mapa do mundo, o que procurava! Com o auxílio de uma tesoura, recortou o mapa em vários pedaços e, junto com um rolo de fita adesiva, entregou ao filho dizendo:

– Você gosta de quebra-cabeças? Então vou lhe dar o mundo para consertar. Aqui está o mundo todo quebrado. Veja se consegue consertá-lo bem direitinho! Faça tudo sozinho.

Calculou que a criança levaria dias para recompor o mapa.

Alguma hora, depois, ouviu a voz do filho que o chamava calmamente.

– Pai, pai, já fez tudo. Consegui terminar todinho!

A princípio o pai não deu crédito às palavras do filho. Seria impossível na sua idade ter conseguido recompor um mapa que jamais havia visto. Relutante, o cientista levantou os olhos de suas anotações, certo de que veria um trabalho digno de uma criança. Para sua surpresa, o mapa estava completo. Todos os pedaços haviam sido colocados nos devidos lugares. Como seria possível? Como o menino havia sido capaz?

– Você não sabia como era o mundo, meu filho, como conseguiu?

– Pai, eu não sabia como era o mundo, mas quando você tirou o papel da revista para recortar, eu vi que do outro lado havia a figura de um homem. Quando você me deu o mundo para consertar, eu tentei, mas não consegui. Foi aí que me lembrei do homem, virei os recortes e comecei a consertar o homem que eu sabia como era. Quando consegui consertar o homem, virei a folha e vi que havia consertado o mundo.

Site: sucesso. powerminas.com/texto-motivacional-projetos-da-vida/








Dicas como trabalhar em Equipe 


Tenha Paciência 

No trabalho em equipe não é fácil conciliar opiniões diferentes, cada pessoa pode ter um pensamento diferente sobre o mesmo assunto. Por isso a importância de ser paciente. Exponha os seus pontos de vista com moderação e procure sempre ouvir o que as pessoas têm a dizer. Respeite sempre os seus colegas, mesmo que não esteja de acordo com os seus pensamentos ou idéias. 

2. Aceite as Idéias 

As vezes é difícil aceitar idéias de outras pessoas, parece que é o mesmo que dizer que estamos errados; mas precisamos reconhecer que a idéia de um colega pode ser melhor do que a nossa. Mais importante do que o nosso orgulho, é o objetivo comum que a equipe pretende alcançar. 

3. Nada de Criticar os seus Colegas 

De vez em quando podem surgir conflitos entre os colegas de equipe. É muito importante não deixar que isso interfira no trabalho em equipe. Avalie as idéias do colega, independentemente daquilo que achar dele. Critique sempre as idéias, nunca a pessoa. 

4. Aprenda a Dividir 

No trabalho em equipe, é sempre importante dividir as tarefas. Não parta do princípio que é o único que pode e sabe realizar uma determinada tarefa. Compartilhar responsabilidades e informação é fundamental. 

5. Trabalhe Bastante 

Não é só porque esta trabalhando em equipe que deve esquecer suas obrigações. Dividir as tarefas é uma coisa, deixar de trabalhar e fazer corpo mole é outra completamente diferente. 

6. Seja Solidário e Participativo 

Procure sempre dar o seu melhor e ajudar seus colegas, sempre que seja necessário. Da mesma maneira, não deverá sentir-se constrangido quando necessitar pedir ajuda. 

7. Converse 

Se estiver desconfortável com alguma situação ou função que lhe tenha sido atribuída, explique o problema, para que seja possível alcançar uma solução de compromisso, que agrade a todos. 

8. Planeje-se 

Quando várias pessoas trabalham em equipe, é sempre natural que surja uma tendência para se dispersarem; o planejamento e a organização são ferramentas importantes para que o trabalho em equipe seja eficiente e eficaz. É importante fazer o balanço entre as metas a que o grupo se propôs e o que conseguiu alcançar no tempo previsto. 

9. Não caia no “Pensamento de Grupo” 

Quando todos os obstáculos já foram ultrapassados, e uma equipe é muito coesa e homogênea, existe a possibilidade de se tornar resistente a mudanças e a opiniões discordantes. É importante que o grupo ouça opiniões externas e que aceite a idéia de que pode errar. 

10. Aproveite o Trabalho em Equipe 

Afinal o trabalho de equipe, acaba por ser uma oportunidade de conviver mais perto de seus colegas, e também de aprender com eles. 

Fonte: sucesso. powerminas.com/texto-motivacional-projetos-da-vida/ 
08/05/2010 




MENSAGENS DE APRIMORAMENTO



Sou como a Água 

Sou como a água. Nenhuma barreira poderá represar-me e impedir que me torne um oceano.Se barrarem minha passagem colocando grandes pedras no meu leito converter-me-ei em torrente, em cachoeira, e saltarei impetuoso(a). Se me fecharem todas as saídas, eu me infiltrarei no subsolo. Permanecerei oculto(a) por algum tempo mas não tardarei a reaparecer. Em breve estarei jorrando através de fontes cristalinas para saciar a sede dos transeuntes. 

Se me impedirem também de penetrar no subsolo, eu me transformarei em vapor,formarei nuvens e cobrirei o céu. E, chegando a hora, atrairei furacão, provocarei relâmpagos, desabarei torrencialmente, inundarei e romperei quaisquer diques e serei finalmente um grande oceano.



Autor: Massaharu Taniguchi





Seguindo á Frente 


"Assim que se alguém está em Cristo 

nova criatura é... – PAULO. 

(II Corintios, 5:17.) 

Dificuldades, fracassos, conflitos e frustrações... Possivelmente, faceaste tudo isso, restando-te unicamente largo rescaldo de pessimismo. Apesar de tudo, a vida te busca a novas empresas de trabalho e renovação. O sol brilha, o mar de oxigênio te refaz energias, o progresso trabalha, o chão produz e parece que a noite se te abriga no ser. Ergue-te em espírito e empreende a jornada nova. Uma estrada se continua em outra estrada, uma fonte associa-se à outra. Tens contigo a riqueza do tempo a esperar-te na aplicação dela própria, afim de que a felicidade te favoreça. Varre os escaninhos da alma, expurgando-te de lembranças amargas, e deixa que a luz do presente consiga alcançar-te por dentro das próprias forças. 

Renova-te e segue adiante, trabalhando e servindo. E à medida que avances, caminho a fora, entre a bênção de compreender e o contentamento de ser útil, perceberás que todos os obstáculos e sombras de ontem se fizeram lições e experiências, enriquecendo-te o coração de segurança e alegria, para que siga em paz, no rumo de conquistas imperecíveis, ante o novo amanhecer. 


Autor: Emmanuel 
Livro: Ceifa de Luz – Francisco Cândido Xavier




HOMENS MACACOS


Homens - Macacos – O Que Eram?


Por muitos anos se tem tido notícias da descoberta de restos fósseis de humanos simiescos. A Literatura Científica está repleta de concepções artísticas de tais criaturas. São elas as transições evolucionárias entre o animal e o homem? Eram “homens – macacos” os nossos ancestrais? Os cientistas evolucionistas afirmam que eram. É por isso que amiúde lemos expressões tais como o seguinte título de artigo de uma revista científica: “Como o Macaco tornou-se Homem”.

Na verdade, alguns evolucionistas não acham que tais ancestrais teóricos do homem devessem ser corretamente chamados de “macacos”. Mesmo assim, alguns dos colegas deles não são tão exigentes. Afirma Stephen Jay Gould: “As pessoas evoluíram de ancestrais simiescos”. E George Gaylord Simpson declarou: “O ancestral comum certamente seria chamado de símio ou de macaco, na linguagem popular, por qualquer um que o visse. Visto que os termos símios e macaco são definidos pelo emprego popular, os ancestrais do homem eram símios ou macacos”.

