terça-feira, 14 de abril de 2015

NINGUÉM MINISTRA JOHREI MELHOR DO QUE EU

Ninguém ministra johrei melhor do que Eu 

Certo dedicante, que se tornara fiel após ser curado de tuberculose, teve uma recaída e começou a expelir catarro misturado com sangue. Pensando que servir em tais condições de saúde só causaria transtornos, resolveu voltar para casa, e certo dia, após ter recebido johrei de Meishu-Sama, comunicou-lhe sua resolução. Meishu-Sama disse-lhe então: “O seu estado é realmente muito grave. Não é nada fácil. Mas saiba que ninguém ministra johrei melhor do que eu.Naturalmente, se quiser pode voltar para sua casa, mas não tem vontade de permanecer aqui”?

Ouvindo tais palavras, essa pessoa tomou a seguinte resolução: “Seja como for, a minha vida foi salva por ele. Se eu não tiver mais cura, que posso fazer? Já que ele está se oferecendo, continuarei aqui o servindo no que puder”. Assim, pediu permissão para continuar a servir Meishu-Sama e, daí por diante, foi obtendo grandes melhoras. Até hoje, continua servindo-o em perfeita saúde. 

Meishu-Sama absolutamente não forçava ninguém a obedecer a sua vontade. Em suas palavras: “Se quiser, pode voltar para sua casa; contudo também posso continuar a ministrar-lhe johrei”, transparece o seu sentimento de benevolência. Ouvindo esse caso, fiquei profundamente comovido.

Shibutyo - (Um Dirigente do Templo- Filial) – Pág. (83/84)



Emocionada, ajoelhou-se aos pés de Meishu-Sama

O fato ocorreu mais ou menos em 1949, quando Meishu-Sama residia no Hekuin-sô e houve uma entrevista na Sede Provisória situada no bairro de shimizu. Meishu-Sama sempre comparecia a essas entrevistas e, ao término delas, mimistrava johrei nas pessoas que haviam feito solicitação especial e particular creio que dirigentes ministros responsáveis pelas Casas de Difusão etc. 

Do Hekiun-sô, uma pessoa trazia a refeição para meishu-Sama e depois retornava, pois ele costumava permanecer na Sede até as três horas horas da tarde, encontrando-se com várias pessoas. Ás vezes, antes de retornar ao Hekuin-sô, ia até o Vale Celestial. 

Numa dessas ocasiões, a Srta. Miyako, filha de Meishu-Sama, sentiu um mal súbito e imediatamente telefonaram para o local onde ele se encontrava, a fim de comunicar-lhe o fato. Logo em seguida, foram avisados de que Meishu-Sama falou: Vou imediatamente. Por isso a Srta. Miyoko, uma dedicante, ficou esperando-o á estrada do Hekiu-sô. Nisso, apareceu Meishu-Sama todo ofegante, suspedendo a aba do quimono. Quando viu a fisionomia sadia da moça que o recepcionava na varanda, disse-lhe; “Ah! Você já está melhor? Que bom! “Meishu-Sama havia confundido o nome da filha com o nome da dedicante, pois eram muito parecisas, e pensou que está última é que estava passando mal. Então, a Srta. Miyoko lhe disse: “naõ sou eu; é a Srta. Miyako”. E ele respondeu aliviado: “Ah, é Miyako?” 

Observando essa reação, a Srta. Miyako, que pensou que Meishu-Sama havia voltado por causa desua filha, viu que ele retornara correndo por causa dela, uma dedicante. Além do mais, o caminho de Shimizu até o Hekuin-sô é íngreme, só de subidas, e até nós ficamos ofegantes e cansados ao percorrê-lo. Percebendo o sentimento de Meishu-Sama, que viera correndo para lhe ministrar johrei o mais rapidamente possível, a Srta. Miyoko caiu a seus pés, sentindo que não era merecedora de tamanho consideração.

Shibutyo – ( Um Dirigente do Templo – Filial) 
Pág. 85/86

Fonte: Reminiscências sobre Meishu-Sama
(Tradução aprovada pela Igreja Messiânica Mundial do Brasil)
Edição da Fundação Mokiti Okada – M.O. A - Vol.III
2. Edição/Julho/ 1986 – São Paulo/SP.



EXPERIÊNCIA DE JOHREI COM OS FILHOS

Experiências de Johrei com os Filhos


No tempo em que Meishu-Sama residia em Oomori, havia lá muitos doentes em estado que requeria internação. Eram pessoas com debilidade mental ou portadores de tuberculose e nós convivíamos com eles. Meishu-Sama, tomando esses doentes como base de suas experiências, ministrava-lhes johrei todos os dias, fazendo várias pesquisas. Acredito que tudo isso serviu de alicerce para o futuro. 

Eu também tinha um organismo frágil e sempre recebia johrei de Meishu-Sama. Paralelamente, ele fez experiências dando-me apenas verduras para comer, ou seja, pesquisou o quanto uma pessoa se torna realmente forte e saudável alimentando-se apenas de verduras. Esse tipo de alimentação foi prescrito não só para mim como para os meus irmãos. Parece que Meishu-Sama realizou várias experiências, através dos filhos, fazendo pesquisas que não poderiam ser feitas com pessoas que não fossem de sua família.

Eu, por exemplo, nessa época fui acometido várias vezes de parotidite (inflamação da parótida) e sofri intensamente. Embora fosse criança, lembro-me de que Meishu-Sama fez está experiência para saber o grau de diferença da cura: não fazer nada, deixando a doença a cargo da natureza, ou ministrar johrei.

