sábado, 13 de abril de 2013

Momentos de Reflexão


A Caixa de Primeiros Socorros

Durante algum tempo, em nosso País, por força de lei, em todos os veículos foi obrigatório o seu porte. Referimo-nos á caixa de primeiros Socorros. Em nossos lares e escritórios, habitualmente a temos, para eventuais pequenas emergências, resultados de descuidos ou invigilâncias. 

Para a nossa intimidade, também uma caixinha de primeiros socorros se faz importante. Naturalmente seu conteúdo deverá ser um pouco diverso. Vejamos o que deveria conter esta caixinha especial de primeiros socorros: Um palito, Um elástico, Um curativo, um lápis, Uma borracha, Um chocolate e Um saquinho de chá instantâneo. 

Para quê servirá tudo isto? Vamos por partes: 

O palito servirá para nos lembrar de “escavar” nas pessoas da nossa convivência todas as qualidades que elas têm e, assim melhor conviver com elas. 

O elástico será para nos lembrar de ser flexíveis, já que nem as coisas, nem as pessoas são sempre da maneira como gostaríamos que fossem. 

O curativo haverá de nos ajudar para aqueles sentimentos feridos. Tanto os nossos, causados pelos que amamos, e quase sempre sem se aperceberem , bem como os sentimentos dos demais, tantas vezes atingidos pela nossa forma de ser e agir. 

O lápis servirá para que anotemos todos os dias, a quantidade enorme de bênçãos que nos chegam: o calor do sol, a frescura da chuva, o benefício dos ventos, o perfume das flores, o ar que respiramos, o alimento que nos sustenta, as roupas que nos protegem das intempéries, as pessoas que se constituem em nossas alegrias. E tudo o mais que pudermos lembrar. 

A borracha será bastante útil para nos lembrar que todos cometeram erros e, da mesma forma que desejamos que os outros nos desculpassem, também devemos “apagar” dos nossos relacionamentos o que de errado fizeram para conosco. 

O chocolate é para recordar que todos necessitaram da doçura de um afago, de um beijo e de um abraço diariamente. 

E o saquinho de chá? Bom, este será para que tomemos um tempo, relaxemos e façamos uma lista de todos os que nos amam, iniciando por Deus, nosso Pai, que nos criou e que todos os dias nos enviam as suas mensagens de amor. 

E, aproveitando esse tempinho, nos lembremos de que pode ser que para o mundo sejamos apenas alguém, mas para uma pessoa, que pode ser um filho, a esposa, o namorado, a mãe, um amigo, um animal de estimação sejamos todo o seu mundo. 

E, então que tal providenciar está Caixinha de Primeiros Socorros para as nossas Vidas? 







A Amizade Real 

Um homem que amontoara sabedoria, além da riqueza, auxiliava diversas famílias a se manterem com dignidade. 

Sentindo-se envelhecer, chamou o filho para instruí-lo na mesma estrada de bênçãos. 

Para começar, pediu ao moço que fosse até o lar de um amigo de muitos anos, a quem destinava 300 reais mensais. 

O jovem viajou alguns quilômetros e encontrou a casa indicada. Esperava encontrar um casebre em ruínas mas o que viu foi uma casa modesta, mas confortável. 

Flores alegravam o jardim e perfumavam o ambiente. O amigo de seu pai o recebeu com alegria. Depois de inteligente palestra, serviu-lhe um café gostoso. 

Apresentou-lhe os filhos que se envolviam num halo de saúde e contentamento. 

Reparando a fartura, o portador regressou ao lar sem entregar o dinheiro. 

Para quê? Aquele homem não era um pedinte. Não parecia ter problemas. E foi isso mesmo que disse ao velho pai, de retorno ao próprio lar. 

O pai, contudo, depois de ouvir com calma, retirou mais dinheiro do cofre, dobrou a quantia e disse ao filho: 

"Você fez muito bem em retornar sem nada entregar. Não sabia que o meu amigo estava com tantos compromissos. Volte à residência dele e em vez de trezentos, entregue-lhe seiscentos reais, em meu nome. De agora em diante, é o que lhe destinarei. A sua nova situação reclama recursos duplicados." 

O rapaz relutou. Aquela pessoa não estava em posição miserável. Seu lar tinha tanto conforto quanto o deles. 

"Alegro-me em saber", falou o velho pai. "Quem socorre o amigo apenas nos dias do infortúnio, pode exercer a piedade que humilha, em vez do amor que santifica. 

Quem espera o dia do sofrimento para prestar favor, poderá eventualmente encontrar silêncio e morte, perdendo a oportunidade de ser útil. 

Não devemos esperar que o irmão de jornada se converta em mendigo a fim de socorrê-lo. 

Isso representaria crueldade e dureza de nossa parte. 

Todos podem consolar a miséria e partilhar aflições. Raros aprendem a acentuar a alegria dos seres amados, multiplicando-a para eles, sem egoísmo e nem inveja no coração. 

O amigo verdadeiro sabe fazer tudo isto. Volte pois e atenda ao meu conselho. 

Nunca desejei improvisar necessitados em torno da nossa porta e sim criar companheiros para sempre." 

Entendendo a preciosa lição, o rapaz foi e cumpriu tudo o que lhe havia determinado seu pai. 

O verdadeiro amigo é aquele que sabe se alegrar com todas as conquistas. 

Se ampara na hora da dor e da luta, também sabe sorrir e partilhar alegrias. 

O amigo se faz presente nas datas significativas e deixa seu abraço como doação de si próprio ao outro. 

Incentiva sempre. Sabe calar e falar no momento oportuno. 
Pode estar muito distante, mas sua presença sempre perto. 

O verdadeiro AMIGO é uma Bênção dos céus aos seres na Terra. 



Fonte: Redação do Momento Espírita com base no cap. 18 do livro Alvorada cristã, pelo Espírito Néio Lúcio, psicografia de Francisco Cândido Xavier, ed. Feb.
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A Arte de Ensinar 


Dia desses um garoto de oito anos contava para a mãe suas experiências na sala de aula. Comentava sobre cada professor, sua maneira de ser e de transmitir ensinamentos. 

Dizia que gostava muito das aulas de uma determinada professora, embora não gostasse muito da matéria. 

Comentava, ainda, que detestava ter que assistir às aulas de sua matéria preferida porque não gostava da professora. 

Dizia, com a franqueza que a inocência infantil permite: A professora de História está sempre de mau humor. Ela grita com a gente por qualquer motivo e nunca sorri. 

Quando passa uma lição e algum aluno não faz exatamente como ela mandou, faz um escândalo. Todos os alunos têm medo dela. 

Já a professora de Português está sempre sorrindo. Brinca com a turma e só chama atenção quando alguém está atrapalhando a aula. Eu até fiz uma brincadeira com ela um dia desses, e ela riu muito. 

Depois de ouvir atentamente, a mãe lhe perguntou: E por que você não gosta das aulas de religião, filho? 

Ah, falou o menino, o professor é grosseiro e cínico. Critica todos os alunos que têm crença diferente da dele e diz que estão errados sempre que não respondem o que ele quer ouvir. 

E, antes de sair para suas costumeiras aventuras com os colegas, o garoto acrescentou: Agora eu sei que, por mais complicada seja a matéria, o que faz diferença mesmo, é o professor. 

De uma conversa entre mãe e filho, aparentemente sem muita importância, podemos retirar sérias advertências. 

E uma delas é a responsabilidade que pesa sobre os ombros daqueles que se candidatam a ensinar. 

Muitos se esquecem de que estão exercendo grande influência sobre as mentes infantis que lhes são confiadas por pais desejosos de formar cidadãos nobres. 

Talvez pensando mais no salário do que na nobreza da profissão, alguns tratam os pequenos como se fossem culpados por terem que passar longas horas numa sala de aula. 

Mais grave ainda, é quando se arvoram a dar aulas de Religião e agridem as mentes infantis com a arrogância de que são donos da verdade, semeando no coração da criança as sementes do cepticismo. 

Quem aceita a abençoada missão de ensinar, deve especializar-se nessa arte de formar os caracteres dos seus educando, muito mais do que adestrar-se em passar informações pura e simplesmente. 

É preciso que aqueles que se dizem professores tenham consciência de que cada criatura que passa por uma sala de aula, levará consigo, para sempre, as marcas indeléveis de suas lições. Sejam elas nobres ou não. 

É imprescindível que os educadores sejam realmente mestres, no verdadeiro sentido do termo. 

Que ensinem com sabedoria, entusiasmo e alegria. 

Que exemplifiquem a confiança, a paz, a amizade, o companheirismo e o respeito. 

E aquele que toma sobre si a elevada missão de ensinar Religião, deverá estar revestido de verdadeira humildade e da mais pura fraternidade, a fim de colocar Deus acima de qualquer bandeira religiosa. 

Deverá religar a criatura ao seu Criador, independente da Religião que esta professe, sem personalismo e sem o sectarismo deprimente, que infelicita os seres e os afasta de Deus. 

Por fim, todo professor deverá ter sempre em mente que a sua profissão é uma das mais nobres, porque é a grande responsável por iluminar consciências e formar cidadãos de bem. 

Mestre verdadeiro é aquele que ajuda a esculpir nas almas as mais belas lições de sabedoria. 

Verdadeiro Professor é aquele que toma das mãos do homem, ainda criança, e o conduz pela estrada segura da honestidade e da honradez. 

O verdadeiro mestre é aquele que segue à frente, sinalizando a estrada com os próprios passos, com o exemplo do otimismo e da esperança. 



Fonte: Redação do Momento Espírita. Disponível no CD Momento Espírita, v. 11, Ed. Fep
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A Arte dos Elogios 


Pesquisadores da Universidade de Yale, nos Estados Unidos da América, realizaram um estudo com dez mil executivos Seniores para medir o poder da amizade na qualidade de vida dos Americanos. 