Por que os fósseis são tão importantes no esforço de documentar a existência de ancestrais simiescos da humanidade? Porque o atual mundo vivo nada possui que apóie tal idéia. Existe enorme abismo entre os humanos e quaisquer animais hoje existentes, incluindo os da Família dos símios. Assim, uma vez que o mundo vivo não fornece qualquer elo entre o homem e o macaco, esperava-se que os fósseis fornecessem. Do ponto de vista da evolução, o óbvio abismo entre o homem e o macaco atualmente é algo estranho. A teoria da evolução sustenta que á medida que os animais progrediram na escola evolucionária, tornaram-se mais aptos a sobreviver. 

Por que, então, a Família “inferior” dos símios ainda existe mais não há nenhuma das supostas formas intermediárias, que presumivelmente, eram mais evoluídas? Hoje em dia, vemos chimpanzés, gorilas e orangotangos, mas nenhum “homem-macaco”. Parece provável que cada um dos mais recentes e supostamente, mais avançados “elos” entre as criaturas simiescas e o homem moderno se tornasse extinto, mas não os símios inferiores? 



Quanta Evidência Fóssil? 



Pelos relatos da Literatura Científica, em mostruários de museus e na televisão, ter-se-ia a impressão de que certamente havia abundante evidência de que os humanos evoluíram de criaturas simiescas. Dá-se realmente isto? Por exemplo, que evidência fóssil havia disso nos dias de Darwin? Foi tal evidência que o incentivou a formular sua teoria? A publicação The Bulletin of the Atomic Scientists (Boletim dos Cientistas Atômicos) nos informa: “As teorias primitivas da evolução humana são realmente muito esquisitas, se a pessoa parar para examiná-las. David Pilbeam descreveu as teorias primitivas como isentos de fósseis”. Isto é, eis aqui teorias a respeito da evolução humana que a gente julgaria exigirem alguma evidência fóssil, mas, com efeito, havia tão poucos fósseis que eles não exerceram influência alguma sobre a teoria, ou não havia quaisquer fósseis. “Assim, entre os presumíveis parentes mais próximos do homem e os primitivos fósseis humanos, só havia a imaginação de cientistas do século dezenove”. 

Esta publicação científica mostra por que: “As pessoas queriam crer na evolução, na evolução humana, e isto influiu nos resultados de seu trabalho”. Depois de mais de um século de pesquisas, quanta evidência fóssil existe de “homens-macacos”? Declarou Richard Leakey: “Os que trabalham nesse campo dispõem de tão pouca evidência em que basear suas conclusões que é necessário que mudem freqüentemente suas conclusões que é necessário que mudem frequentemente suas conclusões”. A Revista New Scientist (Novo Cientista) comentou: “A julgar pela quantidade de evidência sobre o qual se baseia, o estudo do homem-fóssil dificilmente merece ser mais do que uma sub disciplina da palcontológia ou da antropologia a coleção é muito tantalizadoramente incompleta, e os próprios espécimes amiúde são muito fragmentares e inconclusivos”. 

Similarmente, admite o Livro Origins(Origens): “Ao avançarmos mais na vereda da evolução em direção aos humanos, a caminhada parece distintamente incerta, mais uma vez devido á escassez de evidência fóssil”. Acrescenta a revista Science(Ciência): “A evidência científica primária é um acervo lastimavelmente ínfimo de ossos, á base do qual se deve compor a história evolutiva do homem. Um antropólogo comparou a tarefa com a reconstituição do enredo do Guerra e Paz a partir de 13 páginas selecionadas ao acaso”. 

Exatamente quão esparsos são os fósseis de “homens-macacos”? Observe o seguinte. “Revista News – Week: “Poderia colocar todos os fósseis no topo de uma única mesa”, disse Elwyn Simons, da Universidade Duke”. Jornal The New York Times”. “Os restos fósseis conhecidos dos ancestrais do homem caberiam numa mesa de bilhar. Isso “resulta num mirante deficiente do qual perscrutar o nevoeiro dos últimos poucos milhões e anos”. Revista Science Digest (Sumário de Ciência). “O fato notável é que toda a evidência física que temos a favor da evolução humana ainda pode ser colocada, com espaço de sobra dentro de um único caixão! Os símios modernos, por exemplo, parecem ter surgido do nada. Não dispõem de passado, de nenhum fóssil. E a verdadeira origem dos humanos modernos de seres eretos, nus, fabricante de ferramentas, de cérebro grande é se havemos de ser honesto com nós mesmos, um assunto igualmente misterioso. 

Os humanos de tipo moderno, com capacidade de raciocínio, de planejar, de inventar, de edificar á base de conhecimento prévio, e de utilizar línguas complexas, surgem subitamente nos fósseis. Gould, em seu Livro The Mismeasure of man(A Dimensão Errônea do Homem), observa: “Não dispomos de evidência alguma de alteração biológica no tamanho ou na estrutura do cérebro desde que surgiu o Homo sapiens nos fósseis, cerca de cinqüenta mil anos atrás”. “Assim, o Livro The Universe Within (OUniverso Interno) Indaga: “O que moveu a evolução a produzir, como quer da noite para o dia, a moderna humanidade com seu cérebro altamente especializado?”A evolução é incapaz de responder. Mas, poderia a resposta estar na criação de uma criatura muito complexa e diferente?




Onde estão os Elos? 




No entanto, não encontraram os cientistas os necessários “Elos” entre os animais simiescos e o homem? Não, segundo a evidência. Science Digest menciona “a ausência de um elo que falta para explicar o aparecimento relativamente súbito do homem moderno”. Newsweek observou: “O elo que falta entre o homem e os símios é simplesmente a mais glamorosa de toda uma hierarquia de criaturas fantasmagóricas. 

Nos “fósseis os elos que faltam são a regra”. Visto não haver elos, “criaturas fantasmagóricas. Tem de ser inventadas á base de mínima evidência e ser divulgadas como se realmente tivessem existido. Isso explica porque poderia ocorrer a seguinte contradição, conforme veiculada por uma revista científica: “Os humanos evoluíram em passos graduais de seus ancestrais simiescos e não, como alguns cientistas contendem, em saltos súbitos de uma forma para outra. Mas outros antropólogos, manipulando quase os mesmos dados alegradamente chegaram á conclusão exatamente oposta. 

Assim, podemos entender melhor a observação do respeitado Anatomista Soely Zuckermon, que escreveu no Journd of the Roal College os Surgeons of Edin Burgh (Revista do Real Colégio de Cirurgiões de Edim burgo) A busca do proverbial elo que falta na evolução do homem o santo gral de uma seita nunca moribunda de anatomistas e biológos, dá margem á especulação e ao florescimento de mitos tão facilmente hoje, ou até mais do que há 50 anos”. Observou que, com demasiada freqüência, os fatos foram ignorados, e em vez disso, aclamava-se o que era popularesco na época, apesar da evidência em contrário.




A Árvore Genealógica do Homem 




Em resultado disso, sofre constantes alterações a “árvore genealógica amiúde esquematizada da suposta evolução do homem a partir de animais inferiores. Para exemplificar, Richard Leakey declarou que uma descoberta mais recente de um fóssil “põe por terra a noção de que todos os fósseis primitivos podem ser dispostos numa seqüência ordeira das mudanças evolucionárias”. 