(Um Parente) – Pág. (79/80)



Johrei até o momento da Partida

O fato aconteceu no Dia 5 de maio de 1945, quando Meishu-Sama ia viajar de Atami para Hakone. Nessa época, eu estava com uma purificação nos quadris e, não podendo locomover-me, ficara na casa de Meishu-Sama em Atami (Solar da Montanha do Leste) recebendo johrei dele todos os dias.

No momento de sua partida para Hakone, eu ainda não tinha condições de me movimentar. Anteriormente, Meishu-Sama já me havia dito: “Como você não pode me acompanhar, volte para a sua casa e depois se transfira para a casa de uma pessoa que ministre johrei muito bem”. Eu estava decidido a fazer isso e, na noite anterior á partida de Meishu-Sama, disse ao Sr. Inoue, seu secretário: “Amanhã assim que ele partiu, voltarei para Yokossuka”. Na manhã seguinte, entretanto, antes de sair, Meishu-Sama ministrou-me johrei e disse: “Fique mais um pouco aqui. Receba johrei do Sr. Nakajima, pois já pedi a ele que lhe ministre”. Assim, mesmo atarefadissimo, Meishu-Sama preocupou-se a esse ponto com o meu estado. 

(Um Ministro) – Pág. (81/82)

Fonte: Reminiscências sobre Meishu-Sama
Tradução (Igreja Messiânica Mundial do Brasil) Vol. III
Edição (Fundação Mokiti Okada – M. O. A)
2. Edição: julho/1986 – São Paulo/SP.




EXPERIÊNCIA DE FÉ COM A PRÁTICA DO SONEN

EXPERIÊNCIA DE FÉ PRÁTICA DO SONEN(BRASIL)

Bom-dia a Todos!

Meu nome é Antonio Ferreira Junior, sou messiânico há 4 meses e pertenço ao johrei Center São Carlos, Área Rio Claro – São Paulo.
Hoje, gostaria de compartilhar com todos, as transformações ocorridas em minha vida, por meio do Sagrado johrei, que purificou minha alma e me salvou.Há mais ou menos um ano, passava por uma depressão profunda, devido a vários problemas de relacionamento dentro da minha família. Com isso, fui perdendo a vontade de trabalhar, e consequentemente nada ia bem no lado profissional.

Busquei ajuda de um psiquiatra e comecei a tomar muitos remédios que, apesar de aliviar meu sofrimento, não me libertaram da depressão.

Cheguei até a procurar algumas religiões, mas nada me despertava.Confesso que, aos 47 anos de idade, me considerava um ateu e achava que não tinha mais salvação. Assim, cheguei no fundo do poço o que me fez tentar até o suicídio.Minha esposa, acompanhando todo o meu sofrimento, comentou meu problema com seu colega de trabalho, que é messiânico. Este, logo fez o convite para conhecermos a Igreja Messiânica.

Assim, no início do mês de setembro de 2014, saindo de mais uma consulta com o psiquiatra, decidi aceitar o convite e, junto com minha esposa, fui ao johrei Center pela primeira vez.Ao chegarmos, o missionário nos recebeu com bastante alegria e, logo no primeiro johrei que recebi, senti um forte alivio.

Todo o peso e aquela angústia que me consumia saíram de mim e senti uma esperança muito grande em melhorar, mesmo sem conhecer a fundo essa oração chamada johrei. Fui orientado a ir trinta dias consecutivos receber johrei e, com essa sensação tão boa que tive, tomei a decisão de seguir a orientação.

Logo no segundo johrei que recebi, já alcancei uma graça, que fez com que minha situação financeira começasse a mudar.Como sou construtor de imóveis, não estava me dedicando as obras em andamento. Porém, no dia seguinte, recebi duas propostas de compra que foram concretizadas.

Já no terceiro dia, pedi para marcar uma entrevista com o responsável do Johrei Center, pois queria entender o porquê de tantas mudanças positivas em tão pouco tempo com um simples levantar de mãos.

Então, ele começou a me acompanhar e passamos a estudar os ensinamentos de Meishu-Sama através do livro de Primeiras Noções Messiânicas. Firmei o compromisso de encontra-lo semanalmente para receber Johrei e estudar.esse período, minha esposa quando podia, começou a ir junto comigo para receber johrei.

Fui começando a entender muitas coisas, principalmente, com relação ao meu modo de agir no dia a dia.Modifiquei a minha maneira de falar com as pessoas, deixando a grosseria que normalmente utilizava.

Nas discussões, comecei a reconhecer meus erros e até pedir desculpas, coisas que antes eu não fazia. Passei a ouvir mais, ter ponderação e polidez.Durante esse mês, minha esposa sofreu um grave acidente de automóvel, saindo ilesa sem nenhum ferimento. Pela primeira vez, ofereci um donativo de gratidão a Deus com muito sentimento, agradecendo pela proteção recebida.

Com tantas mudanças que ocorreram em tão pouco tempo em minha vida, senti que finalmente havia encontrado um caminho.Então, me preparei e ingressei na fé messiânica recebendo o Ohikari (medalha da Luz Divina) no mês de Outubro de 2014.A partir desse momento, comecei a ministrar johrei na minha família e a praticar as outras colunas de salvação.Despertei para importância da Horta Caseira, e comecei a praticar na minha casa, plantando várias verduras e temperos.Em relação à coluna do Belo, consegui pratica-la em meu trabalho. Ao vender um imóvel, decidi confeccionar um jardim para o novo proprietário.