O resultado foi impressionante: ter amigos reduzia em nada menos que 50% o risco de morte, sobretudo por doenças, num período de cinco anos. Estas informações foram publicadas por um jornal carioca, recentemente, nos convidam a pensar a respeito das amizades que cultivamos. 

Muitos de nós temos facilidades para fazer novos amigos. Mas, nem sempre temos habilidade suficiente para manter essas amizades. É que, pelo grau de intimidade que os amigos vão adquirindo em nossas vidas, nos esquecemos de respeitá-los. 

Assim, num dia difícil, acreditamos que temos o direito de gritar com o amigo. Afinal, com alguém devemos desabafar a raiva que nos domina. Porque estamos juntos muitas horas, justamente por sermos amigos, nos permitimos usar para com eles de olhares agressivos, de palavras rudes. 

Ou então, usamos os nossos amigos para a lamentação constante. Todos os dias, em todos os momentos em que nos encontramos, seja para um lanche, um passeio, uma ida ao teatro ou ao cinema, lá estamos nós, usando os ouvidos dos nossos amigos como lixeira. 

É isso mesmo. Despejando neles toda a lama da nossa amargura, das nossas queixas, das nossas reclamações. Quase sempre, produto da nossa forma pessimista de ver a vida. Sim, nossos amigos devem saber das dificuldades que nos alcançam para nos poderem ajudar. O que não quer dizer que devamos estragar todos os momentos de encontro, de troca de afetos, com os nossos pedidos, a nossa tristeza. 

Os amigos também têm suas dificuldades e para nos alegrar, procuram esquecê-las e vêm, com sua presença, colocar flores na nossa estrada árida. Outras vezes, nos permitimos usar nossos amigos para brincadeiras tolas, até de mau gosto. Acreditando que eles, por serem nossos amigos, devem suportar tudo. E quase sempre nos tornamos inconvenientes e os machucamos. 

Por isso, a melhor fórmula para fazer e manter amigos é usar a gentileza, a simpatia, a doçura no trato com as pessoas. 

Lembremos que a amizade, como o amor, necessita ser alimentada como as plantas do nosso jardim. Por isso a amizade necessita para se manter da terra fofa da bondade, do sol do afeto, da chuva da generosidade, da brisa leve dos pequenos gestos de todos os dias. 

Usa a cortesia nos teus movimentos e ações, gerando simpatia e amizade. 

Podes começar no teu ambiente de trabalho. Os que trabalham contigo merecem a tua consideração e o teu respeito. 

Torna-os teus amigos. Por isso, no trato com eles, usa as expressões: por favor, muito obrigado. 

Lembra-te de dizer bom dia, com um sorriso, desejando de verdade que eles todos tenham um bom dia.

Observa e ajuda quanto puderes, gerando clima de simpatia. 

Sê amigo de todos e espalha o perfume da amizade por aonde vás e onde estejas. 




Fonte: Sei nº 1676 de 13/05/2000 º pág. 2 º Amizade: um tesouro a ser Conquistada Vida Feliz nº CLXXIII
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A Face do Senhor 

Narra antiga lenda que, após a descida de Jesus da cruz, Nicodemos, muito comovido, guardou o lenho e pôs-se a esculpir nele o amado amigo, conforme o vira pela última vez. 

Trabalhou por largo período com esforço e carinho, realizando uma escultura excepcional. 

Deixara, porém, o rosto para fazê-lo em último lugar. 

No entanto, por mais que tentasse não conseguia transmitir à madeira rústica a incomparável expressão de sofrimento e amor com que o Mestre exalara o último suspiro. 

Já desanimado e supondo-se incapaz de fazê-lo, adormeceu, numa oportunidade, exausto e triste, ante a magnífica obra inacabada. 

Sonhou, então, que um anjo se acercou da escultura e, rapidamente realizou o que ele tanto desejara fazer sem o conseguir. 

No auge do júbilo, Nicodemos despertou e, antes de lamentar haver sido apenas um sonho, se deparou com a face do Cristo superiormente esculpida, completando com perfeição o conjunto harmonioso. 

Na cidade de Luca, na Itália, encontra-se a "Santa Face", uma obra escultural de autor desconhecido, que a fantasia popular e religiosa vestiu de lenda... 

Deixando à margem o exagero, descobrimos uma simbologia oportuna que merece reflexão. 

Na sociedade moderna, em que a justiça, o amor e a liberdade são sacrificados, permanecem os instrumentos de flagelação que o cristão, à semelhança de Nicodemos, deve transformar na face da paz e do perdão em favor de uma vida digna de ser preservada. 

Quando, no entanto, os esforços parecerem inúteis e vãos, já à beira do desalento, os Espíritos da Luz vêm auxiliar a completar a obra que refletirá a presença do Cristo sustentando a criatura desesperada e infeliz. 

*** 

Cada um ver a face do Senhor, no mundo, conforme a sua necessidade. 

Madalena a viu de uma maneira diversa de Pilatos. 

Pedro a conhecia de forma diferente de Judas. 

João percebia a face do Mestre de forma diversa de Tomé, e assim por diante. 

E ainda hoje é assim. 

Deixe-se, pois, esculpir pelos anjos, de modo a oferecer a todos, a confortadora face do Senhor impressa em sua conduta. 



Fonte: (Baseado no livro Seara do Bem, cap. 24 - A Face do Senhor)
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A Arte do Matrimônio 


Qual será o segredo dos casamentos duradouros? Casais que convivem há anos fala de paciência, renúncia, compreensão. 

Em verdade, cada um tem sua fórmula especial. Recentemente lemos as anotações de um escritor que achamos muito interessantes. 

Ele afirma que um bom casamento deve ser criado. No casamento, as pequenas coisas são as grandes coisas. 

É jamais ser muito velho para darem-se as mãos, diz ele. É lembrar-se de dizer "te amo", pelo menos uma vez ao dia. 

É nunca ir dormir zangado. É ter valores e objetivos comuns. 

É estar unidos ao enfrentar o Mundo. É formar um círculo de amor que una toda a família. 

É proferir elogios e ter capacidade para perdoar e esquecer. 

É proporcionar uma atmosfera onde cada qual possa crescer na busca recíproca do bem e do belo. 

É não só casar-se com a pessoa certa, mas ser o companheiro perfeito. 

E para ser o companheiro perfeito é preciso ter bom humor e otimismo. Ser natural e saber agir com tato. 

É saber escutar com atenção, sem interromper a cada instante. 

É mostrar admiração e confiança, interessando-se pelos problemas e atividades do outro. Perguntar o que o atormenta, o que o deixa feliz, por que está aborrecido. 

É ser discreto, sabendo o momento de deixar o companheiro a sós para que coloquem em ordem seus pensamentos. 

É distribuir carinho e compreensão, combinando amor e poesia, sem esquecer galanteios e cortesia. 

É ter sabedoria para repetir os momentos do namoro. Aqueles momentos mágicos em que a orquestra do mundo parecia tocar somente para os dois. 

É ser o apoio diante dos demais. É ter cuidado no linguajar, é ser firme, leal. 

É ter atenção além do trivial e conseguir descobrir quando um se tiver esmerado na apresentação para o outro. 

Um novo corte de cabelo, uma vestimenta diferente. Detalhes pequenos, mas importantes. 

É saber dar atenção para a família do outro pois, ao se unir o casal, as duas famílias formam uma unidade. 

É cultivar o desejo constante de superação. 

É responder dignamente e de forma justa por todos os atos. 

É ser grato por tudo o que um significa na vida do outro. 

O amor real, por manter as suas raízes no equilíbrio, vai se firmando dia a dia, através da convivência estreita. 

O amor, nascido de uma vivência progressiva e madura, não tende a acabar, mas amplia-se, uma vez que os envolvidos passam a conhecer vícios e virtudes, manias e costumes um do outro. 

O equilíbrio do amor promove a prática da justiça e da bondade, da cooperação e do senso de dever, da afetividade e advertência amadurecida. 



Fonte: Texto da Equipe de Redação do Momento Espírita, com base no cap. A arte do matrimônio, no cap. Na mulher o homem aprecia, no cap.No homem a mulher aprecia, do livro Um presente especial, de Roger Patrón Liján, ed. Aquariana e cap. 2, do livro Vereda familiar, do Espírito Thereza de Brito, psicografia de Raul Teixeira, ed.FráterSite:

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SOL E LUA


Sol e Lua

Gostaria de explicar o significado do Sol e da lua do ponto de vista religioso. Isso constitui um grande mistério, razão pela qual talvez pensem que eu esteja dando uma interpretação forçada ao assunto. O que eu vou dizer, no entanto, é a pura verdade, e todos devem dar-lhe a máxima atenção. 

O Japão possui três objetos tradicionalmente sagrados: Uma pedra (“tama”) uma espada (“tsurugui”) e um espelho “(kagami”). A Pedra representa o Sol; A Espada, a Lua; O Espelho, a Terra. A Pedra tem a forma do Sol; a Espada assemelha-se á Lua Crescente, e o espelho tem o formato de um polígono de oito lados. Estes lados representam os oito sentidos, ou seja, os pontos cardeais e colaterais: norte, sul, leste, oeste, nordeste, noroeste, sudeste, sudoeste. 