E dizia certo informe de jornal a respeito dessa descoberta: “Jogue-se no lixo todo o livro de antropologia, todo o artigo sobre a evolução do homem, toda a gravura da árvore genealógica do homem. Estão, pelo visto errados”. A teórica árvore genealógica da evolução humana está repleta de refugos de “elos” previamente aceitos. Um editorial de The New York Times observou que a ciência evolucionista “dá tanta margem a conjecturas que as teorias de como o homem vieram a existir tendem a contar mais sobre seu autor do que sobre seu assunto. 

“O descobridor de novo crânio amiúde parece redesenhar a árvore genealógica do homeme, colocando sua descoberta no tronco central que leva ao homem, e os crânios de todo o mundo mais nas linhas laterais, que não conduzem a parte alguma”. Numa crítica literária sobre The Mythos of Human Evolution (Os Mitos da Evolução Humana),escrito pelos evolucionistas Niles Elaredge e Ian Tattersall, a Revista Discover(Descobrir) observou que os autores eliminaram qualquer árvore genealógica evolucionista. 

Por quê? Depois de frisar que “os elos que constituem os ancestrais da espécie humana só podem ser adivinhados”, esta publicação declarava: “Eldredge e Tattersall insistem que o homem procura em vão seus ancestrais. Se houvesse evidência, contendem, “poder-se-ia confiantemente esperar que, á medida que se encontrassem fósseis mais hominídeos, a estória da evolução humana se torna se mais clara. “Ao passo que , se algo ocorreu, foi justamente o contrário”. 

Concluiu Discover: “A espécie humana, e todas as espécies, continuarão sendo uma espécie de órfãos, ficando perdida no passado a identidade de seus genitores”. Talvez “perdida” do ponto de vista da teoria evolucionista. Mas, será que a alternativa de Gênesis não “encontrou” nossos pais, da forma como realmente eles se acham nos fósseis plenamente humanos, como nós somos? Os fósseis revelam uma origem distinta e separada para os símios e para os humanos. É por isso que inexiste evidência fóssil do elo do homem com animais simiescos. Os elos realmente jamais existiram. 





Qual era a Aparência Deles? 







Entretanto, se os ancestrais do homem não eram simiescos, porque tantas gravuras e réplicas de “homens-macacos” inendam as publicações científicas e os museus por todo o mundo? Em que se baseiam? O Livro the Biology of Race(A Biologia das Raças) responde: “A carne e os cabeos em tais reconstituições tem de ser supridos por se recorrer á imaginação”. Adiciona: “A cor da pele; a cor, a forma e a distribuição dos cabelos; a forma das feições; o aspecto do rosto não sabe absolutamente nada sobre todos estes caracteres de quaisquer homens pré – históricos”. 

Science Digest também comentou: “A ampla maioria das concepções artísticas baseia-se mais na imagem certo do que na evidência. Os artistas precisam criar algo entre o símio e o ser humano; quanto mais antigo se diz que é o espécime, tanto mais simiesco o tornam”. “O caçador de fósseis, Donald Jahanson admitiu: Ninguém pode estar seguro de qual era exatamente a aparência de qualquer hominídeo extinto”. “Deveras, New Scientist noticiou que não existe suficiente evidência nos materiasis fósseis para retirar nossa teorização dos domínios da fantasia”. 

Assim, as gravuras de “homens- macacos” são como admitiu certo evolucionista, pura ficção, na maioria dos sentidos simples invenção. Assim, mo Livro Man, God and Magic (O Homem, Deus e a Mágica), Ivar Lissner comentou: “Assim como aprende-mos aos poucos que os homens primitivos não eram necessariamente selvagens, assim também temos se aprender a reconhecer que os homens primitivos da Era glacial não eram nem animais brutos, nem metade macacos, nem cretinos. Daí a indescritível estupidez de todas as tentativas de se reconstituir o homem de Neanderthal, ou mesmo o de Pequim. 

Em seu desejo de encontrar evidência dos “homens-macacos”, alguns cientistas se deixaram levar pela crassa fraude, por exemplo, do homem de Piltdown, em 1912. Por cerca de 40 anos, foi aceito como genuíno pela maior parte da comunidade evolucionista. Por fim, em 1953, a farsa foi descoberta, quando técnicos modernos revelaram que ossos humanos e ossos simiescos tinham sido ajuntados e artificialmente envelhecidos. Em outro caso, desenhou-se um “elo que faltava” simiesco, que foi divulgado na imprensa. Mas, reconheceu-se posteriormente que a “evidência” consistia em apenas um dente pertencente a uma forma extinta de porco. 



Quem eram Eles? 




Se “as reconstituições de ‘homens-macacos” não são válidas, então o que eram aquelas criaturas antigas cujos ossos fósseis foram encontrados? Um destes primitivos mamíferos, que se pretende constar da linhagem do homem, é um pequeno animal do tipo roedor que se diz ter vivido há cerca de 70 milhões de anos. 

Em seu Livro Lucy: The Beginnings of Human kind (Lucy: Os Primórdios da Humanidade), Donald Johanson e Maitland Edey escreveram: “Eram quadrúpedes insetivores, quase do tamanho e do formato dos esquilos”. Richard Leakey chamou tal mamíferos de “primata ratiforme”. Mas, existe qualquer evidência sólida de que tais animaizinhos fossem os ancestrais dos humanos? Não, antes, apenas especulações desiderativas. Nenhum estágio transacional jamais os vinculou com qualquer coisa, exceto com o que eram: mamíferos pequenos, semelhantes a roedores. 

Em seguida na lista, que goza de aceitação geral, com admitida lacuna de cerca de 40 milhões de anos, acham-se os fósseis encontrados no Egito, e chamados Aegyptopitocus- símio egípcio. Diz-se que esta criatura vivia há cerca de 30 milhões de anos. “Revistas, Jornais e Livros apresentaram gravuras desta criaturinha com legendas tais como: ““ Criatura Simiesca foi nosso ancestral”. (Revista “Time) Primata Africano Simiesco é chamado de Ancestral comum do Homem e dos Símios”. (The “New York Times) “Aegyptopithecus” é um ancestrak que partilhamos com os símios vivos”. (Livro origens (Origens) ) Mas, onde estão os elos entre este e o roedor antes dele? Onde estão os elos que o liguem ao que é colocado depois dele no alinhamento evolutivo? Não se encontrou nenhum.




Ascensão e Queda dos Homens-Macacos 





Em seguida a outra admitidamente grande lacuna nos fósseis, apresentou-se outra criatura fóssil como o primeiro símio humanóide. Dizia-se que vivera há cerca de 14 milhões de anos e era chamado de Ramapithecus símio de Rama (Rama era um príncipe mítico da Índia). Fósseis dele foram encontrados na Índia há cerca de meio século. Á base destes fósseis montou-se uma criatura simiesca, ereta, sobre dois membros. 

A respeito dela, origens declararam: “Tanto quanto uma pessoa possa afirmar no momento, é o primeiro representante da família humana”. Qual era a evidência fóssil para tal conclusão? Observava a mesma publicacão: “A evidência a respeito do Ramapithecus é considerável embora, em termos absolutos, continue tantalizadoramente pequena: fragmentos das mansíbulas superior e inferior, além de um grupo de dentes”. Julga ser isto “evidência” bastante “considerável” para a reconstituição de um ancesral “homem-macaco” ereto dos humanos? Todavia, está criatura quase que totalmente hipotética foi desenhada por ilustradores como “homem-macacos”, e gravuras dela inundaram as publicações evolucionistas tudo ábase de fragmentos de mandíbulas e alguns destes! “Mesmo “assim, conforme veículado pelo The New York Times, durante décadas o Ramapithecus” fixou-se tão seguramente quanto qualquer outra coisa á base da árvore evolucionária humana”. 