Fiquei muito feliz em ver a alegria daquela família ao se deparar com o belo jardim.Minha mãe está muito feliz com toda a minha mudança, principalmente, por eu ter me encontrado numa religião, que tanto vem me ajudando a me tornar um ser humano melhor.Minha esposa, acompanhando todo o meu progresso, despertou para ingressar na fé e se tornou membro no mês de dezembro.

Hoje, tenho certeza que se não tivesse aceitado aquele convite e tomado a decisão de ir à Igreja para receber Johrei, não estaria mais neste mundo.Sei que tenho muito a aprender, a mudar, e aprofundar na prática da fé, mas hoje, com muita gratidão posso afirmar que, Graças a Luz Divina, minha alma foi despertada.

Meu compromisso é me empenhar em ministrar o máximo de Johrei para inúmeras pessoas, com o verdadeiro sentimento que se tornem felizes como eu sou hoje.

Agradeço a Deus, a Meishu Sama e aos meus antepassados pela permissão de conhecer a Igreja Messiânica. Ao missionário que foi o pioneiro de minha salvação e, principalmente a minha esposa que não desistiu de mim e sempre me apoiou.

Muito Obrigado.

Antonio Ferreira Junior 

01/02/2015
Solo Sagrado de Guarapiranga
São Paulo/SP.







EXPERIÊNCIA DE FÉ PRÁTICA DO SONEN(BRASIL)

Bom dia a Todos!

Tenho 20 anos de idade e sou membro há seis anos. Dedico no Johrei Center Campos – Área Vitória – Espírito Santo.

Hoje, gostaria de compartilhar com todos, a felicidade que senti ao conhecer o johrei e, principalmente, por ter encontrado um caminho para servir a Deus e ao próximo.Na minha infância, vivi em meio a muitos conflitos e discussões. Meus pais se desentendiam diariamente e não havia um momento sequer de paz e tranquilidade, o que culminou com a separação deles.

Eu sou a terceira filha de cinco irmãos e, aos 14 anos, era uma jovem sem preocupações com o futuro. Não tinha hábitos de uma pessoa religiosa, era bastante egoísta e, ajudar aos outros, não era o meu forte.

Além disso, devido ao meu gênio, nunca perdia a oportunidade de levantar a voz e buscar dar a última palavra.No ano de 2008, minha mãe começou a frequentar a Igreja Messiânica através do convite de meu tio e, se sentindo bem, me convidou para conhecer. Aceitei apenas para satisfazer a sua vontade.

Ao chegar, logo sentei no banquinho e aguardei ser chamada para receber johrei. Não me foi explicado nada e, confesso que quando iniciou a ministração achei meio esquisito ver aquela pessoa com a mão levantada na minha frente. Porém, desde o primeiro Johrei recebido, senti uma sensação de paz e leveza.

Ao sair, encontrei uma colega de escola que ficou feliz em me ver e logo me convidou para voltar.Dois dias depois, graças a ter me sentido muito bem, fui com minhas duas irmãs no Johrei Center. Para minha surpresa, senti grande afinidade e uma imensa vontade de permanecer ali.

Passei a frequentar diariamente e, na primeira semana como frequentadora, fui convidada para dedicar no servir.Essa dedicação na Igreja consiste em ficarmos atentos às necessidades das pessoas, ou seja: ajudar alguém que está carregando algo, servir uma água, um café, ser atencioso, etc. Achei interessante ser chamada para essa dedicação, era exatamente tudo que eu não fazia. Fiquei feliz por ter criado esse compromisso, pois era esse ponto que eu precisava polir em minha maneira de ser.

A cada johrei que recebia me sentia mais feliz e fui me familiarizando com a dedicação, o que me dava vontade de dedicar ainda mais no servir às pessoas.Aos poucos fui me tornando uma pessoa diferente, passei a mudar minha postura, principalmente dentro de casa. Comecei a prestar atenção e me preocupar com o que era necessário fazer.Assim, iniciei pela arrumação de meu quarto, não deixando mais bagunça, também passei a ouvir com atenção e ser mais paciente ao falar com todos.

A cada aprendizado que eu tinha na igreja, eu procurava praticar em minha vida. Buscava melhorar de todas as formas.Minhas irmãs mais novas vendo minha mudança também se motivaram e, juntas começamos a fazer as aulas de primeiras noções messiânicas.Assim, no mês de dezembro de 2008, me tornei membro da Igreja Messiânica junto com minhas duas irmãs. Foi um dia muito feliz em minha vida, pois agora teria a permissão de também ministrar Johrei. Fiquei muito grata por minha mãe ter sido a pioneira da minha felicidade.

Em 2009 fui convidada a participar do Grupo Jovem. Em nossas reuniões e dedicações, fui aprofundando um pouco mais sobre a doutrina messiânica.Estudávamos ensinamentos e também demos inicio ao grupo de monitores, que tinham a missão de cuidar de outros jovens, buscando cultivar neles o sentimento de felicidade que sentíamos ao Servir a Deus.Fazer parte desse grupo dedicado e unido fez total diferença em minha vida. Com eles aprendi o que é dedicar em favor do próximo e principalmente, enxerguei como é incrível receber um sorriso de gratidão.Após um ano de muitas dedicações, buscando nos fortalecer, em dezembro de 2012, tivemos a grande permissão de peregrinar aos Solos Sagrados do Japão. Fomos em oito jovens do Johrei Center. 

Ao retornar, a minha vida havia se transformado. Tornei-me outra Gabriela. Hoje, não sou apenas uma simples jovem, mas sim uma jovem messiânica que tem orgulho de ser útil a Deus. Com a prática do Johrei e a com minha mudança, meu pai despertou para a Fé e se tornou messiânico também. Hoje minha família é muito diferente daquela que eu convivi quando era criança. Existe muita solidariedade e harmonia. 