Das três representações, a terra dispensa comentários, mas o Sol e a Lua têm um significado profundo. Valho-me da interpretação dada pela Igreja Tenrikyo. Ela confere á Lua o significado de empurrar, afastar, aguilhoar (tsuki) e ao Sol, o de puxar, atrair (hiku). Considero interessantíssima esta interpretação. Na era da Noite, tudo se fazia por repulsão. Os países chocavam-se uns com outros e o maior exemplo disso eram as guerras constantes. Ora, os choques são empurrões recíprocos. Antigamente a luta se fazia com espadas e a isto se dava o nome de tsukiau (golpear-se mutuamente). O mesmo termo também se aplica ao ato de cultivar amizade. Embora os sinais gráficos japoneses que representam os dois significados sejam diferentes, o som é idêntico. 
O termo “tsukissussumu” significa “Vitória”, mas sua tradução literal é “avançar empurrando”. É essa realmente a ação de “tsuki” (lua) que caracteriza a Era da Noite. Ao contrário, temos “hiki’ e “hiku” que significa “recuar”. Também significa “atrair” desistir da luta, ser derrotado, resignar-se, abnegar-se e ser modesto. Assim todas essas ações se opõem á ação da Lua. De acordo com esse principio na Era do Dia tudo se baseia em hiki (atração). Aplicado ao homem, “hiki” é a humildade, pois esta não dá ensejo a desavenças. Eis porque sempre dizemos que é melhor perder. Com base no mesmo princípio, será possível a eliminação do conflito a qual se inclui no objetivo final da nossa igreja; a construção de um mundo sem doença, pobreza e conflito. 

Pela mesma razão dizemos ser muito bom ficar resfriado (“Kase o hiku”). Como a ação da Igreja Messiânica Mundial está baseada no Sol, isto é, na atividade do elemento Fogo, devemos conscientizar-nos de que as nossas ações devem fundamentar-se na atração, e não na repulsão. Assim, muitas pessoas serão atraídas. Além disso, como o Sol é uma esfera, é natural que precisemos ser pacíficos, puros, alegres, corteses e flexíveis. 




(25 de Outubro de 1949) 



Fonte: Livro/ Alicerce do Paraíso
(Ensinamentos de Meishu-Sama) 
Tradução: Fundação Mokiti Okada 
14. Edição – São Paulo/SP.







Luz da Inteligência 

Todos se referem á inteligência como se fosse uma coisa única. Mas ela pode ser de vários tipos, apresentando diferentes níveis de profundidade. Dentre as inteligências, as mais elevadas são: a Divina, a Sagrada e a Superior. Precisamos aprofundar a nossa própria fé, a fim de cultivá-las. Elas surgem quando possuímos espírito correto, que admite a existência de Deus. 

Quando há esforço baseado na virtude, esses aspectos superiores da inteligência se desenvolvem, e a recompensa será a verdadeira felicidade. Em nível mais baixo, estão as inteligências calculista, ardilosa, satânica e outras, que nascem do mal. Todos os criminosos servem como exemplo. Os delinqüentes intelectuais especialistas em fraudes possuem passageiro nada mais são que portadores, em ampla escala, dessas inteligências nocivas. É interessante notar que quanto maior for a Inteligência do bem, ais profunda ela é; quanto maior a inteligência do mal, mais superficial. Basta analisar a vida dos criminosos, desde épocas remotas, para verificar o que estamos dizendo. Eles fazem planos aparentemente perfeitos, mas que,na prática, apresentam alguma falha. É essa falha que torna público e notório o seu fracasso. Por conseguinte, se o homem deseja crescente prosperidade, deve fazer esforços para aprofundar sua inteligência. 

A profundidade da inteligência depende da força da sinceridade. Assim, conclui-se que o homem cuja fé não é correta, nada conseguirá. Tão logo seja aceita essa teoria, desaparecerão os males da sociedade. O homem de hoje é superficial. Isto pode ser facilmente observado por quem examina os vários campos da atividade humana. Os políticos, por exemplo, só se ocupam de assuntos imediatos; qualquer outro é negligenciado até que tome vulto suas providências assemelham-se aos remédios alopatas: combatem os efeitos e não as causas. Ora, todo problema surge porque existe uma causa; nada acontece sem motivo. 

A inteligência superficial não consegue prever o futuro, ficando impossibilitada de estabelecer uma verdadeira política. No jogo de xadrez, o mestre ganha a partida porque “enxerga” os lances subseqüentes; o novato é derrotado porque não os prevê. Neste sentido, o homem deve conscientizar-se de que precisa cultivar as inteligências de nível superior, pois, sem elas não obterá o verdadeiro êxito. E devemos compreender que a Fé é o único meio para adquiri-las. 

(25 de Maio de 1949) 


As Cinco Inteligências 

Há vários tipos de inteligência. Formam uma escada de cinco degraus, na seguinte ordem: Divina, Sagrada, Superior, Ardilosa e Calculista. A Inteligência Divina é a mais elevada, e deus a concede a certas pessoas para que cumpram missões importantes. Bem afirma o ditado: “Diz-se que a inteligência é humana, quando o conhecimento é aprendido; é Divina, quando não depene de aprendizado”. 

A Inteligência Divina pode ser considerada como de caráter masculino em relação á inteligência sagrada, que por sua vez, pode ser considerada como e caráter feminino. A inteligência Superior é aquela manifestada pelas pessoas sábias. No budismo, denomina-se “Tié Shokaku” (Inteligência da percepção verdadeira) ou simplesmente “Tié” (inteligência). A ação dos espíritos malignos é que obscurece o discernimento humano. Os políticos e os intelectuais da atualidade dão-nos exemplo disto: gastam horas e horas discutindo problemas quase sempre de muito pouca importância. Quando se trata de assunto de grande monta, dezenas de pessoas passam a debatê-lo por várias horas, durante dias e dias, muitas vezes sem chegar á conclusão desejada. 

Isso prova a lentidão mental do homem contemporâneo, pois todo problema só apresenta uma solução. Jamais houve um problema com muitas respostas. E dizer que tantos cérebros levam vários dias só para encontrar a solução de um problema! É desolador... 

A causa dessa lentidão mental é a escassez de inteligência superior, pois as mentes se acham obscurecidas. E se elas estão obscurecidas é porque cultivam idéias satânicas, decorrentes da devoção ao materialismo. Essa devoção provém do não-reconhecimento da existência de Deus. Ora, se as pessoas não reconhecem a existência de Deus, é porque falta uma religião com o poder de inspirar-lhes essa crença. A verdadeira religião deve ser capaz de mostrar claramente que Deus existe. A própria necessidade de insistir neste assunto é decorrente da fraqueza mental do homem moderno. De acordo com a teoria que expomos quem possui inteligência superior, consegue resolver qualquer problema em poucos minutos. Eu, pessoalmente, limito a trinta minutos os debates de meus subalternos, seja qual for o problema discutido. 

Quando a questão se prolonga por mais de uma hora, aconselho que interrompam a reunião, deixando-a para outro dia, ou que me consultem sobre o assunto. É claro que não atendo á modéstia quando digo que quase sempre consigo resolver qualquer problema em poucos minutos, por mais difícil que ele seja. Excepcionalmente, se aparece uma questão que não resolvo logo a protelo sem em esforçar. Momentos depois, infalivelmente, vêm-me a inspiração para solucionar o caso. Analisemos a seguir a inteligência calculista. Todos a consideram uma inteligência superficial; seu sucesso é passageiro resultando sempre em derrota, e os que dela se utilizam perdem a confiança dos outros. A Inteligência Ardilosa pode ser considerada como perversidade é a inteligência do mal. Milhares de pessoas a empregam, quase sempre pertencentes ás classes dirigentes e intelectuais. Assim, é impossível a sociedade melhorar. Tão logo essa espécie de inteligência seja erradicada do Universo, surgirá uma sociedade sadia e países magníficos. Mas haverá meios de erradica? Certamente que sim. Basta destruirmos sua raiz. Essa tarefa cabe a uma religião poderosa, capaz de despertar a fé em Deus. 

(20 de Agosto de 1949) 



Fonte: Livro / Alicerce do Paraíso
(Ensinamentos de Meishu-Sama)
Tradução: Fundação Mokiti Okada
14. Edição – São Paulo/SP.
Igreja Messiânica Mundial
Pág. 36/37/38/39
Site: www.messianica.org.br







O Sol Espiritual que brilha em cada um de Nós


O Sol Espiritual que Brilha em cada um de Nós 

Com imenso e profundo respeito, digo-lhes que o único e Supremo deus vive eternamente dentro de nós e de todos os seres. Quando ainda nos encontrávamos no Céu, que é a origem de toda a Criação, Deus, com seu sopro, concedeu-nos sua vida, consciência e alma eternas. Isto por que ele deseja, do fundo do coração, que retornemos ao Paraíso e que renasçamos como seus verdadeiros filhos, vivendo conosco. 

Meishu-Sama renasceu e realizou a Vontade Divina, como um verdadeiro filho de Deus. Quero iniciar esta saudação louvando a Deus de todo coração e agradecendo profundamente a permissão de estarmos começando um Novo Ano radiante, unidos a Meishu-Sama e sendo criados e educados para nascermos novamente. Um Novo Ano chegou! No primeiro dia do ano, quando o Sol desponta no horizonte, costumamos vislumbrá-lo com um sentimento especial. Assim, o Sol de todos os dias ganha um brilho particular e até nos parece novo, porque olhamos para ele com um sentimento renovado. 

Na verdade, o que está brilhando não é somente o Sol que vemos lá fora. Existe dentro de cada um de nós, no interior da nossa consciência, um “Sol Espiritual”, que não podemos ver. Para mim, Meishu-Sama é este “Sol Espiritual”, que brilha intensamente. Mesmo que não o percebamos, ele constantemente resplandece como o Sol, em nossa consciência, iluminando com sua Luz todo o nosso ser, cada célula do nosso corpo. Por essa razão, vamos despertar do longo sono e saudar Meishu-Sama com o mesmo sentimento com que recebemos o Sol de uma nova manhã. Vamos também nos oferecer a ele de corpo e alma, com o sentimento de estarmos nos lançando, mergulhando em sua luz. 

Agindo assim, será que não conseguiremos perceber que já estamos sendo utilizados na nova etapa Pós-Transição da Noite para o Dia? Após esta fase, Deus está anunciando que ele uniu todos os seres da Criação ao nosso sentimento/consciência e, utilizando-nos, vem estendendo seu imenso perdão e salvação a todos as criaturas. 