Não obstante, isso não mais acontece. As descobertas mais recentes e mais completas de fósseis revelaram que o Ramapithecus assemelhava-se de perto com a família atual dos símios. Assim, a Revista New Scientist declara agora: “O Ramapithecus não pode ter sido o primeiro membro da linhagem humana”. Estas informações novas provocaram a seguinte pergunta incluída na revista Natural (History Natural) “Como foi que o Ramapithecus reconstituído apenas á base de dentes e mandíbulas sem pílvis, ossos dos membros, ou crânio conhecidos penetrou furtivamente neste desfile em marcha para se tornar homem?” Obviamente, grande dose de pensamento desiderativo deve ter feito parte deste esforço de fazer com que a evidência afirme aquilo que ela não diz. 

Outra lacuna de amplas proporções paira entre tal criatura e a seguinte, alistada como ancestral “homem-macaco”. Esta é chamada Australopithecus-símio do Sul. Fósseis dele foram encontrados no sul da África na década de 20. Possuía pequena caixa craniana simíesca, pesada mandíbula e foi representado como andando sobre dois membros, encurvado, peludo e de aparência simiesca. Afirmar-se ter começado a viver há cerca de tr~es ou quatro milhões de anos. Com o tempo, veio a ser aceito por quase todos os evolucionistas como ancestral do homem. 

Por exemplo, o Livro The Social Contract(O Contrato Social), comentou: “Salvo uma ou duas exceções, todos os pesquisadores competentes neste campo concordam agora que os australopitecos são reais ancestrais humanos”. Declarou The New York Times: “Foi o Australopithecus que por fim evoluir no Homosapiens, ou homem moderno”. E no Livro Mon, Time, and Fossils(O Homem, o Tempo e os Fósseis), Ruth Moore disse: “Segundo toda a evidência,os homens por fim encontraram seus ancestrais primitivos,há muito desconhecidos”. Enfaticamente, ela declarou: “A evidência era sobrepujante o elo que faltava tinha finalmente sido descoberto”. Mas, quando é realmente tênue ou inexistente a evidência a favor de algo ou ela se baseia em patente logro tal pretensão, mais cedo ou mais tarde, reduz-se a nada. Isto tem acontecido com muitos exemplos passados de supostos “homens-macacos”. 

O mesmo, também, se deu como Australopithecus. Maior pesquisa revelou que seu crânio “diferia dos humanos em muito mais formas do que sua diminuta capacidade cerebral”. Escreveu o anatomista Zuckerman; “Quando comparado com os crânios humanos e simiescos, o crânio do Australopithecus têm aparência sobrepujante mente simiesca e não humana. A proposição contrária poderia ser igualada á asserção de posição contrária poderia ser igualada á asserção de que o preto é branco”. 

Disee também: “Nossas descobertas deixam pouca dúvida de que o Australopithecus se assemelha, não ao Homo sapiens, mas a macacos e simios vivos”. Donald Jahanson também disse: “Os australopitecos não eram homens”. Similarmente, Richard Leakey considerou “improvável que nossos ancestrais diretos sejam descendentes evolucionários dos australopitecos”. Caso fossem encontrados hoje quaisquer australopitecos vivos, eles seriam colocados em zoológicos, juntos com outros símios. 

Ninguém os chamaria de “homens-macacos”. O mesmo se dá com outros “primos” fósseis que se assemelham a ele, tais como o tipo menos de australopiteco chamado “Lucy”. “A respeito dele, Robert Jastrow afirma; Este cérebro não era grande em tamanho absoluto, tinha o terço do tamanho de um cérebro humano”. Obviamente, também era simplesmente um “símio”. Com efeito, New Scientist disse que “Lucy” tinha um crânio “bem parecido com o de um chimpanzé”. Outro tipo fóssil é chamado de Homo-Erectus (Homem Ereto). O tamanho e o formato de seu cérebro enquadram-se realmente no âmbito menor do homem moderno. Também, a Encyclopedia Britannica comentou que “os ossos dos membros descobertos até agora não podem ser distinguidos dos do (Homo) sapiens”. Não obstante, não é claro se era ou não humano. Caso fosse, então era simples ramo da família humana, e desapareceu.


A Família Humana 




O Homem de Neanderthal (assim chamado por causa do distrito de Neander,na Alemanha, onde foi descoberto seu primeiro fóssil) era indubitavelmente humano. De início, foi representado como encurvado, de aspecto atoleimado, peludo e simiesco. Agora se sabe que esta reconstituição errônea se baseava num esqueleto fóssil terrivelmente deformado pela doença. Desde então, encontraram-se muitos fósseis neandertalenses, confirmando que não diferia muito dos humanos modernos. Em seu livro Ice(Gelo) declarou Fred Hoyle: “Não existe evidência de que o homem de Neanderthal fosse, em qualquer sentido, inferior a nós mesmos”. Como resultado, recentes gravuras dos neandertalenses têm assumido um aspecto mais moderno. 

Outro tipo fóssil freqüentemente encontrado na literatura cientifica é o homem de Cro-Magnon. Foi assim denominado em honra ao local, no sul da França, onde foram encontrados através de escavação os ossos dele. Estes espécimes “eram tão virtualmente indistinguíveis dos da atualidade que até os mais cépticos tiveram de admitir que fossem humanos”, dizia o Livro Lucy. 

Assim, é clara a evidência de que é infundada a crença em “homens-macacos”. Antes, os humanos possuem todos os sinais de terem sido criados de forma separada e distinta de qualquer animal. Os humanos só se reproduzem segundo sua espécie. Fazem-no hoje, e sempre o fizeram no passado. Quaisquer criaturas, simiescas que viveram no passado eram exatamente isso símios, ou macacos e não humanos. E os fósseis de antigos humanos que diferem ligeiramente dos humanos da atualidade simplesmente demonstram a variedade que existe na família Humana assim, como, atualmente, dispomos de muitas variedades que vivem lado a lado. Há humano de uns 2,10 metros de altura e há pigmeus, com variados tamanhos e formatos de esqueletos. Mas, todos pertencem á mesma “espécie” humana, e não a uma espécie animal.



Que dizer das Datas?

A cronologia bíblica indica que se passou um período de cerca de 6.000 anos desde a criação dos humanos
. Porque, então a pessoa com freqüência lê a respeito de períodos muito mais extensos desde que surgiram tipos de fósseis reconhecidos como humanos? Antes de concluir que a cronologia bíblica deve estar errada, considere que alguns cientistas criticam acerbamente os métodos de datação radioativa. Certa revista cientifica fez um relato sobre estudos que mostravam que “as datas determinadas pela decomposição radiativa podem estar equivocadas não apenas em questão de anos, mas em ordens de magnitude”.

Dizia: “O homem, em vez de estar andando pela terra já por 3,6milhões de anos, talvez esteja por aqui por apenas alguns milhares de anos”. Por exemplo, tomemos o “relógio “radio carbônico. Os cientistas desenvolveram este método de datação pelo radio carbono, em todo o mundo, por um período de duas décadas. Foi amplamente aclamado pela datação exata de artefatos da história antiga do homem. Daí, porém, realizou-se em Upsala, na Suécia, uma conferência que reuniu os peritos mundiais, incluindo radio químicos, arqueólogos e geólogos, a fim de trocar idéias. O relatório de sua conferência mostrava que as suposições fundamentais em que se baseavam as medições provaram-se indignas de confiança, em grau maior e menor.