Apesar de meus pais serem separados, passamos todas as datas festivas juntos sem nenhum conflito e posso dizer: “Somos uma família feliz”. Ano passado me formei Guia do Solo Sagrado de Guarapiranga e atualmente dedico como Assistente de Família e cuido de 5 lares. Visito cada lar para ministrar Johrei e apoia-los. Muitas vezes me deparo com algumas “Gabrielas” nessas famílias. 

Nesse momento, logo percebo que, assim como eu pude ser um elo transformador em meu lar, essas “Gabrielas” também podem ser um instrumento para transformarem suas famílias e formarem um Lar de Luz. Sou muito feliz por poder estar sendo útil a essas famílias, e, com humildade, poder passar as práticas que me ajudaram a melhorar como ser humano. 

Meu maior objetivo é me fortalecer espiritualmente para cumprir a minha missão. Tenho o sentimento de salvar pessoas, onde quer que eu esteja. Este ano, me propus a vir dedicar como Guia, no período do carnaval aqui neste Solo Sagrado. Ao retornar para minha cidade, já senti a força que havia ganho, pois consegui encaminhar uma amiga que sempre quis conduzir a Igreja por ser muito parecida com a pessoa que eu era. Ministrei-lhe o primeiro Johrei e, pela paz e serenidade que me relatou sentir, na mesma semana ela retornou já trazendo também outra amiga nossa pela primeira vez. 

Meu compromisso é acompanha-la até que possa ter a permissão de se tornar verdadeiramente feliz. 

Hoje, entendo que a minha missão na Obra Divina vai muito além do que eu havia me permitido enxergar. Estou certa de que a verdadeira felicidade está em utilizar a vida que recebemos de Deus, para levar Luz e felicidade a todos que nos rodeiam. 

Agradeço a Deus, a Meishu-Sama, aos meus antepassados e, principalmente, a minha família que foi utilizada por Deus para meu polimento e formação. 

Muito Obrigada a Todos! 

Gabriela Viana Ferreira Lessa 

01/03/2015 
Solo Sagrado de Guarapiranga 
São Paulo/SP. 

domingo, 8 de março de 2015

CAMINHADA

Caminhada 

Às vezes nos sentimos meio perdidos, 

Sozinhos e sentimos a necessidade de buscar novos caminhos para nossas vidas...

Nessa caminhada, encontramos muitas pedras 

Que lapidadas transformam-se em 

Uma joia preciosa: a experiência!

Encontraremos pessoas mais novas... 

E com elas reaprenderemos a inocência perdida...

Encontraremos pessoas mais idosas... 

E com elas aprenderemos a ser maduros...

Aprenderemos que o fogo que queima 

Também esquenta as noites de frio...

Em algum momento nossa caminhada 

Será interrompida e aprenderemos que foi apenas 

Uma pausa para o descanso da alma...

Às vezes achamos que perdemos algumas pessoas, 

Mais depois percebemos que elas é que nos perderam.

Sentiremos medo e solidão, 

Mas encontraremos sempre a mão amiga 

Daquele que foi crucificado por nós...

E se achamos que a caminhada é longa demais,

Temos a garantia do abraço sempre aconchegante daqueles que também dariam a vida por nós: 

nossos pais.

Ao final desta grande caminhada que se chama VIDA, Perceberemos que o que realmente importa 

São aquelas coisas que podemos carregar 

Dentro de nossos corações.

Portanto, guarde somente os bons sentimentos.

Assim chegaremos com o coração leve 

E a mala cheia de boas lembranças...

Autor: Jacy Lima 




ESPERANÇA E FÉ

A PAZ PERFEITA 

Havia um rei que ofereceu um grande prêmio ao artista que fosse capaz de captar numa pintura a paz perfeita. Foram muitos os artistas que tentaram. O rei observou e admirou todas as pinturas, mas houve apenas duas de que ele realmente gostou e teve que escolher entre ambas.

A primeira era um lago muito tranqüilo. Este lago era um espelho perfeito onde se refletiam umas plácidas montanhas que o rodeavam. Sobre elas encontrava-se um céu muito azul com tênue nuvens brancas.Todos os que olharam para esta pintura pensaram que ela refletia a paz perfeita.

A segunda pintura também tinha montanhas. Mas estas eram escabrosas e estavam despidas de vegetação. Sobre elas havia um céu tempestuoso do qual se precipitava um forte aguaceiro com faíscas e trovões. Montanha abaixo parecia retumbar uma espumosa torrente de água.Tudo isto se revelava nada pacífico. Mas, quando o rei observou mais atentamente, reparar que atrás da cascata havia um arbusto crescendo de uma fenda na rocha. Neste arbusto encontrava-se um ninho. Ali, no meio do ruído da violenta camada de água, estava um passarinho placidamente sentado no seu ninho. Paz perfeita.Qual pensas que foi a pintura ganhadora? O rei escolheu a segunda. Sabes por quê?

“Porque" explicou o rei: "paz não significa estar num lugar sem ruídos, sem problemas, sem trabalho árduo ou sem dor." "Paz significa que, apesar de se estar no meio de tudo isso, permanecemos calmos no nosso coração." "Este é o verdadeiro significado da paz"

Autor: Desconhecido



O Tapetinho Vermelho 

Uma pobre mulher morava em uma humilde casinha com sua neta que estava muito doente. Como não tinha dinheiro sequer para levá-la ao médico, e vendo que apesar de seus muitos cuidados, e remédios com ervas, a pobre criança piorava a cada dia, resolveu iniciar a caminhada de duas horas até a cidade próxima, em busca de ajuda. Chegando no único hospital público da região, foi aconselhada a voltar para casa e trazendo a neta junto, para que esta fosse examinada. 