“Um Novo Ano Chegou! 

No primeiro Dia do Ano, quando o Sol desponta 

No Horizonte, costumamos vislumbrá-lo 

Com um sentimento especial. 

Assim, o Sol de todos os dias ganha um brilho 

Particular e até nos parece novo, porque olhamos 

Para ele com um “sentimento renovado”. 

Reconhecendo este fato, não deveríamos nos comprometer juntamente com toda a humanidade, com os Ancestrais e Antepassados e com todas as criaturas a servir a Deus, que se encontra junto a Meishu-Sama? Neste sentido, gostaria de fazer um breve comentário sobre a essência da Fé dedicada ao servir a Deus como seguidor de Meishu-Sama. 

Ano passado, reinauguramos o Palácio de Cristal no Solo Sagrado de Atami, concluímos, com a construção de uma nova sala de chá, a ampliação da Vila Primavera-Outono – O Shunju-na, do Solo Sagrado de Kyoto, e iniciamos outras obras. Tudo isto só foi possível graças á dedicação sincera de todos. Por conseguinte, estou profundamente agradecido. Quando vemos ou ouvimos falar da surpreendente maneira como as novas obras dos Solos sagrados estão avançando, somos tomados de alegria e, naturalmente, nosso sentimento para com estes locais se eleva. Mesmo que não ocorra nenhuma grande mudança nos mesmos, creio que não podemos deixar de amá-los e devemos sentir gratidão por estarem sendo, diariamente, cuidados e tendo toda a sua beleza preservada. Assim, se sempre amarmos os Solos Sagrados que recebemos de Meishu-Sama e nos relacionarmos com eles do modo como saudamos o Sol, com sentimento renovado, tenho certeza de que eles continuarão brilhando todos os dias, proporcionando alívio e paz ao coração de muitas pessoas. 

Além dos Solos sagrados sobre a terra, existe dentro da nossa consciência, um solo agrado eterno, que é a origem desses outros. Meishu-Sama é o responsável, o “administrador”deste solo sagrado. Assim, vamos por seu intermédio, retornar aos braços de Deus, juntamente com toda a humanidade, com os ancestrais e antepassados e com todas as criaturas, acreditando que não importa quando e onde quer que estejamos nosso verdadeiro domicílio é este solo sagrado eterno. E ainda, oremos para que tenhamos a permissão de sermos utilizados juntamente com Meishu-Sama, que leva conforto e tranqüilidade a todas as pessoas. 

“Existe, no interior da nossa consciência, 

Um “Sol Espiritual”, que não podemos ver. 

Para mim, Meishu-Sama é este “Sol Espiritual”, 

Que brilha intensamente. 

Mesmo que não o percebamos, ele constantemente 

Resplandece em nossa consciência, iluminando 

Com sua Luz toda “o nosso ser”. 

Gostaria de finalizar esta saudação, louvando a deus, que tudo realiza, e rogando para que, ao longo deste ano, o novo Sol nasça, diariamente, dentro de cada pessoa unida a Meishu-Sama. Que, por intermédio de todos os senhores, a infinita Luz De Deus, que nada discrimina , possa guiar e iluminar o caminho de todas as pessoas! 

Muito obrigado e Feliz Ano Novo! 




Vamos despertar do longo sono e saudar 

Meishu-Sama com o mesmo sentimento com que 

Recebemos o Sol de uma Nova Manhã. 

Vamos também nos oferecer a ele de corpo e alma, 

Com o sentimento de estarmos nos lançando, 

Mergulhando em sua “Luz”. 




Orientação e saudação do Ano Novo do Líder Espiritual da IMM
(Yoiti Okada (Kyoshu-Sama)
01de janeiro de 2013 – Atami/Japão
Fonte; Revista IZUNOME
N.61 – Janeiro/ 2013 

Site: www.messianica.org.br 






Johrei – Um ato conjunto entre Deus e o Ser Humano 

Bom dia a Todos! 

Estão passando bem? Quero agradecer o empenho com que todos os senhores vêm conduzindo suas dedicações na Obra Divina junto a Meishu-Sama. Estamos iniciando o terceiro mês deste ano, e muitas experiências de fé têm chegado á Sede Central, mostrando o grande empenho de todos os senhores em se tornar Pioneiros da salvação, o número um na felicidade de alguém. Meus Parabéns a todos! 

No mês passado estive no Japão, participando do Culto do Início da Primavera. Nessa ocasião, recebemos as orientações de Kyoshu-Sama e do Presidente Mundial, Revmo. Tetsuo Watanabe. No encontro que tive com eles, os dois me disseram que estão com saudades do Brasil e mandaram um grande abraço a todos os senhores. Em sua palestra, kyoshu-Sama agradeceu aos messiânicos do mundo inteiro o empenho no desenvolvimento da obra Divina, por meio de johrei, do amor altruísta, da horta caseira e também, das expressões do belo no cotidiano, tornando-se, por meio dessas práticas, pessoas mais simpáticas, corteses e atenciosas, capacitadas a expressar a verdadeira postura do messiânico. 

Essas práticas fundamentais são muito importantes na vida dos messiânicos que querem tornar-se Pioneiros da Salvação. Vale lembrar que o Revmo. Watanabe nos orientou que a prática da horta caseira não visa somente cultivar alimentos saudáveis: é também para o nosso aprimoramento referente á verdade da Lei da Natureza. Ao cuidarmos e observarmos a força do solo e a vida existente na terra e nas águas, desperta em nós a gratidão ao Supremo Deus. 

Agora a pouco, a jovem Walquirya nos relatou a belíssima experiência que viveu ao ter seu primeiro contato com a fé messiânica. Através do johrei oferecido pela amiga, sua alma foi despertada, fazendo-a recuperar a fé em Deus e ter esperança e energia para a vida. Os senhores não acham que o nosso johrei tem a força de transformar a vida de uma pessoa? Depois de conhecer o johrei e ultrapassar sua dolorosa purificação, com dolorosa purificação, com a perda da mãe e do filho, a depressão e os conflitos com a irmã, ela recebeu o Ohikari no final do ano passado. E, em apenas três meses, por meio da ministração do johrei, já se tornou a Pioneira da Salvação de outras três pessoas, além de estar levando a Luz de Meishu-Sama através do canto e de suas aulas de música. 

No ensinamento lido hoje, Meishu-Sama esclareceu que a principal característica da salvação promovida pela nossa igreja é que, primeiramente, precisamos nos elevar espiritualmente e estender a escada da salvação ás pessoas que se encontram em sofrimento, puxando-as a um nível mais alto. Meishu-Sama também nos ensina que, quando recebemos nosso Ohikari, para que possamos tornar ministrantes do sagrado johrei, ocorre à elevação do nosso espírito. Isto é recebemos a permissão de Deus de evoluir para servir, para sermos úteis. Por esse motivo, Kyoshu-Sama nos ensinou que, ao recebermos o Ohikari, nós que estamos na posição de sermos salvos, ganhamos a permissão de trabalhar em conjunto com Deus, na salvação de outras pessoas. 

Entretanto, para darmos continuidade á nossa evolução, é necessária empenhar-nos constantemente para apresentar o caminho da felicidade a quem está ao nosso redor, por meio da Prática do Johrei, da horta caseira e das atividades do Belo. Assim, atingiremos a salvação integral, que abrange o corpo, a mente a alma. Não seria essa a postura de um Pioneiro da Salvação? Por isso, é importante sempre procurar nos aprimorar, evoluir, crescer... Crescer para nos qualificar cada vez mais, tornando-nos úteis á Obra Divina, como Pioneiros da Salvação, o número um na felicidade de nosso semelhante, praticando as três colunas da salvação e, assim, concretizar a salvação de muitas pessoas. Nesse sentido, vamos nos empenhar neste mês de março? 

Muito Obrigado e Boa missão a todos! 




Saudação do Rev. Hidenari Hayashi (Presidente da IMMB)
Solo Sagrado de Guarapiranga/SP. 
03 de março de 2013 
Fonte: Revista IZUNOME 
N.63 – Março /2013 – São Paulo/SP
Site: www.messianica.org.br 

A Transição para a Era do Dia já está concluída em Você?

A Transição para a Era do Dia já está concluída em Você? 

Felicitações a todos pelo Culto do Paraíso Terrestre realizado no dia de hoje.


Com imenso e profundo respeito, eu acredito que o único Supremo Deus, que está vivo por toda a eternidade, tem como objetivo da criação fazer todos os seres humanos se tornarem seus verdadeiros filhos. Para isso, ele preparou a humanidade como inúmeras partículas do seu espírito e está realizando sua obra incessantemente, neste instante também. Sendo assim, todos os seres humanos carregam consigo, desde o princípio, a missão de Messias, ou seja, de nascer novamente como filhos do Deus Supremo. 

Meishu-Sama utilizou a expressão “Vinda do Messias” e nascer novamente. Eu acredito que a obra realizada pelo Supremo Deus dentro de Meishu-Sama é um “Modelo” da obra que precisa ser realizada dentro de todos os seres humanos. O Supremo Deus está vivo dentro de cada um de nós, tentando fazer com que renasçamos como seus filhos. Não consigo deixar de pensar que Meishu-Sama nos ensinou isso através da sua postura. 

Como, originariamente, somos filhos do Supremo Deus e Partículas do seu espírito, será que sua vida e a nossa vida não estão unidas numa só? Será que a consciência original do Supremo Deus e a nossa autoconsciência, chamada “eu” do presente, não estão unidos numa só? Como, desde o princípio, nós também recebemos o sopro da vida do Supremo Deus e continuamos herdando-o agora também, devo pensar que o espírito e o corpo, ou seja, o Céu e a Terra, não são existências completamente distintas e que, apesar das diferencias entre uma dimensão e outra, eles são unos. Por não ter essa consciência, eu considerava que tudo o que está ligado á minha autoconsciência me pertence, ou seja, considerava como meu tudo o que vejo, escuto, sinto ou acredito ser bom ou ruim. 

