sábado, 22 de julho de 2017

CULTO MENSAL DE AGRADECIMENTO SOLO SAGRADO DE GUARAPIRANGA/SP


Culto Mensal de Agradecimento Solo Sagrado de Guarapiranga/SP.

Bom Dia! 

Sejam Bem Vindos ao Solo Sagrado de Guarapiranga.

Todos estão passando bem?

Agradeço a Deus e a Meishu-Sama a permissão de realizar este Culto de Agradecimento e de poder servir à Obra Divina com os Senhores.

Como o tempo está passando rápido, não é mesmo? Há duas semanas, estávamos celebrando o Culto do Nascimento do Paraíso Terrestre e, hoje, já estamos celebrando o culto de agradecimento do mês de julho!

Ao iniciarmos o segundo semestre do ano, penso ser importante fazer uma reflexão mais aprofundada sobre os ensinamentos de Meishu-Sama e, ao mesmo tempo, um balanço sobre a maneira como estamos vivendo e servindo a Obra Divina.

Hoje, o mundo está passando por um momento de muitas mudanças. São grandes e inúmeras as purificações. As notícias que nos chegam, na maioria das vezes, retratam situações muito difíceis que nos entristecem e desanimam. Às vezes, chega a dar a impressão de que nada de bom acontece no mundo. Contudo, isso não é verdade: há muitas coisas boas ocorrendo e precisamos estar atentos a elas.

Meishu-Sama já havia nos alertado sobre as mudanças que ocorreriam com a intensificação da Luz Divina e com o avanço da Transição da Era da Noite para a Era do Dia. Tais mudanças fazem parte da “prestação de contas do velho mundo” à qual Meishu-Sama se referiu no ensinamento “O que é a Igreja Messiânica Mundial”, que acabamos de ouvir.

De fato, estamos vivendo um momento crítico. Contudo, através do próprio exemplo, Meishu-Sama nos legou um caminho seguro para ultrapassarmos esta fase e nos tornarmos, conforme está no Ensinamento, “pessoas capacitadas para o mundo que irá surgir”. Meishu-Sama afirma que a Igreja Messiânica Mundial cria e difunde uma cultura espiritual em interação com o desenvolvimento da cultura material, tendo por finalidade o advento do Paraíso Terrestre. Ele nos ensina, ainda, que a fé é o único caminho para ultrapassarmos com facilidade essa grande fase de mudanças e nos tornarmos úteis para o novo mundo.

Neste sentido, tornar-se uma “pessoa capacitada para o mundo que irá surgir” significa ser uma pessoa que nunca esquece que sua alma pertence a Deus; uma pessoa que consegue afirmar, para si mesma, que Ele está vivo em sua vida e que nada neste mundo foge ao Seu comando.

Acredito que a peregrinação ao Solo Sagrado é um momento especial para refletirmos e perguntarmos a nós mesmos: “Será que estou conseguindo reconhecer minha ligação eterna com Deus e, com gratidão, conduzir e entregar a Ele, através de Meishu-Sama, as situações que estou vivendo?”; “Será que estou conseguindo afirmar para mim mesmo que o Paraíso existe dentro do meu coração?”

No Ensinamento lido hoje, Meishu-Sama afirmou: “Seria uma felicidade se o Paraíso Terrestre pudesse ser estabelecido sem que nada precisasse ser mudado. Todavia, uma vez que se trata da construção de um mundo novo, ideal, é indispensável que se faça uma prestação de contas do velho mundo. É como na construção de uma nova casa, quando se fazem necessárias a demolição da “velha casa” e “a limpeza do terreno.”

Quando ouvimos estas palavras, sem refletir muito sobre seu significado, é fácil concordar e dizer: “Ah, entendi! Deve ser isso mesmo. Vamos demolir a ‘velha casa’ para construir uma nova!”

Quando pensamos mais profundamente e nos damos conta de que esta “velha casa” à qual Meishu-Sama está se referindo pode se tratar de nós mesmos, das nossas atitudes, do nosso egoísmo, do apego às nossas idéias e pensamentos, do nosso “velho eu”, neste momento, como reagimos?

Eu não sei os senhores, mas, muitas vezes, minha vontade é deixar para mais tarde a decisão de aceitar as mudanças necessárias para a construção da minha “nova casa” do meu “novo eu”.