A título de exemplo, verificou-se que a taxa de formação do carbono radioativo na atmosfera não se mantivera estável no passado, e que este método não merece confiança na datação de objetos de cerca de 2000 AEC, ou antes. Tenha presente que a evidência realmente fidedigna da atividade do homem na terra é suprida, não em milhões de anos, mas em milhares. Por exemplo, no Livro The fate of the Earth (O destino da Terra), lemos: “Há apenas seis ou sete milhares de anos emergiu a civilização, habilitando-nos a construir um mundo humano.”

A obra the Last Two Million Years(Os Últimos Dois Milhões de Anos) declara: “No Velho Mundo, a maioria dos passos críticos da revolução agrícola foram dados entre 10000 e 5000Ac”. Também afirma: “É somente para os últimos 5.000anos que o homem moderno apareceu subitamente na terra, e que fidedignos registros históricos são, admitidamente, recentes, harmoniza-se com a cronologia da bíblia sobre a vida humana na terra. Neste sentido, observe o que o físico nuclear W.F. Libby, Prêmio Nobel, um dos pioneiros da datação radio carbônica, declarou na Revista Science (Ciência) “A pesquisa no desenvolvimento da técnica de datação consistiu em dois estágios a datação de amostras, respectivamente das épocas histórica e pré-histórica. Eu e Arnold (um colaborador) tivemos o nosso primeiro choque quando nossos consultores nos informaram que a História remontava apenas a uns 5.000 anos.

Lêem-se declarações no sentido de que tal e tal sociedade ou sitio arqueológico tem 20.000 anos. Aprendemos “um tanto abruptamente que estes números estas idades antigas, não são conhecidos com exatidão”. Ao fazer a crítica de um livro sobre evolução, o autor inglês Malcolm Muggeridge comentou a falta de evidência a favor da evolução. Observou que, “assim mesmo floresciam loucas especulações, daí disse:” O relato de Gêneses parece, por comparação bastante sóbria e, pelo menos possui o mérito de estar validamente relacionado com o que conhecemos sobre os seres humanos e seu comportamento”. 

Disse que as afirmações infundadas de milhões de anos de evolução humana e os desvairados saltos de crânio em crânio não podem deixar de impressionar todo aquele que não se vê enredado pelo mito (evolucionista) como pura fantasia. Concluiu Muggeridge: “A posteridade sem dúvida ficará pasma e espero que ache muita graça nisso de ver como tal teorização desmazelada e nada convincente conseguiu dominar com tanta facilidade as mentes do século 20 e ser tão ampla e irresponsavelmente aplicada. 

Fonte: Livro: A Vida – Qual a sua Origem? A Evolução ou a Criação? 



(Publicado em Inglês e em Português em 1985 pela Watchtower Bible and tract society of New York, Inc Rodovia/SP – 141 – Km: 43,18280 – Cesário Lange,SP/Brasil). 

ORAÇÃO PODEROSA

Oração da Cura – Para se Livrar da Doença


“Tu és o médico divino. Tu dás a vida e a vida em plenitude àqueles que Te buscam. Por isso, hoje, Senhor, de um modo especial, quero pedir a cura de todo tipo de doença, principalmente daquela que me aflige neste momento.

Eu sei que não queres o mal, não queres a doença que é a ausência da saúde, porque és o Sumo Bem. Opera, em mim, uma profunda cura espiritual e, se for da Tua vontade, também uma cura física. Que seja operada diretamente pela ação poderosa de Teu Espírito Santo ou através do médico e dos remédios!

Aumenta a minha fé no Teu Poder, Senhor, e no infinito Amor que tens por mim. Aumenta minha fé, Senhor, que às vezes se encontra tão enfraquecida. Eu acredito no Teu poder curador, meu Deus, e já agradeço humildemente por toda obra que estás realizando em meu coração e em meu corpo, neste momento.

Além de mim, Senhor, quero também apresentar, todos os doentes que me pediram orações. Tu conheces a cada um deles, sabes as provações pelas quais estão passando! Tem misericórdia, Senhor, vem em socorro também destas pessoas que padecem enfermidades.

Senhor, eu Te bendigo, porque clamei a Ti e Tu me ouviste. Minha alma, por Tuas mãos benditas, foi tirada da escuridão. Ó fiéis do Senhor, cantai a sua glória, dai graças ao seu Santo Nome, porque só Ele é poderoso e digno de eterno louvor. Aleluia!


CULTO MENSAL DE AGRADECIMENTO SOLO SAGRADO DE GUARAPIRANGA/SP


Culto Mensal de Agradecimento Solo Sagrado de Guarapiranga/SP.

Bom Dia! 

Sejam Bem Vindos ao Solo Sagrado de Guarapiranga.

Todos estão passando bem?

Agradeço a Deus e a Meishu-Sama a permissão de realizar este Culto de Agradecimento e de poder servir à Obra Divina com os Senhores.

Como o tempo está passando rápido, não é mesmo? Há duas semanas, estávamos celebrando o Culto do Nascimento do Paraíso Terrestre e, hoje, já estamos celebrando o culto de agradecimento do mês de julho!

Ao iniciarmos o segundo semestre do ano, penso ser importante fazer uma reflexão mais aprofundada sobre os ensinamentos de Meishu-Sama e, ao mesmo tempo, um balanço sobre a maneira como estamos vivendo e servindo a Obra Divina.

Hoje, o mundo está passando por um momento de muitas mudanças. São grandes e inúmeras as purificações. As notícias que nos chegam, na maioria das vezes, retratam situações muito difíceis que nos entristecem e desanimam. Às vezes, chega a dar a impressão de que nada de bom acontece no mundo. Contudo, isso não é verdade: há muitas coisas boas ocorrendo e precisamos estar atentos a elas.

Meishu-Sama já havia nos alertado sobre as mudanças que ocorreriam com a intensificação da Luz Divina e com o avanço da Transição da Era da Noite para a Era do Dia. Tais mudanças fazem parte da “prestação de contas do velho mundo” à qual Meishu-Sama se referiu no ensinamento “O que é a Igreja Messiânica Mundial”, que acabamos de ouvir.

De fato, estamos vivendo um momento crítico. Contudo, através do próprio exemplo, Meishu-Sama nos legou um caminho seguro para ultrapassarmos esta fase e nos tornarmos, conforme está no Ensinamento, “pessoas capacitadas para o mundo que irá surgir”. Meishu-Sama afirma que a Igreja Messiânica Mundial cria e difunde uma cultura espiritual em interação com o desenvolvimento da cultura material, tendo por finalidade o advento do Paraíso Terrestre. Ele nos ensina, ainda, que a fé é o único caminho para ultrapassarmos com facilidade essa grande fase de mudanças e nos tornarmos úteis para o novo mundo.

Neste sentido, tornar-se uma “pessoa capacitada para o mundo que irá surgir” significa ser uma pessoa que nunca esquece que sua alma pertence a Deus; uma pessoa que consegue afirmar, para si mesma, que Ele está vivo em sua vida e que nada neste mundo foge ao Seu comando.