Por isso, preciso que o Messias Meishu-Sama receba tudo que eu sinto no meu coração e no meu corpo físico, entregando ao Supremo Deus tudo àquilo que vem considerando até hoje como meu, e orar para ser vivificado, juntamente com todas as coisas por uma atuação de grande harmonia. Apesar de pensar que somos nós que estamos fazendo está oração, como na verdade Meishu-Sama está dentro de nós orando ao Supremo deus, precisando rezar com o sonen de estar orando junto com Meishu-Sama, retornar ao principio da vida e ter uma relação mais íntima com o Supremo Deus o Pai da Vida. Agradeço de todo coração pelo empenho de todos os messiânicos em cultivar a fé que liga ao Messias Meishu-Sama, e em querer participar da Divina Obra de salvação da humanidade e Construção do Paraíso Terrestre, não medindo esforços para aperfeiçoarem-se individualmente, e para transformar seu redor em Paraíso através do estudo e Prática dos Ensinamentos. 

Por meio, especialmente, da “Prática do Sonen” os senhores estão se empenhando para se tornarem pessoas capazes de agradecer em quaisquer circunstâncias e, desejando a felicidade do outro, estão se dedicando á Prática do Amor Altruísta, revelando assim, imenso respeito pelo sentimento de Meishu-Sama expresso nas palavras: “Se não fizermos a felicidade do próximo não poderemos ser felizes”. Para mim, essa postura dos senhores é muito nobre. Bem, de onde surge o sentimento do amor altruísta que os senhores estão praticando? Será que ele não surge do Supremo Deus, que é a origem de todas as coisas? Ele ama todos os seres humanos e o seu amor está presente em todos os seres, em toda a natureza, enfim, em toda a Criação. 

Penso que a Divina Obra de Salvação da Humanidade e de Construção do Paraíso Terrestre, bem como todos os Ensinamentos de Meishu-Sama são ao mesmo tempo, a concretização da verdade e a expressão do amor do Supremo Deus. Sendo assim, qual será o objetivo, o propósito desse amor? Acredito que é fazer do ser humano seu verdadeiro filho. Será que não foi para realizar este objetivo que o Supremo Deus preparou inúmeras partículas do seu próprio espírito? Por isso, acredito que seu amor foi vertido sobre todas as pessoas, de maneira imparcial. Creio que a “Prática do Amor Altruísta”, que vem sendo realizada por todos os senhores corresponde ao propósito do amor do Supremo Deus e é uma prática extremamente nobre, através da qual podemos servi-lo. 

Será que os senhores não estão sendo utilizados na Divina obre que fará com que as pessoas que ainda não despertaram para o amor e o propósito do Supremo Deus, bem como os Antepassados que desconheciam este propósito, possam todos retornar ao Paraíso? Acredito que, desde o princípio da criação, o Supremo Deus deixou preparado o caminho para retornarmos a esse princípio. E eu acredito que este caminho não é outro senão o propósito Divino de fazer todos os seres humanos serem contemplados com uma nova vida. Sendo assim, o mais importante é praticar o amor altruísta com o sentimento de que todos os nossos Antepassados, todas as pessoas que vêem á nossa mente e todas as pessoas que se relacionam conosco estão ligados a este caminho. 

O Primeiro Salmo de Meishu-Sama entoado no Culto de hoje foi: “A Grandiosa força de Salvação do Messias, tão esperada por toda Humanidade, irá se manifestar”. 

Dessa maneira, Meishu-Sama percebeu que a Força da Salvação do Messias, tão ansiada por toda a humanidade, tomava todo o seu interior. Nós somos seres que servem á “Salvação realizada pelo Messias” na condição de instrumentos de Meishu-Sama, como se fôssemos parte do seu corpo. Sendo assim, apesar de sermos seres individualizados sem sombra de dúvida formamos um só corpo com Meishu-Sama. Por isso, será que não deveríamos entender que este poema escrito por ele está se referindo a cada um de nós também, já que estamos unidos em um só corpo? Na condição de pessoas que servem a Meishu-Sama como seu instrumento, a nossa maior e mais importante tarefa é sobre onde devemos centralizar o nosso sonen. Se o centralizamos neste mundo da forma, um mundo que tem como sujeito principal a autoconsciência, acabamos nos colocando em primeiro plano. 

Dessa forma, nosso sentimento de querer receber graças de querer ser abençoados, acaba sendo predominante. Meishu-Sama escreveu o seguinte Poema: 

“Com o desejo de salvar a humanidade, conduzindo-a ao Paraíso, primeiramente tornei-me, eu próprio, habitante do Paraíso”. 

Este Poema mostra que, para salvar pessoas, em primeiro lugar nós precisamos nos tornar um habitante do Paraíso. Tenho a impressão de que Meishu-Sama está nos ensinando: “Olha, mesmo que se diga que a humanidade está esperando ansiosamente a Salvação do Messias, somos nós os responsáveis pela nossa própria Salvação, pois, no final das contas, tudo está ligado a nós mesmos” É por causa disso, que reconhecendo que o Paraíso princípio da minha vida existe até hoje no âmago da minha consciência, desejo ser utilizado, junto com todos os senhores, na Salvação que nos permite retornar ao Paraíso junto com um grande número de pessoas. “Tenho a impressão de que o fato de conseguirmos reconhecer, de coração, Meishu-Sama como o Messias, bem como o fato de estarmos nos empenhando em agradecer e também em oferecer nosso servir por meio da “Prática do Sonen” e da Prática do Amor Altruísta”, enfim, o fato de estarmos conseguindo sentir todas essas coisas não seria porque o Supremo Deus nos agraciou com o grandioso perdão que é o seu amor, e estamos recebendo a permissão de nos lembrarmos de como são as coisas no Paraíso? Por meio do seu grandioso perdão, o Supremo Deus se apercebe da humanidade, que ignorava o propósito do seu amor, e concretiza a “Transição da era da Noite para a Era do Dia”, ou seja, salva a humanidade do mundo coberto pelas trevas da ignorância e a guia no mundo de luz. Ou seja, ele realizou uma grande transição no mundo espiritual. 

Meishu-Sama percebeu a Revelação da Transição da Era da Noite para a Era do Dia ao subir o Monte Nokoguiri, na Província de Chiba, em 15 de Junho de 1931. Tenho a forte sensação de que, neste exato instante, ele está me perguntando: “Em você, a transição da Era da Noite para a Era do Dia já está concluída?” Eu nunca havia pensado na relação que está transição poderia ter comigo. Até então, minha compreensão sobre ela se limitava á Revelação Divina recebida por Meishu-Sama, 78 anos atrás. No entanto, como somos partes do seu “corpo” e formamos uma existência uma com ele, será que, na verdade, cada um de nós não está recebendo a permissão de recebe, por seu intermédio, a força do Supremo Deus que concretizou a “Transição da Era da Noite para a Era do Dia”? A força que realizou esta transição é o “Poder de Salvação do Messias”, a força que impulsiona a Divina Obra de Salvação da Humanidade e de Construção do Paraíso Terrestre. 

É o poder que perdoa, purifica salva, ressuscita e faz com que os seres humanos nasçam renovados. Hoje, quando já ocorreu a “Transição da Era da Noite para a Era do Dia”, será que, no mundo espiritual, todos os seres vivos e todos os seres humanos já não teriam entrado em uma fase completamente nova? Se conseguirmos compreender que, neste exato momento, nós estamos sendo criados e educados dentro de uma fase completamente nova, na qual a “Transição da Era da Noite para a Era do Dia”já se realizou, e conseguirmos servir com esta consciência, certamente Meishu-Sama se alegrará e encaminhará cada um de nós para que, pouco a pouco nosso interior também seja totalmente tomado pela força do Supremo Deus. 

Meishu-Sama mostrou-nos, com sua vida, o modelo do habitante do Paraíso. Da mesma forma, gostaria que continuássemos nos empenhando em nos aprimorar para que tenhamos cada um de nós, a permissão de sermos utilizados como “modelos” unidos a ele. Por fim, estarei orando para que a Graça Divina e a paz estejam sempre com os senhores. Junto ao Messias Meishu-Sama, manifesto minha mais profunda gratidão ao Supremo Deus pela força que realizou a “Transição da Era da Noite para a Era do Dia” e perpassa todas as coisas, perdoando e vivificando a todos. Que os dias de todos os senhores sejam repletos de prosperidade. 



Muito Obrigado! 


Culto do Paraíso Terrestre /2009 
Templo Solo Sagrado de Atami (Japão) 
Orientação do Kyoshu-Sama (Yoiti Okada – Líder Espiritual da Igreja Messiânica Mundial – IMM
Fonte: Revista IZUNOME 
N.18 – Julho/2009 – São Paulo /SP. 








Um País que desenvolve novos ideais – O Brasil visto por mim 


Para mim foi uma grande felicidade poder sentir, ver e ouvir a situação real da Difusão do Brasil, quando acompanhei nossa Líder Espiritual, Kyoshu-Sama, em sua visita missionária aquele País. Apesar de já ter tido oportunidade de encontrar-me com os membros estrangeiros que peregrinam ao Solo Sagrado e deles ouvir fatos e descrições, sei que “um olho vale mais que cem ouvidos”. 

No Brasil, a Religião Oficial é a Católica, e ela Congrega a maioria da População. Mas, como há liberdade de credo, a Igreja Messiânica Mundial também tem apresentado um desenvolvimento muito significativo nestes últimos anos. Isto se deve ao fato de ter obtido o apoio das várias camadas da população, sendo reconhecidos os profundos benefícios que, mesmo não sendo Religião Oficial, a Igreja Messiânica Mundial traz á população. Entre os membros das filiais da Igreja no Rio de Janeiro, encontram-se também engenheiros, catedráticos, universitários, presidentes de indústrias, altas autoridades governamentais, altas patentes das forças armadas e jovens bem capacitados, em busca da verdade. 