Quando ia voltando, já desesperada por saber que sua neta não conseguiria sequer levantar da cama, a senhora passou em frente a uma igreja, e como tinha muita fé em Deus, apesar de nunca ter entrado em uma igreja, resolveu pedir ajuda. Ao entrar, encontrou algumas senhoras ajoelhadas no chão, fazendo orações. As senhoras receberam a visitante, e após inteirarem-se da sua história, a convidara para se ajoelhar e orar pela criança. 

Após quase uma hora de fervorosas orações e pedidos de interseção junto ao Pai, as senhoras já iam se levantando quando a mulher lhes disse: "Eu também gostaria de fazer uma oração!" .Vendo que se tratava de uma mulher de pouca cultura, as senhoras retrucaram: "Não é necessário, com nossas orações com certeza a sua neta irá melhorar". 

Ainda assim a senhora insistiu em orar e começou: "Deus, sou eu. Escute, a minha neta está muito doente, meu Deus. Sendo assim, eu gostaria que você fosse lá curar essa menina. Você pegue uma caneta que eu vou lhe explicar aonde fica." 

As senhoras estranharam, mas continuaram ouvindo. 

"Bom, você vai seguindo o caminho daqui de volta para Belo Horizonte, quando passar o rio com a ponte, você entra na segunda estradinha de barro. Não vai errar ta?" 

A esta altura as senhoras já estavam se esforçando para não rir, mas ela continuou. 

"Seguindo mais uns vinte minutinhos tem uma vendinha. Entra na rua depois da mangueira, que meu barraquinha é o último da rua. Pode ir entrando, que não tem cachorro, ta bom Deus? Mas por favor, cure a minha netinha. 

As senhoras começaram a se indignar com a situação... 

"Olha Deus..." - ela continuou - "A porta ta trancada, mas a chave fica em baixo do tapetinho vermelho na entrada. O Senhor pega a chave, entra e cura a minha netinha. Mas, por favor, não se esqueça de colocar a chave de novo em baixo do tapetinho vermelho, se não eu não consigo entrar quando eu chegar a casa Senhor." 

A esta altura, as senhoras interromperam aquela ultrajante situação, dizendo que não era assim que se deveria orar, mas que ela poderia ir para a casa sossegada, pois elas eram pessoas de muita fé, e Deus com certeza ouviria as preces, e iria curar a menina. 

A mulher foi para a casa, um pouco desconsolada. Mas ao entrar em casa, qual não foi a sua surpresa? A sua neta veio correndo lhe receber. "Minha neta, como é possível? Você está de pé?" 

E a menina explicou: "Eu ouvi um barulho na porta e pensei que era a senhora que estava voltando para a casa. Porém, entrou um homem muito alto, com um vestido branco. Ele entrou em meu quarto e mandou que eu levantasse. Não sei como, mas eu simplesmente levantei." - E quase em prantos a menina continuou: "Depois ele sorriu, beijou minha testa e disse que tinha de ir embora, mas pediu que eu avisasse a senhora que ele ia deixar a chave conforme o combinado, em baixo do Tapetinho Vermelho". 

Autor: Desconhecido 

MENSAGENS DE VIDAS PASSADAS

CURA ESPIRITUAL ATRAVÉS DA TERAPIA DE VIDAS PASSADAS

O Carma é uma Lei psicológica que atua primariamente no campo psicológico, sendo que as circunstâncias físicas são apenas o meio pelo qual a finalidade psicológica é alcançada. Um cidadão que no passado derramou sangue de muita gente com suas arbitrariedades, renasce com uma anemia irreversível. Como se vê, a finalidade do sofrimento não é punitiva, mas corretiva. O individuo que prejudicou o semelhante de maneira grave precisa sentir “na própria pele” a dor que o outro experimentou a fim de reeducar-se; e, quando novamente posto em situação em que tenha a oportunidade de reincidir, ele seja capaz de resistir aos seus impulsos. É a Lei, a ordem natural das coisas”. (Hermínio C. Miranda)

Ao trabalhar com a TVP (Terapia de Vida Passada) desde 1985, tratando de inúmeros pacientes com distúrbios psíquicos, psicossomáticos, orgânicos (cuja causa não foi encontrada pela medicina oficial) e de relacionamento interpessoal (aqueles relacionamentos difíceis, dolorosos e truncados entre marido e mulher, pais e filhos, entre irmãos, etc.), constatei que a causa desses problemas pode advir de três fatores:

a) Interno (Intrapsíquico): Experiências traumáticas, mal resolvidas da vida atual (infância, nascimento, útero materno) ou muito mais precoce, em outras vidas;

b) Externo (Exteropsíquíco): Interferência espiritual (Obsessores) que costumam dificultar e impedir que o paciente regrida em seu passado e saiba a origem de seu problema, pois sabem que se o mesmo regredir, irá obter a sua cura;

c) Misto: Pode haver a combinação desses dois fatores na origem dos problemas. Em muitos casos, quando se elimina a interferência negativa dos espíritos obsessores na vida do paciente, através da ajuda das presenças espirituais amigas nas sessões de regressão, o mesmo rapidamente resolve os seus problemas. Apesar dos malefícios causados pela presença desses espíritos negativos na vida desses pacientes, é comum o total desconhecimento por parte desses pacientes da influência desses seres extrafísicos em suas vidas.