Contudo, é preciso saber que a construção do Paraíso é comandada por Deus, está sendo realizada dentro e fora de cada um de nós. Portanto, a “demolição da velha casa e a limpeza do terreno” são etapas necessárias nesse processo. Ou seja, os acontecimentos que estão causando desconforto em nossa vida são resultados desse processo de construção. Por conseguinte, precisam ser merecedores da nossa gratidão, não acham?

Quando as coisas não transcorrem conforme o esperado, a tendência é ficar triste, desanimado, preocupado. Nesses momentos, procuramos Deus e oramos fervorosamente para que as coisas ocorram conforme desejamos, ou seja, de acordo com nossa conveniência. Agindo assim, parece que estamos utilizando Deus para realizar nossos desejos, quando, na verdade, precisamos nos conscientizar da onipotência de Deus, que nos utiliza conforme Sua vontade.

Meishu-Sama nos ensina que a grande barreira que encontramos para obedecer a Vontade de Deus, para sentir o amor de Deus, é o nosso egoísmo e apego. Sem perceber, muitas vezes, ficamos presos a uma maneira de pensar centralizada no ser humano. Dessa maneira, ignoramos a existência de Deus e, como conseqüência, acabamos tomando posse de tudo o que ocorre de bom e de ruim em nossas vidas.

Por exemplo, quando dizemos ou pensamos: “meu milagre”, “minha conquista”, “meu mérito”, “meu problema”, “minha purificação”, “minha idéia”, “minha vida”, apropriamo-nos de tudo e tomamos para nós as coisas que, na verdade, pertencem a Deus.

Por este motivo, sempre acabamos querendo resolver as coisas da nossa maneira, com a nossa força e não as encaminhamos a Deus. Não as entregamos em Suas mãos. Muito menos reconhecemos que Deus está nos esperando com nossos sentimentos, pensamentos, dificuldades, alegrias, enfim, com tudo o que trazemos conosco.

Por isso quando ignoramos Deus, sentimos aquela sensação de estar carregando sozinho o peso do mundo nas costas. É por isto que afirmo com convicção que o primeiro passo neste sentido é reconhecer, de verdade, a existência de Deus vivo dentro de nós e nos dirigirmos em direção a Ele.

Precisamos, realmente, entender que a construção do Paraíso Terrestre está nas mãos de Deus e que tudo está sendo utilizado em Sua obra, no processo de Transição da Era da Noite para a Era do Dia. Dessa maneira, conseguiremos agradecer os acontecimentos da nossa vida. Por exemplo: ao sentirmos que alguma coisa esteja nos incomodando, ao invés de nos decepcionarmos, reclamarmos e ficarmos tristes, vamos imediatamente agradecer e encaminhá-la a Deus, através de Meishu-Sama com a certeza de que esta situação vai ser recebida por Ele.

Se conseguirmos compreender que estamos “em construção”, em outras palavras, que estamos sendo lapidados, criados e educados por Deus, ganharemos força e coragem para suportar e enfrentar as situações que aparecerem.

Como sabe, toda obra de construção causa certo transtorno e desconforto para si e para os outros, não é? Os senhores já viram aquelas placas que são colocadas em locais que estão em obras? Algumas dizem: “Desculpem-nos pelo transtorno, estamos em obras”. Outras acrescentam: “Estamos em obras para melhorar seu conforto.”

Acho que eu também tenho que levantar uma plaquinha, que diz: “Eu estou em obras, desculpem-me pelo transtorno!” Se nós conseguirmos reconhecer que estamos “em obras” e que os outros também estão “em obras”, penso que a compreensão entre as pessoas aumentará.

Meishu-Sama escreveu um poema que nos fala do quanto precisamos estar atentos ao trabalho realizado por Deus na construção do Paraíso Terrestre. Ele nos disse: “Abram seus olhos e vejam Deus que, por trás da destruição, está utilizando o Seu martelo, na obra de construção.”

Do invisível Mundo Divino, Deus trabalha dia e noite, incansavelmente, construindo nosso interior e aperfeiçoando o mundo em que vivemos.

Eu acredito que Deus concedeu um martelinho a cada um de nós, Seus filhos, para que, juntos a Ele, pudéssemos participar desta construção. Eu penso que os Cultos e as Orações, johrei, a Leitura dos Ensinamentos, o encaminhamento de pessoas, enfim, que o nosso servir na Obra Divina representam o trabalho deste martelinho.