Acredito que a peregrinação ao Solo Sagrado é um momento especial para refletirmos e perguntarmos a nós mesmos: “Será que estou conseguindo reconhecer minha ligação eterna com Deus e, com gratidão, conduzir e entregar a Ele, através de Meishu-Sama, as situações que estou vivendo?”; “Será que estou conseguindo afirmar para mim mesmo que o Paraíso existe dentro do meu coração?”

No Ensinamento lido hoje, Meishu-Sama afirmou: “Seria uma felicidade se o Paraíso Terrestre pudesse ser estabelecido sem que nada precisasse ser mudado. Todavia, uma vez que se trata da construção de um mundo novo, ideal, é indispensável que se faça uma prestação de contas do velho mundo. É como na construção de uma nova casa, quando se fazem necessárias a demolição da “velha casa” e “a limpeza do terreno.”

Quando ouvimos estas palavras, sem refletir muito sobre seu significado, é fácil concordar e dizer: “Ah, entendi! Deve ser isso mesmo. Vamos demolir a ‘velha casa’ para construir uma nova!”

Quando pensamos mais profundamente e nos damos conta de que esta “velha casa” à qual Meishu-Sama está se referindo pode se tratar de nós mesmos, das nossas atitudes, do nosso egoísmo, do apego às nossas idéias e pensamentos, do nosso “velho eu”, neste momento, como reagimos?

Eu não sei os senhores, mas, muitas vezes, minha vontade é deixar para mais tarde a decisão de aceitar as mudanças necessárias para a construção da minha “nova casa” do meu “novo eu”.

Contudo, é preciso saber que a construção do Paraíso é comandada por Deus, está sendo realizada dentro e fora de cada um de nós. Portanto, a “demolição da velha casa e a limpeza do terreno” são etapas necessárias nesse processo. Ou seja, os acontecimentos que estão causando desconforto em nossa vida são resultados desse processo de construção. Por conseguinte, precisam ser merecedores da nossa gratidão, não acham?

Quando as coisas não transcorrem conforme o esperado, a tendência é ficar triste, desanimado, preocupado. Nesses momentos, procuramos Deus e oramos fervorosamente para que as coisas ocorram conforme desejamos, ou seja, de acordo com nossa conveniência. Agindo assim, parece que estamos utilizando Deus para realizar nossos desejos, quando, na verdade, precisamos nos conscientizar da onipotência de Deus, que nos utiliza conforme Sua vontade.

Meishu-Sama nos ensina que a grande barreira que encontramos para obedecer a Vontade de Deus, para sentir o amor de Deus, é o nosso egoísmo e apego. Sem perceber, muitas vezes, ficamos presos a uma maneira de pensar centralizada no ser humano. Dessa maneira, ignoramos a existência de Deus e, como conseqüência, acabamos tomando posse de tudo o que ocorre de bom e de ruim em nossas vidas.

Por exemplo, quando dizemos ou pensamos: “meu milagre”, “minha conquista”, “meu mérito”, “meu problema”, “minha purificação”, “minha idéia”, “minha vida”, apropriamo-nos de tudo e tomamos para nós as coisas que, na verdade, pertencem a Deus.

Por este motivo, sempre acabamos querendo resolver as coisas da nossa maneira, com a nossa força e não as encaminhamos a Deus. Não as entregamos em Suas mãos. Muito menos reconhecemos que Deus está nos esperando com nossos sentimentos, pensamentos, dificuldades, alegrias, enfim, com tudo o que trazemos conosco.

Por isso quando ignoramos Deus, sentimos aquela sensação de estar carregando sozinho o peso do mundo nas costas. É por isto que afirmo com convicção que o primeiro passo neste sentido é reconhecer, de verdade, a existência de Deus vivo dentro de nós e nos dirigirmos em direção a Ele.

Precisamos, realmente, entender que a construção do Paraíso Terrestre está nas mãos de Deus e que tudo está sendo utilizado em Sua obra, no processo de Transição da Era da Noite para a Era do Dia. Dessa maneira, conseguiremos agradecer os acontecimentos da nossa vida. Por exemplo: ao sentirmos que alguma coisa esteja nos incomodando, ao invés de nos decepcionarmos, reclamarmos e ficarmos tristes, vamos imediatamente agradecer e encaminhá-la a Deus, através de Meishu-Sama com a certeza de que esta situação vai ser recebida por Ele.

Se conseguirmos compreender que estamos “em construção”, em outras palavras, que estamos sendo lapidados, criados e educados por Deus, ganharemos força e coragem para suportar e enfrentar as situações que aparecerem.

Como sabe, toda obra de construção causa certo transtorno e desconforto para si e para os outros, não é? Os senhores já viram aquelas placas que são colocadas em locais que estão em obras? Algumas dizem: “Desculpem-nos pelo transtorno, estamos em obras”. Outras acrescentam: “Estamos em obras para melhorar seu conforto.”

Acho que eu também tenho que levantar uma plaquinha, que diz: “Eu estou em obras, desculpem-me pelo transtorno!” Se nós conseguirmos reconhecer que estamos “em obras” e que os outros também estão “em obras”, penso que a compreensão entre as pessoas aumentará.

Meishu-Sama escreveu um poema que nos fala do quanto precisamos estar atentos ao trabalho realizado por Deus na construção do Paraíso Terrestre. Ele nos disse: “Abram seus olhos e vejam Deus que, por trás da destruição, está utilizando o Seu martelo, na obra de construção.”

Do invisível Mundo Divino, Deus trabalha dia e noite, incansavelmente, construindo nosso interior e aperfeiçoando o mundo em que vivemos.

Eu acredito que Deus concedeu um martelinho a cada um de nós, Seus filhos, para que, juntos a Ele, pudéssemos participar desta construção. Eu penso que os Cultos e as Orações, johrei, a Leitura dos Ensinamentos, o encaminhamento de pessoas, enfim, que o nosso servir na Obra Divina representam o trabalho deste martelinho.

Os senhores já se conscientizaram de que estão com esse martelinho na mão? Estão utilizando o martelinho diariamente? Estão ouvindo o som desse martelinho trabalhando?

Pode ser que não consigamos ver o martelinho de Deus trabalhando dentro de nós, mas se serenarmos nossa mente e corpo poderão sentir na nossa respiração e na batida do nosso coração a ação desse martelinho de Deus, concedendo-nos vida.

Eu acredito que seguir os passos de Meishu-Sama, praticando seus Ensinamentos para sermos úteis a Deus e ao novo mundo que está surgindo, é o caminho para nos transformarmos em pessoas aptas a viver no Paraíso Terrestre.

Foi exatamente essa postura que ouvimos hoje, através da experiência relatada pelo senhor Luiz Augusto. Graças ao estudo dos Ensinamentos e sua prática, ele voltou a ter permissão de conduzir à Obra Divina nova alma de ouro. Fiquei muito emocionado ao ouvi-lo dizer: “Tive a convicção que o Estudo dos Ensinamentos, somando às Práticas Básicas, nos conecta a Deus e ao Messias, fazendo com que nossa Partícula Divina brilhe mais intensamente”.

No próximo mês, realizaremos o Culto dedicado à Coluna da Agricultura Natural. Gostaria que plantassem alguma semente e a cultivassem, imaginando que estão cultivando a semente do Paraíso que já existe em seu coração.

Até lá, gostaria que pensassem bem sobre o que conversamos hoje e, com a fé renovada, possamos, neste segundo semestre, caminhar firmes na concretização do Paraíso em nosso interior e à nossa volta.

Parabéns a Todos e uma Boa Missão!

Muito Obrigado!