No Brasil não há preconceito de raça nem distinção de classes, estando esse fato tão consumado, que dele ninguém se lembra sequer. Pele branca, negra ou amarela: nada disso constitui problema. Não é como na América do Norte, onde há preconceito em relação aos negros. O Brasileiro ama a sua Pátria e, se aparece algo para o benefício do povo, aceita e recebe de braços abertos, e, não se importando com a sua procedência, ainda colabora ativamente. Não há sequer motivos para surgirem conflitos em função das diferentes raças existentes. Este fato se deve á características da formação do povo Brasileiro por vários grupos étnicos. O nativo do Brasil é o índio, mas nesse País, que era colônia portuguesa. No início do século XVI começou a mestiçagem do português com o índio e com o escravo, proveniente da África. 

Sendo o Brasil um País de extensa área territorial, não foi possível um suficiente desenvolvimento com a colonização sendo feita apenas pelos portugueses. Dessa maneira, em princípios do século XIX, o governo Brasileiro autorizou a imigração estrangeira e, como resultado disso, a Itália e a Alemanha, bem como outros Países da Europa Ocidental, enviaram inúmeros emigrantes para o Brasil, o que incrementou a miscigenação. Nasceu, então, o Brasil de hoje, tendo sido acrescentada á cultura trazido de Portugal, a dos outros povos, e, dessa mistura, nasceu a Cultura Brasileira. Os japoneses também emigraram para o Brasil no início do século XX e quando estive naquele país, havia cerca de 700mil Nisseis e Sanseis. Isto quer dizer que a Cultura Japonesa também está sendo incorporada á Brasileira. 

Apesar de ter uma formação mista, a língua comum é o português, sendo essa uma das características mais marcantes no Brasil. Por ser um caldeirão de raças, não acredito que não haja discriminação. Entretanto, está submerso na consciência de cada um que se não e expandir e não se colaborar nos pontos positivos e relevantes de cada povo, não se poderá fazer o progresso de uma nação. O Brasil é um País novo, e a juventude como nação, além de absorver tudo, dá uma animação especial á vida de cada um. 

Em 1822, libertou-se do sistema colonial, proclamando sua independência. Em 1889, tornou-se República Federativa, sendo deposto o imperador numa revolução sem sangue. Como nação recente, ainda não tem cem anos e, há algum tempo atrás, através de outra revolução, o poder passou ás mãos dos militares. Revolução significa, quase sempre, mudança de sistema político com derramamento de sangue, mas no Brasil isso foi possível sem que uma só gota fosse vertida. Apesar de ter sido uma revolução militar, porque foi sem sangue? Creio que a ausência de discriminação racial, mais o fato de que até as forças armadas estão impregnadas do espírito de quem ama e pensa na Pátria. Isto também foi para mim motivo de espanto. 

Levando a análise por esse rumo, invade-me a mente o pressentimento de que no Brasil será construída a base da verdadeira paz mundial. Outro motivo para apoiar este meu pensamento é a riqueza de matéria-prima e de subsolo que este País possui. Ele tem 23 vezes a área do Japão e, por não ter montanhas muito altas, a taxa de utilização do solo não deve ser só 23 vezes maior. Grande parte dele ainda é inexplorada. O subsolo então, nem foi suficientemente pesquisado. Isso significa que ali, esta no seio da natureza, um tesouro que ninguém sequer ainda viu. Há, no Brasil, muitos indícios da abundância de alimentação. Nos hotéis, restaurantes e mesmo nos lares comuns, a etiqueta manda deixar um pouco de comida no prato, a qual é servida numa quantidade suficiente para que se possa deixar sobrar. Se o anfitrião vir o prato do seu convidado vazio, vai achar naturalmente que faltou comida. É pela sobra que a pessoa indica ter ficado satisfeita. 

No Japão, ao contrário, dita a boa educação não deixar restos. Caso sobre, o anfitrião, logicamente, vai pensar que a comida não estava gostosa. Atualmente, estamos entrando numa era de crise alimentar generalizada. Há inclusive, países cuja população está morrendo de fome; mesmo o Japão, onde também há fartura, mas que depende de outros países exportadores poderá vir a sofrer falta de algum tipo de alimento. Para ultrapassarmos o grave problema do aumento populacional e da crise alimentar, está sendo pregado o controle da natalidade. Como as matérias-primas e as fontes alimentares são limitadas, está sendo preconizado o controle da natalidade como forma de não aumentar a população acima de certo limite. Nos países desenvolvidos este procedimento já é bastante habitual e, com a compreensão de todos, tende a ser adotado definitivamente. 

Embora os países em desenvolvimento estejam sofrendo com a falta de víveres as suas populações, cuja maioria não se beneficiou das luzes da cultura, até agora não conhecem nenhum método de controle da natalidade, sendo-lhes bastante estranho este assunto. Porém, quando penso na Providência Divina e nas Dádivas da Natureza, tenho de admitir que o controle demográfico só seja adotado em nações onde Deus não é levado verdadeiramente em consideração. Se uma população aumenta, é porque está nos Planos Divinos que assim deve ser; controlá-la através de medidas humanas, é ir contra esses desígnios. Pensemos então no nascimento dos filhos dentro de um lar. Não se pode, com certeza, apontar qual deles irá, futuramente, sustentar, seja a família, o país ou a humanidade. Isto só se torna claro depois que ele nasce e se desenvolve. Se tirarmos sua chance de nascer, só se pode dizer que ele, mais ou outros que deveriam depender dele, no futuro, estão sendo vítimas de traição. Será que o filho que venha a nascer desse controle vai prover a família? Há inúmeros casos de filhos cujo nascimento não era esperado, e que se tornaram sustentáculos de casa. O homem que decide, por si mesmo sobre a necessidade ou dispensabilidade da vida humana, está usurpando a posição de Deus. Há casos, ainda, que aquilo que o homem considera bom é reprovado pela Vontade Divina. 

Por isso, o controle populacional está totalmente fora de cogitação. Cabe aos religiosos ter uma visão mais ampla e profunda das coisas. E em relação á crise alimentar, que está tão em evidência nos dias de hoje? Eu creio que ainda existe muita terra a ser explorada para produzir alimentos necessários ao debela mento da mesma. A humanidade não chegará a morrer de fome, caso o aproveitamento da terra e a distribuição da respectiva produção seja feita de maneira conveniente e adequada. A Sibéria, até o século XIX, era um local improdutivo, por causa do gelo permanente. O Nordeste do Japão era, há cem anos, palco de muitas mortes por inanição. Apesar de essas terras terem sido improdutivas, por força do acréscimo da população, Deus possibilitou a produção de alimentos nesses locais, que vêm atendendo ás necessidades dos que lá estão radicados. 

Se, motivados pela natureza rica deste imenso Brasil. Forem feitos investimentos adequados ao desenvolvimento da técnica e implementos necessários á produção agrícola, tornar-se á possível levar a toda humanidade os benefícios dessa maravilhosa dádiva da natureza, ficando resolvido o problema da crise alimentar. Futuramente, a influência do Brasil dependerá de como os outros países se comportarão com ele. Seguindo a linhagem dos sues ancestrais, os Brasileiros se ligarão nos lugarejos e povoados dos países de todo o mundo. Então, quando o amor humanitário dos Brasileiros houver sido levado até os países dos antepassados de cada um, estará concretizada a verdadeira paz mundial. Neste sentido, o ideal de amor humanitário do Mestre, o seu pensamento enraizado no Brasil deverá florescer brevemente. 

“Há nos Ensinamentos de Meishu-Sama, o seguinte trecho: “A Igreja Messiânica Mundial fará estender essa Luz ao estrangeiro e algum dia o Japão” importará” de volta essa religião. Aí, sim, “a Igreja Messiânica será realmente Mundial e se tornará verdadeira”. Vendo o desenvolvimento da Difusão no Brasil, lembrei-me do Ensinamento acima. A Grande Fé dos Brasileiros em relação á nossa religião faz com que eu me lembre que essa “importação inversa” não deverá tardar. Como membros que somos, temos o desejo de servir grandemente á humanidade e salvar toda ela; devemos ter as vistas mais voltadas para a melhoria do Brasil, para que fique capacitado a realizar o espetacular trabalho necessário ao bem da humanidade. A crise alimentar, por exemplo, será resolvida com a exploração das suas terras e com a distribuição mundial da produção obtida. 

Para o Japão, o Brasil não passa de um país longínquo, que está do lado oposto do Globo Terrestre. Mas, se admitirmos um eixo transpassando o globo e ligando os dois países, não estaremos tão distantes assim. O sentimento humano ultrapassa as coisas em linha reta. Portanto, o desejo de querer ser útil ao Brasil servirá primeiramente, para salvar o Japão, ligando-se isso, posteriormente, á salvação do mundo. Sinto renovada a necessidade de convergir o sentimento de todos os povos para o Brasil, que já possui base sólida para a concretização do amor humanitário. 

Quando o Primeiro-Ministro Japonês visitou o Brasil para entrosamento Político e incremento das relações Nipo-brasileiras, por incrível coincidência, na véspera, o avião que levava a comitiva de Kyoshu-Sama pousou no aeroporto da cidade de São Paulo. A Difusão da nossa Igreja na terra Brasileira já conta com mais de duas décadas, mas inicialmente centralizou-se nos imigrantes japoneses. Atualmente, desenvolve-se rapidamente entre os Brasileiros e poderá tornar-se o andaime para a Obra da Difusão Mundial. Isto porque os Ensinamentos do Mestre possuem as bases para a realização da felicidade e salvação de toda a humanidade. 