É impressionante a melhora significativa de suas vidas, quando esse fator externo (espiritual) é eliminado. Por outro lado, há casos em que mesmo eliminando essa interferência externa, a melhora desses pacientes não se dá de forma imediata, mas de forma gradativa, pois acabaram criando uma relação simbiótica parasitária com o seu obsessor, que vêm de várias encarnações passadas.

Osvaldo Shimoda 


VIDAS PASSADAS VIVÊNCIA REGRESSIVA

Muitos pacientes me perguntam o porquê de não conseguirem ver nada durante o processo regressivo. No final da sessão de regressão se sentem frustrados porque não conseguiram ver nenhuma cena de suas vidas passadas. A PNL (Programação Neurolinguística) explica o porquê disso.
Ela diz que o ser humano busca se comunicar entre si através de três canais:
a) visual, b) auditivo e c) sinestésico (sensações). 

Embora a maioria dos pacientes traga suas experiências de vidas passadas ativando sua memória visual, muitos as trazem de outras formas, isto é, usam suas memórias auditivas e sinestésicas (sensações) para recordar suas vivências passadas. 

Portanto, não conseguem ver nada durante a sessão de regressão porque sua memória visual é pouco desenvolvida. Daí explica o porquê de não conseguirem ver nada. Neste aspecto, nem todas as pessoas trazem lembranças de suas vidas passadas do mesmo modo. Cada pessoa vai vivenciar a experiência de regressão de uma ou de várias formas possíveis que passarei a explicar melhor: 

Vivência Visual: as experiências de vidas passadas são geralmente visuais. As experiências podem vir de forma nítida, vívida ou embaçada inicialmente e, no decorrer das sessões se tornam mais nítidas. Podem ainda vir de forma congelada (parada, como nas imagens do DVD quando a gente aperta o botão pause), de forma fotográfica, pictórica (quadro ou gravura) ou em movimento como quando a gente assiste aos filmes no cinema e na TV. Podem vir ainda em forma de flashses que, em muitos casos, persistem após o término da sessão de regressão; 

Vivência auditiva: certa ocasião uma paciente subitamente me interrompeu no inicio de seu processo de relaxamento me perguntando se eu tinha ouvido uma revoada de pássaros dentro do meu consultório (a sala estava silenciosa e era noite). Expliquei-lhe que não havia nenhum pássaro na sala e que na verdade ela tinha ativado a memória auditiva de seu passado, daí estar “escutando” as revoadas dos pássaros. Portanto, na vivência auditiva, o paciente escuta sons e barulhos de experiências de seu passado (sons da natureza). Muitos chegam a ouvir alguém chamá-los pelo seu nome na existência passada; 

Vivência Sinestésica (sensações órgano-sensoriais): O paciente revivência experiências de suas vidas passadas sentindo sensações físicas como calor, frio, paralisia no corpo, dores, odores, paladar e sentimentos (a pessoa pode chorar, gritar, contrair-se, revoltar-se, sentir raiva, medo, angústia, etc.). Em muitos casos, as dores são tão intensas e reais que é preciso fazer o retorno ao estado de vigília com mais cuidado para que as sensações não perdurem após a sessão de regressão; 

Vivência intuitiva: as lembranças chegam intuitivamente (o paciente tem a “impressão de”…), passando a ficar mais claras no decorrer da regressão. Na maioria dos casos, o paciente não vê nada de forma nítida, mas intui. É comum ele identificar uma pessoa da existência passada como sendo sua mãe, por exemplo, através do mesmo olhar (os olhos são o espelho da alma), do sorriso, do jeito de andar, etc. Os corpos físicos são diferentes, mas a alma, o espírito, é o mesmo; 

Vivência mista: ocorre quando o paciente regride de forma completa (quando há uma mistura das vivências anteriormente mencionadas). Ou seja, ele vê, ouve, sente e intui de forma intensa. Neste aspecto, existem três formas do paciente participar de seu processo regressivo: 

A) ATIVA: participa ativamente na sessão de regressão. Ele “entra” no filme, é o próprio protagonista do enredo; ele sabe que está revivenciando uma experiência de seu passado e jamais perde a consciência. Analogamente dizendo, é como você assistir um filme na TV e se emocionar, sentir as mesmas sensações físicas do personagem, como se fosse o próprio ator (atriz) do filme. Mas sabe que é apenas um filme e não uma realidade. Da mesma forma, o paciente sabe, tem consciência que está revivenciando uma experiência de seu passado; 

B) PASSIVA: o paciente regride de forma racional (retrocognição) como se estivesse assistindo um filme pela TV. É um telespectador recordando suas vidas passadas, mas sem se envolver emocionalmente; 

C) MISTA: pode regredir ativamente durante quase toda a sessão de regressão, mas, no final, ao revivenciar sua experiência de morte, revive de forma passiva, como um espectador. È evidente que essa forma de regredir é um mecanismo de defesa psíquica de não revivenciar experiências muito dolorosas. É uma forma de sua mente inconsciente poupá-lo de sentir novamente a experiência dolorosa de seu passado por não estar ainda preparado psicologicamente para suportar o impacto das experiências traumáticas de seu passado, causador de seu problema na vida presente. 

CASO CLÍNICO:

Agressão Física. Homem de 40 anos, solteiro. 