Rev. Marco Antonio Baptista Resende 

Culto Mensal de Agradecimento 
Solo Sagrado de Guarapiranga 
02 de Julho/2017 



ALIMENTO-ME DA SINCERIDADE DOS QUE OFERECEM

Alimento-me da Sinceridade dos que Oferecem


Meishu-Sama, em hipótese alguma, desperdiçava os alimentos, principalmente quando se tratava de oferendas feitas pelos fiéis. Quando sobrava comida no jantar, por exemplo, mandava guardar para a próxima refeição e servia-se dela no dia seguinte. Aquele gesto me crê, significava alimentar-se da sinceridade do ofertante. Quando as suas refeições eram preparadas com alimentos ofertados pelos membros, mesmo que ele não o comesse muito, procurava sempre provar um pouco.

(Um Servidor) – Pág. (37)




A Repreensão era Dada de acordo com a Pessoa 


Nos casos em que se pede perdão, por exemplo, as palavras das pessoas diferem completamente entre aquelas que pedem perdão com sinceridade e os que o fazem simplesmente por fazer. Certo dia, uma pessoa que havia derrubado o Ohikari recebeu uma repreensão quando foi pedir desculpas a Meishu-Sama. Ao invés de dizer apenas: “Peço-lhe perdão por ter derrubado o Ohikari”, disse; “Peço-lhe desculpas, pois o cordão arrebentou e derrubei o Ohikari”. Neste caso, significa que a pessoa justificava-se, argumentando que a causa da queda do Ohikari estava no rompimento do cordão e Meishu-Sama percebeu isso de imediato. 

Assim, sobre a maneira de pedir perdão, Ele dizia: “Seja qual for a causa é bom desculpar-se imediatamente” e, em outra circunstância, afirmou: “Pedir desculpas é uma vergonha”. Meishu-Sama costumava repreender de acordo com o momento e a pessoa. 

(Um Servidor) – Pág. (41)

Fonte: Reminiscências sobre Meishu-Sama
Edição Fundação Mokiti Okada – M.O.A
São Paulo/SP. Agosto – 1986 – 1. Edição – vol.5
Igreja Messiânica Mundial do Brasil 

EXPERIÊNCIA DE FÉ COM A PRÁTICA DO SONEN

EXPERIÊNCIA DE FÉ PRÁTICA DO SONEN (PORTUGAL)


A preocupação em resolver os problemas, o apego de querer ministrar johrei nas pessoas e encaminhar à família a fé, só traz sofrimento.”

O meu nome é Maria Luísa Garcia de Oliveira e Almeida, sou membro há 21 anos e dedico na cidade de Torres Novas/ Núcleo de Johrei do Ribatejo/ Portugal.

Desde que me tornei messiânica, me empenho nas dedicações no Johrei Center, ministrando Johrei e encaminhando pessoas a partir de minha casa, mas nunca tive a aprovação do meu marido. Tivemos diversos conflitos por causa da Igreja e por isso, em 2014, como estava desempregada, decidi parar com as dedicações no Johrei Center, vindo só no Culto Mensal da Sede e apenas receber pessoas em casa para ministrar Johrei.

Relatando ao Presidente da IMMP a dificuldade que tinha de fazer meu marido aceitar a Igreja, recebi a seguinte orientação: “Você agora não fala mais nada para o seu marido, fica calada para ele não se sentir pressionado. Faz a sua dedicação oculta sem que o seu marido se sinta pressionado para aceitar a Igreja Messiânica.” No mesmo dia coloquei a orientação em prática, ou seja, recebia as pessoas em casa mas não chamava o meu marido para receber Johrei. Aos poucos, ele começou a aceitar melhor minha dedicação e até disse que poderia receber as pessoas, orar, fazer Flores de Luz mas que o deixasse no canto dele. Entretanto, as pessoas começaram a deixar de vir as reuniões de Johrei o que me entristeceu um pouco, mas continuei sendo obediente a orientação recebida.

Em janeiro de 2015, o centro de emprego manda-me para fora de Torres Novas para trabalhar em um Centro Comercial. Iria receber o salário mínimo e com as despesas de deslocação e alimentação me sobraria 100 €, mas não podia recusar aquele trabalho senão cortavam-me o subsídio de desemprego.

No trabalho deparo-me com um local muito sujo, onde estão três pessoas a trabalhar, sem parar, 12 horas por dia. Pensei comigo: “Isto está nojento, mas se Meishu-Sama me colocou aqui, não posso revoltar-me. Tenho a missão de fazer Limpeza Espiritual neste lugar.” O contrato era de 6 meses e se uma das partes não ficasse satisfeita, nos primeiros 3 meses, poderia rescindir.

Comecei logo no primeiro dia a fazer Limpeza Espiritual e a encaminhar todos os antepassados que estavam relacionados com aquela situação e que estavam ligados a todas as pessoas dali para serem salvos.

No segundo dia, já o salão se apresentava mais limpo e as próprias clientes já notavam a diferença dizendo: “Isto está muito bonito. Vocês têm cá uma pessoa nova?”.

Ao fim de um mês de Limpeza Espiritual, a patroa e uma funcionária começaram a entrar em conflito. Quando uma estava comigo, no meu turno, reclamava da outra. Eu ouvia, encaminhava e sempre fazia a Prática do Sonen. Além de reclamar comigo, também falava mal da patroa para os clientes. Eu só ouvia e fazia a Prática do Sonen. Certo dia, ofereci Johrei a minha patroa e também à funcionária mas não aceitaram. Senti que não era para forçar e por isso, pus em prática a orientação que havia recebido do nosso Presidente; não insistir, dedicar ocultamente através da Limpeza Espiritual, da Prática do Sonen e da Flor de Luz. Fiz também uma Ikebana para o balcão da receção, objetivando a felicidade de todas as pessoas que entrassem no salão.

Passados dois meses, o conflito entre ambas aumentou, a minha situação financeira piorou, pois nunca recebia a tempo e horas e acabei ficando sozinha no trabalho devido a intervenção cirúrgica que a patroa e a colega tinham para o mesmo mês.

Relatei a situação ao meu orientador que pediu para não desistir, pelo contrário, continuar com as minhas práticas entregando tudo para Meishu-Sama e confiar. Se o mínimo eram três meses de contrato deveria cumprir.

Quinze dias depois dessa conversa, inesperadamente recebo uma proposta para trabalhar em Torres Novas e abrir um espaço por minha conta num Centro Clinico de Bem Estar e Saúde, onde há várias valências médicas, terapêuticas e estéticas. Só faltava um cabeleireiro. Quem me convidou, já conhecia o meu trabalho e disse-me que as pessoas que cortam o cabelo comigo sentem-se calmas, tranquilas e que precisavam de alguém assim no Centro Clínico.

Comuniquei tudo para Meishu-Sama, entreguei a decisão em Suas mãos e orei: “Se for bom para Deus e para os outros, ficarei feliz. Já não sou eu que peço, já passei essa fase, entrego, confio e já está!”.

Dias depois uma amiga telefona-me e pergunta-me como estou. Eu relato-lhe a situação que estou vivendo no trabalho e a proposta que me fizeram para abrir meu próprio negócio.

Ela, que tinha recebido uma herança dos pais, disse que me emprestava o dinheiro para dar início ao meu próprio negócio caso eu desejasse e só precisaria começar a devolver-lhe a partir de Agosto. Aceitei a oferta de imediato pois senti que era Meishu-Sama abrindo-me as portas e decidi avançar com o negócio.

A minha patroa e a minha colega regressaram bem das cirurgias e terminado os 3 meses, terminei também o meu trabalho lá.