Os senhores já se conscientizaram de que estão com esse martelinho na mão? Estão utilizando o martelinho diariamente? Estão ouvindo o som desse martelinho trabalhando?

Pode ser que não consigamos ver o martelinho de Deus trabalhando dentro de nós, mas se serenarmos nossa mente e corpo poderão sentir na nossa respiração e na batida do nosso coração a ação desse martelinho de Deus, concedendo-nos vida.

Eu acredito que seguir os passos de Meishu-Sama, praticando seus Ensinamentos para sermos úteis a Deus e ao novo mundo que está surgindo, é o caminho para nos transformarmos em pessoas aptas a viver no Paraíso Terrestre.

Foi exatamente essa postura que ouvimos hoje, através da experiência relatada pelo senhor Luiz Augusto. Graças ao estudo dos Ensinamentos e sua prática, ele voltou a ter permissão de conduzir à Obra Divina nova alma de ouro. Fiquei muito emocionado ao ouvi-lo dizer: “Tive a convicção que o Estudo dos Ensinamentos, somando às Práticas Básicas, nos conecta a Deus e ao Messias, fazendo com que nossa Partícula Divina brilhe mais intensamente”.

No próximo mês, realizaremos o Culto dedicado à Coluna da Agricultura Natural. Gostaria que plantassem alguma semente e a cultivassem, imaginando que estão cultivando a semente do Paraíso que já existe em seu coração.

Até lá, gostaria que pensassem bem sobre o que conversamos hoje e, com a fé renovada, possamos, neste segundo semestre, caminhar firmes na concretização do Paraíso em nosso interior e à nossa volta.

Parabéns a Todos e uma Boa Missão!

Muito Obrigado!

Rev. Marco Antonio Baptista Resende 

Culto Mensal de Agradecimento 
Solo Sagrado de Guarapiranga 
02 de Julho/2017 



ALIMENTO-ME DA SINCERIDADE DOS QUE OFERECEM

Alimento-me da Sinceridade dos que Oferecem


Meishu-Sama, em hipótese alguma, desperdiçava os alimentos, principalmente quando se tratava de oferendas feitas pelos fiéis. Quando sobrava comida no jantar, por exemplo, mandava guardar para a próxima refeição e servia-se dela no dia seguinte. Aquele gesto me crê, significava alimentar-se da sinceridade do ofertante. Quando as suas refeições eram preparadas com alimentos ofertados pelos membros, mesmo que ele não o comesse muito, procurava sempre provar um pouco.

(Um Servidor) – Pág. (37)




A Repreensão era Dada de acordo com a Pessoa 


Nos casos em que se pede perdão, por exemplo, as palavras das pessoas diferem completamente entre aquelas que pedem perdão com sinceridade e os que o fazem simplesmente por fazer. Certo dia, uma pessoa que havia derrubado o Ohikari recebeu uma repreensão quando foi pedir desculpas a Meishu-Sama. Ao invés de dizer apenas: “Peço-lhe perdão por ter derrubado o Ohikari”, disse; “Peço-lhe desculpas, pois o cordão arrebentou e derrubei o Ohikari”. Neste caso, significa que a pessoa justificava-se, argumentando que a causa da queda do Ohikari estava no rompimento do cordão e Meishu-Sama percebeu isso de imediato. 

Assim, sobre a maneira de pedir perdão, Ele dizia: “Seja qual for a causa é bom desculpar-se imediatamente” e, em outra circunstância, afirmou: “Pedir desculpas é uma vergonha”. Meishu-Sama costumava repreender de acordo com o momento e a pessoa. 

(Um Servidor) – Pág. (41)

Fonte: Reminiscências sobre Meishu-Sama
Edição Fundação Mokiti Okada – M.O.A
São Paulo/SP. Agosto – 1986 – 1. Edição – vol.5
Igreja Messiânica Mundial do Brasil 

EXPERIÊNCIA DE FÉ COM A PRÁTICA DO SONEN

EXPERIÊNCIA DE FÉ PRÁTICA DO SONEN (PORTUGAL)


A preocupação em resolver os problemas, o apego de querer ministrar johrei nas pessoas e encaminhar à família a fé, só traz sofrimento.”