O paciente veio ao meu consultório por conta de seu quadro depressivo. Desde então tomava regularmente antidepressivo (lexotan), mas continuava vindo sempre a idéia de suicídio. Seu pessimismo era muito intenso, a libido inexistente (falta de apetite sexual). Antes de 1992, seu interesse sexual era normal, gostava de conversar, dançar, ouvir músicas. Ao me procurar estava totalmente retraído, não se emocionava mais, estava apático. Ao tomar moderador de apetite, desencadeou uma segunda crise depressiva em 2004. Desta forma, queria saber o porquê dessas crises de depressão, pessimismo e desinteresse pela vida. 

Ao regredir me relatou: “Estou vendo os meus pais. Eles são muito carinhosos. Meu pai está bem vestido, usa barba, eu o vejo em pé dentro de casa. Estou sentado no chão brincando, devo ter uns três anos. Minha mãe está sentada na cadeira. Ela é branca, cabelos pretos. Meu pai é alto, cabelos pretos e é moreno. Não vejo os meus irmãos”. 

Avance mais para frente na sua infância – peço-lhe.

“Estou agora com sete anos. Estou com cabelo cortado, baixinho, uso topete. Visto uma calça com suspensórios, calço um sapato branco e meia branca. Eu sou feliz com os meus pais (pausa). 

Avance mais para frente nessa cena – peço-lhe.

“Meus pais me deixam na escola. É uma escola de padres, é na Bolívia. As carteiras são individuais, o professor é padre e deve ter uns 50 alunos. Estou vestindo uma calça azul, camisa e blusa branca. Era o uniforme da escola. Agora vejo um outro padre. Ele também é professor, só que de outra turma. Ele sentou-se do meu lado, ainda não começou a aula. Ele brinca comigo, fala em espanhol. Eu ainda não domino bem o idioma porque antes dos sete anos, minha família morava no Brasil, em São Paulo. Eu não entendi bem o que ele me disse e não gostei da brincadeira e lhe respondi de forma agressiva. Ele não gostou e foi se queixar para o meu professor. O professor me chamou e na frente de todos – meninos (as), torceu minha orelha e me encheu de bofetadas, e, em seguida, me mandou de volta à minha carteira. Ele falou: “Que isso sirva de exemplo para todos”! Eu estava atordoado, assustado, não estava entendendo nada. Achei que o meu professor iria apenas chamar a minha atenção, mas, ao invés disso, me agrediu brutalmente (paciente começa a chorar copiosamente). Meu rosto ficou vermelho, doía bastante. Ele deixou as marcas das mãos dele no meu rosto. Eu voltei para a minha carteira, não chorei. Os meus colegas estavam todos apavorados… Eu me senti sozinho, perdido, desamparado (chora intensamente). Estava me sentindo muito humilhado e com muita raiva”. 

Repita essa palavra (raiva) – peço-lhe.

“Raiva! (paciente grita várias vezes). Eu não contei para os meus pais o ocorrido porque me senti envergonhado pela humilhação que passei. Eu não entendi direito a brincadeira daquele padre; eu não falava direito o espanhol. Após esse incidente, eu sempre evitava o meu professor e aquele padre que brincou comigo. Após concluir o ensino fundamental, voltamos para São Paulo. Quando tinha 20 anos, voltei à Bolívia e fui procurar os dois padres. Infelizmente nenhum deles estava mais no colégio. Tinham sido transferidos para outro país. Eu só queria entender o que foi que aconteceu naquele dia. O mal-entendido que houve com aquele padre fez com que eu me tornasse uma criança séria, que não gostava de brincadeiras. Eu me fechei, ficava triste, não era de sorrir muito. Acho que me fechei de tal forma que acabei negando esse incidente, tanto é verdade que eu não me lembrava desse episódio. Só vim a lembrar agora na regressão de hoje”. 

Na regressão seguinte, pedi para que o paciente imaginasse um palco de um teatro.
– Imagine-se sentado na poltrona da 1ª fileira do auditório. O teatro está vazio. Imagine vendo aquele padre que brincou com você, no palco desse teatro. Focalize o holofote só nele e converse com ele (pausa). Pergunte-lhe por que ele foi queixar-se com o seu professor. Diga-lhe também que não entendeu as suas brincadeiras porque não dominava bem a língua espanhola. 

Ao perguntar ao padre, este lhe respondeu: “Na verdade, eu não sabia que você não entendia o espanhol. Eu achei que você estava sendo muito mal educado comigo, por isso me queixei com o seu professor. Mas, sinceramente, eu mesmo fiquei surpreso com a reação violenta dele. Achei que ele iria conversar com você, não esperava que ele fosse agredi-lo daquele jeito. Eu me senti culpado e constrangido com o ocorrido. Peço desculpas por ter provocado aquele incidente”. 

Paciente chora emocionado e diz: “Agora entendo o que aconteceu. Vejo que houve um mal-entendido de ambas as partes. Mas agora eu consigo te perdoar. Para mim ficou claro o que ocorreu naquele dia”. 

Após o diálogo, pedi para o paciente se despedir do padre. No final da sessão, o paciente me disse que na verdade sentia mágoa daquele padre e não de seu professor. Após passar por mais quatro sessões de regressão, o paciente me disse que não se sentia mais depressivo, se sentia mais solto, mais disposto e comunicativo. Estava motivado e esperançoso e já tinha planos para o seu futuro.
Demos por encerrado o nosso trabalho. 

Osvaldo Shimoda 
Site: www.portalangels.com.br





sábado, 7 de março de 2015

ESPIRITUALIDADE

Serenidade Sempre

Todo homem sábio é sereno.

A serenidade é conquista que se consegue com o esforço pessoal, passo a passo.

Pequenos desafios que são superados, irritações que conseguimos controlar; desajustes emocionais corrigidos; vontade bem direcionada; ambição freada são todas experiências para a aquisição da serenidade.