Dentro daquela importância que minha amiga me emprestou, fiz uma gratidão especial, paguei a primeira renda da loja, comprei os produtos que precisava, fiz a reserva da viagem ao Solo Sagrado do Brasil e ainda pude participar do Seminário para Auxiliares de Família no Porto.

Quando fui fazer o pagamento inicial para a Caravana ao Brasil comuniquei ao ministro que agora não teria mais problemas em ministrar e falar do Johrei a qualquer hora, sem o receio que a patroa não vá gostar, pois agora a patroa sou eu!

Já ministrei Johrei à proprietária do salão, ao genro e a uma cliente. Gostaram tanto que agora dizem para as pessoas que, além de cortar cabelo, também podem receber Johrei. Inclusive a Flor de Luz foi tão bem aceite que a dona da loja e essa cliente se comprometeram a oferecer as flores sempre que for preciso.

Apesar de ainda não haver clientes fixos e ter muitos compromissos para acertar, sinto-me tranquila e com a certeza de que Deus e Meishu-Sama estão a guiar-me.

Outra graça que recebi foi a maior aceitação de meu marido pela minha dedicação. Atualmente ele leva-me ao Núcleo de Johrei do Ribatejo e até se antecipa perguntando-me sempre a que horas precisamos lá estar.

Aprendi que Deus está sempre no comando de tudo, que a preocupação em resolver os problemas, o apego de querer ministrar Johrei nas pessoas e encaminhar a família a fé, só traz sofrimento. Meishu-Sama orienta que aquele que pratica a fé e não é feliz, a causa está infalivelmente no seu espírito. Quando eu mudei meu sentimento tudo mudou.

Comprometi-me a intensificar a Flor de Luz e fazer a expansão da Obra Divina em Torres Novas, a partir do meu local de trabalho de forma alegre e sem apego.

Muito Obrigada!

Maria Luísa Garcia de Oliveira e Almeida

Núcleo de Johrei do Ribatejo/Portugal
Culto do Paraíso
Igreja Messiânica de Portugal
06/2015







EXPERIÊNCIA DE FÉ PRÁTICA DO SONEN (PORTUGAL)


Expansão da Obra de Meishu-Sama sem Convencionalismos.


O meu nome é Sandra Peixoto Gonçalves, sou membro há 15 anos e neste momento, dedico como missionária do Johrei Center do Porto.

Ao longo do tempo de membro tive diferentes dedicações, empenhando-me sempre nas orientações de cada ano. Mas quando me informaram que se iria dar início à formação de Auxiliares de Família, eu relutei em participar, justificando-me por diversas vezes. Na realidade, eu não queria fazer a formação, pois não estava alinhada com o sonen de expansão da IMM em Portugal. Nessa altura, dedicava como plantonista há muitos anos e estava bem acomodada e quietinha no meu canto.

Mesmo sem vontade, participei da formação. Quando estava a terminar, comecei a ter dificuldades para continuar no plantão pois o meu marido queria que deixasse de despender uma manhã inteira no Johrei Center. A pressão que o meu marido fez, para mim, já não era novidade, pois já tinha acontecido por diversas vezes. Certo dia comentei com o Ministro a situação que estava a passar, ao que me respondeu, que o meu marido estava a ser utilizado para que eu pensasse em mudar a minha dedicação. Lembro-me que furiosa, retorqui: “O meu marido sempre quis que eu não dedicasse. Vou fazer a vontade dele? Mas por acaso, o ministro está a tentar expulsar-me da minha dedicação?” Passado umas semanas uma membro que eu acompanho, assumiu o compromisso de dedicar, no mesmo horário do meu plantão. Assim, o Ministro informa-me que eu tinha todas as condições para iniciar o trabalho missionário fora do Johrei Center.Protestei com tudo e com todos especialmente com Meishu-Sama, pois não queria e não queria…. Mas por obediência, lá fui desapegando, encaminhando todos os meus antepassados aprisionados pelo preconceito, vergonha, medo, etc.

Assim, aos poucos adaptei-me à nova realidade, não sabia muito bem o que fazer, nem por onde começar. Eu estava à espera de outra forma de dedicar. Então pensei, vou abrir a minha casa para ter um núcleo de Johrei. Quando arranjei coragem de perguntar ao meu marido se ele permitia, ele negou-me veementemente. Nessa altura fiquei a pensar: “Mas porque é que as pessoas que acompanho abrem a porta e comigo é sempre tão difícil?”

Na minha reunião semanal com o Ministro, estava eu a comentar a posição do meu marido em relação a ter núcleo de Johrei em casa e recebo a seguinte orientação: “É porque tens de pensar nuns moldes diferentes, numa outra forma de expandir os ensinamentos de Meishu-Sama.”

Fiquei a pensar nessa orientação e pensei que a iria aplicar imediatamente no formato que Meishu-Sama desejava. Fui ao altar e comuniquei a Meishu-Sama que iria aproveitar o aniversário do meu marido para dedicar no servir aos convidados dele. Tenho a ressaltar que, tinha negado, muitas vezes, ao meu marido, festejar o seu aniversário em casa, pois seriam muitas pessoas, despesa e muito trabalho.

Bem, mudei a minha forma de pensar e minha atitude e o resultado foi que a minha casa parecia um verdadeiro Johrei Center. Grande parte dos amigos dele, receberam Johrei, uns pela primeira e meu marido, dizia para os amigos irem ter comigo. Um amigo dele só se ria e dizia que eu estava cheia de clientes. Como não conseguia transmitir Johrei a todos, Meishu-Sama ainda fez mais, uma amiga membro, telefona-me e acaba por vir lá para casa, ajudando-me a ministrar Johrei.

O aprendizado desta experiência é o seguinte: enquanto eu estava agarrada à “uma forma”, eu só conseguia originar conflito com o meu marido. A partir do momento, que aproveitei a oportunidade para servir os outros, gerou-se alegria e felicidade, tudo se tornou suave, sem qualquer tipo de impedimento e sofrimento.Este foi um dos milagres, mas concretizaram-se outras situações que na nossa vida estavam pendentes (Tínhamos uma torre de alta tensão à porta de casa que foi retirada logo após essa atividade.) originando uma onda de mudança, felicidade e de gratidão na nossa família.

O meu marido disse-me que iria agradecer a Meishu-Sama, com donativo. Eu respondi-lhe: “Isso é pouco e é o mais fácil para ti. Mediante a graça que tivemos, o esforço é fazer algo que nunca fizestes e tens dificuldade.” E assim, resolveu participar no Culto aos Antepassados levando toda a família, fazendo donativo de gratidão.

Para além destes milagres, também acrescento outro que para mim é o mais importante. Pela primeira vez, vou receber dois membros de fora que participam neste seminário, oferecendo jantar em minha casa e dando apoio a outro membro que disponibilizou sua casa para passarem a noite. Olhando para trás, este simples jantar jamais aconteceria, por serem pessoas do Johrei.

Materializei com donativo a minha gratidão, a Deus e a Meishu-Sama e aos meus antepassados que foram salvos com a minha transição das trevas para a Luz, ou seja, da minha atitude Shojo para Daijo.

Mais uma vez, renovo a minha vontade de servir na expansão da Luz de Meishu-Sama à sociedade, sem grandes convencionalismos.

Muito Obrigada!

Sandra Peixoto Gonçalves

Johrei Center do Porto
Culto Mensal/Portugal
Igreja Messiânica Mundial de Portugal
Seminário Nacional 2015
01/07/2015