O meu nome é Maria Luísa Garcia de Oliveira e Almeida, sou membro há 21 anos e dedico na cidade de Torres Novas/ Núcleo de Johrei do Ribatejo/ Portugal.

Desde que me tornei messiânica, me empenho nas dedicações no Johrei Center, ministrando Johrei e encaminhando pessoas a partir de minha casa, mas nunca tive a aprovação do meu marido. Tivemos diversos conflitos por causa da Igreja e por isso, em 2014, como estava desempregada, decidi parar com as dedicações no Johrei Center, vindo só no Culto Mensal da Sede e apenas receber pessoas em casa para ministrar Johrei.

Relatando ao Presidente da IMMP a dificuldade que tinha de fazer meu marido aceitar a Igreja, recebi a seguinte orientação: “Você agora não fala mais nada para o seu marido, fica calada para ele não se sentir pressionado. Faz a sua dedicação oculta sem que o seu marido se sinta pressionado para aceitar a Igreja Messiânica.” No mesmo dia coloquei a orientação em prática, ou seja, recebia as pessoas em casa mas não chamava o meu marido para receber Johrei. Aos poucos, ele começou a aceitar melhor minha dedicação e até disse que poderia receber as pessoas, orar, fazer Flores de Luz mas que o deixasse no canto dele. Entretanto, as pessoas começaram a deixar de vir as reuniões de Johrei o que me entristeceu um pouco, mas continuei sendo obediente a orientação recebida.

Em janeiro de 2015, o centro de emprego manda-me para fora de Torres Novas para trabalhar em um Centro Comercial. Iria receber o salário mínimo e com as despesas de deslocação e alimentação me sobraria 100 €, mas não podia recusar aquele trabalho senão cortavam-me o subsídio de desemprego.

No trabalho deparo-me com um local muito sujo, onde estão três pessoas a trabalhar, sem parar, 12 horas por dia. Pensei comigo: “Isto está nojento, mas se Meishu-Sama me colocou aqui, não posso revoltar-me. Tenho a missão de fazer Limpeza Espiritual neste lugar.” O contrato era de 6 meses e se uma das partes não ficasse satisfeita, nos primeiros 3 meses, poderia rescindir.

Comecei logo no primeiro dia a fazer Limpeza Espiritual e a encaminhar todos os antepassados que estavam relacionados com aquela situação e que estavam ligados a todas as pessoas dali para serem salvos.

No segundo dia, já o salão se apresentava mais limpo e as próprias clientes já notavam a diferença dizendo: “Isto está muito bonito. Vocês têm cá uma pessoa nova?”.

Ao fim de um mês de Limpeza Espiritual, a patroa e uma funcionária começaram a entrar em conflito. Quando uma estava comigo, no meu turno, reclamava da outra. Eu ouvia, encaminhava e sempre fazia a Prática do Sonen. Além de reclamar comigo, também falava mal da patroa para os clientes. Eu só ouvia e fazia a Prática do Sonen. Certo dia, ofereci Johrei a minha patroa e também à funcionária mas não aceitaram. Senti que não era para forçar e por isso, pus em prática a orientação que havia recebido do nosso Presidente; não insistir, dedicar ocultamente através da Limpeza Espiritual, da Prática do Sonen e da Flor de Luz. Fiz também uma Ikebana para o balcão da receção, objetivando a felicidade de todas as pessoas que entrassem no salão.

Passados dois meses, o conflito entre ambas aumentou, a minha situação financeira piorou, pois nunca recebia a tempo e horas e acabei ficando sozinha no trabalho devido a intervenção cirúrgica que a patroa e a colega tinham para o mesmo mês.

Relatei a situação ao meu orientador que pediu para não desistir, pelo contrário, continuar com as minhas práticas entregando tudo para Meishu-Sama e confiar. Se o mínimo eram três meses de contrato deveria cumprir.

Quinze dias depois dessa conversa, inesperadamente recebo uma proposta para trabalhar em Torres Novas e abrir um espaço por minha conta num Centro Clinico de Bem Estar e Saúde, onde há várias valências médicas, terapêuticas e estéticas. Só faltava um cabeleireiro. Quem me convidou, já conhecia o meu trabalho e disse-me que as pessoas que cortam o cabelo comigo sentem-se calmas, tranquilas e que precisavam de alguém assim no Centro Clínico.