Um espírito sereno é aquele que já se encontrou consigo próprio, sabendo exatamente o que deseja da vida.

A serenidade harmoniza, exteriorizando-se de forma agradável para os que estão à volta. Inspira confiança, acalma e propõe afeição.

O homem que consegue ser sereno já venceu grande parte da luta.

Assim, não permita que nenhuma agressão exterior lhe perturbe, causando irritação e desequilíbrio.

Procure manter a serenidade em todas as realizações.

A sua paz é moeda arduamente conquistada, que você não deve atirar fora por motivos irrelevantes.

Os tesouros reais, de alto valor, são aqueles de ordem íntima, que ninguém toma, que jamais se perdem, e sempre seguem com você.

Quando esteja diante de alguém que engana, traindo a sua confiança, o seu ideal, procure manter-se sereno.

O enganador é quem deve estar inquieto, e não a sua vítima.

No seu círculo familiar ou social, você sempre irá se defrontar com pessoas perturbadas, confusas e agressivas.

Não se desgaste com elas, competindo nas faixas de desequilíbrio em que se fixam. Elas são um teste para sua paciência e serenidade.

Procure manter-se sempre em contato com o alto, através da prece e em contato consigo mesmo, buscando continuamente compreender as situações que a vida lhe apresenta, enxergando-as como oportunidades, e não como crises.

Quem consegue manter a serenidade diante das pequenas dificuldades que surgem, vence mais facilmente os grandes desafios.

O homem sereno consegue viver mais feliz, pois nada parece afligi-lo a ponto de faze-lo desistir dos sonhos que traçou para si mesmo.

O homem sereno jamais busca resolver suas questões através de comportamento violento, e por isso há mais paz em sua vida.

A serenidade que Jesus mantinha em seu coração era algo sublime.

Poucos eram aqueles que não se emocionavam em sua presença, pois esta virtude se exteriorizava pelo olhar tranqüilo e profundo, irradiava pelo semblante carinhoso e pacífico; emanava pelas palavras ditas com tanto amor, que pareciam beijar e abraçar aqueles que as ouviam.

Poucos foram aqueles que não tiveram seus olhares inundados, por estarem na companhia do espírito mais sereno que já esteve na face da terra.


Divaldo Franco

Autor: desconhecido



Poema da Gratidão 

Senhor, muito obrigado, pelo que me deste, pelo que me dás! 

pelo ar, pelo pão, pela paz! 

Muito obrigado, pela beleza que meus olhos vêem no altar da natureza. 

Olhos que contemplam o céu cor de anil, e se detém na terra verde, salpicada de flores em tonalidades mil! 

Pela minha faculdade de ver, pelos cegos eu quero interceder, por aqueles que vivem na escuridão e tropeçam na multidão, por eles eu oro e a Ti imploro comiseração, pois eu sei que depois dessa lida, numa outra vida, eles enxergarão! 

Senhor, muito obrigado pelos ouvidos meus. 

Ouvidos que ouvem o tamborilar da chuva no telheiro, a melodia do vento nos ramos do salgueiro, a dor e as lágrimas que escorrem no rosto do mundo inteiro. 

Ouvidos que ouvem a música do povo, que desce do morro na praça a cantar. 

A melodia dos imortais que a gente ouve uma vez e não se esquece nunca mais. 

Diante de minha capacidade de ouvir, 

pelos surdos eu te quero pedir, pois eu sei, que depois desta dor, no teu reino de amor, eles voltarão a ouvir! 

Muito obrigado Senhor, pela minha voz! 

Mas também pela voz que canta, que ensina, que consola. 

Pela voz que com emoção, profere uma sentida oração! 

Pela minha capacidade de falar, pelos mudos eu Te quero rogar, pois eu sei que depois desta dor, no teu reino de amor, eles também cantarão! 

Muito obrigado Senhor, pelas minhas mãos, mas também pelas mãos que aram, que semeiam, que agasalham. 

Mãos de caridade, de solidariedade. Mãos que apertam mãos. 

Mãos de poesias, de cirurgias, de sinfonias, de psicografias, mãos que numa noite fria, cuida ou lava louça numa pia. 

Mãos que a beira de uma sepultura, abraça alguém com ternura, num momento de amargura. 

Mãos que no seio, agasalham o filho de um corpo alheio, sem receio. 

E meus pés que me levam a caminhar, sem reclamar. 

Porque eu vejo na Terra amputados, deformados, aleijados...e eu posso bailar!!... 

Por eles eu oro, e a ti imploro, porque eu sei que depois dessa expiação, numa outra situação, 

eles também bailarão. 

Por fim Senhor, muito obrigado pelo meu lar! 

Pois é tão maravilhoso ter um lar... 

Não importa se este lar é uma mansão, um ninho, uma casa no caminho, um bangalô, seja lá o que for! 

O importante é que dentro dele exista a presença da harmonia e do amor! 

O amor de mãe, de pai, de irmão, de uma companheira... 

De alguém que nos dê a mão, nem que seja a presença de um cão, porque é tão doloroso viver na solidão! 

Mas se eu ninguém tiver, nem um teto para me agasalhar, uma cama para eu deitar, um ombro para eu chorar, ou alguém para desabafar..., não reclamarei, não lastimarei, nem blasfemarei. 

Porque eu tenho a Ti! 

Então muito obrigado porque eu nasci! 

E pelo teu amor, teu sacrifício, tua paixão por nós, 

Muito obrigado Senhor! 

Divaldo Franco / Amélia Rodrigues 


Autor:Desconhecido