O território japonês é pequeno e, apesar disso seu povo ainda se divide pelas várias ideologias existentes, sendo propenso a se enclausurar em pequenos grupos. Necessitamos voltar os olhos ampla e extensamente para o mundo todo. O povo japonês prima, acima de tudo, pelo sentimento. Entretanto, por pequeninas deficiências, está deixando que aquele se deturpe. Caso não se atente para isso, há grandes possibilidades do Brasil se tornar um país mais desenvolvido que o Japão, tanto espiritual quanto materialmente. Quando a vasta riqueza de matéria-prima brasileira for explorada, através da orientação de excelentes técnicos e assimilação das culturas mundiais, e quando o amor humanitário, que não faz discriminação de raças, florescer plenamente no Brasil, lá se dará o nascimento de um povo ideal que, ultrapassando qualquer ideologia, irá se alastrar pelo mundo inteiro. 

No Brasil existem atualmente 700mil japoneses (contados os descendentes) Está diminuindo, aos poucos o número daqueles que falam o idioma japonês e os descendentes dos nipônicos estão entre os brasileiros, trabalhando em postos importantes da economia e da política. Em São Paulo, que muito se identifica com a capital comercial do Japão, Osaka, existem cerca de 300mil nipônicos (considerando-se também os seus descendentes). As atividades dos japoneses estão contribuindo para o desenvolvimento do Brasil; do mesmo modo, a sua religiosidade, que tem na nossa Igreja Messiânica Mundial um autêntico representante, pode ajudar no enriquecimento do sentimento Brasileiro. Por tudo isso, tenho como fonte de animação e mesmo de orgulho, o fato de ter recebido os Ensinamentos do Mestre, pelo que sinto forte Gratidão. 



Fonte: Livro/ “Cem Estórias da Minha Fé”
(Fundação Mokiti Okada – M.O. A) Vol. III 
1 Edição/Novembro/1986 – São Paulo/SP.
Autor: Katsuiti Watanabe 
Pág.: (157 a 165) 





EXPERIÊNCIA DE FÉ COM A PRÁTICA DO SONEN

EXPERIÊNCIA DE FÉ PRÁTICA DO SONEN(BRASIL)


Minha visão sobre a Agricultura Natural

O Agricultor: Um pouco de História

Venho, há mais de três décadas, pesquisando e praticando a Agricultura Natural preconizada por Meishu-Sama. Quando iniciei essa prática no pólo agrícola de Atibaia, interior paulista, em 1979, utilizava grande quantidade de compostos. Dez anos depois, introduzimos os microrganismos eficazes. Para difundir esse método, fui transferido para a França em 1996. 

Em 1997, a SCEA Koorin (*) adquiriu uma propriedade de cinco hectares a cerca de 40 km ao sul de Paris, com o objetivo de iniciar um projeto-piloto. Enfrentamos muitas dificuldades e não conseguimos um bom resultado. 

Em 2005, Kyoshu-Sama nos orientou que possuímos a partícula divina, que somos a soma de todos os nossos antepassados e que estamos ligados a toda a humanidade por meio dos elos espirituais e do DNA. No ano seguinte, o Revmo. Tetsuo Watanabe falou sobre a Prática do Sonen. 

A partir dessas orientações, fui buscar as causas dos problemas dentro de mim, reconhecendo ser eu o causador do surgimento de pragas e doenças nas plantas. Passei a ver esses obstáculos como uma purificação da minha pessoa, do meu espírito. A causa estava dentro de mim. Reconhecendo esse pecado, fui fazendo a Prática do Sonen, encaminhando ao Messias Meishu-Sama todas as agressões que eu havia cometido contra a Natureza para que ele as perdoasse, purificasse e eu Pudesse ser salvo e renascer com uma nova visão sobre a Agricultura Natural como uma das colunas de salvação da humanidade. 

Eu “praticava” a Agricultura Natural, mas, na verdade, não acreditava que seríamos capazes de expandir o método ou que nos tornaríamos auto-sustentáveis. Achava que aquele tipo de cultura demandava muita mão de obra e que não passava de um trabalho artesanal. Ao refletir baseado nas orientações que vinha recebendo, cheguei à conclusão de que estava completamente enganado. Pedi perdão ao Messias Meishu-Sama, porque estava subestimando a missão que deveria cumprir. 


Em 2007, decidi montar um modelo de utilização dos microrganismos eficazes para difundir a Agricultura natural. Escolhi uma estufa, preparei o solo e plantei mudas de pepino. Algumas semanas depois, começou a infestação de pulgões. Antes, quando esse problema ocorria, ele era resolvido com a irrigação de uma solução de microrganismos eficazes. Desta vez, mesmo utilizando a solução com dosagens diferentes, não consegui obter resultados positivos. Ao contrário, a estufa e toda a cultura foram praticamente dizimadas pelos pulgões. Entendi que aquela era uma purificação da minha pessoa, e não das plantas de pepino. Fiz a Prática do Sonen de agradecimento a Meishu-Sama por ter despertado para essa verdade e deixei de visitar a estufa, porque senti que estava muito apegado ao problema. 


No final de uma semana, notei que os pulgões estavam sendo devorados por diversas espécies de insetos, e que as folhas novas não estavam sendo afetadas por eles. Percebi naquele instante a grandiosidade, a simplicidade e a força da Natureza. Por vários dias eu havia aplicado todos os métodos de controle que tinha aprendido durante muitos anos e a Natureza, simplesmente utilizando outros seres vivos, em menos de uma semana resolvera o problema. Diante desse fato, abaixei a cabeça com respeito e gratidão à minha grande mestra. A partir desse dia, peço para ser utilizado conforme a vontade do Criador, por intermédio do Messias Meishu-Sama. 


(*) Sociedade Civil de Exportação Agrícola Koorin, nome da empresa que atua na difusão da Agricultura Natural na França, e que tem como presidente o Min. Paulo Massaki Oyama. 


O Missionário: um pouco de Reflexão 


Venho de uma família de agricultores. Meus pais trabalhavam na lavoura, cultivando diversos produtos pelo método tradicional. Quando me tornei messiânico, comecei a ouvir falar que a Agricultura Natural era uma das colunas da salvação preconizada por Meishu-Sama. Mesmo sem entender muito, decidi que queria servir à Obra Divina na difusão e expansão desse método de cultivo. 

Formei-me engenheiro agrônomo e, em 1979, fui deslocado para o pólo agrícola de Atibaia, para começar a desenvolver a Agricultura Natural. Confesso que, além do que estava nos ensinamentos, eu não sabia mais nada sobre o assunto. Lembro que uma 

Afirmação de Meishu-Sama não me saía da cabeça: “A Agricultura Natural é uma das colunas de salvação da humanidade.” Por mais que estudasse, praticasse no campo, eu não conseguia compreender isso. Ao longo dos meus estudos teóricos e práticos, fui 

Confirmando algumas coisas: 

– Se não poluirmos o solo, ele se tornará cada vez mais puro e pleno de energia vital; 

– Um solo assim produz alimentos saudáveis, que geram a verdadeira saúde; 

– Cuidar do solo equivale a ajudar a proteger o meio ambiente etc. 


Mas... E a Salvação? 
Salvação de quê? Ou de quem? 
Eu não conseguia entender! 

Muitos anos se passaram. Na França, para onde fui transferido em 1997, alcançamos algum progresso. Até conseguimos colocar nossos produtos numa feira de produtos orgânicos que ocorre numa cidade perto da fazenda Korin, com boa aceitação pelos consumidores. Animado, tomei a decisão de iniciar efetivamente a difusão da Agricultura Natural. Foi nessa época que aconteceu a história dos pulgões. Parece brincadeira, mas foram eles que me mostraram onde está a salvação por meio da Agricultura Natural e quem é realmente salvo por ela. 

Horta caseira salva! 

Sei que, agora, no Brasil e no mundo todo, nós messiânicos estamos sendo orientados por Kyoshu-Sama e pelo Revmo. Watanabe a praticar a horta caseira. Talvez muitas pessoas pensem que o objetivo é permitir que elas, vizinhos, parentes e amigos possam ter à mesa, mesmo que em pequena escala, hortaliças e legumes livres de agrotóxicos. Minha experiência com os pulgões me ensinou que é muito mais que isso. Vejo essa prática como um caminho para que possamos devotar amor e gratidão ao solo e, conseqüentemente, a Deus. À medida que esse amor crescer, Deus certamente irá permitir que experimentemos a atuação do poder da Natureza. 

Acredito que ao ver que a mesma coisa que aconteceu numa fazenda com cinco hectares está ocorrendo no próprio quintal, num espaço bem pequenininho, ninguém vai deixar de reconhecer a existência de Deus e do mundo espiritual. Ou seja, a horta caseira pode, sim, transformar materialistas em espiritualistas, pessoas vibrantes de amor pela humanidade. A prática da horta caseira pode nos fazer reconhecer a íntima relação que temos com nossos antepassados, que verão abrir-se para eles a porta da salvação através de nós. 

É assim que me sinto hoje. Graças às orientações de Kyoshu-Sama e do Revmo. Watanabe, não sinto mais um agricultor, mas, um semeador de salvação. Gostaria de deixar uma mensagem: não importa se a minha “horta caseira” tem cinco hectares, e a sua é apenas um vasinho - cuide dela com todo o carinho. Ame aquele pequeno pedaço de solo, deixe que a luz do Sol o ilumine, regue com água pura como é puro o seu coração. Terra, fogo e água são a fonte de todas as formas de vida. Da nossa vida, inclusive. E o combustível universal que as faz agir em conjunto, com harmonia, é o amor e a gratidão. 

Será que não é por isso que a Agricultura Natural é uma das colunas da salvação preconizada pelo Messias Meishu-Sama? 





Fonte: Revista IZUNOME 
N.59 – Novembro/2012- São Paulo/SP.