Comuniquei tudo para Meishu-Sama, entreguei a decisão em Suas mãos e orei: “Se for bom para Deus e para os outros, ficarei feliz. Já não sou eu que peço, já passei essa fase, entrego, confio e já está!”.

Dias depois uma amiga telefona-me e pergunta-me como estou. Eu relato-lhe a situação que estou vivendo no trabalho e a proposta que me fizeram para abrir meu próprio negócio.

Ela, que tinha recebido uma herança dos pais, disse que me emprestava o dinheiro para dar início ao meu próprio negócio caso eu desejasse e só precisaria começar a devolver-lhe a partir de Agosto. Aceitei a oferta de imediato pois senti que era Meishu-Sama abrindo-me as portas e decidi avançar com o negócio.

A minha patroa e a minha colega regressaram bem das cirurgias e terminado os 3 meses, terminei também o meu trabalho lá.

Dentro daquela importância que minha amiga me emprestou, fiz uma gratidão especial, paguei a primeira renda da loja, comprei os produtos que precisava, fiz a reserva da viagem ao Solo Sagrado do Brasil e ainda pude participar do Seminário para Auxiliares de Família no Porto.

Quando fui fazer o pagamento inicial para a Caravana ao Brasil comuniquei ao ministro que agora não teria mais problemas em ministrar e falar do Johrei a qualquer hora, sem o receio que a patroa não vá gostar, pois agora a patroa sou eu!

Já ministrei Johrei à proprietária do salão, ao genro e a uma cliente. Gostaram tanto que agora dizem para as pessoas que, além de cortar cabelo, também podem receber Johrei. Inclusive a Flor de Luz foi tão bem aceite que a dona da loja e essa cliente se comprometeram a oferecer as flores sempre que for preciso.

Apesar de ainda não haver clientes fixos e ter muitos compromissos para acertar, sinto-me tranquila e com a certeza de que Deus e Meishu-Sama estão a guiar-me.

Outra graça que recebi foi a maior aceitação de meu marido pela minha dedicação. Atualmente ele leva-me ao Núcleo de Johrei do Ribatejo e até se antecipa perguntando-me sempre a que horas precisamos lá estar.

Aprendi que Deus está sempre no comando de tudo, que a preocupação em resolver os problemas, o apego de querer ministrar Johrei nas pessoas e encaminhar a família a fé, só traz sofrimento. Meishu-Sama orienta que aquele que pratica a fé e não é feliz, a causa está infalivelmente no seu espírito. Quando eu mudei meu sentimento tudo mudou.

Comprometi-me a intensificar a Flor de Luz e fazer a expansão da Obra Divina em Torres Novas, a partir do meu local de trabalho de forma alegre e sem apego.

Muito Obrigada!

Maria Luísa Garcia de Oliveira e Almeida

Núcleo de Johrei do Ribatejo/Portugal
Culto do Paraíso
Igreja Messiânica de Portugal
06/2015







EXPERIÊNCIA DE FÉ PRÁTICA DO SONEN (PORTUGAL)


Expansão da Obra de Meishu-Sama sem Convencionalismos.


O meu nome é Sandra Peixoto Gonçalves, sou membro há 15 anos e neste momento, dedico como missionária do Johrei Center do Porto.

Ao longo do tempo de membro tive diferentes dedicações, empenhando-me sempre nas orientações de cada ano. Mas quando me informaram que se iria dar início à formação de Auxiliares de Família, eu relutei em participar, justificando-me por diversas vezes. Na realidade, eu não queria fazer a formação, pois não estava alinhada com o sonen de expansão da IMM em Portugal. Nessa altura, dedicava como plantonista há muitos anos e estava bem acomodada e quietinha no meu canto.

Mesmo sem vontade, participei da formação. Quando estava a terminar, comecei a ter dificuldades para continuar no plantão pois o meu marido queria que deixasse de despender uma manhã inteira no Johrei Center. A pressão que o meu marido fez, para mim, já não era novidade, pois já tinha acontecido por diversas vezes. Certo dia comentei com o Ministro a situação que estava a passar, ao que me respondeu, que o meu marido estava a ser utilizado para que eu pensasse em mudar a minha dedicação. Lembro-me que furiosa, retorqui: “O meu marido sempre quis que eu não dedicasse. Vou fazer a vontade dele? Mas por acaso, o ministro está a tentar expulsar-me da minha dedicação?” Passado umas semanas uma membro que eu acompanho, assumiu o compromisso de dedicar, no mesmo horário do meu plantão. Assim, o Ministro informa-me que eu tinha todas as condições para iniciar o trabalho missionário fora do Johrei Center.Protestei com tudo e com todos especialmente com Meishu-Sama, pois não queria e não queria…. Mas por obediência, lá fui desapegando, encaminhando todos os meus antepassados aprisionados pelo preconceito, vergonha, medo, etc.

Assim, aos poucos adaptei-me à nova realidade, não sabia muito bem o que fazer, nem por onde começar. Eu estava à espera de outra forma de dedicar. Então pensei, vou abrir a minha casa para ter um núcleo de Johrei. Quando arranjei coragem de perguntar ao meu marido se ele permitia, ele negou-me veementemente. Nessa altura fiquei a pensar: “Mas porque é que as pessoas que acompanho abrem a porta e comigo é sempre tão difícil?”

Na minha reunião semanal com o Ministro, estava eu a comentar a posição do meu marido em relação a ter núcleo de Johrei em casa e recebo a seguinte orientação: “É porque tens de pensar nuns moldes diferentes, numa outra forma de expandir os ensinamentos de Meishu-Sama.”

Fiquei a pensar nessa orientação e pensei que a iria aplicar imediatamente no formato que Meishu-Sama desejava. Fui ao altar e comuniquei a Meishu-Sama que iria aproveitar o aniversário do meu marido para dedicar no servir aos convidados dele. Tenho a ressaltar que, tinha negado, muitas vezes, ao meu marido, festejar o seu aniversário em casa, pois seriam muitas pessoas, despesa e muito trabalho.

Bem, mudei a minha forma de pensar e minha atitude e o resultado foi que a minha casa parecia um verdadeiro Johrei Center. Grande parte dos amigos dele, receberam Johrei, uns pela primeira e meu marido, dizia para os amigos irem ter comigo. Um amigo dele só se ria e dizia que eu estava cheia de clientes. Como não conseguia transmitir Johrei a todos, Meishu-Sama ainda fez mais, uma amiga membro, telefona-me e acaba por vir lá para casa, ajudando-me a ministrar Johrei.

O aprendizado desta experiência é o seguinte: enquanto eu estava agarrada à “uma forma”, eu só conseguia originar conflito com o meu marido. A partir do momento, que aproveitei a oportunidade para servir os outros, gerou-se alegria e felicidade, tudo se tornou suave, sem qualquer tipo de impedimento e sofrimento.Este foi um dos milagres, mas concretizaram-se outras situações que na nossa vida estavam pendentes (Tínhamos uma torre de alta tensão à porta de casa que foi retirada logo após essa atividade.) originando uma onda de mudança, felicidade e de gratidão na nossa família.

O meu marido disse-me que iria agradecer a Meishu-Sama, com donativo. Eu respondi-lhe: “Isso é pouco e é o mais fácil para ti. Mediante a graça que tivemos, o esforço é fazer algo que nunca fizestes e tens dificuldade.” E assim, resolveu participar no Culto aos Antepassados levando toda a família, fazendo donativo de gratidão.

Para além destes milagres, também acrescento outro que para mim é o mais importante. Pela primeira vez, vou receber dois membros de fora que participam neste seminário, oferecendo jantar em minha casa e dando apoio a outro membro que disponibilizou sua casa para passarem a noite. Olhando para trás, este simples jantar jamais aconteceria, por serem pessoas do Johrei.

Materializei com donativo a minha gratidão, a Deus e a Meishu-Sama e aos meus antepassados que foram salvos com a minha transição das trevas para a Luz, ou seja, da minha atitude Shojo para Daijo.

Mais uma vez, renovo a minha vontade de servir na expansão da Luz de Meishu-Sama à sociedade, sem grandes convencionalismos.

Muito Obrigada!

Sandra Peixoto Gonçalves

Johrei Center do Porto
Culto Mensal/Portugal
Igreja Messiânica Mundial de Portugal
Seminário Nacional 2015
01/07/2015









quinta-feira, 15 de junho de 2017

CORA CORALINA


FAÇA ISSO E VIVERÁS

     Bem 

Esteja atento ao Bem que possa fazer e faça-o em todo lugar e a qualquer momento, visualizando o próximo. Melhore-se, entretanto, fiel a um Programa de Auto-Aprimoramento que não pode ser desconsiderado. 