OBS: Min. Paulo Massaki Oyama: “A Prática da Horta Caseira pode, sim transformar Materialistas em Espiritualistas”. Culto Mensal de Agradecimento de Outubro no Solo Sagrado de Guarapiranga – São Paulo/SP. 




EXPERIÊNCIA DE FÉ PRÁTICA DO SONEN(ÁFRICA)


Conheci a Igreja Messiânica Mundial de Moçambique em 2003. Primeiro, o meu saudoso marido começou a freqüentá-la e, ao notar mudanças na vida dele, decidi também experimentar. Na época, eu tinha desmaios constantes, dificuldades financeiras, depressão e conflitos conjugais, que culminou no desejo de querer cometer suicídio, tendo preparado tudo para tal. Foi neste momento tão difícil da minha vida que eu ganhei a permissão de encontrar o Messias Meishu-Sama.

No início, eu não entendia nada e nem acreditava, pois achava que o Ministro Roberto (Cândido), responsável pela Igreja em Moçambique, pagava as pessoas para incorporar e pedir pela salvação. Mas eu estava enganada. Com o recebimento e o cumprimento das orientações, todo o meu sofrimento terminou. Eu comecei a servir a Meishu-Sama e a praticar o dízimo, o que mudou a minha vida, pois com isso recebi a graça de começar a trabalhar na casa de um senhor de nacionalidade russa.

Eu contei-lhe que fazia 15 anos que eu não falava com os meus familiares, pois todos estavam na Rússia. Ele viajou para a Rússia, levando o nome da minha mãe e o da minha irmã. É de realçar que eu não sabia se eles se encontravam vivos ou mortos.

Este senhor procurou nos órgãos governamentais até encontrar a minha família e me trouxe o número de telefone e o endereço dos meus familiares. Eu fiquei muito emocionada e fiz oração, agradecendo ao Messias Meishu-Sama por ter encontrado a minha família após 15 anos. Em seguida, liguei para a minha família. Alguém atendeu e perguntou quem estava a falar. Respondi que era a Ira. Ela perguntou: “Que Ira?” Respondi: “É a sua irmã gêmea, Marina!” Do outro lado da linha, a Marina começou a gritar e a chorar muito. Nós duas começamos a chorar sem parar, pois a minha família também achava que eu tivesse morrido.

Com o apoio do meu falecido marido, no mesmo ano eu fui para a Rússia. Antes de viajar, eu fiz a prática do Sonen, uma oração com o ministro e um donativo especial de gratidão, pedindo ao Supremo Deus e ao Messias Meishu-Sama que me utilizassem como instrumento na salvação da Rússia.
Chegando lá, encontrei a minha irmã gêmea sofrendo de tensão alta com fortes dores de cabeça. Ministrei-lhe Johrei e ela adormeceu cinco minutos depois. Acordou perguntando o que havia acontecido, pois disse que as dores haviam desaparecido.

Vendo este milagre, ela perguntou: “Isso que você fez para mim, pode fazer para uma amiga?” Respondi que sim. Então ela convidou uma amiga que sofria de asma e tinha manchas no peito. Ministrei-lhe Johrei durante duas semanas e a asma, bem como as manchas que tinha no peito, desapareceu completamente. Assim, ganhei força e ofereci Johrei a minha sobrinha que tinha uma alergia muito forte no ouvido e na cabeça, cujas causas eram desconhecidas pelos médicos, que diziam já não haver cura para a sua doença. Esse sofrimento já durava oito anos. Ministrei-lhe Johrei durante dez minutos e, no mesmo instante, ela teve febres altas acima de 40º. Vendo isso, a minha irmã pensou que a filha fosse morrer, mas, ao contrário, ela ganhou a permissão do Messias Meishu-Sama de ficar curada. Ela não imaginava que um dia teria cabelos, mas, hoje, graças a Deus e ao Messias Meishu-Sama, ela os tem.

Seguindo com a minha marcha, ofereci Johrei a minha mãe que sofria com fortes dores de estômago e tinha bico de papagaio no joelho, que lhe causava muitas dores, impossibilitando-a de andar e comer. Com o recebimento de Johrei, ela também ficou curada. Ofereci Johrei à sogra da minha irmã que sofria com um tumor muito grande na perna e tinha dificuldades para andar. O tumor desapareceu e ela ficou totalmente curada. Graças a esses milagres gerados pelo poder do Johrei, as pessoas pediram para eu voltar a fim de abrir um Núcleo de Johrei e toda a minha família tomou a decisão de receber a Luz Divina.

Após retornar a Moçambique, conversei com o Ministro, que pediu orientação ao Reverendo Francisco e ao Ministro Claudio. Eles decidiram realizar uma Outorga da Luz Divina na Rússia.

Atualmente, temos 18 membros e 10 freqüentadores no Núcleo de Johrei. Graças a Deus e ao Messias Meishu-Sama, pela primeira vez, eu vim à Sede Central de África junto com os meus Antepassados para agradecer ao Messias Meishu-Sama e receber, na pessoa do nosso Presidente (Ministro Claudio), a tarefa de concretizar a expansão neste ano na Rússia. Espero que a vontade do Messias Meishu-Sama se concretize na África, na Rússia e em todo o Mundo.

Muito Obrigada 

Ira Vladmirovna Fomina 
Johrei Center Central 
MAPUTO – MOÇAMBIQUE/ África 
01/04/2013






sábado, 16 de março de 2013

VOLTEI !



Queridos Amigos

Já estou de volta bem antes que imaginei. Mudei de Salvador/BA Para o Interior da Bahia. Estou morando na Cidade de Conceição do Coité/BA. Como vocês sabem, tenho o Altar da Luz Divina e o Mitamaya Altar dos Antepassados. A Reentronização aconteceu no dia 14/03/2013 na minha casa com a presença do Ministro e alguns Membros Messiânicos. 

Escrevi um Texto para ser lido após a Reentronização, e gostaria de passar para vocês. 

Espero que gostem! 

Beijos de Luz! 



Galdina




Palestra da Reentronização da minha Imagem da luz Divina no Lar – Família Barbosa na Cidade 

De Conceição do Coité – Bahia 



Bom dia a Todos! 

Em primeiro lugar quero agradecer a Deus Meishu-Sama a permissão de Reentronizar a Imagem da Luz Divina da minha Família Barbosa, aqui na Cidade de Conceição do Coité/BA. 

Tenho consciência de que vim para cumprir juntamente com os meus Antepassados “missão” nessa Cidade. Meishu-Sama, afirmou que Deus é Luz. Que nós somos Partículas do Espírito do Supremo Deus, e por isso a Luz Divina existe dentro de cada um de nós. Meishu-Sama nos chamou de “Companheiros da Luz”. 

Nós usamos o Ohikari, pendurado no pescoço, para confirmar que a Luz existe dentro de cada um de nós. Carregamos dentro do Ohikari 1% da Luz do Supremo Deus. Materialmente 1% não é nada. Porém 1% da Luz Espiritual do Supremo Deus é muito. O suficiente que o nosso Corpo Físico e Espiritual pode agüentar. Sabe por quê? Temos centenas e milhares de máculas e não iríamos agüentar o excesso da Luz no nosso Corpo Físico e Espiritual ainda maculado. 

Então 1% é o máximo que o ser humano agüenta para cumprir sua missão. 1% Salva Vidas, Ressuscita Vidas, Transforma Vidas. Temos de ter consciência e gratidão pela permissão de podermos ser agraciados de sermos recebedores do Ohikari para salvar vidas. Nem todas as pessoas irão ter permissão de receber “Johrei” e nem o “Ohikari”. Nós temos essa permissão de receber e ministrar o johrei. Somos pessoas privilegiadas. Entretanto, esse privilégio, não deve virar presunção. Devemos nos conscientizar que somos instrumentos do Messias Meishu-Sama aqui na Terra para cumprir missão, juntamente com os nossos Antepassados. 

Na época de Meishu-Sama, cada Ministro recebia diretamente dele certo número de Ohikari e ouvia as seguintes palavras: 

“As pessoas para serem outorgadas já estão prontas, é nossa missão encontrá-las”. Com base nesse Ensinamento do Mestre, eu gostaria de ressaltar e relembrar aos senhores, quem colocou o Ohikari no nosso pescoço foi o próprio Messias Meishu-Sama. Os Ministros foram apenas instrumentos materiais em forma humana usado por Meishu-Sama para nos delegar o Ohikari para cumprimos a nossa missão determinado pelo Messias Meishu-Sama. 

O Mestre ao colocar o Ohikari no pescoço de cada um de nós nos disse Espiritualmente: Eu conto com você! Eu conto com você! Ele confiou em nós. Não podemos decepcioná-lo. Vamos fazer um Grande Sonen e Salvar em Conceição do Coité, o maior número de pessoas; sendo o número um na felicidade de outras pessoas. 

Como nos orientou o Revmo. Watanabe no Culto de Janeiro deste ano de 2013: 

“Vamos nos empenhar em nos tornarmos pessoas simpáticas e grandes “Pioneiros da Salvação”, fortalecendo a Fé que reverência Meishu-Sama, como o Messias e tendo como base o slogan “Vamos expandir o Altruísmo e o Sentimento de Gratidão”. Desta forma, conseguiremos envolver, em nosso cotidiano, muitas pessoas com a Salvação de Meishu-Sama. 

Encerro minhas palavras, agradecendo a Deus Meishu-Sama e aos meus Antepassados. Ao meu Pai o Patriarca da Família que se encontra aqui Espiritualmente. A minha pequena e grande Família. Ao Ministro Breno Magalhães, Responsável pelo Johrei Center da Igreja Messiânica de Feira de Santana. E a todos os Membros presentes juntamente com seus Antepassados. 



Muito Obrigada,

Maria Galdina da Silva Barbosa



14 de Março de 2013
Horário: 10hs.
Cidade: Conceição do Coité – Bahia