O Espiritismo é qual educandário de bênção para todos, sendo, no entanto para o espírito a própria mensagem de vida, para todo instante, hoje, amanhã e sempre. 

Coloque os recursos da sua mente, das suas palavras e das suas mãos nas mãos do Trabalhador Infatigável e concluirá que o bem que você oferece aos outros é Bem que faz a você mesmo. 

Ofereça as mãos e doe suas possibilidades á beneficência e compreenderá que o mal não merece consideração, porque, fadados á luz e á verdade, sejam quais forem nossas limitações de hoje, o tempo e o trabalho em nome do amor de Deus nos conduzirão á felicidade verdadeira, onde morrem todas as aflições, praticando a Beneficência, que é também caridade.

Benfeitor é aquele que não se apercebe do bem que realiza. O homem de bem é sempre Bom. Favoreça o serviço alheio com a sua Bondade. O deserto árido abriga pequeninos animais que se nutrem com o ósculo da umidade da noite.

Aproveite, ainda hoje, a presença e a inspiração de seus Amigos Espirituais e esforce-se para acertar. Mesmo devotados, não se podem deter indefinidamente aguardando por você. E, quando esteja ao alcance de seu esforço,seja para com os Amigos de seu caminho essa mesma indulgência e bondade que são seus Amigos Espirituais em relação a você.

O caminho do êxito começa nas intenções. Todavia, a estrada a percorrer somente será vencida se você inicialmente buscar conhecer-se. Elevação é conquista adquirida nos degraus do sofrimento.

(Marco Prisco)


Fonte: Ditado pelo Espírito: Marco Prisco
Psicografia do Médium: Divaldo Pereira Franco
Centro Espírita Caminho da Redenção
Rua: Jayme Vieira Lima N. 1 – Pau da Lima – Salvador/BA. – 2. Edição
CEP: 41.235-000
Coordenador dos Textos: Sérgio Lourenço
Livraria Espírita Alvorada - Editora / 1998


FAÇA ISSO E VIVERÁS

Faça isso e Viverás


Bem- Aventurados 

Bem-Aventurados os pobres de espírito, porque deles é o Reino dos Céus.

Bem-Aventurados os mansos, porque possuirão a Terra.

Bem-Aventurados os que choram, porque serão consolados.

Bem-Aventurados os que têm fome e sede de justiça porque serão fartos.

Bem-Aventurados os misericordiosos, porque alcançarão misericórdia.

Bem-Aventurados os limpos de coração porque verão a Deus.

Bem-Aventurados os pacíficos, porque serão chamados filhos de Deus.

Bem-Aventurados os que padecem perseguição por amor da justiça por que deles é o Reino dos Céus.

Bem-Aventurados sois vós, quando vós injuriarem e perseguirem e por minha causa,mentindo disserem todo o mal contra vós.

(Mateus 5:3-11)



Fonte: Ditado pelo Espírito: Marco Prisco

Psicografia do Médium: Divaldo Pereira Franco
Centro Espírita Caminho da Redenção
Rua: Jayme Vieira Lima N. 1 – Pau da Lima – Salvador/BA. – 2. Edição
CEP: 41.235-000
Coordenador dos Textos: Sérgio Lourenço 
Livraria Espírita Alvorada - Editora / 1998

MEDITAR EM DEUS

Relação entre Vida e Sabedoria 

Vimos que a sabedoria tem o poder de colocar em ordem as coisas desordenadas. Surgimento de novos inventos, obras da engenharia que consistem em extrair minérios, forjá-los, cortar as chapas de metal em tamanhos adequados e construir máquinas — tudo isso é ação da sabedoria. Quanto mais a Vida se desenvolve, mais ordenada ela se torna, intensificando a ação de dispor as coisas de acordo com ordens estabelecidas. Até mesmo numa folha de árvore constatamos a sabedoria da Vida. A árvore não absorve indiscriminadamente os nutrientes do solo nem dispõe de maneira desordenada os elementos absorvidos. Com a sabedoria inerente à Vida, ela dispõe em perfeita ordem os nutrientes que absorveu. A ordem é manifestação da sabedoria e também da Vida. Onde existe Vida, necessariamente se estabelece ordem. Desaparecimento da ordem significa interrupção da ação da Vida. Existem pessoas que confundem a desordem com a liberdade. Mas onde não há ordem não pode existir a verdadeira liberdade. A liberdade é inerente à Vida; e a Vida, usando livremente a sua força, estabelece ordem em tudo.

Nosso corpo mantém-se vivo porque todos os seus componentes funcionam de maneira ordenada. As células se dispõem em perfeita ordem, e os órgãos internos — o coração, o fígado, o estômago, os rins etc. —, em seus devidos lugares, desempenham cada qual a sua função. Se as células se multiplicarem desordenadamente, surgirá um câncer; se o coração deixar de bater regularmente, a pessoa terá problemas tais como arritmia e taquicardia, ficará com a saúde comprometida e poderá morrer. Podemos dizer que onde está manifestada a Vida existe ordem; ou, em outras palavras, se existe ordem, é porque a Vida está atuando.

Relação entre Liberdade e Ordem

Como podemos perceber, ordem é muito importante. Hoje em dia, dá-se muita ênfase ao termo “liberdade”, e existe a tendência de considerar como violação da liberdade e dos direitos humanos qualquer medida para estabelecer ordem. Mas, para que algo funcione, é preciso que haja ordem. A Vida é uma força que domina o caos material e estabelece ordem. Os alimentos, ao chegarem no estômago depois de serem mastigados, continuam sendo elementos materiais em estado caótico. É preciso que a Vida coloque em ordem os componentes nutritivos, para que eles constituam o corpo sadio. A ordem e a organização estabelecidas pela Vida liberam a força vital e propiciam liberdade ao ser humano, em vez de restringi-lo.

Todos desejam a liberdade, mas existem pessoas que têm uma idéia equivocada a respeito de “ser livre”. Quando ouvem falar em direitos fundamentais e liberdade do ser humano, pensam que ser livre é fazer o que quiser como bem entender e agem de modo arbitrário, desmazelado e desorganizado, e justamente por isso acabam perdendo a liberdade. Podemos comparar tais pessoas a motoristas que dirigem de maneira arbitrária, sem respeitar as leis de trânsito, e acabam provocando um grande congestionamento, no qual eles próprios ficam presos e não conseguem prosseguir nem um metro. Existem muitas pessoas que não compreendem algo tão óbvio. Esse tipo de pessoa acha que seria uma maravilha se tudo fosse livre, se não existisse regras para nada. Mas, que seria deste mundo se todos fossem livres para agir como bem entendessem? Suponhamos que os professores digam aos alunos: “Não precisam acordar cedo para vir à escola; podem dormir quanto quiserem”, “Aqueles que preferem brincar podem continuar no pátio. Se não quiserem entrar na sala de aula, não precisam entrar”, “Quem quiser conversar ou cantar na sala de aula pode fazê-lo à vontade” etc., etc. É claro que, nessa circunstância, seria impossível ministrar aula. Parece ótimo poder fazer o que quiser da maneira que bem entender. Mas, se todos agissem desse modo, o mundo seria caótico, pois as pessoas imporiam a própria vontade umas às outras, e não haveria a verdadeira liberdade. Onde reina o caos, não existe a verdadeira liberdade e, portanto, não se manifesta a energia vital. Todo organismo precisa ser regido pela sabedoria.

Suponhamos que alguém diga para o próprio coração: “Não precisa funcionar com tanta exatidão, batendo 72 vezes por minuto. Pode relaxar um pouco, batendo, às vezes, somente cinco vezes por minuto, ou até mesmo ficar parado durante um dia. Mas, se estiver com muita vontade de trabalhar, pode bater 150 vezes por minuto”. O que aconteceria, se o coração aceitar essa sugestão e deixar de bater com regularidade? A pessoa morreria e, com ela, o coração também. Então, o espírito dessa pessoa lamentará: “Eu lhe dei liberdade total, eliminando todo e qualquer controle, mas você acabou morrendo. Pela ausência total de controle, você acabou perdendo a liberdade, pois parou de funcionar definitivamente”.


Do livro:  Você é Dono de Potencialidade Infinita,


pp. 63-65 / 26/01/2009
Fonte: Seicho-no-ie do Brasil/ Meditar em Deus-fazer o bem leitura